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TACV cancelou voo de Domingo para Fortaleza
Passageiros portugueses entre os penalizados
Presstur 02-12-2009 (06h15) Muitos passageiros europeus, entre eles portugueses e espanhóis, foram surpreendidos Domingo na Praia pelo cancelamento do voo dos TACV que os deveria levar para Fortaleza, noticia hoje a edição online do jornal “O Liberal”.
A notícia diz que o voo deveria ter partido da Praia para Fortaleza às 21h30 de Domingo e que só por volta da 1h00 de ontem foram informados que poderiam optar pelo regresso a Lisboa e daqui seguirem para Fortaleza noutra companhia aérea ou, então, dormir num hotel da cabo-verdiana para seguirem para o Brasil ontem à noite.
A notícia diz que o voo foi cancelado por falta de tripulação do Boeing B757 e que “muitos passageiros eram turistas europeus, alguns espanhóis e portugueses, que se encontravam nitidamente desgastados com essa situação até porque alguns viajavam com crianças”.
Em Portugal, é comercializada a ligação aos Domingos de Lisboa para Fortaleza via Praia nos TACV, designadamente pelo operador Entremares, que tem pacotes turísticos com estes voos
Passageiros portugueses entre os penalizados
Presstur 02-12-2009 (06h15) Muitos passageiros europeus, entre eles portugueses e espanhóis, foram surpreendidos Domingo na Praia pelo cancelamento do voo dos TACV que os deveria levar para Fortaleza, noticia hoje a edição online do jornal “O Liberal”.
A notícia diz que o voo deveria ter partido da Praia para Fortaleza às 21h30 de Domingo e que só por volta da 1h00 de ontem foram informados que poderiam optar pelo regresso a Lisboa e daqui seguirem para Fortaleza noutra companhia aérea ou, então, dormir num hotel da cabo-verdiana para seguirem para o Brasil ontem à noite.
A notícia diz que o voo foi cancelado por falta de tripulação do Boeing B757 e que “muitos passageiros eram turistas europeus, alguns espanhóis e portugueses, que se encontravam nitidamente desgastados com essa situação até porque alguns viajavam com crianças”.
Em Portugal, é comercializada a ligação aos Domingos de Lisboa para Fortaleza via Praia nos TACV, designadamente pelo operador Entremares, que tem pacotes turísticos com estes voos
http://www.presstur.com/site/news.asp?news=22873
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ASA reclama dívida superior a 11 milhões de euros
TACV teve voos internacionais “embargados” pela empresa de segurança aérea de Cabo Verde
Presstur 01-12-2009 (09h29) Os voos da companhia cabo-verdiana TACV ontem da Praia para Dakar e Lisboa estiveram “embargados”, durante algumas horas, pela ASA, empresa de segurança aérea de Cabo Verde, que reclama o pagamento de uma dívida superior a 11 milhões de euros, e só partiram depois de uma delegação da transportadora se deslocar à ilha do Sal.
“A ASA não pretende comprometer a TACV pelo que, em boa-fé, entendemos que o Boeing poderia descolar. Não queremos humilhar, apenas cobrar uma dívida”, disse o presidente da ASA, Mário Paixão, ao “Semana online”, que noticiou que a empresa de segurança aérea autorizou o voo para Lisboa depois que uma equipa dos TACV liderada pelo director financeiro se deslocou ao Sal para negociar.
O presidente da ASA, nas declarações ao “Semana online”, destacou que grande parte dessa dívida é relativa a dinheiro pago pelos passageiros que não chegou à empresa.
Mário Paixão disse que 71% do valor das taxas de aeroportos é pago pelos passageiros e apenas 29% é custo directo da companhia aérea.
O presidente da ASA também rejeitou nas declarações ao “Semana online” críticas feitas pelo presidente dos TACV, António Neves, designadamente que a empresa que dirige tenha tomado uma atitude diferente do passado.
António Neves, em declarações de Nice, França, onde se encontrava ontem, acusou a ASA de fazer “má publicidade da TACV” e segundo notícia do jornal “O Liberal”, e disse estranhar a atitude da ASA porque a empresa aérea “sempre teve dívidas” com a empresa de segurança aérea.
O presidente dos TACV, segundo a mesma notícia, disse pensar que “intencionalmente” a ASA estava a esconder essa situação.
Nas declarações ao “Semana online”, Mário Paixão rebateu estas críticas, dizendo que com a nova administração dos TACV a dívida cresceu 55%.
“Na gestão anterior havia dívidas, é um facto, mas iam sempre liquidando uma parte para que não se avolumasse. Entretanto, desde que a actual equipa assumiu a empresa nunca repassaram qualquer montante para a ASA. Em um ano e meio de mandato, a dívida cresceu mais de 55%”, disse o presidente da empresa de segurança aérea citado pela “Semana online”.
De acordo com a imprensa cabo-verdiana, o voo de ontem dos TACV da Praia para Lisboa saiu de Cabo Verde apenas cerca do meio dia, quando deveria ter partido às 9h30.
As notícias dizem também que a ASA exigia aos TACV o pagamento de 10% da dívida.
As primeiras notícias diziam que a dívida é de 1,2 milhões de contos cabo-verdianos, mas hoje “O Liberal” indica 1,4 milhões como o montante “pelos cálculos da empresa de segurança aérea”.
Em Março passado, o presidente dos TACV, António das Neves, descrevia a situação da companhia como “muito doente”.
“Só sobrevive porque tem acumulado dívidas em cima de dívidas” e “os credores vão fechando os olhos e nenhum deles pediu, até agora, o seu encerramento”, dizia ainda António neves numa carta aos trabalhadores (clique para ler: “Ou mudamos ou fechamos” — aviso do presidente da TACV aos trabalhadores).
TACV teve voos internacionais “embargados” pela empresa de segurança aérea de Cabo Verde
Presstur 01-12-2009 (09h29) Os voos da companhia cabo-verdiana TACV ontem da Praia para Dakar e Lisboa estiveram “embargados”, durante algumas horas, pela ASA, empresa de segurança aérea de Cabo Verde, que reclama o pagamento de uma dívida superior a 11 milhões de euros, e só partiram depois de uma delegação da transportadora se deslocar à ilha do Sal.
“A ASA não pretende comprometer a TACV pelo que, em boa-fé, entendemos que o Boeing poderia descolar. Não queremos humilhar, apenas cobrar uma dívida”, disse o presidente da ASA, Mário Paixão, ao “Semana online”, que noticiou que a empresa de segurança aérea autorizou o voo para Lisboa depois que uma equipa dos TACV liderada pelo director financeiro se deslocou ao Sal para negociar.
O presidente da ASA, nas declarações ao “Semana online”, destacou que grande parte dessa dívida é relativa a dinheiro pago pelos passageiros que não chegou à empresa.
Mário Paixão disse que 71% do valor das taxas de aeroportos é pago pelos passageiros e apenas 29% é custo directo da companhia aérea.
O presidente da ASA também rejeitou nas declarações ao “Semana online” críticas feitas pelo presidente dos TACV, António Neves, designadamente que a empresa que dirige tenha tomado uma atitude diferente do passado.
António Neves, em declarações de Nice, França, onde se encontrava ontem, acusou a ASA de fazer “má publicidade da TACV” e segundo notícia do jornal “O Liberal”, e disse estranhar a atitude da ASA porque a empresa aérea “sempre teve dívidas” com a empresa de segurança aérea.
O presidente dos TACV, segundo a mesma notícia, disse pensar que “intencionalmente” a ASA estava a esconder essa situação.
Nas declarações ao “Semana online”, Mário Paixão rebateu estas críticas, dizendo que com a nova administração dos TACV a dívida cresceu 55%.
“Na gestão anterior havia dívidas, é um facto, mas iam sempre liquidando uma parte para que não se avolumasse. Entretanto, desde que a actual equipa assumiu a empresa nunca repassaram qualquer montante para a ASA. Em um ano e meio de mandato, a dívida cresceu mais de 55%”, disse o presidente da empresa de segurança aérea citado pela “Semana online”.
De acordo com a imprensa cabo-verdiana, o voo de ontem dos TACV da Praia para Lisboa saiu de Cabo Verde apenas cerca do meio dia, quando deveria ter partido às 9h30.
As notícias dizem também que a ASA exigia aos TACV o pagamento de 10% da dívida.
As primeiras notícias diziam que a dívida é de 1,2 milhões de contos cabo-verdianos, mas hoje “O Liberal” indica 1,4 milhões como o montante “pelos cálculos da empresa de segurança aérea”.
Em Março passado, o presidente dos TACV, António das Neves, descrevia a situação da companhia como “muito doente”.
“Só sobrevive porque tem acumulado dívidas em cima de dívidas” e “os credores vão fechando os olhos e nenhum deles pediu, até agora, o seu encerramento”, dizia ainda António neves numa carta aos trabalhadores (clique para ler: “Ou mudamos ou fechamos” — aviso do presidente da TACV aos trabalhadores).
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TACV e ASA anunciam acordo
Aérea vai pagar dívida em dez anos
Presstur 02-12-2009 (06h18) A ASA, empresa de segurança aérea de Cabo Verde que na manhã de segunda-feira chegou a impedir a sair de dois dos TACV por dívidas da companhia aérea cabo-verdiana, anunciou ter chegado ontem a acordo com a transportadora para o pagamento em dez anos dos cerca de 11,8 milhões de euros em falta.
O assessor de imprensa da ASA, citado pela imprensa cabo-verdiana, anunciou que na sequência de conversações ontem no Sal entre as duas partes foi estabelecido um acordo em que os TACV se comprometem a pagar a dívida em 128 prestações mensais de cerca de 90,7 mil euros cada.
“Nem os valores nem as datas foram impingidas à TACV. Resultaram de negociações onde a ASA apresentou uma proposta e a TACV, uma contra-proposta. Houve cedência de parte a parte antes de se chegar ao pagamento da prestação mensal no montante de 10.006.258 escudos [cabo-verdianos]”, disse o porta-voz da ASA, João Paulo Brito, citado pela imprensa online cabo-verdiana.
Na segunda-feira de manhã a ASA começou por impedir a saída dos voos dos TACV para Dakar e Lisboa, invocando a dívida, e em declarações à imprensa o seu presidente, Mário Paixão, salientou que grande parte da dívida decorre do não pagamento de taxas e que na sua maioria (71%) já foi pago pelos passageiros à companhia aérea (clique para ler: TACV teve voos internacionais “embargados” pela empresa de segurança aérea de Cabo Verde).
Mário Paixão, de acordo com a imprensa cabo-verdiana, disse ainda que no mandato da actual gestão dos TACV, que tomou posse há ano e meio, a dívida com a ASA aumentou 55% e argumentou que o impedimento dos dois voos não foi para “comprometer a empresa”.
“Não queremos humilhar, apenas cobrar uma dívida”, salientou.
Aérea vai pagar dívida em dez anos
Presstur 02-12-2009 (06h18) A ASA, empresa de segurança aérea de Cabo Verde que na manhã de segunda-feira chegou a impedir a sair de dois dos TACV por dívidas da companhia aérea cabo-verdiana, anunciou ter chegado ontem a acordo com a transportadora para o pagamento em dez anos dos cerca de 11,8 milhões de euros em falta.
O assessor de imprensa da ASA, citado pela imprensa cabo-verdiana, anunciou que na sequência de conversações ontem no Sal entre as duas partes foi estabelecido um acordo em que os TACV se comprometem a pagar a dívida em 128 prestações mensais de cerca de 90,7 mil euros cada.
“Nem os valores nem as datas foram impingidas à TACV. Resultaram de negociações onde a ASA apresentou uma proposta e a TACV, uma contra-proposta. Houve cedência de parte a parte antes de se chegar ao pagamento da prestação mensal no montante de 10.006.258 escudos [cabo-verdianos]”, disse o porta-voz da ASA, João Paulo Brito, citado pela imprensa online cabo-verdiana.
Na segunda-feira de manhã a ASA começou por impedir a saída dos voos dos TACV para Dakar e Lisboa, invocando a dívida, e em declarações à imprensa o seu presidente, Mário Paixão, salientou que grande parte da dívida decorre do não pagamento de taxas e que na sua maioria (71%) já foi pago pelos passageiros à companhia aérea (clique para ler: TACV teve voos internacionais “embargados” pela empresa de segurança aérea de Cabo Verde).
Mário Paixão, de acordo com a imprensa cabo-verdiana, disse ainda que no mandato da actual gestão dos TACV, que tomou posse há ano e meio, a dívida com a ASA aumentou 55% e argumentou que o impedimento dos dois voos não foi para “comprometer a empresa”.
“Não queremos humilhar, apenas cobrar uma dívida”, salientou.
http://www.presstur.com/site/news.asp?news=22874



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