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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Gol é condenada a indenizar passageira tratada como bêbada em avião


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#1 Stratocruiser

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Postado 26 de novembro de 2009 - 23:58

26/11/2009 - 23h03
Gol é condenada a indenizar passageira tratada como bêbada em avião

RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Cuiabá

A companhia aérea Gol foi condenada pela Justiça de Mato Grosso a pagar uma indenização de R$ 40 mil por danos morais causados a uma passageira com limitações físicas que foi tratada por uma comissária como se estivesse bêbada.

O episódio ocorreu em dezembro de 2007. Pouco depois de embarcar em um avião que iria de Cuiabá para São Paulo, a passageira Nabila Bussiki, na época com 19 anos de idade, afirmou ter sido abordada de forma ríspida pela comissária de bordo, que pediu a ela que se retirasse da aeronave.

A empresa ainda pode recorrer da condenação. Nabila caminha com dificuldades porque sofre de uma doença neurológica que compromete o equilíbrio e a execução de movimentos voluntários.

Ouvidos como testemunhas no processo, dois passageiros relataram que a comissária usou o interfone para perguntar ao pessoal em terra porque haviam "autorizado uma bêbada a entrar na aeronave".

"Ela estava cambaleando e se jogou na poltrona. Vou mandar que ela se retire do voo", disse a comissária, de acordo com relato de testemunhas no processo judicial. Levada para fora do avião, Nabila teve de explicar sua condição e "justificar que não estava bêbada ou sob dependência de drogas". Voltou chorando à aeronave.

Em sua defesa, a Gol justificou que a passageira não solicitou à companhia "assistência para portador de necessidades especiais" e que a ação da comissária de bordo teve como objetivo apenas assegurar sua "integridade e segurança".

Na sentença, o juiz Marcos José Martins de Siqueira, da 2ª Vara Cível de Várzea Grande (MT), escreveu que a comissária deveria "estar preparada para enfrentar situações anômalas". Para o magistrado, se a funcionária da companhia aérea se enganou, ela "proporcionou um desgaste à imagem e à honra da pessoa debilitada."

Além do pagamento da indenização, a decisão judicial condenou a empresa a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios.

Procurada pela Folha, a Gol informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que só irá se manifestar nos autos do processo judicial. O caso ocorreu em um voo da Varig, que desde o fim de 2007 pertence à Gol.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidia...95u658236.shtml

#2 Air Force One

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:03

Tá começando a virar moda esse negócio de processar todo mundo aqui também! suicide_anim.gif

#3 E175

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:08

QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 01:03 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Tá começando a virar moda esse negócio de processar todo mundo aqui também! suicide_anim.gif


Que bom, quem sabe assim as coisas melhoram.

#4 Air Force One

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:13

40.000 por um engano?!
A comissária não quiz sacanear a passageira!
Acho que faltou bom-senso, mas é minha opinião e isso cada um tem a sua!

#5 E175

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:16

QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 01:13 AM) <{POST_SNAPBACK}>
40.000 por um engano?!
A comissária não quiz sacanear a passageira!
Acho que faltou bom-senso, mas é minha opinião e isso cada um tem a sua!


Bom, quanto ao valor imagino que já seja uma questão de quem julgou o caso. A pessoa tem direito de pedir o que considera justo.

#6 Airbus-FA

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:29

QUOTE(Stratocruiser @ Nov 27 2009, 12:58 AM) <{POST_SNAPBACK}>
26/11/2009 - 23h03
Gol é condenada a indenizar passageira tratada como bêbada em avião

RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Cuiabá

A companhia aérea Gol foi condenada pela Justiça de Mato Grosso a pagar uma indenização de R$ 40 mil por danos morais causados a uma passageira com limitações físicas que foi tratada por uma comissária como se estivesse bêbada.

O episódio ocorreu em dezembro de 2007. Pouco depois de embarcar em um avião que iria de Cuiabá para São Paulo, a passageira Nabila Bussiki, na época com 19 anos de idade, afirmou ter sido abordada de forma ríspida pela comissária de bordo, que pediu a ela que se retirasse da aeronave.

A empresa ainda pode recorrer da condenação. Nabila caminha com dificuldades porque sofre de uma doença neurológica que compromete o equilíbrio e a execução de movimentos voluntários.

Ouvidos como testemunhas no processo, dois passageiros relataram que a comissária usou o interfone para perguntar ao pessoal em terra porque haviam "autorizado uma bêbada a entrar na aeronave".

"Ela estava cambaleando e se jogou na poltrona. Vou mandar que ela se retire do voo", disse a comissária, de acordo com relato de testemunhas no processo judicial. Levada para fora do avião, Nabila teve de explicar sua condição e "justificar que não estava bêbada ou sob dependência de drogas". Voltou chorando à aeronave.

Em sua defesa, a Gol justificou que a passageira não solicitou à companhia "assistência para portador de necessidades especiais" e que a ação da comissária de bordo teve como objetivo apenas assegurar sua "integridade e segurança".

Na sentença, o juiz Marcos José Martins de Siqueira, da 2ª Vara Cível de Várzea Grande (MT), escreveu que a comissária deveria "estar preparada para enfrentar situações anômalas". Para o magistrado, se a funcionária da companhia aérea se enganou, ela "proporcionou um desgaste à imagem e à honra da pessoa debilitada."

Além do pagamento da indenização, a decisão judicial condenou a empresa a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios.

Procurada pela Folha, a Gol informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que só irá se manifestar nos autos do processo judicial. O caso ocorreu em um voo da Varig, que desde o fim de 2007 pertence à Gol.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidia...95u658236.shtml


Sempre ficamos sensibilizados quando nos deparamos com pessoas com deficiências físicas e etc. Não acho que a comissária está errada não, talvez ela devesse ser mais dicreta e conversar com o despachante em reservado, mas nunca ser condenada por pedir esclarecimentos sobre o estado da passageira.

Não foi o caso, mas e se a passageira estivesse mesmo sob o efeito de alcool ou drogas, fazendo um auê qualquer durante o voo? os outros pax iriam depois processar a Gol pq permitiu a pessoa a embarcar.

#7 Air Force One

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Postado 27 de novembro de 2009 - 00:48

Já presenciei 2 situações de bebados em voo...
Um deles foi em um dos últimos voos GRU-CDG do MD11 na Tam,(infelizmente não fazia reportes ainda sad.gif ) o pessoal acabou dando vinho demais pro pax e ele era um inconveniente de primeira falando alto e dando gargalhadas em plena madrugada na C.Mas quando o cmte que viajava em minha filera decidiu ir falar com ele, ele graças a deus acatou e capotou!hehe

E outra foi num da G3 Brasília-Goiânia em que o pax se deliciava nas latinhas de skol em frente ao portão dem embarque em BSB o sujeito era muito grande e muito gordo por consequência muito forte.Quado na hora de retirar as bagagens em Goiania o rapaz da G3 veio pedir os tickets de bagagem e o pax não queria checar e o rapaz o impediu de sair e ele jogou o carrinho em cima do funcionário 4 vezes até que o funcionário se revoltou e chutou uma mala do tal pax.E aí começou socos e tapas e o cara mesmo bêbado dava uns 2 caras do rapaz da G3 até que um cara veio de fora da área das bagagens e apontou uma pistola prateada na cara do sujeito, que só então parou de bater no funcionário da G3.Alguém já escutou isso em algum lugar?!

Em meio essas histórias de bebados, desviando um pouco o assunto principal do tópico.
O que se pode fazer com um pax que tomou algumas a mais e está incomodando "o avião todo"?

#8 Bleeds Off

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Postado 27 de novembro de 2009 - 08:34

QUOTE(Airbus-FA @ Nov 27 2009, 01:29 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Sempre ficamos sensibilizados quando nos deparamos com pessoas com deficiências físicas e etc. Não acho que a comissária está errada não, talvez ela devesse ser mais dicreta e conversar com o despachante em reservado, mas nunca ser condenada por pedir esclarecimentos sobre o estado da passageira.

Baseada em que a Cmrª concluiu que a passageira estava bebada? Fez teste de bafômetro? Cheirou a boca dela?
No minimo chamasse sim o CMTE do vôo, pois até onde eu sei, o CMTE é autoridade maxima e cabe ele tomar decisões a bordo das aeronaves.
Em tempo, não é a primeira vez que a GOL toma atitudes sem ter embasamento legal de ações que não cabem a a empresa julgar.
Essa é minha opinião e ninguem precisa concordar.

#9 Flytronix

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Postado 27 de novembro de 2009 - 08:50

QUOTE(Bleeds Off @ Nov 27 2009, 09:34 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Baseada em que a Cmrª concluiu que a passageira estava bebada? Fez teste de bafômetro? Cheirou a boca dela?
No minimo chamasse sim o CMTE do vôo, pois até onde eu sei, o CMTE é autoridade maxima e cabe ele tomar decisões a bordo das aeronaves.
Em tempo, não é a primeira vez que a GOL toma atitudes sem ter embasamento legal de ações que não cabem a a empresa julgar.
Essa é minha opinião e ninguem precisa concordar.


Concordo. Erro grosseiro da comissária e indenização justa na minha opinião. Que a Gol melhore seus procedimentos internos para que não permita uma nova ocorrência de uma situação como essa.

Editado por Flytronix, 27 de novembro de 2009 - 08:52 .


#10 Nos-767

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Postado 27 de novembro de 2009 - 09:08

QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 12:13 AM) <{POST_SNAPBACK}>
40.000 por um engano?!
A comissária não quiz sacanear a passageira!
Acho que faltou bom-senso, mas é minha opinião e isso cada um tem a sua!



QUOTE(Airbus-FA @ Nov 27 2009, 12:29 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Sempre ficamos sensibilizados quando nos deparamos com pessoas com deficiências físicas e etc. Não acho que a comissária está errada não, talvez ela devesse ser mais dicreta e conversar com o despachante em reservado, mas nunca ser condenada por pedir esclarecimentos sobre o estado da passageira.

Não foi o caso, mas e se a passageira estivesse mesmo sob o efeito de alcool ou drogas, fazendo um auê qualquer durante o voo? os outros pax iriam depois processar a Gol pq permitiu a pessoa a embarcar.



QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 12:48 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Já presenciei 2 situações de bebados em voo...
Um deles foi em um dos últimos voos GRU-CDG do MD11 na Tam,(infelizmente não fazia reportes ainda sad.gif ) o pessoal acabou dando vinho demais pro pax e ele era um inconveniente de primeira falando alto e dando gargalhadas em plena madrugada na C.Mas quando o cmte que viajava em minha filera decidiu ir falar com ele, ele graças a deus acatou e capotou!hehe

E outra foi num da G3 Brasília-Goiânia em que o pax se deliciava nas latinhas de skol em frente ao portão dem embarque em BSB o sujeito era muito grande e muito gordo por consequência muito forte.Quado na hora de retirar as bagagens em Goiania o rapaz da G3 veio pedir os tickets de bagagem e o pax não queria checar e o rapaz o impediu de sair e ele jogou o carrinho em cima do funcionário 4 vezes até que o funcionário se revoltou e chutou uma mala do tal pax.E aí começou socos e tapas e o cara mesmo bêbado dava uns 2 caras do rapaz da G3 até que um cara veio de fora da área das bagagens e apontou uma pistola prateada na cara do sujeito, que só então parou de bater no funcionário da G3.Alguém já escutou isso em algum lugar?!

Em meio essas histórias de bebados, desviando um pouco o assunto principal do tópico.
O que se pode fazer com um pax que tomou algumas a mais e está incomodando "o avião todo"?


Tem que separar as coisas.....

No caso em questão, ocorreu uma coisa básica: pré-conceito (grafado propositalmente de forma diferente para evitar confusão)....

A cmra. pré-julgou que a pax estivesse bêbada... se ela não tivesse tomado a decisão unilateralmente e chamado a autoridade do voo (Cmdte.) isso poderia ter sido minimizado ou evitado... não tem nada a ver com sacanagem, foi um julgamento errado mesmo. Ela não pediu esclarecimento, ela afirmou "quem permitiu o embarque de uma bêbada"... é diferente....

No caso de pax bêbados, aí sim... até os outros passageiros (incomodados, obviamente) ajudam na questão...
Já houve uma história feia aqui em FOR relacionada a isso.... com as mesmas "pistolas apontadas" e tudo... stirthepot.gif

O que há de se fazer é restringir a pessoa... seja na quantidade de bebida, seja no incômodo que ela causa.... infelizmente, há casos que chegam mesmo até à pancadaria... se não tiver outra forma (em voo)... só vai amarrando.... stirthepot.gif stirthepot.gif

#11 Lucas

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Postado 27 de novembro de 2009 - 09:37


Típico de pessoas que acordam procurando qualquer motivo para gerar um confronto ou criar uma polêmica no seu dia de trabalho.

Se a CMS tivesse sido discreta, ninguém teria ouvido se quer, que ela estava falando de uma suposta passageira bêbada.

Se ela tivesse o mínimo de bom senso teria trocado meia dúzia de palavras com essa passageira e chegaria a conclusão que a mesma não estava bêbada.

Se tivesse ficado na dúvida, teria a obrigação de chamar seus superiores para participar da decisão.

Se por acaso, ela não tinha maturidade e nem preparo para proceder dessa forma. Nem deveria estar tripulando um Avião de passageiro. Então falhou a Empresa ao colocar uma pessoa despreparada e desequilibrada para cuidar da segurança dos outros.

Quem acha que a passageira não foi constrangida precisa rever seus conceitos. E 40000 mil pra mim foi pouco. Eu teria processado a empresa e a Comissária.

Já presenciei vários casos de pessoas alcolizadas (dentro de um certo limite) a bordo. E em 90% dos casos com um pouquinho de bom senso da tripulação o voo proseguiu sem problema algum.

Agora tem Comissário(a) que se depender dele, o passageiro sairia algemado por que demorou de desligar o celular. Por outro lado, existem os verdadeiros profissionais que são bem treinados e conseguem administrar com sabedoria problemas muito piores.





#12 Bird Dog

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Postado 27 de novembro de 2009 - 10:30

Cacete... Aconteceu uma situação idêntica a essa comigo a alguns anos atras. Estávamos no galeão, esperando para finalizar o embarque e iniciar o voo, quando entra na cabine a comissaria dizendo que havia um passageiro completamente embriagado, e que não teria nenhuma condição de permanecer a bordo. O Cmte. perguntou se ele estava incomodando ou se os outros passageiros estavam reclamando. Como ela respondeu que não, o capitão então disse para ela ficar de olho nele, e qualquer coisa nos avisasse.
Passando uns cinco minutos, ela volta a cabine dizendo de forma ríspida que se o Cmte. nao desembarcasse o passageiro, ela era quem iria desembarcar.
Vendo a confusão já criada, o Cmte. Solicitou que eu fosse lá atras ver o estado do tal passageiro.
Quando chego a poltrona do tal passageiro, o mesmo estava sentado acompanhado por sua esposa e uma criança, provavelmente seu filho. Realmente ele falava enrolado e aparentava estar alcoolizado. Quando me aproximei, perguntei se estava tudo bem com eles. Imediatamente, a esposa do passageiro me pediu desculpas pelo estado do marido, que havia passado por uma cirurgia de retirada de um tumor no cérebro, e havia ficado com seqüelas.
Entao expliquei que a comissaria teria ido até a cabine para avisar que tinha um passageiro que "caminhava com dificuldades" e que eu estava ali para saber se eles não gostaria de algum atendimento especial para o desembarque. Desejei boa viagem e voltei correndo para a cabine...
Calculem o esporro que a cms tomou do capitão!!!

#13 EchoMike

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Postado 27 de novembro de 2009 - 10:39

A comissária em hipotese alguma poderia anunciar pra todos que havia alguem embriagado a bordo(por mais que fosse verdade), isso constrange a suposta passageira bebada e os demais passageiros com aquela situação.

Essa comissária(se tudo isso for verdade mesmo), deveria ser demitida, pois nao possui ética ne profissionalismo pra lidar com 150 passageiros. Ela até pode ser mandada embora, mas a imagem da empresa fica arranhada.

#14 Airbus-FA

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Postado 27 de novembro de 2009 - 11:08

QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 01:48 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Um deles foi em um dos últimos voos GRU-CDG do MD11 na Tam,(infelizmente não fazia reportes ainda sad.gif ) o pessoal acabou dando vinho demais pro pax e ele era um inconveniente de primeira falando alto e dando gargalhadas em plena madrugada na C.Mas quando o cmte que viajava em minha filera decidiu ir falar com ele, ele graças a deus acatou e capotou!hehe



É por isso que eu não dou bebida à vontade ao pax.
Já houve uma discussão aqui no CR sobre isso.

No doméstico é apenas cerveja, eu dou 1, 2, 3, quando pedem a quarta lata de cerveja, eu entrego e aviso que aquela é a última. Pode reclamar, dizer que está pagando, o que quiser, mas a cerveja no avião é uma amenidade, algo para dar uma relaxada, não é para encher a cara. Explico que a quantidade de cerveja é limitada e que temos que ter disponível a outros pax que solicitarem.

Mais de 5 cervejas vc toma no boteco com os amigos e nunca no avião. Se tomar como princípio que o alcool fica potencializado 3 vezes em altitude, 4 latas de cerveja equivalem a 12 aqui embaixo.

#15 Leandro Renault

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Postado 27 de novembro de 2009 - 11:29

Se essa foi a qualidade do treinamento que a comissária recebeu fico aqui imaginando a capacidade da mesma para gerenciar uma emergência a bordo...

#16 Clipper

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Postado 27 de novembro de 2009 - 12:06

Apenas algumas breves observações em relação à ação dos tripulantes em situações como essas:

Nenhum membro da tripulação tem autonomia para julgar se alguém está alcoolizado ou não. No entanto, se tal estado físico, mesmo que aparente, crie algum tipo de inconveniente, poderá, sim, ocorrer o desembarque ou o impedimento do embarque do passageiro. Quanto ao comandante, a sua função é aplicar os regulamentos, caso contrário, poderá correr o risco de cometer uma ação equivocada, portanto, sujeita a contestação, principalmente no caso de excesso de poder.

As empresas aéreas estabelecem diversos critérios no Manual de Operação, que são respaldados, por exemplo, pelo CBA, RBHA 121, instruções diversas da Anac (no tempo do DAC era a Port. 676/GC5) e a Convenção de Tóquio. O grande problema é saber como lidar com toda essa informação, sem cometer exageros, erros de definição ou ser precipitado. E a possibilidade de perda de controle da situação, por parte dos funcionários, nem sempre é devidamente levada em consideração.

Se a pessoa sob observação estiver claramente sendo inconveniente e/ou afetando a segurança do vôo, geralmente existe uma rotina aplicável, que requer o preenchimento, se isso estiver ocorrendo a bordo, de um Termo de Apresentação do Passageiro, que inclui, entre outras coisas, a inclusão de testemunhas (que de preferência não sejam os funcionários da companhia aérea).

É importante observar que uma empresa aérea também pode legalmente desembarcar um passageiro por razões médicas, caso ele não esteja em pleno gozo de suas faculdades mentais, porém, é necessário obter uma confirmação médica (tal rotina não é obrigatória – a confirmação de um especialista – para a situação de embriaguez).

Mas, em todas as circunstâncias, é preciso agir de forma discreta, evitando constrangimentos e eventuais desentendimentos (obviamente se isso for possível). E é nesse ponto que as coisas geralmente desandam e a companhia aérea pode perder a razão.

Mesmo com todas as orientações previstas, inclusive algumas até subjetivas (como a autonomia legal para agir em caso de estado aparente – para embriaguez), os excessos do uso do poder, principalmente por parte daqueles que não poderiam agir isoladamente dessa forma, ainda mais quando outros recursos estavam disponíveis, é que acabam virando um “prato cheio” para posteriormente a justiça julgar e determinar "quem é quem" nesses causos, que deveriam ser filtrados, na medida do possível, antes do embarque, o que seria o correto e o mais prudente. Deixar para explodir a bomba a bordo é extremamente arriscado, por várias razões, entre elas, a facilidade para que tudo se torne uma cena de "pastelão" ou drama mexicano, a criação de animosidades, "preferências" (torcidas) e interferências indesejáveis por parte daqueles que estão assistindo a todo esse evento (mas que não deveriam e nem poderiam se manifestar), que sempre será desagradável, mesmo nos mais discretos possíveis.

#17 asm

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Postado 27 de novembro de 2009 - 18:48

QUOTE(Air Force One @ Nov 27 2009, 12:03 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Tá começando a virar moda esse negócio de processar todo mundo aqui também! suicide_anim.gif

Queria ver se fosse com vc ou seus filhos!

#18 SkyLiner

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Postado 29 de novembro de 2009 - 02:54

QUOTE(Leandro Renault @ Nov 27 2009, 11:29 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Se essa foi a qualidade do treinamento que a comissária recebeu fico aqui imaginando a capacidade da mesma para gerenciar uma emergência a bordo...

Complicado você jugar todo o treinamento de uma companhia por causa de uma única funcionária...

#19 PR-GTJ

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Postado 30 de novembro de 2009 - 02:54

Já viajei bêbado e não incomodei ninguém \o/

Viva euuu! icon_xd.gif

aliás, incomodei pq puxei o saquinho de vômito do bolsão da poltrona ao lado (no meu bolsão não tinha).

E só viajei bêbado porque bebi antes de ir pro aeroporto.
Como vi que é terrível a sensação de estar bêbado nas alturas, daquele dia em diante nunca mais bebi antes de viajar.

#20 PedroMacedo

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Postado 30 de novembro de 2009 - 11:19

Passageira deficiente.
Pelo que foi relatado ela não precisada de auxílio especial para tal situação.
Parabéns para a Justiça Brasileira.






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