Oferta da Gol sai a R$ 16,50 por ação e soma R$ 1,026 bi
A oferta de ações da companhia aérea Gol movimentou um total de R$ 1,026 bilhão, de acordo com informações enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A empresa, que fechou o preço da operação apenas dois dias depois da oferta do Banco Santander, obteve R$ 16,50 por ação, o que representa um desconto de 3,28% em relação ao fechamento do pregão de hoje (R$ 17,06). Em relação à cotação da companhia na bolsa antes do anúncio da oferta, de R$ 19,84, a queda chega a 16,83%.
A Gol, previa, inicialmente, realizar uma distribuição primária - cujos recursos vão para o caixa da companhia - de 17,275 milhões de ações preferenciais (PN, sem direito a voto) e 17,275 milhões de ordinárias (ON, com direito a voto). A operação previa também a venda de outros 17,275 milhões de papéis PN do Fundo Asas, controlador da empresa, em uma oferta secundária. Com os recursos, o fundo se comprometeu a comprar as ações ON na oferta. O complicado modelo do negócio foi realizado para manter a proporção entre ações ON e PN na companhia.
O registro na CVM mostra que foram vendidas 19.002.500 de ações PN e 19.002.500 milhões de ON na oferta primária e 24.185.000 de papéis PN na secundária.
Segundo fontes, a demanda pelas ações da Gol. superou a oferta em 1,5 vez, mas as ordens colocadas no livro estavam na casa de R$ 16,50. Ontem, ainda na ressaca da megaoferta do Santander, que movimentou R$ 14,1 bilhões, os coordenadores da operação - Itaú BBA, Morgan Stanley, Bradesco BBI, BB e Merrill - tinham ordens para apenas metade da oferta, afirma um profissional de mercado.
Pelo menos mais quatro empresas devem vir a mercado este mês: a incorporadora Brookfield, o frigorífico Marfrig e a empresa de concessões rodoviárias CCR, além da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da Cetip, que administra os negócios com títulos e derivativos no chamado mercado de balcão.
Fonte: Portal Exame
A oferta de ações da companhia aérea Gol movimentou um total de R$ 1,026 bilhão, de acordo com informações enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A empresa, que fechou o preço da operação apenas dois dias depois da oferta do Banco Santander, obteve R$ 16,50 por ação, o que representa um desconto de 3,28% em relação ao fechamento do pregão de hoje (R$ 17,06). Em relação à cotação da companhia na bolsa antes do anúncio da oferta, de R$ 19,84, a queda chega a 16,83%.
A Gol, previa, inicialmente, realizar uma distribuição primária - cujos recursos vão para o caixa da companhia - de 17,275 milhões de ações preferenciais (PN, sem direito a voto) e 17,275 milhões de ordinárias (ON, com direito a voto). A operação previa também a venda de outros 17,275 milhões de papéis PN do Fundo Asas, controlador da empresa, em uma oferta secundária. Com os recursos, o fundo se comprometeu a comprar as ações ON na oferta. O complicado modelo do negócio foi realizado para manter a proporção entre ações ON e PN na companhia.
O registro na CVM mostra que foram vendidas 19.002.500 de ações PN e 19.002.500 milhões de ON na oferta primária e 24.185.000 de papéis PN na secundária.
Segundo fontes, a demanda pelas ações da Gol. superou a oferta em 1,5 vez, mas as ordens colocadas no livro estavam na casa de R$ 16,50. Ontem, ainda na ressaca da megaoferta do Santander, que movimentou R$ 14,1 bilhões, os coordenadores da operação - Itaú BBA, Morgan Stanley, Bradesco BBI, BB e Merrill - tinham ordens para apenas metade da oferta, afirma um profissional de mercado.
Pelo menos mais quatro empresas devem vir a mercado este mês: a incorporadora Brookfield, o frigorífico Marfrig e a empresa de concessões rodoviárias CCR, além da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da Cetip, que administra os negócios com títulos e derivativos no chamado mercado de balcão.
Fonte: Portal Exame




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