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O novo caça indiano LCA deve substituir jatos russos


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#1 transvasp

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Posted 01 de September de 2009 - 00:30

A Índia começará a colocar em operação seu primeiro caça supersônico a partir do ano que vem e gradualmente retirará de serviço sua obsolescente frota de caças russos, disseram na sexta-feira representantes da área de defesa.Cinco Light Combat Aircraft (LCA – “Tejas”), custando cerca de US$31 milhões cada, já foram fabricados pela empresa estatal Hindustan Aeronautics Limited (HAL) e se encontram em período de testes. Outras oito células estarão prontas em meados de 2010, disseram os mesmos representantes.

"Podemos dizer que o ano de 2012 será chave para nossa força aérea, pois, aí teremos não apenas muitos LCAs, mas também então poderemos estar introduzindo os futuros caças multi-função avançados na nossa frota de caça," disse o porta-voz da força aérea Wing Commander T.K. Singha.Na semana passada, a Índia iniciou as provas de vôo necessárias para a aquisição de 126 caças multi-função, comentaram os representantes, seguindo adiante num programa de 10,4 bilhões de dólares para a modernização da força aérea.

Nesta corrida, uma das maiores e mais caras da história, se encontram: a Boeing, com seu F/A-18 Super Hornet; a francesa Dassault ,com o Rafale, a Lockheed Martin, trazendo o F-16IN; a Rússia, ofertando o MiG-35; a sueca Saab com o JAS-39 Gripen e o Eurofighter Typhoon, produzido por um consórcio de empresas européias. "Assim, estamos vislumbrando um cenário onde poderemos aumentar, significativamente, o número de nossos esquadrões com um aumento simultâneo de capacidade bélica," disse Singha.A Índia deseja aumentar o seu numero de esquadrões de 34 (612 caças) atualmente to 42 (756 caças) em 2020 com aeronaves modernas. Vinte unidades do LCA estarão operacionais em 2012 e o plano é de fabricar outros vinte em coordenação com a Organização de Pesquisa e Desenvolvimento da Defesa (DRDO - Defence Research and Development Organisation), comentou em Nova Delhi um representante da DRDO.

"O program LCA está agora no prazo e a DRDO está muito interessada em produzir mais desta aeronave desenvolvida localmente.” Disse o porta-voz da DRDO.A introdução do LCA foi atrasada em alguns anos, problemas técnicos forçaram os cientistas a “voltarem para as pranchetas de desenho” para retrabalharem as turbinas e a fuselagem do modelo.

O Ministério da Defesa da Índia começou a pressionar o desenvolvimento do LCA depois da perda de quase 200 caças MiG de origem russa desde 1990. A força aérea atribuiu estes acidentes a defeitos de construção.

A Índia, um dos maiores importadores de armamento do mundo, planeja gastar mais de US$30 bilhões nos próximos cinco anos para modernizar seu arsenal, composto primordialmente de tecnologia da era soviética para se contrapor às ameaças potenciais do Paquistão e da China."Os testes do LCA estão a todo gás e eles tem potencial para substituir até mesmo os MiG-23 e MiG-27 se tudo caminhar de acordo com os planos," disse um representante da defesa, que preferiu ficar anônimo por não ser autorizado a falar com a media.

Fonte: http://www.alide.com...ir-jatos-russos

Informações sobre o caça

http://www.areamilit.......p;P=45&R=FA

#2 transvasp

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Posted 22 de January de 2013 - 08:24

Índia fecha contrato de compra de 99 motores GE F-414 para jatos de combate Tejas


Posted Image

A Índia adquiriu 99 motores GE F-414 para o jato de combate Tejas MkII que está sendo desenvolvido pela HAL. (Foto: DRDO)


A Índia e os EUA finalizaram um acordo de cerca de US$ 560 milhões para o fornecimento de 99 motores a jato F-414 da GE para serem usados nos aviões de combate leves (LCA) Tejas desenvolvidos na Índia peloDRDO.

Há cerca de dois anos atrás, a Índia havia selecionado a empresa americana General Electric que concorria com o motor europeu Eurojet 2000 para o programa LCA Tejas Mark II, que deverá estar pronto ao redor de 2014-15.

“O negócio avaliado em US$ 560 milhões foi finalizado com os EUA para a aquisição de 99 motores para o LCA Tejas Mk II,” disseram membros do DRDO.

Conforme o contrato, a encomenda poderia ser inicialmente para 99 motores, mas a Índia terá a opção de encomendar outros 100 motores no futuro.

O motor em oferta para o LCA Tejas Mark II é o GE F-414, que são mais poderosos do que os motores GE F-404 instalados no primeiro lote de LCAs que a Força Aérea Indiana receberá num futuro próximo.

A necessidade de mudar os motores existentes nosLCAs foi sentida após a Força Aérea da Índia descobrir que os motores GE-404 não estavam fornecendo energia suficiente para a aeronave e motores mais potentes seriam necessários para o desempenho esperado.

O DRDO está desenvolvendo o LCA Mk II para atender às exigências da Força Aérea da Índia, que terá equipamentos de última geração tecnológica, incluindo um radar de matriz de varredura electrônica ativa (AESA) e será capaz de transportar mais carga do que o LCA MkI.

Recentemente, ensaios do LCA Mk I foram realizados no estande de tiro no deserto de Pokharan, onde bombas guiadas a laser e sistemas de armas foram testados.

Conforme os planos atuais, a Força Aérea da Índia vai colocar em operação dois esquadrões da LCA Mk I, que seriam seguidos da entrega de aeronaves LCA Mk II.

Fonte: Press Trust of India – Tradução: Cavok

#3 transvasp

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Posted 19 de January de 2015 - 15:36

32 anos após ter sido projetado, a Força Aérea Indiana (IAF) recebe seu primeiro Tejas!
 

HAL-Tejas-IAF-600x402.jpg

A cerimônia de entrega da ocorreu no sábado (17), nas instalações da Hindustan Aeronautics Limited (HAL), em Bangalore, com a presença do Ministro da Defesa indiano, Manohar Parrikar, e do Comandante da IAF, Marechal-do-Ar Anup Raha.

 

O caça leve indiano Tejas já havia recebido a capacidade operacional inicial (initial operational capability – IOC), níveis 1 e 2, e a expectativa é que até o final de 2015 que ele obtenha a sua capacidade operacional plena (final operational capability – FOC), que implicará integração de suas armas, radares e sensores para habilitá-lo no uso de foguetes, bombas guiadas a laser e mísseis BVR (beyond-visual-range) e realizar o reabastecimento ar-ar.

Tejas-600x450.jpg

O programa LCA foi iniciado em 1983, com o objetivo de substituir os envelhecidos caças MiG-21 a serviço da IAF. O programa está muito atrasado e, na própria Força Aérea, há quem afirme que a aeronave ficou muito aquém das expectativas operacionais da IAF.

Segundo as autoridades presentes, até 2017-2018, 20 novos caças serão fabricados e transferidos à IAF, que formará, assim, o primeiro esquadrão da aeronave. Esse número deve chegar a 40, até 2020, todos do modelo Tejas Mk I, cuja motorização fica a cargo General Electric F404-GE-IN20, com pós-combustão de 80 a 85 kN de empuxo, que compromete a carga de armas da aeronave em grande ângulo de ataque.

No futuro, o Tejas Mk II utilizará o motor General Electric F414-GE-INS6, mais potente, provendo de 90 a 100 kN de empuxo.

FONTE: Hindustan Times – EDIÇÃO: Cavok

IMAGENS: Força Aérea Indiana

 

Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/?p=83127



#4 transvasp

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Posted 19 de January de 2015 - 16:00

Isso com certeza é motivo de gozação por parte de muitos fóruns Paquistaneses !!!


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#5 Sydy

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Posted 20 de January de 2015 - 16:47

Eu o vi voando em Bangalore. É bem interessante! Achei um vetor que serve pra fazer número.

#6 jambock

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Posted 14 de April de 2016 - 23:06

Meus prezados
SAAB poderá colaborar com a HAL para aprimorar o Tejas indiano
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Força Aérea Indiana, ao invés de esperar pelo Tejas Mk II, tem como objetivo receber uma versão melhorada do Tejas Mk I, com 40 modificações. Nova rodada de negociações da HAL com a Saab para os melhoramentos do Tejas Mk I estaria marcada para a semana que vem. Já as negociações de França e Índia para contrato de 36 caças Dassault Rafale ainda poderá levar meses

Reportagem publicada pelo jornal Economic Times nesta quinta-feira, 14 de abril, noticiou que a estatal indiana de aviação HAL (Hindustan Aeronautics Limited) está em conversações com a empresa aeroespacial sueca Saab, fabricante do caça monomotor Gripen, para colaboração no aprimoramento do avião de combate leve (LCA) Tejas, desenvolvido pela Índia.
A informação foi revelada ao jornal por “fontes seniores”, mantidas anônimas, que disseram ter sido completada uma primeira rodada de conversações, e que uma equipe de alto nível da Saab visitará a Índia na próxima semana para continuar a discussão do tema. As fontes contactadas pelo Economic Times disseram que o motivo das “conversações exploratórias” é que “o Saab Gripen é um bom caça”, e viria daí a avaliação de que a empresa sueca poderia ser uma “colaboradora técnica para o Tejas melhorado”.

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Modificações do Tejas Mk I – Segundo o jornal, ao invés de esperar por uma nova versão extensamente modificada do caça, denominada Tejas Mk II, a Força Aérea Indiana (IAF) decidiu-se por aprimorar o Tejas Mk I, que receberia mais de 40 modificações. Entre os aprimoramentos desejados para o caça leve indiano, estão um radar de varredura eletrônica ativa (AESA), suíte de guerra eletrônica (EW) unificada, capacidade de ser reabastecido em voo e empregar mísseis além do alcance visual (BVR). O prazo estabelecido pelo Ministério da Defesa da Índia para receber o primeiro Tejas aprimorado é 2018.
A Índia precisaria de cerca de 300 caças Tejas para substituir a frota envelhecida de aeronaves MiG. No momento, a IAF tem em seus planos a aquisição de 120 caças Tejas Mk I e, destes, 100 já deverão incorporar modificações. Quanto aos 20 primeiros exemplares de série a serem recebidos sem as mudanças desejadas, a HAL deverá entregar a quarta aeronave no final de junho. Nos planos de entrega do período 2015-16, ainda faltariam dois jatos, e estes primeiros Tejas se destinam a um esquadrão que realizará o treinamento e familiarização dos pilotos na aeronave. No próximo ano a produção deverá crescer para oito exemplares e depois para 16 anuais.
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E o Tejas Mk II? Segundo o Economic Times, a Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) da Índia já buscou, anos atrás, a ajuda da Saab para desenvolver o Tejas Mk II, que se espera ver algum dia introduzido na IAF. Especula-se que a Saab insistiria num acordo governo-a-governo para dar o passo de ajudar Índia no desenvolvimento e fabricação do caça leve.
O jornal Financial Express, que também tratou desse assunto em reportagem de hoje, noticiou que a empresa sueca está se oferecendo para ajudar, pelos próximos 100 anos, o desenvolvimento da capacidade aeroespacial indiana, juntamente com a participação no desenvolvimento da nova versão do Tejas. Além disso, contribuiria para um novo projeto, do AMCA (avião de combate avançado de porte médio), da Agência de Desenvolvimento Aeronáutico da Índia (ADA).
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E o Gripen? A Saab ofertou a nova geração do Gripen para o programa MMRCA (avião de combate multitarefa de porte médio), concorrência para o fornecimento de 126 aeronaves (108 das quais a serem produzidas na Índia) à Força Aérea Indiana que acabou vencida pelo caça francês Dassault Rafale no início de 2012.
Porém, as negociações com os franceses se arrastaram, deram lugar no ano passado a uma compra de apenas 36 jatos a serem fornecidos diretamente pela Dassault (sem produção na Índia), e ainda não foram finalizadas. Desde então, a Saab submeteu uma proposta para produzir o Gripen na Índia, dentro da política “Make in India” do governo do primeiro-ministro indiano Narendra Modi.
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E o Rafale? A reportagem do Financial Express também trata das atuais negociações para compra dos 36 caças Dassault Rafale, destacando que já se passaram dois meses e meio desde que líderes da França e da Índia informaram, em meio a comemorações do “Republic Day” indiano, que o contrato estava prestes a ser assinado. E provavelmente levará ainda mais tempo, já que uma fonte “bem estabelecida” no Ministério da Defesa da Índia afirmou “que o acordo final para 36 aviões Rafale ainda está longe”, pois os franceses “não estariam prontos para diminuir o preço ao nível que a Índia deseja”, que seria de 7 bilhões de dólares.
Essa demora já empurrou o contrato para o próximo ano fiscal (2016-2017). Um dos integrantes da equipe indiana de negociações falou ao Financial Express (sob a condição de anonimato) que, “embora as negociações estejam nos trilhos com a Dassault, há diversas outras agências envolvidas nesse projeto, e levará ainda alguns meses antes de completar as negociações”.
E os indianos, querem tudo? Ainda segundo fonte do Ministério ouvida pelo Financial Express, o processo agora está em “decidir se há necessidade de encomendar todas as peças sobressalentes necessárias para um período de 5 ou de 10 anos”, além de “tipos de penalidades financeiras” em caso de “desempenho insatisfatório”.
Haveria também um esforço da Índia em colocar o preço entre 5 e 6 bilhões de dólares, incluindo toda a infraestrutura de apoio e manutenção”. Também se quer incluir dois tipos de mísseis e bombas, o treinamento de pilotos e operação em duas bases.
Rafale-deixa-Salao-Le-Bourget-2015-foto-
E os franceses, não querem mais nada? Ao mesmo tempo, as fontes teriam revelado, segundo o jornal, que o lado francês vem perdendo o interesse em negociações mais duras. O motivo é que a Dassault tem encomendas suficientes não só da Força Aérea Francesa mas conquistou vendas do Rafale para o Egito e Qatar. Além disso, negocia o caça com o Canadá, a Bélgica, os Emirados Árabes Unidos e a Malásia.
Fonte: site Poder Aéreo 14 ABR 2016
 



#7 jambock

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Posted 13 de May de 2016 - 16:01

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Versão naval do caça indiano Tejas treina em pista tipo ‘ski-jump’ reproduzida no chão; em 2018, deve estar pronto para decolar com ‘payload’ de 3,5 tons
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Tejas naval na mais recente campanha de testes da aeronave, em Goa
Não se pode dizer que a indústria aeronáutica da Índia peque por falta de ousadia.
O caça LCA (Light Combat Aircraft) Tejas ainda não é considerado um jato plenamente operacional na Força Aérea Indiana, mas seus projetistas e engenheiros já trabalham na versão naval do aparelho.
Em entrevista ao site de notícias Business-standard.com, publicada nesta quarta-feira (11.05), o diretor do projeto LCA na Agência de Desenvolvimento Aeronáutico da Índia, Comodoro (da reserva) C. D. Balaj, anunciou que dois protótipos da versão naval do caça LCA Tejas – com motorização do Tejas Mk. I – cumpriram, no período de 27 de março a 25 de abril, uma campanha de testes de decolagem e aterrisagem.
As provas aconteceram na Província de Goa, em uma pista tipo Shore Based Test Facility (SBTF), que, no chão, reproduz o convés de voo de um porta-aviões dotado de sky-jump.
Os Tejas simularam 33 surtidas a partir da SBTF e mais de 60 manobras de aproximação (sem toque e arremetida). A pista de provas, nas dimensões exatas de um convés de voo de navio-aeródromo, permite validar os procedimentos dos pilotos navais e as aptidões da aeronave.
Pista – Os indianos esperam que a versão naval do Tejas esteja pronta para operar a partir de 2018, a bordo do INS Vikrant, primeiro porta-aviões em construção no território indiano (com assistência russa).
Especialistas indianos já concluíram que, para se desempenhar nas operações aéreas a bordo do navio-aeródromo, o Tejas naval necessitará de uma pista com 200 m de extensão. E isso representa uma evolução.
Em dezembro ultimo, um protótipo do Tejas naval decolou de uma SBTF com ski-jump após uma corrida de 300 m – inviável em um porta-aviões. Agora essas decolagens já se tornaram possíveis depois de 200 m, e com a aeronave carregando um míssil ar-ar R-73, de fabricação russa, sob cada uma das asas.
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A sequência mostra flagrantes dos testes realizados em dezembro passado, quando o Tejas ainda precisava correr 300 m para decolar na pista tipo “sky jump”
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Tejasinskyjumpvistodebaixootima.jpg
Balaj diz que essa evolução mostra que o item decolagem já não representa mais um desafio, e que o próximo passo é “explorar os limites do caça”, inclusive as decolagens com payloads (cargas pagas) cada vez mais altos.
É certo que o avião que irá operar no Vikrant não será um Tejas Mk. I, mas o Mk. II, dotado de motores GE F-414 – bem mais potentes que o pequeno propulsor F-404 do Mk. I –, aptos a impulsionar o caça em missões mais ambiciosas, que exigem cargas pagas (armamentos, sensores e combustível) mais volumosas.
Os chefes navais indianos estimam que, em operações no mar, o Tejas naval precise decolar com payloads de até 3,5 toneladas. E que isso só será possível se o porta-aviões estiver se deslocando a favor do vento, com umwind-over-deck speed (“velocidade no convés de voo”) superior a 20 nós.
Abastecimento – Agora a campanha de testes com o Tejas naval entra em uma nova fase, a do hot-refuelling , quando é testada a capacidade de a aeronave ser abastecida com seus motores ligados e o piloto no cockpit – técnica que, em situação de emprego real, permitirá que o caça volte rapidamente ao combate.
Apesar de possuir uma pequena quantidade de caças supersônicos russos Mig-29K, a Marinha indiana considera essencial que os jatos Tejas estejam prontos para operar no Vikrant e, mais tarde, no irmão-gêmeo dele, o INS Vishal.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 11 MAI 2016


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#8 jambock

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Posted 29 de June de 2016 - 02:06

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A volta dos ‘Flying Daggers’: Aviação Indiana ativará, nesta sexta, sua primeira unidade de caças Tejas, em meio à polêmica sobre o real nível de modernidade do jato
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A Força Aérea da Índia irá ativar, nesta sexta-feira (01.07), o primeiro esquadrão equipado com a aeronave leve de combate (LCA na sigla em inglês) Tejas, em meio a uma polêmica acerca dos reais préstimos que essa aeronave está pronta a demonstrar.
A unidade será instalada na base aérea de Bangalore, com dois caças monoplace (de um só lugar) da versão Mark.1. Ela irá reviver o Esquadrão Nº 45 “Punhais Voadores” – Flying Daggers – que, em 1999, dotado de aeronaves russas Mig-21, protagonizou o último episódio de um combate ar-ar, abatendo um bimotor de reconhecimento Atlantique, da Força Aérea do Paquistão, que sobrevoava a região de Rann Kutch.
FlydesenhodoMIG.jpg
Mig-21 do Esquadrão “Flying Daggers”
Em 2002 os Flying Daggers foram desativados devido à completa obsolescência do equipamento Mig. Atualmente a Aviação de Caça indiana possui, entre as suas 42 unidades de combate, ao menos uma dezena de unidades mobiliadas com aeronaves que já ultrapassaram o seu tempo de vida útil, ou podem ser consideradas claramente antiquadas.
O esquadrão de Bangalore terá 18 aeronaves – 16 monoplaces e duas biplaces –, mas só estará completo em 2019.
Nacionalização – O programa LCA, de um caça ligeiro construído na Índia, foi iniciado em um já distante ano de 1973.
A Organização para a Pesquisa e o Desenvolvimento de Defesa do governo indiano (DRDO na sigla em inglês) afirma que 70% dos componentes do jato são de fabricação indiana, mas um relatório recente – de maio passado –, que circula entre as autoridades indianas, informa que não foi possível encontrar na aeronave um índice de nacionalização superior a 35%…
O governo de Nova Déli já deu mais de um indicativo acerca de seu convencimento de que o Tejas está aquém do que se esperava do projeto, mas a substituição dos aviões de combate obsoletos parece ser mais urgente do que as considerações sobre eventuais lacunas técnicas que o LCA não conseguiu preencher.
Em janeiro de 2015, quando o ministro da Defesa indiano Manohar Parrikar entregou o primeiro Tejas ao Comandante de sua Aviação Militar, Marechal do Ar Arup Raha, a DRDO previu que o avião receberia o seu certificado operacional final (FOC na sigla em inglês) em dezembro daquele ano. Mas isso não aconteceu.
Os dois primeiros jatos dos Flying Daggers começarão a operar com o “certificado operacional inicial” (COI na sigla em inglês), que obtiveram em 2013.
FlyTejasdecolandoABREABRE.jpg
O Tejas Mark.1 na decolagem
Limitações – De acordo com o jornal indiano Telegraph, da cidade de Calcutá, a diferença entre as duas qualificações está no poder de fogo e nos aviônicos do modelo Tejas Mak.1.
Os militares indianos queriam caças Tejas equipados com radar AESA – que possibilita ao piloto enxergar seus targets a uma distância muito maior, acompanhando vários desses alvos de forma simultânea –, e armados com mísseis tipo BVR (Beyond Visual Range), capazes de alcançar seus alvos em ângulos de até 28º.
A DRDO agora assegura que o FOC do Tejas será aprovado até dezembro deste ano. Os aviadores militares seguem com dúvidas sobre essa previsão, mas receberam ordens de não rebatê-la.
Os pilotos também esperam um mínimo de quatro Tejas na versão biplace, mas já foram informados de que apenas dois se encontram na linha de produção.
Os indianos que voaram os Tejas descrevem a aeronave como uma “plataforma muito boa, muito melhor do que o MiG-21 que está substituindo”, mas também acrescentam: ele “vai ficar melhor à medida que lhes adicionamos dentes” – uma frase que resume certa frustração com a limitada capacidade de combate do novo aparelho.
O LCA Tejas alcança a velocidade máxima de 1.350 km/h – cerca de 1,4 vezes a velocidade do som –, e pode lançar bombas aéreas de 500 kg e de mil libras, e disparar mísseis ar-ar de curto e médio alcances, mas esse potencial é visto como algo já ultrapassado, que representou a modernidade na guerra aérea 20 anos atrás…
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 28 JUN 2016


Edited by jambock, 29 de June de 2016 - 02:09 .


#9 jambock

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Posted 23 de October de 2016 - 17:50

Meus prezados
Certificação final do caça leve indiano Tejas pode ser adiada para o meio do ano que vem

O Ministério da Defesa indiano pode adiar, mais uma vez, a emissão do certificado FOC (Final Operational Clearance) – de Autorização Operacional Final –, do jato LCA (Light Combat Aircraft) Tejas, fabricado pela HAL (Hindustan Aeronautics Limited).
Havia a previsão de que a aeronave recebesse o seu certificado até julho ou agosto deste ano, o que não se confirmou. Esse prognóstico foi então mudado, para o fim de 2016 ou para o 1º trimestre de 2017, o que também está sendo deixado para trás.
Restam dúvidas sobre o grau de preparação do Tejas para ser empregado em situação de emergência real.
Dessa forma, criou-se uma nova expectativa: a de que o certificado final do avião só seja aprovado em meados de 2017.
Apesar de dois caças leves Tejas já terem sido aceitos em uma das unidades de combate da Força Aérea Indiana, a HAL vem encontrando problemas para resolver ao menos três pontos sensíveis do desenvolvimento final do aparelho:
– integrar ao jato a sua nova sonda de reabastecimento em voo (de origem britânica, Cobham);
Bengaluruprobevistopelaproa.jpg
 

Bengaluruprobevistodelado.jpg

 

-testar o novo radome de quartzo do jato, e completar os testes com o sistema-radar principal da aeronave; e
Bengalurut%C3%A9cnicosmexendonoradardona

– retomar os testes de disparo do míssil israelense BVRAAM (Beyond-Visual- Range Air-to- Air Missile) Derby e da versão de 5ª geração do míssil ar-ar de combate à curta distância Python 5, que se encontram pendentes.
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Fonte: Roberto Lopes para Plano Brasil 23 OUT 2016



#10 jambock

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Posted 19 de November de 2016 - 14:31

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Índia encomenda 83 jatos Tejas por US$ 7,5 bilhões

Tejas-foto-2-ADA.jpg

Esta é a primeira grande encomenda do Tejas da HAL para a Força Aérea Indiana (IAF)
O Governo da Índia encomendou recentemente 83 caças leves multi-função Hindustan Aeronautics Limited (HAL) Tejas, 15 Helicópteros de Combate Leves HAL (LCH), e 494 tanques principais de batalha T-90.
O valor total da aquisição será de cerca de US$ 10 bilhões dos EUA (67.000 crore). A NDTV informou que a encomenda do HAL Tejas custará US$ 7,5 bilhões, os T-90 custarão US$ 2,02 bilhões e os LCHs US$ 436 milhões.
Notas & Comentários
Esta é a primeira grande encomenda do Tejas da HAL para a Força Aérea Indiana (IAF). Os Tejas foram projetados para substituir a frota de caças MiG-21bis da IAF, embora atrasos no programa (devido a questões técnicas e revisões da IAF em termos de requisitos projetados) mantiveram a frota de Bison em uso mais tempo do que o IAF esperava.
Em outubro, o Ministério da Defesa indiano também começou a se aproximar de vários fornecedores estrangeiros sobre a perspectiva de substituir os MiG-21 da IAF. Considerando que o programa Tejas está avançando, parece que a IAF está buscando construir um “hi/lo” mix dentro do segmento monomotor.
Os Tejas poderiam servir como um recurso defensivo leve em conjunto com um caça de peso médio, que poderia alternar entre tarefas ofensivas e defensivas.
Fonte: Quwa Defence News & Analysis Group via site Poder Aéreo 19 NOV 2016



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Posted 28 de February de 2017 - 16:58

Meus prezados
Força Aérea segue firme no programa Tejas apesar da negativa Marinha Indiana
LCA-Tejas-MK2-5.jpg
LCA-Tejas-MK2-1.jpg
Apesar da negativa da Marinha indiana na aceitação do caça naval HAL- Tejas MK1, a Força Aérea Indiana segue firme e silenciosamente apostando numa versão melhorada do modelo.
Apostando suas fichas num modelo redesenhado chamado de Tejas MK-2 a Força Aérea busca uma nova data em 2021 para que o programa atinja sua maturidade. O caça HAL MK1 Tejas tem apresentado inúmeros problemas e se mostrou insatisfatório na visão da Marinha Indiana o que o depreciou frente à potenciais clientes.
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Atualmente a Força aérea possui encomendas firmes de 83 caças leves HAL Tejas MK1 e para que o programa MK2 seja viável é de senso comum que o programa consiga galgar ao menos outros 80 aviões na próxima década, algo com que os indianos terão que se preocupar frente as grandes ordens de encomendas de caças mais avançados dos quais a Força Aérea e a Marinha indiana necessitarão.
Dentre as modificações levantadas para o programa Tejas MK2 estão, a redução da massa total da aeronave, aumento de potência dos motores, Melhoramentos aerodinâmicos e aumento/inserção de um canard acoplado ao bordo de ataque da aeronave similar ao visto no programa PAKFA.
Aumento das capacidades de combustível e performance de manobra com redução do raio de curvatura a baixa velocidade. Também é esperada melhoria na suíte eletrônica e aviônicos, bem como capacidade de operação sem apoio.
O programa prevê a instalação de sonda retrátil de reabastecimento e gerador de oxigênio para os tripulantes. Provavelmente a aeronave será aumentada em comprimento para acomodar mais sensores e um segundo tripulante operador de sistemas e armas numa versão Biplace. Tudo isso se concretizado transformará o Tejas numa aeronave mais capaz e um concorrente a mais próximo dos caças leves sueco, americano e sino-paquistanês.
De acordo com relatos da mídia indiana, a delegação do Bahrain, que visitou o Aero Índia 2017 realizou um debate preliminar com sobre a eventual aquisição de LCA Tejas para a Bahrain Royal Air Force. O interesse seria numa variante de treinamento com capacidade de combate.
Fonte: E.M.Pinto para site Plano Brasil 22 FEV 2017
 


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Posted 12 de November de 2017 - 00:19

Meus prezados
Força Aérea da Índia diz que caça Tejas está muito atrás dos concorrentes

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LCA Tejas

 

A IAF fez uma apresentação ao governo para explicar por que o Tejas sozinho não pode satisfazer os requisitos da Índia
Por Sudhi Ranjan Sen
O Tejas – caça monomotor Light Combat Aicraft fabricado localmente – não é suficiente para proteger os céus indianos, disse a Força Aérea da Índia (IAF) ao governo. A resposta aconteceu depois que o governo pediu à IAF que encerrasse com seus planos de adquirir caças monomotores no exterior, disseram fontes principais ao India Today.
A IAF disse que o Tejas está muito atrás de seus concorrentes como o JAS 39 Gripen fabricado pela empresa sueca aeroespacial Saab e o F-16 fabricado pela Lockheed Martin dos EUA, disseram fontes.
O assessor de segurança nacional, Ajit Doval, levantou a questão depois que o governo pediu à IAF que cancelasse seus planos de adquirir caças monomotores estrangeiros e adquirisse apenas caças indianos. Recentemente, a IAF fez uma apresentação ao governo para explicar por que o Tejas não pode satisfazer os requisitos da Índia.
Os documentos acessados pelo India Today revelam que a IAF disse ao governo que a “autonomia” do Tejas em combate é de apenas 59 minutos contra 3 horas do Gripen e quase 4 horas para o F-16. Além disso, a Tejas pode suportar uma carga de cerca de três toneladas contra quase seis toneladas e sete toneladas pelo Gripen e F-16, respectivamente.
“Em outras palavras, para o alvo que precisa de cerca de 36 bombas para ser destruído, será necessário dispor de seis Tejas contra apenas três Gripen ou F-16”, afirmou a IAF ao governo.
A IAF também disse que o Tejas precisa de 20 horas de serviço para cada hora de voo em vez de seis horas para Gripen e 3,5 horas para o F-16.
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LCA Tejas

 

O custo de manter os Tejas é muito maior do que os outros caças. Além disso, tanto o F-16 quanto o Gripen têm uma vida útil de 40 anos contra apenas 20 do Tejas. E, em algumas áreas, o russo MiG-21 é melhor que o Tejas, disse a IAF ao governo.
A Índia está desesperada por caças monomotores para substituir os MiG-21 em idade avançada. O país precisa de pelo menos 42 esquadrões de combate para lutar em uma guerra em duas frentes, mas atualmente tem apenas 33 esquadrões. E pelo menos outros 11 esquadrões de combate da IAF terão que se aposentar nos próximos dois anos.
Até agora, a IAF pediu 123 caças Tejas, mas quer um caça monomotor melhor para compensar o enorme déficit na força de caças. Dos 123 caças Tejas, apenas 40 serão Tejas Mark 1 e os 83 restantes serão de uma versão atualizada.
Fonte: India Today via site Poder Aéreo 11 nov 2017