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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Inquérito S/Acidente da TAM


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#1 J.Leo

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Postado 27 de outubro de 2009 - 08:51

As causas do acidente da TAM - Blog do Nassif.

O inquérito da Aeronáutica aponta um conjunto de fatores que ampliou o risco e levou ao acidente com o avião da TAM. Não tocou no ponto principal: porque se permitiu, presente essa soma de fatores de risco, que o avião aterrisasse em Congonhas. O trabalho enumera, um a um, os fatores de risco, mas aparentemente foge do principal: havia uma autoridade reguladora que deixou que o vôo acontecesse, presentes os seguintes fatores cumulativos (além dos fatores ligados à própria companhia):

1. Reverso quebrado.

2. Pista molhada.

3. Avião super-pesado (conforme anotou um comentarista aqui na época, analisando o peso do avião, o peso do combustível, já que ele veio com tanque cheio, o número de passageiros e supondo um peso per capita de bagagem por passageiro).

4. As companhias aéreas fazendo manutenção em rota – prejudicando a manutenção obrigatória devido ao acúmulo de viagens.

5. Finalmente, a mãe de todos os erros: ter se permitido a quebra da Varig sem analisar as implicações sobre o tráfego aéreo.

Do Estadão
Aeronáutica aponta que 8 fatores contribuíram para acidente da TAM
Simulações indicam posição errada de manetes durante a aterrissagem e revelam falhas no sistema de alerta

Bruno Tavares e Fausto Macedo

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu que oito fatores contribuíram de maneira decisiva para a tragédia com o voo 3054 da TAM, que deixou 199 mortos, em 17 de julho de 2007. O relatório final sobre o maior acidente aéreo do País, a que o Estado teve acesso, diz que os peritos não encontraram evidências de falha nas engrenagens dos manetes (aceleradores). Como o equipamento se encontrava muito destruído pelo fogo e pelo impacto da queda, não foi possível determinar com 100% de certeza em que posição as alavancas de potência estavam no momento em que o Airbus A320 varou a pista do Aeroporto de Congonhas.

O relatório ainda não foi oficialmente divulgado. O Setor de Comunicação Social da Aeronáutica informou que o texto está em fase final de elaboração e deve ser concluído este ano. Ocorre hoje, em Brasília, a última reunião da comissão de investigação do acidente, com a participação de peritos americanos e franceses que auxiliaram na apuração.

PRINCIPAL HIPÓTESE

Como o único indicativo de que os pilotos deixaram os manetes fora da posição recomendada – um na posição de aceleração e a outro em frenagem – veio da caixa-preta, o Cenipa resolveu estudar as duas hipóteses mais prováveis: falha no sistema de controle de potência do jato, que teria transmitido ao motor informação diferente da que indicava o manete, ou um erro dos pilotos Kleiber Lima e Henrique Stefanini di Sacco. A segunda hipótese, diz o Cenipa, é a mais provável “uma vez que é elevada a improbabilidade estatística de falha no sistema de acionamento” dos manetes.

Para tentar entender o que se passou nos instantes finais do voo 3054, peritos realizaram em simulador 23 procedimentos de aproximação para pouso em Congonhas. “A repetição das ações dos pilotos, da forma como foram registradas pelo FDR (gravador de dados), levou ao mesmo resultado do acidente, até mesmo quanto às posições e velocidades com as quais a aeronave saiu da pista e colidiu com as edificações”, diz a página 48. Os ensaios mostraram ainda que, embora não fosse previstas pelo fabricante do jato, as duas tentativas de arremetida (desistência do pouso) foram bem-sucedidas 15 segundos após o toque dos trens de pouso com o solo.

FALHA EM AVISO SONORO

As simulações revelaram um dado preocupante: nem sempre o aviso sonoro “retard”, que tem a função de advertir os pilotos sobre os procedimentos a serem adotados no momento do pouso, operou conforme o previsto. “Ficou constatado que, na aeronave A320, é possível, durante o pouso, posicionar um dos manetes de potência na posição reverso (frenagem) e outro na posição de subida (aceleração), sem que nenhum dispositivo alerte de modo eficiente os pilotos”, diz a página 102. “Tal situação pode colocar a aeronave em condição crítica e, dependendo do tempo necessário para que a tripulação identifique essa configuração e dos parâmetros da pista de pouso, uma situação catastrófica poderá ocorrer”, avisa o Cenipa.

AEROPORTO IRREGULAR

A investigação da Aeronáutica encontrou diversas irregularidades em Congonhas na época do acidente: 1) O aeroporto não era certificado nos termos do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 139, que baliza o funcionamento de todos os aeroportos do País. 2) As obras no terminal de passageiros e no pátio de estacionamento, concluídas em 2007, não foram homologadas. 3) Não foi realizada inspeção aeroportuária especial durante nenhuma das obras realizadas em Congonhas e concluídas em 2007. 4) Não foi realizada inspeção aeroportuária especial pós-acidente. 5) Até a data do acidente, o aeroporto não dispunha de aérea de escape.

Ainda no quesito aeroporto, o relatório do Cenipa traz algumas novidades. Diz que, em 2005, o extinto Departamento de Aviação Civil (DAC) realizou inspeção em Congonhas e constatou a inexistência de área de escape, como exigem legislações internacionais. Na ocasião, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) elaborou plano de ações corretivas em que se comprometia a avaliar soluções para o problema. Um ano depois, ao analisar o plano da estatal, o DAC advertiu: “A Infraero será responsabilizada por eventuais danos e/ou prejuízos ocasionados a terceiros, em razão da não correção da referida irregularidade”.

O Cenipa salienta que o prazo dado à Infraero para a correção do problema expirou em 30 de agosto de 2006, quando a fiscalização do setor já era de responsabilidade da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

TREINAMENTO FALHO

O relatório aponta falhas no treinamento e instrução fornecidos pela TAM. Segundo o Cenipa, a formação teórica dos pilotos usava apenas cursos interativos em computador, “o que permitia a formação massiva, mas não garantia a qualidade da instrução recebida”. Além disso, a formação de Stefanini, o copiloto, contemplou apenas um tipo de certificação, o que se mostrou insuficiente para enfrentar aquela situação. Por fim, havia a percepção, entre os tripulantes, de que o treinamento vinha sendo abreviado, por causa da grande demanda advinda do crescimento da empresa.

OS OITO FATORES CONTRIBUINTES

Instrução: A formação teórica dos pilotos usava exclusivamente simulações em computador, o que não garantia a boa formação individual de cada um. Além disso, a formação do copiloto, Henrique Stefanini di Sacco, contemplou apenas um determinado tipo de certificação, que se mostrou insuficiente para enfrentar a situação. Havia a percepção entre os tripulantes, aliás, que o treinamento vinha sendo abreviado

Coordenação de cabine: O monitoramento do voo não se mostrou adequado, uma vez que a tripulação não percebia o que acontecia, o que impediu correções.

Pouca experiência do piloto: Apesar de sua larga experiência em grandes jatos comerciais, Di Sacco tinha apenas 200 horas de voo em jatos A320

Supervisão gerencial: A companhia aérea permitiu que a tripulação fosse composta por dois comandantes, mas Di Sacco havia realizado só um treinamento específico. A falta de coordenação entre os setores da empresa – especialmente Operações e Treinamento – levou a falhas na formação dos pilotos

Falta de percepção: A configuração e o funcionamento dos manetes não ajudaram os pilotos na identificação de dificuldades. E essa situação foi agravada pela falta de um alarme para indicar o erro na posição do instrumento

Perda de consciência situacional: Surgiu como consequência da falta de percepção dos pilotos. A automação da aeronave também não ofereceu aos tripulantes sinais de perigo

Regulação: Embora a Anac proibisse a operação com reverso (freio aerodinâmico) inoperante, a exigência só foi normatizada em 2008. Isso impediria o pouso com pista molhada

Projeto: Ficou constatado que é possível possível pousar com os manetes do A320 em posições distintas, sem que nenhum dispositivo alerte os pilotos.



#2 Landing

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:05

Alguem teve coragem de ler tudo?
Ja tava doloroso o começo do texto ai quando eu li o item numero 5 parei de vez!

#3 Junior_C

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:30

Aeronave com tanque cheio??? Como assim?
Poderia estar com 100% de ocupação, mas com os tanques cheios de combustível num voo SBPA-SBSP?
Duvido mt...

E a parte da Varig, eu ri tongue.gif

#4 insider

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:31

QUOTE(marcato @ Oct 27 2009, 11:05 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Alguem teve coragem de ler tudo?
Ja tava doloroso o começo do texto ai quando eu li o item numero 5 parei de vez!


interessante.. tbm parei no mesmo lugar...


#5 Rafaelguimaraes

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:49

QUOTE(Junior_C @ Oct 27 2009, 11:30 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Aeronave com tanque cheio??? Como assim?
Poderia estar com 100% de ocupação, mas com os tanques cheios de combustível num voo SBPA-SBSP?
Duvido mt...

E a parte da Varig, eu ri tongue.gif


Pelo que foi falado na época do acidente, sim, o MBK estava com os tanques cheios pois fizeram o abastecimento em POA (me parece que o ICMS é menos por lá, alguém aqui pode confirmar) e depois de pousar em CGH, a aeronave ia seguir para CNF SNME.

Isso seria o tal "abastecimento econômico" não?

Sobre a parte da Varig, o que o C.harlie U.niform tem a ver com as calças?

Me lembro que este tal de Luis Nassif foi um ferrenho defensor da Varig, na época da crise e leilão. Até aí, tudo bem. Mas misturar Varig com o acidente em CGH foi viagem demais!

Rafael




#6 Red Flyer

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:52

[IRONIC MODE ON]A culpa da crise mundial tambem é da Varig....[IRONIC MODE OFF]

Abs

#7 Cmte. Vieitez

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:53

Li o texto completo, e a conclusão é:

Big, fat, load of crap!


Se for pra Aeronáutica fazer um trabalho desse, melhor chamar os jornalistas para ajudar... pq o nível tá o mesmo.

#8 Landing

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Postado 27 de outubro de 2009 - 10:57

QUOTE(Cmte. Vieitez @ Oct 27 2009, 10:53 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Li o texto completo, e a conclusão é:

Big, fat, load of crap!


Se for pra Aeronáutica fazer um trabalho desse, melhor chamar os jornalistas para ajudar... pq o nível tá o mesmo.


Duvido que a lambança ai tenha sido da aeronautica.
Se o cara conseguiu até botar a varig na historia, ele consegue também um overload!

#9 MD-11F

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Postado 27 de outubro de 2009 - 12:37

Pois é.. o item 5 tb me fez parar de ler o texto. Não sei por que!

#10 A320 PR-MAW

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Postado 27 de outubro de 2009 - 12:48

QUOTE(marcato @ Oct 27 2009, 11:05 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Alguem teve coragem de ler tudo?
Ja tava doloroso o começo do texto ai quando eu li o item numero 5 parei de vez!

não, eu já achei absurdo o item 4, quase parei alí, mas resolvi ir até o 5, aí desisti de vez

#11 Omykron

    Coisa Ruim

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Postado 27 de outubro de 2009 - 14:30

texto bem coolfacea.png

#12 Stelios the Greek

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Postado 27 de outubro de 2009 - 15:04

meti chumbo no blog do nassif.

afirmar q o avião tava super-pesado e não podia pousar é como falar q um fusca 1300 tem 600 cavalos.

#13 Igor Gusmão

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Postado 27 de outubro de 2009 - 15:38

Na época rolou esse boato sobre o peso do avião, ele estava com tanque cheio,full pax etc etc

Já o lance da quebra da varig, provavelmente a analogia do nassif é em cima do GAP que a varig deixou, fazendo com TAM e GOL crescesse de forma desordenada.

[]´s

#14 J.Leo

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Postado 27 de outubro de 2009 - 17:28

QUOTE(Igor Gusmão @ Oct 27 2009, 04:38 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Já o lance da quebra da varig, provavelmente a analogia do nassif é em cima do GAP que a varig deixou, fazendo com TAM e GOL crescesse de forma desordenada.
[]´s


Concordo.

#15 Julio

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Postado 27 de outubro de 2009 - 19:08

O ideal msm é ler de baixo para cima. Mas claro, vamos desconsiderar os pitacos do jornalista.

Ctrl-C + Ctrl-V e eis o final do texto para os "preguiçosos" de plantão. hehehe poke.gif

OS OITO FATORES CONTRIBUINTES

Instrução: A formação teórica dos pilotos usava exclusivamente simulações em computador, o que não garantia a boa formação individual de cada um. Além disso, a formação do copiloto, Henrique Stefanini di Sacco, contemplou apenas um determinado tipo de certificação, que se mostrou insuficiente para enfrentar a situação. Havia a percepção entre os tripulantes, aliás, que o treinamento vinha sendo abreviado

Coordenação de cabine: O monitoramento do voo não se mostrou adequado, uma vez que a tripulação não percebia o que acontecia, o que impediu correções.

Pouca experiência do piloto: Apesar de sua larga experiência em grandes jatos comerciais, Di Sacco tinha apenas 200 horas de voo em jatos A320

Supervisão gerencial: A companhia aérea permitiu que a tripulação fosse composta por dois comandantes, mas Di Sacco havia realizado só um treinamento específico. A falta de coordenação entre os setores da empresa – especialmente Operações e Treinamento – levou a falhas na formação dos pilotos

Falta de percepção: A configuração e o funcionamento dos manetes não ajudaram os pilotos na identificação de dificuldades. E essa situação foi agravada pela falta de um alarme para indicar o erro na posição do instrumento

Perda de consciência situacional: Surgiu como consequência da falta de percepção dos pilotos. A automação da aeronave também não ofereceu aos tripulantes sinais de perigo

Regulação: Embora a Anac proibisse a operação com reverso (freio aerodinâmico) inoperante, a exigência só foi normatizada em 2008. Isso impediria o pouso com pista molhada

Projeto: Ficou constatado que é possível possível pousar com os manetes do A320 em posições distintas, sem que nenhum dispositivo alerte os pilotos.

Editado por Julio, 27 de outubro de 2009 - 19:11 .


#16 PaxPoa

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Postado 27 de outubro de 2009 - 19:16

QUOTE(Igor Gusmão @ Oct 27 2009, 04:38 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Já o lance da quebra da varig, provavelmente a analogia do nassif é em cima do GAP que a varig deixou, fazendo com TAM e GOL crescesse de forma desordenada.

[]´s


Sim. Havia uma disputa palmo a palmo para ocupar o vácuo da Varig. Mas o que isto tem a ver? Acho que o jornalista está fazendo uma teoria conspiratoria de que a empresa envolvida, no afã de ocupar todos os espaços possiveis e não deixar espaço para a concorrência, operava nos limites. Como não sou aviador, vou me abster. Além disso, não gosto deste jornalista.

sds



#17 Leirbag

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Postado 27 de outubro de 2009 - 19:38

QUOTE(Junior_C @ Oct 27 2009, 11:30 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Aeronave com tanque cheio??? Como assim?
Poderia estar com 100% de ocupação, mas com os tanques cheios de combustível num voo SBPA-SBSP?
Duvido mt...

E a parte da Varig, eu ri tongue.gif



QUOTE(Rafaelguimaraes @ Oct 27 2009, 11:49 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelo que foi falado na época do acidente, sim, o MBK estava com os tanques cheios pois fizeram o abastecimento em POA (me parece que o ICMS é menos por lá, alguém aqui pode confirmar) e depois de pousar em CGH, a aeronave ia seguir para CNF SNME.

Isso seria o tal "abastecimento econômico" não?

Sobre a parte da Varig, o que o C.harlie U.niform tem a ver com as calças?

Me lembro que este tal de Luis Nassif foi um ferrenho defensor da Varig, na época da crise e leilão. Até aí, tudo bem. Mas misturar Varig com o acidente em CGH foi viagem demais!

Rafael



As companhias aéreas podem fazer o chamado "tankering", que é você abastecer mais do que precisa para o vôo, de forma que precise abastecer menos ou não abastecer no destino. Isso pode acontecer por alguns fatores:

1 - Não há fornecimento de combustível no aeroporto de destino, ou pelo menos não há aparelhagem/treinamento corretos para abastecer determinados tipos de aeronaves.
2 - O combustível no destino é consideravelmente mais caro que na origem, sendo mais ecônomico sair com os tanques cheios da origem e abastecer pouco ou nada no destino.
3 - O aeroporto de destino está com algum tipo de restrição na parte de fornecimento de combustível e não poderá ser realizado o abastecimento completa ou parcialmente no destino, obrigando a empresa a abastecer mais que o necessário para aquela etapa.
4 - Uma própria medida de segurança da companhia aérea. Às vezes o aeroporto de destino fica numa área remota ou complicada e ela opta por abastecer mais como uma forma de segurança mesmo.


Se a TAM fez tankering nesse vôo, isso é uma questão dela. Se estiver dentro do envelope operacional da aeronave e dentro das condições para pouso na pista de CGH não há o menor problema. Aliás, essa é uma prática bastante comum entre as companhias aéreas.

Editado por Gabriel Leporace, 27 de outubro de 2009 - 19:40 .


#18 Junior_C

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Postado 27 de outubro de 2009 - 19:39

Mas, tirem me uma duvida. Se realmente a aeronave tava full fuel, fuel pax e etc, ela num teria pousado bem mais acima do permitido pra CGH?

Editado por Junior_C, 27 de outubro de 2009 - 19:43 .


#19 Bonotto

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Postado 27 de outubro de 2009 - 20:00

PRINCIPAL HIPÓTESE

Como o único indicativo de que os pilotos deixaram os manetes fora da posição recomendada – um na posição de aceleração e a outro em frenagem – veio da caixa-preta, o Cenipa resolveu estudar as duas hipóteses mais prováveis: falha no sistema de controle de potência do jato, que teria transmitido ao motor informação diferente da que indicava o manete, ou um erro dos pilotos Kleiber Lima e Henrique Stefanini di Sacco. A segunda hipótese, diz o Cenipa, é a mais provável “uma vez que é elevada a improbabilidade estatística de falha no sistema de acionamento” dos manetes.


Uia ! quer dizer, os caras ACHAM que o provavel pela estatistica ???? cheirinho de batata assando....

Se nao e possivel comprovar, ninguem tem que ACHAR numa conclusao oficial thumbsdown_still.png

#20 T.B

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Postado 27 de outubro de 2009 - 20:25

QUOTE(Bonotto @ Oct 27 2009, 09:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
PRINCIPAL HIPÓTESE

Como o único indicativo de que os pilotos deixaram os manetes fora da posição recomendada – um na posição de aceleração e a outro em frenagem – veio da caixa-preta, o Cenipa resolveu estudar as duas hipóteses mais prováveis: falha no sistema de controle de potência do jato, que teria transmitido ao motor informação diferente da que indicava o manete, ou um erro dos pilotos Kleiber Lima e Henrique Stefanini di Sacco. A segunda hipótese, diz o Cenipa, é a mais provável “uma vez que é elevada a improbabilidade estatística de falha no sistema de acionamento” dos manetes.


Uia ! quer dizer, os caras ACHAM que o provavel pela estatistica ???? cheirinho de batata assando....

Se nao e possivel comprovar, ninguem tem que ACHAR numa conclusao oficial thumbsdown_still.png


Isso aí é muito complicado.

Eu não consigo imaginar qualquer tipo de piloto esquecendo de reduzir uma manete no pouso!

Acho mais fácil estacionar o carro na garagem de casa e esquecer de parar de acelerar!





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