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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Constantino defendeu hoje o aumento de 20% para 49% do limite de participação estrangeira nas companhias aéreas brasileiras


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#1 Mastercaptain

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Postado 08 de julho de 2009 - 23:10



SÃO PAULO - O presidente da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira Júnior, defendeu hoje o aumento de 20% para 49% do limite de participação estrangeira nas companhias aéreas brasileiras. O tema, que já tramita no Senado, deverá ser discutido durante reunião do Conselho de Aviação Civil (Conac), marcada para esta quarta-feira.
Na visão do presidente da Gol, a maior participação estrangeira "abre uma janela importante para se buscar fontes de investimento que suportem o crescimento das empresas". "Nosso negócio é de caixa intensivo e de investimentos pesados. Acredito que a medida (aumento da participação estrangeira) seja positiva para o setor", declarou o executivo.

(Murillo Camarotto | Valor Online)


#2 KC-767

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Postado 08 de julho de 2009 - 23:12

Com o lobby a favor se formando + ANAC, não vai demorar pra aprovarem.

#3 jgabriel

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Postado 08 de julho de 2009 - 23:54

Estranho, em teoria as duas grandes seriam as mais prejudicadas porque é mais fácil fazer um aporte nas menores.

Pena que o conceito de proteção de setores estratégicos não é muito popular por aqui, não duvido que esse seja o primeiro passo pra liberar geral.

Editado por jgabriel, 08 de julho de 2009 - 23:55 .


#4 E195-SDU

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Postado 09 de julho de 2009 - 00:01

QUOTE(claudio_767 @ Jul 8 2009, 11:12 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Com o lobby a favor se formando + ANAC, não vai demorar pra aprovarem.


Ainda bem!

#5 A345_Leadership

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Postado 09 de julho de 2009 - 00:09

Acho que deveria liberar sim, desde que haja contrapartida, por que do que adianta uma americana vir aqui e comprar 49% da Gol, sendo que nós podemos só ter 25% delas?

#6 Mastercaptain

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Postado 09 de julho de 2009 - 00:15

Eu tenho a impressão que em nossa economia , em desenvolvimento, que padece de toda a sorte de investimentos e de financiamento, interessa esta abertura de capital a todas as aereas.

QUOTE(Crazy Spotter @ Jul 9 2009, 01:09 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Acho que deveria liberar sim, desde que haja contrapartida, por que do que adianta uma americana vir aqui e comprar 49% da Gol, sendo que nós podemos só ter 25% delas?

Nos Estados Unidos, a participação estrangeira está limitada a 30% do capital.

#7 jgabriel

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Postado 09 de julho de 2009 - 00:40

QUOTE(Mastercaptain @ Jul 9 2009, 12:15 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Eu tenho a impressão que em nossa economia , em desenvolvimento, que padece de toda a sorte de investimentos e de financiamento, interessa esta abertura de capital a todas as aereas.


Penso o contrário, já que esse investimento implica na remessa de lucros para o exterior, que com o tempo tende a ser maior que o aporte. Aliás, esse é justamente o objetivo.

Nmo é bem vindo em setores que teriam dificuldade em se desenvolver com capítal nacional, com foi o automotivo por exemplo, mas não é o caso.

Editado por jgabriel, 09 de julho de 2009 - 00:42 .


#8 Marcos-AJU

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Postado 09 de julho de 2009 - 06:32

Eu penso que com o aumento, haverá um grande crescimento no setor, que gerará mais empregos e mais renda.

#9 E.P.M.

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Postado 09 de julho de 2009 - 10:26

melhor investimentos nas nacionais..do que open sky igual a ANAC teima em defender!!!

#10 Mastercaptain

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Postado 09 de julho de 2009 - 11:23

O Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) aprovou texto de projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso que permite o aumento da participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas de 20% para até 49%. O texto propõe também a alteração do regime de funcionamento dos serviços aéreos, que deixariam de ser uma concessão de serviço público e poderiam ser prestados mediante simples autorização do governo. A ideia do Ministério da Defesa, autor da proposta, é que o projeto siga para a Casa Civil nos próximos dias e, no máximo em agosto, seja encaminhado ao Congresso.

Após a reunião do Conac, o diretor do Departamento de Política de Aviação Civil da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Fernando Ribeiro Soares, relatou que, na reunião, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que "há uma urgência" na aprovação do aumento do capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. Por isso, o Ministério entende que essa parte do texto poderia ser aprovada antes mesmo da modificação do regime de funcionamento do setor. Para tanto, o governo poderia aproveitar algum dos projetos que já tramitam no Senado com esse objetivo.

Soares acredita que, com até 49% de capital estrangeiro, as companhias terão maior fôlego financeiro e poderão se consolidar mais facilmente. "Isso vai facilitar a entrada de novas companhias aéreas, aumentar a concorrência, pode gerar queda nos preços, além de facilitar o aumento do número de empresas dispostas a fazer voos regionais, aumentando o número de cidades brasileiras atendidas por linhas aéreas", justificou.

O anteprojeto de lei, que modifica o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), não estabelecerá prazo para as autorizações de funcionamento de companhias aéreas. "Enquanto a empresa estiver honrando o seu compromisso, ela poderá funcionar", justificou.

Mas, se ela transgredir nas regras existentes, essa autorização poderá ser cassada, a qualquer tempo. "Não podemos transigir com questões de segurança", declarou ele, explicando que esse é um dos motivos graves para uma empresa perder a autorização.

Ele disse ainda que a autorização poderá ser suspensa também se a prestação do serviço não estiver ocorrendo de forma adequada, com cancelamentos frequentes de voos ou atendimento deficiente aos passageiros. As punições vão de advertência, multa até a cassação da autorização de funcionamento.

Atualmente, as empresas aéreas funcionam como concessionárias de serviço público. Mas, para o Tribunal de Contas da União (TCU), essa é uma situação irregular. O TCU considera que, como concessionárias, as companhias teriam de receber as linhas por licitação, o que é considerada uma prática inadequada para o setor.

Para o diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Alexandre Barros, "na prática, nada muda na vida das companhias aéreas". O regime de autorização, no entanto, é mais flexível. Na avaliação do governo, a alteração permitirá redução da burocracia de entrada de novas empresas aéreas e facilitará a captação de financiamento de longo prazo.

REPERCUSSÃO

Para o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Junior, o aumento da participação de capital estrangeiros nas empresas aéreas brasileiras vai "abrir mais possibilidades de captação de recursos". A TAM também é favorável à ampliação do limite de capital estrangeiro.

Dentre as estrangeiras, a chilena Lan já manifestou interesse em investir no País caso haja uma maior abertura. Recentemente, a imprensa chilena informou que o presidente da Lan, Jorge Awad, quer se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estará no Chile em setembro, para pedir que ele "apresse" a abertura do setor.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20...imp400001,0.php

#11 Landing

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Postado 09 de julho de 2009 - 15:06

QUOTE(Mastercaptain @ Jul 8 2009, 11:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Constantino de Oliveira Júnior, defendeu hoje o aumento de 20% para 49% do limite de participação estrangeira


Xi ele devia ter ficado quieto!
Agora a tia da Anac vai ser contra!
ela sempre fica contra as cias aereas!


#12 thiago_SJK

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Postado 09 de julho de 2009 - 20:31

QUOTE(jgabriel @ Jul 9 2009, 12:40 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Penso o contrário, já que esse investimento implica na remessa de lucros para o exterior, que com o tempo tende a ser maior que o aporte. Aliás, esse é justamente o objetivo.

Nmo é bem vindo em setores que teriam dificuldade em se desenvolver com capítal nacional, com foi o automotivo por exemplo, mas não é o caso.

Esse seu comentário, no contexto geral, foi bem pertinente! Todos os anos o país precisa obter um saldo de 25 a 40 bilhões de dólares para compensar os déficits na Balança de Rendas (composta basicamente pelas remessas de lucros), onde o buraco é enorme, e na Balança de Serviços (seguros, fretes, passagens aéreas, turismo, arrendamento de aeronaves...), onde o rombo é menor mas não menos importante. Historicamente, a Balança Comercial também foi deficitária o que apenas ampliava o problema. O país cobria esse rombo por meio de empréstimos junto a organismos internacionais, como o FMI. Não antes, claro, de a fuga de capitais provocar imensa instabilidade econômica, com a disparada da taxa de câmbio, inflação, queda na produção industrial e desemprego. Foi assim que a nossa imensa dívida externa de alguns anos atrás disparou em crescimento. Nos últimos anos, a grande elevação no preço das commodities no mercado internacional, o crescimento da produção nacional de petróleo, a grande liquidez internacional, e o fato de o mercado de capitais nacional ter ficado extremamente atraente criaram uma situação excepcional. O país passou a obter grandes saldos na Balança Comercial e quantidades imensas de capital externo ingressaram no país, o que permitiu obter o tão sonhado saldo positivo no Balanço de Pagamentos e zerar a dívida externa do setor público.

Mas essa situação não vai durar para sempre. O capital precisa "render". O imediatismo brasileiro uma hora vai cobrar seu preço. Nós comemoramos os investimentos externos que entram hoje no país, mas nos esquecemos da quantidade muito maior, e eterna, que começará a sair daqui a alguns anos. E, convenhamos, ainda bem que atualmente só precisamos poupar US$ 40 bilhões por ano, porque em breve nem isso não vai ser suficiente. E para um país que basicamente só exporta grãos, minérios, alimentos e produtos semi-industrializados teremos de fazer um esforço enorme.

O Constantino só tem um interesse em defender uma maior participação do capital estrangeiro nas companhias aéreas nacionais e a explicação para isso não tem nenhuma relação com ampliar os negócios ou algo parecido, até porque o capital pode entrar em maior quantidade na empresa dele ou na concorrente, o que criaria problemas. É uma questão apenas mercadológica. Todo empresário, economicamente racional, se preocupa com o valor do seu empreendimento e está aberto a vender o seu negócio se aparecer uma boa proposta. Com o dono da Gol não é diferente. Quando a restrição passar de 20% para 49%, um universo muito maior de investidores estrangeiros estará disposto a alocar seu capital nas nossas empresas aéreas. Quanto maior a procura, maior o preço. Quando o limite de 49% for aprovado, a Gol passará a valer mais e, conseqüentemente, o patrimônio de seus acionistas, sendo o Constantino Jr o maior deles, crescerá em igual proporção. É nisso, e apenas nisso, que reside o interesse do Constantino Jr. na elevação do limite para os estrangeiros no capital votante das empresas aéreas nacionais.





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