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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Morre passageira que chegou ao Rio em avião procedente de Nova York


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#1 CostaCampos

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Postado 25 de outubro de 2009 - 12:42


Morre passageira que chegou ao Rio em avião procedente de Nova York

Segundo assessoria da TAM, ela se sentiu mal durante o voo.
G1 procurou Infraero, que ainda não se pronunciou sobre o fato.

Do G1, no Rio


A assessoria de imprensa da TAM informou neste domingo (25) que uma passageira do voo JJ 8079 (Nova York-Rio de Janeiro) morreu ao desembarcar neste sábado (24) no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa da companhia aérea, a passageira, ainda não identificada, começou a passar mal quando a aeronave se aproximava do Rio. A causa da morte não foi divulgada.



Leia a íntegra da nota divulgada pela TAM:

"Uma passageira do voo JJ 8079 (Nova York/Galeão) faleceu após desembarcar no Rio de Janeiro neste sábado. Ela começou a se sentir mal quando a aeronave se aproximava da cidade, e o comandante acionou o pessoal de terra da TAM para que pedisse o socorro médico da Infraero, o que foi feito em seguida, às 5h05. O avião pousou e, às 5h28, abriu as portas. O atendimento de emergência não se encontrava no finger, e a passageira desembarcou acompanhada por um funcionário da companhia aérea, que a conduziria ao ambulatório ao aeroporto. Ainda no finger, porém, ela desmaiou. O serviço médico da Infraero foi acionado pela segunda vez e chegou ao local às 5h53, levando a passageira em uma ambulância. A TAM se solidariza com seus familiares e amigos"

Desde a noite de sábado, o G1 procura a assessoria da Infraero no Rio, mas não conseguiu contato. A assessoria da estatal em Brasília disse que não tinha informações sobre o caso para divulgar.



#2 E175

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Postado 25 de outubro de 2009 - 12:45

Acionados às 05:05 chegam no local às 05:53 para ver o corpo. Parabéns pra Infraero.

#3 Air Force One

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Postado 25 de outubro de 2009 - 12:52

Lamentável acontecimento!
Pela morte e pela péssima assistência da Infraero!

#4 CostaCampos

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Postado 25 de outubro de 2009 - 12:54

QUOTE(E175 @ Oct 25 2009, 01:45 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Acionados às 05:05 chegam no local às 05:53 para ver o corpo. Parabéns pra Infraero.



A infrazero brinca , só podem estar de brincadeira se confirmarem a notícia que só foram atender depois do 2º chamado quase 50 minutos depois.

thumbsdown_still.png

#5 goes

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Postado 25 de outubro de 2009 - 13:32

QUE VERGONHA!!! PARABÉNS Á INFRAZERO!!!!!CONTINUEM ASSIM!!!BRINCANDO COM NÓS!!!LAMENTÁVEL MESMO!!!!

#6 A320 PR-MAW

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Postado 25 de outubro de 2009 - 13:34

Se a TAM realmente acionou a Infraero, parabéns Infraero!


Editado por llpilch, 25 de outubro de 2009 - 13:35 .


#7 Nishan

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Postado 25 de outubro de 2009 - 14:00

Quando a Infraero é incompetente nos serviços aeroportuários causando atrasos e transtornos aos usuários e funcionários de empresas é ruim, o que podemos dizer quando ela é incompetente no que diz respeito à vida humana ?

#8 SkyLiner

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Postado 25 de outubro de 2009 - 14:52

QUOTE(CostaCampos @ Oct 25 2009, 12:42 PM) <{POST_SNAPBACK}>
o comandante acionou o pessoal de terra da TAM para que pedisse o socorro médico da Infraero, o que foi feito em seguida, às 5h05. O avião pousou e, às 5h28, abriu as portas. O atendimento de emergência não se encontrava no finger, e a passageira desembarcou acompanhada por um funcionário da companhia aérea, que a conduziria ao ambulatório ao aeroporto. Ainda no finger, porém, ela desmaiou. O serviço médico da Infraero foi acionado pela segunda vez e chegou ao local às 5h53, levando a passageira em uma ambulância.





#9 Rafaelguimaraes

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Postado 25 de outubro de 2009 - 16:39

E o GIG será um dos 10 melhores do mundo!

É brincadeira o que o "material humano" deste aeroporto faz. NADA funciona direito, NADA!

Parabéns InfraZero.

Rafael

#10 Han Solo

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Postado 25 de outubro de 2009 - 17:05

Meus sentimentos aos familiares. Espero que passado esse primeiro momento, que entre com um processo contra a Infraero, por omissão de socorro. E que os responsáveis sejam punidos. Assim pode, quem sabe, ajudar a salvar outras vidas lá na frente.

#11 Stratocruiser

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Postado 25 de outubro de 2009 - 18:28

Lamentável tudo isso. Desde a morte da paciente, a demora na prestação de socorro e o desaparecimento dos pertences.

Com relação ao último fato, o sumiço dos objetos pessoais, via de regra todo serviço que faz atendimento de saúde (isso inclui o IML e o transporte) tem, ou deveria ter, um fluxograma para lidar com os pertences dos pacientes. Isso faz parte da rotina, já que todos sempre têm algo consigo: carteira, correntinha, aliança, roupas, etc. Em hospitais em que trabalhei tudo sempre foi muito simples: a equipe de remoção (SAMU/SIATE/PM) não tocava nos pertences. Na admissão ao hospital, a enfermeira-chefe, além das suas responsabilidades em coordenar junto com o médico as primeiras medidas de socorro, recolhia tudo o que o paciente tivesse consigo, guardava em um saco preto (desses de lixo), fechava com uma fita com o nome do paciente, número do prontuário e data, e colocava em uma sala trancada a chave, à qual apenas outras enfermeiras-chefes dos demais turnos tinham acesso. Objetos de valor mais elevado sempre encaminhados para um cofre no hospital. Na alta, ou quando a família requisitasse, os pertences estavam em local definido, e com um responsável definido.
Durante todas as etapas do atendimento sempre há muitas pessoas ao redor, e nem sobra chance para que alguém cometa esse tipo de furto. Nunca vi sumiço de nada. Já vi reclamações, mas sempre ao final o paciente não tinha razão (ex. a carteira roubada na rua antes da equipe de atendimento chegar).

Somente posso supor que a Infraero, que administra nossos aeroportos há mais de 30 anos, já houvesse acumulado experiência suficiente para ter um fluxograma para isso. Além, é claro, da agilidade no atendimento a quem necessita, com equipe médica competente e bem equipada para prestar socorro imediatamente. O que não parece ser o caso.

#12 C010T3

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Postado 25 de outubro de 2009 - 18:38

QUOTE(Stratocruiser @ Oct 25 2009, 06:28 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Lamentável tudo isso. Desde a morte da paciente, a demora na prestação de socorro e o desaparecimento dos pertences.

Com relação ao último fato, o sumiço dos objetos pessoais, via de regra todo serviço que faz atendimento de saúde (isso inclui o IML e o transporte) tem, ou deveria ter, um fluxograma para lidar com os pertences dos pacientes. Isso faz parte da rotina, já que todos sempre têm algo consigo: carteira, correntinha, aliança, roupas, etc. Em hospitais em que trabalhei tudo sempre foi muito simples: a equipe de remoção (SAMU/SIATE/PM) não tocava nos pertences. Na admissão ao hospital, a enfermeira-chefe, além das suas responsabilidades em coordenar junto com o médico as primeiras medidas de socorro, recolhia tudo o que o paciente tivesse consigo, guardava em um saco preto (desses de lixo), fechava com uma fita com o nome do paciente, número do prontuário e data, e colocava em uma sala trancada a chave, à qual apenas outras enfermeiras-chefes dos demais turnos tinham acesso. Objetos de valor mais elevado sempre encaminhados para um cofre no hospital. Na alta, ou quando a família requisitasse, os pertences estavam em local definido, e com um responsável definido.
Durante todas as etapas do atendimento sempre há muitas pessoas ao redor, e nem sobra chance para que alguém cometa esse tipo de furto. Nunca vi sumiço de nada. Já vi reclamações, mas sempre ao final o paciente não tinha razão (ex. a carteira roubada na rua antes da equipe de atendimento chegar).

Somente posso supor que a Infraero, que administra nossos aeroportos há mais de 30 anos, já houvesse acumulado experiência suficiente para ter um fluxograma para isso. Além, é claro, da agilidade no atendimento a quem necessita, com equipe médica competente e bem equipada para prestar socorro imediatamente. O que não parece ser o caso.


Não é só isso, Strato. Na verdade, ela pode ter deixado a aeronave já sem o dinheiro. Se ela já passava mal dentro da aeronave, não seria impossível que o furto tenha ocorrido lá.

#13 Leirbag

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Postado 25 de outubro de 2009 - 19:05

É impressionante como as pessoas conseguem ser frias a ponto de roubar uma mulher que está na beira da morte. E "teoricamente" essas pessoas não são ladrões, são funcionários do aeroporto.

#14 C010T3

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Postado 25 de outubro de 2009 - 19:07

Polícia investiga morte de passageira que chegou ao Rio em avião procedente de Nova York

Publicada em 25/10/2009 às 15h45m
Valéria Maniero - Extra, G1
O Globo


RIO - A aposentada Maria Petrúcia Ribeiro da Silva, de 68 anos, que estava no voo JJ 8079, da TAM, vindo de Nova Iorque em direção ao Rio, morreu na madrugada de sábado ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Galeão, na Ilha do Governador, segundo a TAM. De acordo com a empresa aérea, a passageira, que tem dupla nacionalidade e passava temporadas no Rio e em Nova Iorque, onde moravam suas três filhas americanas, começou a se sentir mal quando a aeronave se aproximava da cidade. A filha da vítima diz que sumiram U$ 8 mil que a vítima trazia. Leia no blog Casos de Polícia .

"O comandante acionou o pessoal de terra da TAM para que pedisse o socorro médico da Infraero, o que foi feito em seguida, às 5h05m. O avião pousou e, às 5h28m, abriu as portas. O atendimento de emergência não se encontrava no finger, e a passageira desembarcou acompanhada por um funcionário da companhia aérea, que a conduziria ao ambulatório ao aeroporto. Ainda no finger, porém, ela desmaiou. O serviço médico da Infraero foi acionado pela segunda vez e chegou ao local às 5h53m, levando a passageira em uma ambulância", informou a empresa, por meio de uma nota.
Maria Petrucia, em foto na carteira de motorista/Reprodução

Depois de receber a notícia da morte da mãe, a atendente do aeroporto de Nova Iorque Sandra Williams, de 37 anos, viajou para o Rio para liberar o corpo. No Instituto Médico Legal (IML), ela informou que o dinheiro sacado por Maria nos Estados Unidos - cerca de US$ 8 mil, para pagar impostos de uma casa da família em Macaé, onde Maria ficaria até fevereiro - haviam sido roubados, juntamente com cartões de crédito e documentos de identidade.

- Não sei o que aconteceu. Quando meu marido a levou para o aeroporto, estava bem e não se queixava de nada. Depois, a TAM ligou para a minha irmã, dizendo que ela tinha falecido. Minha mãe tinha US$ 8 mil, mas rasgaram a carteira e tiraram esse dinheiro. Só ficaram US$ 10, a carteira de identidade e os dois passaportes. Isso foi o que deixaram - afirmou Sandra, explicando que a mãe tinha pressão alta, mas tomava remédios.

No IML, os técnicos fizeram autópsia, mas como o resultado ainda não saiu, a causa da morte é indefinida. No entanto, segundo o vice-diretor do instituto, Sérgio Simonsen, há indícios de que Maria tenha sido vítima de trombose venosa profunda, mal conhecido como "síndrome do avião ou da classe econômica", causada depois de voos nos quais o passageiro fica praticamente imóvel durante muitas horas.

Em nota, a Infraero lamentou o ocorrido e informou que abriu sindicância interna para apurar os fatos e responsabilidades sobre o atendimento à passageira e irá colaborar com as investigações no que for necessário a fim de se esclarecer o ocorrido. Na nota, a empresa informou que a aeronave pousou às 5h27m na posição 47 do aeroporto e só às 5h35m a companhia aérea fez contato telefônico com o Serviço Médico avisando que no voo havia uma passageira sentindo-se mal. "O atendente do Serviço Médico indagou se a mesma teria condições de ir até o posto do serviço médico acompanhada por um funcionário da companhia aérea (procedimento de rotina), já que não foi informado o estado de saúde da passageira. O empregado da companhia aérea disse que iria averiguar a situação e retornaria a ligação" diz o documento. "Às 5h50m, a companhia aérea retornou a ligação ao serviço médico informando a necessidade de comparecimento do atendimento do serviço médico na aeronave. No mesmo momento, o comandante da aeronave solicitou à Torre de Controle o mesmo atendimento".

A Infraero também explicou que, às 5h52m, uma equipe do serviço médico se deslocou até a aeronave,- o que teria levado um minuto. "Ao chegar à aeronave, o serviço médico constatou que a passageira se encontrava sentada em uma cadeira de rodas, dentro da ponte de embarque, com sinais de parada cardiorespiratória. (Vale ressaltar que todos os passageiros já haviam desembarcados e o Plano de Emergência do Aeroporto orienta que, em caso de procedimento de emergência, os passageiros só podem desembarcar depois do Serviço Médico fazer o atendimento na aeronave). Imediatamente a equipe médica iniciou as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP)", detalha a nota. "Às 6h a ambulância retornou ao serviço médico com a passageira, ainda em manobras de ressuscitação cardiopulmonar que continuaram durante o transporte e no serviço médico até às 6h10m, momento da constatação do óbito". Às 6h14m de sábado, o serviço médico informou o óbito ao Centro de Operações de Emergência.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/10/25...k-826059770.asp

#15 Igor Gusmão

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Postado 25 de outubro de 2009 - 21:10

Olha ai a confusão estabelecida....a infraero disse que só foi acionada depois do pouso (25 min)....espero que tenha registro (gravado) disso.

#16 Rafael_bsb

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Postado 25 de outubro de 2009 - 21:11

Infraero??????????????????????? icon_facepalm.gif

#17 E175

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Postado 25 de outubro de 2009 - 21:14

QUOTE(Igor Gusmão @ Oct 25 2009, 10:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Olha ai a confusão estabelecida....a infraero disse que só foi acionada depois do pouso (25 min)....espero que tenha registro (gravado) disso.


Tendo ou não registro ela vai dizer que não recebeu a mensagem na hora que a TAM informou. Mas com certeza deve ter.

#18 Dani CV

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Postado 25 de outubro de 2009 - 21:29

2 meses atrás em um BSB-SLZ uma passageira passou muito, muito mal, na final da 06, procedimentos de pouso e os comissários todos em volta, prestando toda a assistencia possível. Avisaram o Cmte assim que ela começou a passar mal, solicitaram médico mas não tinha nenhum a bordo e a passageira prosseguiu sentindo muitas dores.
Chegando em São Luís, ficamos retidos no avião por 40' à espera da médica de plantão da Infrazero, que foi até a aeronave (com uma cara de sono, sem saber nem quem era ela) até sermos liberados.
Assim que ví essa notícia, tive a mais absoluta certeza que, mais uma vez, a Infraero não presta nem p ter médicos durante a madrugada, prontos para prestar o total atendimento aos passageiros.
E que essa estatal não venha com essa balela de que não foi avisada. O problema é a incompetência que reina por lá.

#19 Stratocruiser

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Postado 26 de outubro de 2009 - 00:20

É um festival de absurdos. A filha deve ter razão em argumentar que o furto foi após o falecimento. Se o dinheiro que a senhora transportava estava escondido e preso ao corpo, seria preciso despi-la para encontrá-lo. Ela pode ter sido despida na supostas tentativas reanimação (no finger, segundo relato), e quem recolheu ter encontrado a quantia e cometido o furto, ou no Inst. Médico Legal. Em qualquer caso, reina a falta de ética, a falta de caráter em quem prestou (ou deixou de prestar) atendimento.

Inaceitável também a colocação de barreiras pelo IML para que a paciente visse o corpo de sua mãe. Isso é um desrespeito sem tamanho e é típico da cultura deste órgão burocrático e desumanizado, em qualquer Estado brasileiro.


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Filha de passageira morta no Galeão diz que houve omissão e furto
Sandra sustenta que sumiram cartões de crédito e dólares de Maria. Infraero e TAM têm versões divergentes sobre o que aconteceu.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

A filha da passageira que morreu no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas, está revoltada com o tratamento que a sua mãe, Maria Petrúcia Ribeiro da Silva, de 68 anos, e sua família receberam tanto da Infraero quanto da TAM, a companhia transportadora.

Sandra Williams, de 37 anos, diz que houve omissão de socorro e que desapareceram U$ 8 mil dólares que Maria tinha numa bolsa presa à calça, além de cartões de crédito. A passageira era hipertensa, segundo a filha.

Em nota oficial, a TAM atribuiu a demora no atendimento médico à Infraero, que teria sido avisada às 5h05. Em comunicado, a Infraero informa que somente 30 minutos depois ao horário registrado pela companhia área, às 5h35, foi avisada de que a passageira precisava de atendimento. Diz ainda que abriu sindicância interna para apurar os fatos.

O corpo de Maria foi levado para o Instituto Médico Legal, que deverá estabelecer, por meio da necropsia, o horário e a causa do óbito.

Omissão de socorro

Sandra, que mora nos Estados Unidos, sustenta que a mãe dela não teve atendimento adequado ao desembarcar do avião, embora a idosa tenha se queixado de problemas por volta das 2h00, durante o vôo (a nota oficial da TAM informa que o desembarque foi às 5h28):

“Ela dizia não se sentir bem. Deram água pra ela. Ela tomou o remédio da pressão. E, quando ela saiu do avião, quando o avião aterrissou, ela andou, saiu pela porta, andou e desmaiou”.

Sandra, que vive nos Estados Unidos, onde trabalha numa companhia aérea, acha que a omissão se deu neste momento: “Quando (ela) disse que estava doente, eles tinham que já ter esse médico aí esperando ela sair do aeroporto. Eles tinham que já estar ali. E não estavam”. Ela acrescenta:

“Acho que faltou comunicação. Eles tinham que ter chamado o médico na hora, porque minha mãe tem 68 anos. E alguém de idade dizendo que não está se sentindo bem... Um médico tem que estar esperando. Se eles estivessem ali, talvez ela ainda estivesse viva e eu não estaria aqui para apanhar o corpo dela".

Sumiu dinheiro, diz filha

Sandra sustenta que a sua mãe foi furtada depois de morta: “Ela estava com US$ 8 mil dentro de uma sacolinha que ela cortou e costurou. Eles rasgaram, tiraram a carteira de motorista dela, todos os cartões de crédito... Só tem mesmo o passaporte brasileiro, o passaporte americano e as besteirinhas que ela trazia dentro da bolsa. Tinha uma carteirinha com US$ 10. Ela vinha para cá pagar os impostos da casa “.

Ela reclamou da burocracia, que a impediu de ver o corpo da mãe, que está no IML, e insistiu que desapareceram o dinheiro e cartões de crédito:

“Já pedi mais de cem mil vezes (para ver o corpo da mãe). Eu disse, quando saí do avião, a primeira coisa que eu disse foi: eu quero ver o corpo da minha mãe. Depois me levaram pra lá, me levaram pra cá. Depois eu disse: Quero as coisas dela. E disseram: não, vamos fazer aqui primeiro. Fomos lá, fizemos papéis".

"Agora, me levaram para ver as coisas da minha mãe. Quando eu abro as malas, está tudo desaparecido da bolsa dela: o dinheiro, os cartões de crédito.Abriram a carteira que ela tinha, tiraram tudo, não tinha nenhum documento dentro da carteira”.

Nota oficial da TAM

A assessoria de imprensa da TAM informou neste domingo (25) que uma passageira do voo JJ 8079 (Nova York-Rio de Janeiro) morreu ao desembarcar neste sábado (24) no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa da companhia aérea, a passageira, ainda não identificada, começou a passar mal quando a aeronave se aproximava do Rio.

Leia a íntegra da nota divulgada pela TAM:

"Uma passageira do voo JJ 8079 (Nova York/Galeão) faleceu após desembarcar no Rio de Janeiro neste sábado. Ela começou a se sentir mal quando a aeronave se aproximava da cidade, e o comandante acionou o pessoal de terra da TAM para que pedisse o socorro médico da Infraero, o que foi feito em seguida, às 5h05. O avião pousou e, às 5h28, abriu as portas. O atendimento de emergência não se encontrava no finger, e a passageira desembarcou acompanhada por um funcionário da companhia aérea, que a conduziria ao ambulatório ao aeroporto. Ainda no finger, porém, ela desmaiou. O serviço médico da Infraero foi acionado pela segunda vez e chegou ao local às 5h53, levando a passageira em uma ambulância. A TAM se solidariza com seus familiares e amigos."

Nota oficial da Infraero

A íntegra da nota da Infraero é a seguinte:

"Em referência ao atendimento prestado pelo Serviço Médico do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão-Antonio Carlos Jobim a uma passageira do Voo JJ 8079 da TAM, procedente de Nova Iorque, no sábado (24/10/09), a Infraero esclarece:

•Às 5h27 a aeronave calçou (parou) na posição 47.

•Às 5h35 a companhia aérea fez contato telefônico com o Serviço Médico avisando que no voo havia uma passageira sentindo-se mal. O atendente do Serviço Médico indagou se a mesma teria condições de ir até o posto do Serviço Médico acompanhada por um funcionário da companhia aérea (procedimento de rotina), já que não foi informado o estado de saúde da passageira. O empregado da companhia aérea disse que iria averiguar a situação e retornaria a ligação.

•Às 5h50 a companhia aérea retornou a ligação ao Serviço Médico informando a necessidade de comparecimento do atendimento do Serviço Médico na aeronave. No mesmo momento, o comandante da aeronave solicitou à Torre de Controle o mesmo atendimento.

• Às 5h52 o Serviço Médico desloca-se até a aeronave (tempo de deslocamento até a aeronave é de um (1) minuto). Ao chegar à aeronave, o Serviço Médico constatou que a passageira se encontrava sentada em uma cadeira de rodas, dentro da ponte de embarque, com sinais de parada cardiorespiratória. (Vale ressaltar que todos os passageiros já haviam desembarcados e o Plano de Emergência do Aeroporto orienta que, em caso de procedimento de emergência, os passageiros só podem desembarcar depois do Serviço Médico fazer o atendimento na aeronave). Imediatamente a equipe médica iniciou as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

• Às 6h a ambulância retornou ao Serviço Médico com a passageira, ainda em manobras de ressuscitação cardiopulmonar que continuaram durante o transporte e no serviço médico até às 6h10, momento da constatação do óbito.

• Às 6h14 o Serviço Médico informou ao Centro de Operações de Emergência a ocorrência do óbito.

A empresa lamenta o ocorrido e se solidariza com a família da passageira.
A Infraero abriu sindicância interna para apurar os fatos e responsabilidades sobre o atendimento à passageira e irá colaborar com as investigações no que for necessário a fim de se esclarecer o ocorrido".

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL135...AO+E+FURTO.html

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Pede-se aos usuários que evitem colocações que possam ter conotação bairrista ou desrespeitosa aos habitantes de qualquer cidade.

#20 Fred

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Postado 26 de outubro de 2009 - 01:44

Caros srs.,

Postagens de teor bairrista e/ou provocativo não são aceitas, conforme preconizam as regras do Forum, e encontram-se passíveis de exclusão. Solicito a enorme gentileza de não desviarem o foco da discussão.





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