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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Resultado TAM


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#1 MLN-SJP

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Postado 14 de agosto de 2009 - 09:12

Lucro da TAM salta 134% no segundo trimestre e atinge R$ 788,9 milhões
SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea TAM teve lucro líquido de R$ 788,9 milhões no segundo trimestre, uma alta de 134% sobre o resultado positivo de R$ 337 milhões um ano antes.

A receita líquida da empresa totalizou R$ 2,298 bilhões, queda de 8,6% sobre o faturamento de R$ 2,514 bilhões um ano antes.

O Ebitdar, sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização, depreciação e leasing de aviões somou R$ 191,5 milhões de abril a junho, com margem de 8,3%. Um ano atrás, o Ebitdar foi de R$ 318,1 milhões, com margem de 12,6%.



MLN

#2 sigler

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Postado 14 de agosto de 2009 - 09:23

Mais uma que foi beneficiada pela variação cambial. Quero ver os caras que quando saiu o resultado do ano passado, que disseram que o que importava era o resultado operacional e não o resultado financeiro, se vão manter o mesmo discurso. Duvido.

#3 TAP151

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Postado 14 de agosto de 2009 - 09:45

QUOTE
No primeiro semestre

TAM passa de lucro a prejuízo operacional mas resultados financeiros duplicam lucros

Presstur 14-08-2009 (12h46) A TAM, maior companhia aérea brasileira, teve um resultado operacional negativo de 69,59 milhões de reais, quando há um ano tinha lucro de 128,33 milhões, mas o seu resultado final mostra uma duplicação do lucro líquido, para 556,65 milhões, pela duplicação da receita financeira, que atingiu 1.486,85 milhões.
O balanço (pelas normas internacionais IFRS) mostra que este quadro foi especialmente no segundo trimestre, no qual a perda operacional atingiu 142,49 milhões de reais, face a lucros de 74,53 milhões no ano passado, mas um aumento de 100,3% da receita financeira, para 1.224,78 milhões, levou ao aumento do lucro líquido em 123,5%, para 539,6 milhões.
A companhia explica o aumento da receita financeira, “principalmente em função do impacto positivo da variação cambial em relação ao 1T09 que afectou nosso balanço e a marcação a mercado de nossas posições futuras de hedge de combustível”.
De resto, no segundo trimestre a TAM teve uma queda da receita líquida operacional em 9%, para 2.269,6 milhões de reais, o que se traduz num decréscimo de 21,3% quando a receita é ponderada pela capacidade colocada no mercado (em ASK = lugares x quilómetros percorridos).
A queda da receita líquida ocorreu por um decréscimo em 12,7% das receitas de voo, para 2.085,1 milhões de reais, embora tenha aumentado a sua capacidade (em ASK) em 15,6%, tendo uma queda de 25,2% (de 17,66 centavos do real para 13,21 centavos) da receita por ASK em voos regulares colocados no mercado.
Esta queda incorpora uma queda da taxa de ocupação dos voos em 6,7 pontos, para 61,4%, uma vez que o crescimento do tráfego (em RPK = passageiros x quilómetros) foi de 5,8% (apesar de um decréscimo de 6% em número de passageiros transportados, para 7,086 milhões), e uma queda em 17% do preço que cobrou por passageiro x quilómetro (RPK), de 27,23 centavos do real para 22,6 centavos.
As contas indicam que a queda das receitas de voo ocorreu principalmente no mercado doméstico, onde os proveitos de voos regulares baixaram 15,8%, para 1.267,37 milhões de reais, e os proveitos de fretamentos caíram 26%, para 80,1 milhões, enquanto nas ligações internacionais os proveitos de voos regulares baixaram 3,5%, para 580,79 milhões de reais, e os fretamento aumentaram a facturação em 280,4%, para três milhões.
No transporte de carga, a companhia teve no segundo trimestre uma queda da receita em 16% (que compara com –2,8% no primeiro trimestre), para 214,89 milhões de reais, com quedas de 6,5% nos voos domésticos, para 110 milhões, e de 24% nos internacionais, para 104,86 milhões.
O balanço para o conjunto do primeiro semestre indica que a TAM tem neste período um aumento da receita líquida operacional de 3,2%, para 4.887,4 milhões de reais, apesar de uma estagnação em baixa (-0,1%) das receitas de voo (4.532,8 milhões de reais), com queda de 4,3% nos voos domésticos, para 2.728,8 milhões, e um aumento de 13,6% nos internacionais, para 1.380,8 milhões.
A carga tem uma queda média no semestre de 10%, para 423,3 milhões.
A informação da TAM mostra que a estagnação em baixa das receitas de voo se deu face a um aumento de capacidade em 16,1%, com aumentos de 13,1% nas ligações domésticas (+14,9% em voos regulares) e de 20,9% nas internacionais (+21% em voos regulares).
A procura (em RPK), porém, cresceu em média 6,4% — tendo mesmo um decréscimo de 4,5% em número de passageiros transportados, para 14,41 milhões —, com aumentos de 2% nas ligações domésticas (+3,8% em voos regulares) e de 12,7% nas internacionais (+12,9% em voos regulares).
A taxa de ocupação caiu assim 6,0 pontos em média, para 65,8%, reflectindo quedas de 6,8 pontos nos voos domésticos, para 62,9% (-6,7 pontos nos voos regulares, para 62,2%), e de 5,1 pontos nos voos internacionais, para 70% (-5,0 pontos nos voos regulares, para 70,1%).
Além de taxas de ocupação mais baixas, a TAM indica ainda queno semestre o yield (receita por passageiro x quilómetro) dos seus voos regulares domésticos baixou 8,2%, para 23,10 centavos do real, o que leva a um decréscimo médio da receita unitária (yiled ponderado pela taxa de ocupação) em 17%, para 13,71 centavos.
Para os internacionais, indica uma subida do yield em 0,5%, para 15,30 centavos do real, mas insuficiente para compensar a queda da taxa de ocupação, pelo que a receita unitária cai 6,2%, para 10,72 centavos (em dólares a receita unitária caiu 23,5%, para 5,49 cêntimos, com uma queda do yield em 18%, para 7,84 cêntimos).
Em relação às despesas operacionais, a TAM indica que no primeiro semestre tem um aumento médio de 7,4%, para 4.904,5 milhões de reais, apesar dos decréscimos em 28,3% da despesa de combustíveis, para 1.315 milhões, e em 12,9% das despesas de comercialização e marketing, para 404,9 milhões, porque, entre outros, a factura de pessoal subiu 25,3%, para 1.027,5 milhões de reais, os custos de manutenção e reparação (sem pessoal) mais do duplicaram (+102,3%), para 398,9 milhões, os custos de serviços de terceiros subiram 25,2%, para 389,5 milhões, os arrendamentos de aviões, motores e equipamentos subiram 36,4%, para 309,1 milhões, os encargos com aeroportos (aterragens e descolagens) e navegação aérea aumentaram 23,3%, para 301,8 milhões e as amortizações e provisões subiram 93,8%, para 348,8 milhões.
Desta forma, enquanto os proveitos líquidos por lugar x quilómetro baixaram 11,2%, os custos por lugar x quilómetros decresceram apenas 7,5%, para 15,38 centavos do real, apesar de reduções de 38,3% nos combustíveis, para 4,12 centavos, e em 24,9% nas despesas de comercialização e marketing, para 1,27 centavos, pelos aumentos em 18,3%, para 0,97 centavos, com arrendamento de aviões, motores e equipamentos, em 7,7%, para 3,22 centavos, com pessoal, em 73,6%, para 1,25 centavos, com manutenção e reparações (sem pessoal), em 8%, para 1,22 centavos, nos serviços prestados por terceiros, em 6,7%, para 0,95 centavos, nas tarifas de aterragens e descolagens e navegação aérea e em 65,2%, para 1,09 centavos, nas amortizações e provisões.
Em relação ao segundo trimestre, as contras da TAM indicam que a queda das despesas operacionais por ASK foi de 11,7%, para 15,34 centavos do real, face ao decréscimo em 21,3% da receita operacional líquida.
A queda do custo unitário deu-se pelos decréscimos em 45,6%, para 3,93 centavos do real, nos combustíveis (cuja factura baixou 37,3%, para 619,9 milhões de reais), em 4,3%, para 1,57 centavos, nas despesas de comercialização e marketing (embora neste caso o montante tenha aumentado 10,6%, para 247,3 milhões de reais) e em 6,3%, para 1,18 centavos, nos serviços prestados por terceiros (embora também neste caso com aumento da despesa em 8,4%, para 186,1 milhões).
Em alta evoluíram os custos unitários com arrendamento de aviões, motores e equipamentos (+16,2%, para 0,86 centavos, com um aumento da despesa em 34,9%, para 136,1 milhões), com pessoal (+5,6%, para 3,20 centavos, com um aumento da despesa em 22,1%, para 506,1 milhões), com manutenção e reparações (+63%, para 1,19 centavos, com um aumento da despesa em 88,4%, para 188,6 milhões), com as tarifas de aterragem e descolagem e navegação aérea (+11,2%, para 0,99 centavos, com um aumento da factura em 28,5%, para 156,1 milhões) e com amortizações e provisões (+98,3%, para 1,15 centavos, com um aumento de 128%, para 181 milhões).


http://www.presstur.com/site/news.asp?news=21426

#4 leelatim

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Postado 14 de agosto de 2009 - 12:44



Veja ai como foi maravilhoso o lucro operacional......



TAM LUCRA R$ 788,9 MILHÕES NO TRIMESTRE




A TAM linhas aéreas teve lucro líquido de R$ 788,9 milhões no segundo trimestre: alta de 134% ante o resultado de um ano atrás. A receita líquida da empresa totalizou R$ 2,298 bilhões, caindo 8,6% sobre o faturamento de R$ 2,514 bilhões do período no ano passado. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização, depreciação) somou R$ 191,5 milhões de abril a junho, com margem de 8,3%. Um ano atrás, o Ebitda foi de R$ 318,1 milhões, com margem de 12,6%. O resultado financeiro líquido ficou em R$ 1,283 bilhão, com aumento de 243,5%, e o lucro operacional aumentou 130,6%, para R$ 1,188 bilhão



...............nao entendi nada,teve lucro ou teve prejuizo operacionalmente????

De qualquer forma destaque para a recuperacao do caixa que atingiu incriveis 1,7bilhao!!!!!

QUOTE(sigler @ Aug 14 2009, 09:23 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Mais uma que foi beneficiada pela variação cambial. Quero ver os caras que quando saiu o resultado do ano passado, que disseram que o que importava era o resultado operacional e não o resultado financeiro, se vão manter o mesmo discurso. Duvido.



#5 Speedbird

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Postado 14 de agosto de 2009 - 12:58

QUOTE(leelatim @ Aug 14 2009, 12:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Veja ai como foi maravilhoso o lucro operacional......




...............nao entendi nada,teve lucro ou teve prejuizo operacionalmente????


Leelatim,

a TAM teve PREJUÍZO operacional e lucro financeiro, ou seja, no desempenho das suas atividades essenciais, as suas operações, a TAM apresentou prejuízo de R$152,4 milhões, muito em razão da queda de 8,6% das receitas (para R$2,298 bilhões no 2T09) e o aumento de 3,6% dos custos (para R$2,450 bilhões no 2T09).

Como a TAM não é um banco esse resultado apresentado não é espetacular, na realidade não é nem bom, pois grande parte dele foi gerado em razão da marcação a mercado dos contratos de derivativos (o que não gera caixa). Importante ressaltar também que a TAM está conduzindo uma operação de recomposição de caixa, tendo emitido em julho deste ano R$600 milhões em debêntures, o que ajuda a explicar o caixa de R$1,7 bilhões.

As ações da TAM (TAMM4) estão sendo negociadas na Bovespa (próximo das 13h) com queda aproximada de 6%, enquanto o IBovespa está com queda aproximada de 1,5%.

Abs,

#6 LipeGIG

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Postado 14 de agosto de 2009 - 14:02


Conforme citado pelo Speedbird, o resultado saiu pior do que o esperado pelo mercado.
Enquanto a Gol conseguiu sair com lucro operacional, a Tam nao conseguiu alcancar o mesmo, em boa parte pela queda na receita de voo e de carga.
So no Domestico, a TAM vendeu menos R$ 245 milhoes ou a diferenca entre o lucro e o prejuizo. No internacional a queda foi insignificante, de R$ 19 milhoes (certamente auxiliada pelas novas operacoes GIG-JFK/MIA e GRU-MCO).

Nao obstante reducao no custo do combustivel em 37%, as despesas da TAM mesmo num cenario de queda de receita, subiram 2% no total. Notar que a economia em combustivel, de R$ 370 milhoes, foi compensada pelas demais rubricas de despesa !

Seguem planos de 1 rota internacional.



#7 leelatim

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Postado 14 de agosto de 2009 - 14:47



Muito obrigado Spreebird e Lipegig,ficou mais claro assim,abr.


QUOTE(Speedbird @ Aug 14 2009, 12:58 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Leelatim,

a TAM teve PREJUÍZO operacional e lucro financeiro, ou seja, no desempenho das suas atividades essenciais, as suas operações, a TAM apresentou prejuízo de R$152,4 milhões, muito em razão da queda de 8,6% das receitas (para R$2,298 bilhões no 2T09) e o aumento de 3,6% dos custos (para R$2,450 bilhões no 2T09).

Como a TAM não é um banco esse resultado apresentado não é espetacular, na realidade não é nem bom, pois grande parte dele foi gerado em razão da marcação a mercado dos contratos de derivativos (o que não gera caixa). Importante ressaltar também que a TAM está conduzindo uma operação de recomposição de caixa, tendo emitido em julho deste ano R$600 milhões em debêntures, o que ajuda a explicar o caixa de R$1,7 bilhões.

As ações da TAM (TAMM4) estão sendo negociadas na Bovespa (próximo das 13h) com queda aproximada de 6%, enquanto o IBovespa está com queda aproximada de 1,5%.

Abs,



#8 JJNVT

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Postado 14 de agosto de 2009 - 19:21

QUOTE(LipeGIG @ Aug 14 2009, 02:02 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Seguem planos de 1 rota internacional.

Como assim? Uma nova rota? Qual seria, já que JNB foi confirmada para não iniciar antes da Copa?

#9 Abel_BSB

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Postado 14 de agosto de 2009 - 19:32

QUOTE(LipeGIG @ Aug 14 2009, 02:02 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Conforme citado pelo Speedbird, o resultado saiu pior do que o esperado pelo mercado.
Enquanto a Gol conseguiu sair com lucro operacional, a Tam nao conseguiu alcancar o mesmo, em boa parte pela queda na receita de voo e de carga.
So no Domestico, a TAM vendeu menos R$ 245 milhoes ou a diferenca entre o lucro e o prejuizo. No internacional a queda foi insignificante, de R$ 19 milhoes (certamente auxiliada pelas novas operacoes GIG-JFK/MIA e GRU-MCO).

Nao obstante reducao no custo do combustivel em 37%, as despesas da TAM mesmo num cenario de queda de receita, subiram 2% no total. Notar que a economia em combustivel, de R$ 370 milhoes, foi compensada pelas demais rubricas de despesa !

Seguem planos de 1 rota internacional.


Lipe,

Duas perguntas ... em relação ao resultado financeiro, vc sabe dizer qual é o tipo de hedge que a TAM fez, pois dependendo da operação, a empresa recebeu um bom trocado (caso seja uma operação com ajuste, o resultado para cima entra no bolso, para baixo, sai). A segunda se refere a tal rota internacional, vc sabe qual será o trecho (GRU- ???) ?

abs

#10 equipamento eventual

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Postado 14 de agosto de 2009 - 19:51

O lucro obtido pela TAM está maquiado pela valorização cambial. O caixa da empresa que no início do ano era de 2 bilhões caiu para 1 bilhão, e ela está lançando no mercado 600 milhões de debentures para capitação de capital, para continuar bancando a operação, além disso, o custo da operação da empresa aumentou 15%, o que é péssimo, pois eles teram que reduzir custos urgente.
Diferentemente da GOL, a TAM obteve prejuizo operacional, ou seja, o negócio de transortar passageiros está indo muito mal, por isso que a ações despencaram na bolsa, pois esse lucro não sustentável ao longo do tempo, foi um lucro de momento. Neste momento o valor da Empresa GOL já é maior que o valor da TAM, mesmo as ações da TAM valendo mais, a GOL tem mais ações no mercado, assim sendo, o somatório de todas as ações da GOL é maior que a da TAM.
No balanço final a GOL foi muito melhor e tem maiores pespectivas para o futuro

#11 Speedbird

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Postado 14 de agosto de 2009 - 20:37

QUOTE(Abel_BSB @ Aug 14 2009, 07:32 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Lipe,

Duas perguntas ... em relação ao resultado financeiro, vc sabe dizer qual é o tipo de hedge que a TAM fez, pois dependendo da operação, a empresa recebeu um bom trocado (caso seja uma operação com ajuste, o resultado para cima entra no bolso, para baixo, sai). A segunda se refere a tal rota internacional, vc sabe qual será o trecho (GRU- ???) ?

abs


O contrato da TAM não tem ajuste. Logo, não gera efeitos no caixa da companhia, apenas gerando efeitos contábeis em razão da marcação a mercado.


#12 cae

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Postado 14 de agosto de 2009 - 21:06

QUOTE(sigler @ Aug 14 2009, 09:23 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Mais uma que foi beneficiada pela variação cambial. Quero ver os caras que quando saiu o resultado do ano passado, que disseram que o que importava era o resultado operacional e não o resultado financeiro, se vão manter o mesmo discurso. Duvido.

Vao sim!

QUOTE(thiago_SJK @ Aug 14 2009, 03:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Esse grande lucro líquido por conta da variação cambial pode ser explicado da seguinte forma, para aqueles que estiverem com dúvidas:

Vou utilizar números abstratos. Por exemplo, se num trimestre a companhia tinha uma dívida de US$ 3 bilhões (como, por exemplo, por conta do leasing financeiro de aeronaves) e a cotação do dólar estava em R$ 2, a dívida em reais era de 6 bilhões. Se no trimestre seguinte o dólar cai para 1,80, aquela dívida de 6 bilhões vira 5,4 bilhões. Há uma diferença de R$ 600 milhões.

Essa diferença é computada no lucro líquido. Quem não se lembra dos imensos prejuízos líquidos das companhias aéreas brasileiras no auge da crise, quando o dólar subiu subitamente de R$ 1,60 para R$ 2,40? Naquela época o efeito foi inverso e a dívida em reais aumentou cerca de 50%. Esse aumento acabou computado no lucro líquido, mesmo isso não fazendo praticamente nenhuma diferença para as companhias, já que a maior parte da dívida é de longo prazo.

É por isso que mais importante do que observar o lucro líquido (e isso vale para todas as companhias), que reflete basicamente um resultado de curto prazo altamente influenciado por variáveis macroeconômicas, é observar o resultado operacional, que demonstra a capacidade da companhia em gerar valor ao negócio e aos acionistas, tanto a curto como a longo prazos.






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