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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

European Commission Safety Commission recommends that Angola’s Taag can re-launch flights between Luanda and Lisbon


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#1 F-BVFA

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Postado 03 de julho de 2009 - 15:25

Lisbon, Portugal, 3 July – The Safety Commission of the European Commission will recommend that Angola’s national airline Taag be removed from the blacklist and re-launch flights between Luanda and Lisbon, Portugal’s National Civil Aviation Institute (INAC) said in Lisbon Thursday.

“The college of commissioners, which is due to meet soon, on accepting this recommendation will allow Taag, Angola’s airline, to re-launch operations between Luanda and Lisbon, with Portugal’s INAC committing to inspecting the aircraft that will operate the flights on his route,” said INAC's statement.

INAC will also have to present reports to the Safety Commission “with a view o removing all Angolan airlines from the so-called blacklist,” it said.

The Safety Committee is a consulting group of the Commission that evaluates the safety of air transport in different countries throughout the world.

The recommendation comes two years (July 2007) after Taag went on to the blacklist of the European air space, due to a lack of safety in its operations.

At the time it was banned, Taag carried out six flights per week between Lisbon and Luanda.

In April the commission noted “significant progress” had been made by Taag opting, however, to keep the ban on the Angolan airline.

INAC also said that its involvement was “important” for gaining authorization for Taag to fly to Lisbon, specifically via its cooperation protocol with its counterpart in Angola, Inavic. (macauhub)

Fonte

#2 kari0ca

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Postado 04 de julho de 2009 - 17:23

INAC ajuda a angolana TAAG a sair da "lista negra" da União Europeia
03.07.2009 - 08h12 Raquel de Almeida Correia
A transportadora aérea angolana TAAG, impedida de voar no espaço europeu por questões de segurança desde Julho de 2007, poderá voltar a operar na Europa em breve.

Bruxelas tem neste momento em mãos um parecer no sentido de reintegrar a companhia de forma progressiva, começando por voos entre Luanda e Lisboa. Mas isso só acontecerá se o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) se comprometer a fiscalizar os aviões da empresa. Acordo que poderá abrir novas portas à TAP.

A decisão de recomendar a retirada parcial da TAAG da "lista negra" da União Europeia foi tomada ontem, durante uma reunião do Comité de Segurança da Comissão Europeia. Esta recomendação, que teve na base melhorias na operação da companhia de aviação angolana, vai chegar, agora, a Bruxelas, que dará um parecer final no prazo de duas semanas.

A concretizar-se, o regresso da transportadora aos céus europeus será feito de forma faseada. Num primeiro momento, a TAAG começará por realizar um voo diário entre Luanda e Lisboa, alargando posteriormente a operação aos restantes Estados-membros. Esta investida começa por Portugal dada a cooperação que tem sido desenvolvida, desde 2008, entre as autoridades dos dois países, mais concretamente, entre o INAC e o seu congénere INAVIC.

Apoio com contrapartidas

Foi, aliás, o compromisso de que o instituto público português daria apoio às TAAG que levou o Comité de Segurança a considerar esta recomendação. É que o INAC assumiu o compromisso de "fazer inspecções às aeronaves que irão operar os voos [na rota Luanda-Lisboa] e apresentar o relatório" dessa fiscalização, referiu o organismo.

Ao PÚBLICO, fonte oficial do INAC afirmou que este é um apoio "sem contrapartidas" para o instituto, mas admitiu que poderá contribuir para acelerar "a revisão do acordo bilateral do transporte aéreo" celebrado entre os dois países. Esta revisão, sugerida ao INAVIC em 2006, inclui uma "harmonização em relação ao direito comunitário e a possibilidade de flexibilização das redes". Ou seja, é uma oportunidade para a TAP aumentar as ligações para Angola, um mercado em expansão.

No entanto, falta ainda o aval da Comissão Europeia, que poderá optar por reintegrar a TAAG de acordo com a recomendação do Comité de Segurança; por impor mais condições à sua retirada da "lista negra"; ou, até, por rejeitar por completo a proposta. Esta última hipótese colocaria em xeque o plano de reestruturação que a transportadora angolana pôs em marcha em Novembro do ano passado, que culminou com a destituição da administração da empresa.

in Publico.pt

#3 F-BVFA

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Postado 08 de julho de 2009 - 17:03

Aérea angolana deve ser liberada para voltar a voar à UE
UOL - SP - ECONOMIA - 08/07/2009 - 10:12:10


Lisboa, 8 jul (Lusa) - A companhia aérea angolana TAAG deverá na quinta-feira voltar a ser autorizada a voar na União Europeia, espaço de onde estava banida desde julho de 2007 por sua frota evidenciar "sérias deficiências" de segurança.

Na semana passada o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) português informou que o Comitê de Segurança da Comissão Europeia vai recomendar que a companhia aérea angolana possa retomar os voos entre Luanda e Lisboa.

"O colégio de comissários, que irá reunir brevemente, ao aceitar esta recomendação vai permitir à TAAG, companhia aérea angolana, retomar as operações entre Luanda e Lisboa, comprometendo-se o INAC a fazer inspeções às aeronaves que irão operar os voos nesta rota", citou na época o organismo português.

O INAC terá ainda de apresentar relatórios ao Comitê de Segurança da Comissão Europeia, "tendo em vista a futura retirada de todas as companhias aéreas angolanas da chamada Lista Negra", adianta.

O Comitê de Segurança é um comité de consulta da Comissão para efeitos de avaliação da segurança do transporte aéreo por parte dos diferentes países.

A recomendação surge dois anos depois da entrada da TAAG na "lista negra" do espaço aéreo europeu, por falta de condições de segurança nas operações.

Na altura em que foi banida, a TAAG efetuava seis voos semanais entre Lisboa e Luanda.

Em abril último a Comissão admitiu "progressos significativos" na situação da TAAG, optando, contudo, por manter banida a companhia aérea angolana.

O executivo comunitário "registrou, designadamente, o relatório intercalar elaborado pelas autoridades aeronáuticas de Angola sobre a aplicação de medidas corretivas na sequência da visita de uma equipe de peritos europeus em fevereiro de 2008 e da publicação, em outubro de 2008, do relatório da auditoria de segurança da ICAO", indica nota então divulgada pela Comissão.

Mudanças

Desde que a TAAG aterrissou na "lista negra" da União Europeia, em julho de 2007, muito mudou na organização interna da empresa para que pudesse regressar às rotas europeias com aviões próprios.

No processo de reestruturação da TAAG foi demitido pelo Governo de Luanda o seu conselho de Administração e nem o então ministro dos Transportes resistiu ao abalo que a decisão da União Europeia provocou em Angola.

O Conselho de Administração foi substituído por uma denominada Comissão de Reestruturação, em novembro de 2008, e o ministro André Brandão foi substituído, em abril do mesmo ano, pelo atual titular da pasta, Augusto Tomás.

O ministro dos Transportes angolano, Augusto Tomás, em entrevista à Lusa admitiu em janeiro deste ano que a empresa deveria retomar as rotas europeias com aviões próprios "em sete, oito meses".

No início da "crise", para contornar a situação criada em 2007 depois de uma inspeção realizada por técnicos franceses, a TAAG passou a voar para a Europa em aviões alugados a diversas companhias, entre as quais a cabo-verdiana TACV, e, como acontece atualmente, à South African Airways (SAA).

A entrada da TAAG na "lista negra" da UE aconteceu pouco depois de a empresa ter adquirido três modernos Boeing 777 para a sua frota destinados essencialmente aos voos das rotas europeias.

Rui Carreira, um dos membros da comissão de reestruturação da TAAG, admitiu à Lusa a sua convicção de que o plano delineado para dar a volta à TAAG vai ser bem sucedido na reunião de quinta-feira.

Também a porta voz do INAVIC, Síria de Castro, disse à Lusa que as expectativas sobre os resultados da reunião de quinta-feira do Comitê de Segurança Aérea da União Europeia, "são as melhores possíveis, as mais altas".


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Lisboa, 8 jul (Lusa) - A companhia aérea angolana TAAG deverá na quinta-feira voltar a ser autorizada a voar na União Europeia, espaço de onde estava banida desde julho de 2007 por sua frota evidenciar "sérias deficiências" de segurança.

Na semana passada o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) português informou que o Comitê de Segurança da Comissão Europeia vai recomendar que a companhia aérea angolana possa retomar os voos entre Luanda e Lisboa.

"O colégio de comissários, que irá reunir brevemente, ao aceitar esta recomendação vai permitir à TAAG, companhia aérea angolana, retomar as operações entre Luanda e Lisboa, comprometendo-se o INAC a fazer inspeções às aeronaves que irão operar os voos nesta rota", citou na época o organismo português.

O INAC terá ainda de apresentar relatórios ao Comitê de Segurança da Comissão Europeia, "tendo em vista a futura retirada de todas as companhias aéreas angolanas da chamada Lista Negra", adianta.

O Comitê de Segurança é um comité de consulta da Comissão para efeitos de avaliação da segurança do transporte aéreo por parte dos diferentes países.

A recomendação surge dois anos depois da entrada da TAAG na "lista negra" do espaço aéreo europeu, por falta de condições de segurança nas operações.

Na altura em que foi banida, a TAAG efetuava seis voos semanais entre Lisboa e Luanda.

Em abril último a Comissão admitiu "progressos significativos" na situação da TAAG, optando, contudo, por manter banida a companhia aérea angolana.

O executivo comunitário "registrou, designadamente, o relatório intercalar elaborado pelas autoridades aeronáuticas de Angola sobre a aplicação de medidas corretivas na sequência da visita de uma equipe de peritos europeus em fevereiro de 2008 e da publicação, em outubro de 2008, do relatório da auditoria de segurança da ICAO", indica nota então divulgada pela Comissão.

Mudanças

Desde que a TAAG aterrissou na "lista negra" da União Europeia, em julho de 2007, muito mudou na organização interna da empresa para que pudesse regressar às rotas europeias com aviões próprios.

No processo de reestruturação da TAAG foi demitido pelo Governo de Luanda o seu conselho de Administração e nem o então ministro dos Transportes resistiu ao abalo que a decisão da União Europeia provocou em Angola.

O Conselho de Administração foi substituído por uma denominada Comissão de Reestruturação, em novembro de 2008, e o ministro André Brandão foi substituído, em abril do mesmo ano, pelo atual titular da pasta, Augusto Tomás.

O ministro dos Transportes angolano, Augusto Tomás, em entrevista à Lusa admitiu em janeiro deste ano que a empresa deveria retomar as rotas europeias com aviões próprios "em sete, oito meses".

No início da "crise", para contornar a situação criada em 2007 depois de uma inspeção realizada por técnicos franceses, a TAAG passou a voar para a Europa em aviões alugados a diversas companhias, entre as quais a cabo-verdiana TACV, e, como acontece atualmente, à South African Airways (SAA).

A entrada da TAAG na "lista negra" da UE aconteceu pouco depois de a empresa ter adquirido três modernos Boeing 777 para a sua frota destinados essencialmente aos voos das rotas europeias.

Rui Carreira, um dos membros da comissão de reestruturação da TAAG, admitiu à Lusa a sua convicção de que o plano delineado para dar a volta à TAAG vai ser bem sucedido na reunião de quinta-feira.

Também a porta voz do INAVIC, Síria de Castro, disse à Lusa que as expectativas sobre os resultados da reunião de quinta-feira do Comitê de Segurança Aérea da União Europeia, "são as melhores possíveis, as mais altas".





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