Menos de dois anos depois de assumir a presidência da TAM, vindo da Gol, David Barioni, está deixando a empresa. Oficialmente, a TAM informa vagamente que Barioni saiu porque diz que cumpriu um ciclo e “vai se integrar num novo projeto”.
Para o seu lugar, irá interinamente Líbano Barroso, vice-presidente da empresa. A TAM, maior empresa do aviação do país, é detém 47% do mercado de aviação doméstico.
Na verdade, o sinal amarelo surgiu para Barioni há pouco mais de dois meses. Mais exatamente no dia 5 de agosto. Nesta data, de uma forma que surpreendeu o mercado e Barioni, a TAM promoveu alterações relevantes em seu conselho de administração.
Deixaram o conselho alguns executivos que davam apoio a Barioni e que foram fundamentais para a sua contratação. E, como se fosse um aviso, tomou posse como conselheiro Marco Bologna, justamente o executivo a quem Barioni substituiu em novembro de 2007.
Há tempos, havia um ruído entre Barioni e a família Amaro, controladora da TAM. Os Amaro reclamavam aos mais próximos que Barioni era independente demais e que não dava o devido valor ao passado da empresa. Achavam que em várias entrevistas Barioni mostrava-se excessivamente crítico em relação ao que era a TAM até a sua chegada.
De fato, Barioni fez uma mudança radical na direção da empresa. E pelo menos em termos operacionais foi bem sucedido.
Nos últimos meses, para tentar aplacar o clima tenso entre a família Amaro e ele, Barioni fazia questão de, ao receber jornalistas para conversar em sua sala, elogiar Rolim Amaro, o lendário fundador da TAM. Era uma tentativa de equilibrar as críticas de tempos atrás. Não foi o suficiente.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-lin...idencia-da-tam/
Para o seu lugar, irá interinamente Líbano Barroso, vice-presidente da empresa. A TAM, maior empresa do aviação do país, é detém 47% do mercado de aviação doméstico.
Na verdade, o sinal amarelo surgiu para Barioni há pouco mais de dois meses. Mais exatamente no dia 5 de agosto. Nesta data, de uma forma que surpreendeu o mercado e Barioni, a TAM promoveu alterações relevantes em seu conselho de administração.
Deixaram o conselho alguns executivos que davam apoio a Barioni e que foram fundamentais para a sua contratação. E, como se fosse um aviso, tomou posse como conselheiro Marco Bologna, justamente o executivo a quem Barioni substituiu em novembro de 2007.
Há tempos, havia um ruído entre Barioni e a família Amaro, controladora da TAM. Os Amaro reclamavam aos mais próximos que Barioni era independente demais e que não dava o devido valor ao passado da empresa. Achavam que em várias entrevistas Barioni mostrava-se excessivamente crítico em relação ao que era a TAM até a sua chegada.
De fato, Barioni fez uma mudança radical na direção da empresa. E pelo menos em termos operacionais foi bem sucedido.
Nos últimos meses, para tentar aplacar o clima tenso entre a família Amaro e ele, Barioni fazia questão de, ao receber jornalistas para conversar em sua sala, elogiar Rolim Amaro, o lendário fundador da TAM. Era uma tentativa de equilibrar as críticas de tempos atrás. Não foi o suficiente.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-lin...idencia-da-tam/




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