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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

TAM e Gol protestam contra Aeroparque livre


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#21 asm

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Postado 28 de janeiro de 2010 - 18:36

QUOTE(Emanuel Mosci @ Jan 28 2010, 01:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
o capitalismo não tem coração nem justiça, apenas interesses e capital my friend! huahauhau

Isso não é capitalismo, é monopólio, protecionismo, safadeza........capitalismo de verdade é o incentivo da livre iniciativa, do empreendedorismo, da livre concorrência, da meritocracia............Não devemos confundir as coisas. thumbsup.gif

#22 Islander

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Postado 28 de janeiro de 2010 - 19:25

Quando a TAM iniciou os voos para EZE, ela tentou operar no AEP. Ofereceu inclusive dinheiro para reforma de parte do aeroporto. As autoridades Argentinas, ná época, não permitiram. Agora o governo Argentino aparentemente mudou de posição. Acho que o problema atual é o fato de que a Aerolineas reestatizada planeja a sua recuperação calcada nos voos para o Brasil. Só não sei como ela vai ampliar as operações para GRU, que estão congeladas pela ANAC, que atualmente não autoriza novos voos internacionais para GRU. Alguns executivos brasileiros esperam anciosamente por este movimento argentino, quando finalmente a Argentina deve aceitar rever o bilateral, garantindo novas possibilidades de voos Brasil EZE, que já estão saturados no lado Brasileiro. As empresas Brasileiras, bem como Chilena, devem reclamar, pedindo tratamento igualitário em operações na Argentina. Se eu fosse uma ewmpresa, também reclamaria, afinal, é a defesa do meu negócio contra possiveis vantagens peranto o concorrente.
Mas com este governo do casal K, nada é impossivel, uma vez que eles estão pagando a conta da estatização com um caixa prá lá de combalido do Estado...

#23 C010T3

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Postado 28 de janeiro de 2010 - 20:45

QUOTE(mr_loner @ Jan 28 2010, 02:25 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Até onde eu saiba eles n estão proibindo as Brasileiras de voar pra Argentina, eles só n vão dar slots as brasileiras no AEP, p q assim como CGH o aeroporto já é completamente ocupado...


Sim, mas o acordo bilateral é feito para dar oportunidades iguais para os dois lados. Um vez estabelecido, as oportunidades podem ficar assimétricas como resultado da força do mercado. CGH lotou pela força do mercado, não é o governo que está impedindo a entrada de nova concorrência. O governo argentino está mudando as regras do jogo, no entanto, para isso ele tem de verificar se isso não vai gerar assimetrias. Se um novo aeroporto estivesse sendo aberto, todas as companhias teriam oportunidade de pleitear um lugar, porém um aeroporto cheio está sendo aberto. Se CGH voltasse a ser internacional hoje, mas não fosse dada oportunidade para empresas de outros países operarem nele, isso também seria assimétrico e condenável.

QUOTE(mr_loner @ Jan 28 2010, 02:25 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Quer dizer que, se a TAM decidir voar pro Japão, eles vão ser obrigados a dar Slots em NRT? Slots que a Emirates sofreu tempos e tempos pra conseguir?


Não sei de quando é o acordo bilateral entre o Japão e os EAU, porém vou colocar aqui as duas situações possíveis aqui:

Se ele é anterior à lotação de NRT, companhias dos EAU não têm slots, porque não pediram após a assinatura, ou seja, as forças do mercado bloquearam uma entrada tardia no mercado.
Se ele é posterior à lotação de NRT, a condição do aeroporto já era conhecida, portanto a assinatura foi feita diante de restrições já pré-existentes. Assinaram porque quiseram.

QUOTE(mr_loner @ Jan 28 2010, 02:25 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Uma coisa n tem nada a ver com a outra... Vou usar as mesmas palavras que alguns usavam aqui... A Aerolíneas opera no AEP a décadas e décadas, aí a TAM e a GOL querem chegar e ja ir conseguindo espaços para operar em ''igualdade'', chega atrasado e ainda quer sentar na janela.... Esperem até vagas Slot no AEP pra poder colocar Frequencias pra lá!


Você não vê que se trata de uma questão nacional, não comercial das empresas? A defesa aqui é do emprego dos brasileiros e do Tesouro Nacional. Isso tudo vai muito além de TAM e Gol.

QUOTE(mr_loner @ Jan 28 2010, 02:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Se são tão a favor a IGUALDADE DE TRATAMENTO por que n permitem que a ANAC faça uma redistribuição de slots em CGH de maneira mais igualitária como foi feita no SDU?

E tem gente que ainda acredita que na verdade TAM e GOL de fato são as injustiçadas nessa história, são as coitadas... a Mesma coisa do Dupping que a GOL fez pra quebrar a Rico em CZS, e depois viram com mimi de liberdade tarifária que as empresas estrangeiras iriam quebrar as nacionais...


O mercado brasileiro doméstico é já estabelecido, e todos os que desejam entrar na concorrência têm de começar do zero e ocupar o espaço disponível, não desalojando concorrentes por canetada. Você quer criar uma instabilidade regulatória na qual as empresas seriam aversas a investimentos, porque poderiam ver seu mercado entregue à concorrência no dia seguinte. Aliás, por que os empregos dos funcionários das estabelecidas valem menos que os das novatas?
O princípio do equilíbrio do acordo bilateral é manter exatamente isso, o emprego de um argentino não vale mais que o de um brasileiro e vice e versa.

QUOTE(thiago_SJK @ Jan 28 2010, 06:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O governo argentino tem total soberania para definir quais aeroportos argentinos serão internacionais ou não. O acordo bilateral Brasil-Argentina não estabelece nenhuma restrição para vôos entre o Brasil e AEP. Quem determinou que o aeroporto só operaria vôos internacionais para o Uruguai foi o governo argentino e agora está querendo liberar vôos internacionais para outros países. Por que o governo argentino não pode fazer isso?


Ele pode definir o uso de seus aeroportos da forma que quiser, porém isso não pode afetar a igualdade de oportunidades para os dois lados. Se AEP tivesse sido sempre aberto, mas não tivesse tido interesse até hoje por parte das brasileiras, não seria legítimo esse pedido agora. No entanto, o acordo bilateral foi assinado com a restrição de AEP a voos domésticos. Ele se encheu com companhias argentinas somente porque ele era restrito, não porque somente elas quiseram nele operar.


QUOTE(thiago_SJK @ Jan 28 2010, 06:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Tal medida só poderia ser questionada pelas nossas autoridades diplomáticas se, uma vez havendo a liberação de mais vôos internacionais no AEP, houvesse um claro veto político ao estabelecimento de companhias brasileiras no aeroporto. Se as restrições existentes para a operação das nossas companhias no AEP remetem à infra-estrutura limitada do aeroporto, não há o que questionar.


Sim, o Itamaraty tem de participar, porém a ausência de companhias brasileiras em AEP hoje se deve ao veto delas no passado, portanto, para que haja voos para o Brasil de lá, companhias brasileiras tem de gozar de direitos iguais ou que, pelo menos, sejam vistos como satisfatórios pelo governo brasileiro.


QUOTE(thiago_SJK @ Jan 28 2010, 06:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
E é aqui que reside a semelhança com CGH. Novas empresas não entram em CGH porque todos os espaços estão ocupados e não porque são politicamente impedidas.


As companhias estrangeiras são impedidas. Se um dia reinternacionalizarem o aeroporto, será preciso remediar essa falta.

#24 C010T3

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Postado 29 de janeiro de 2010 - 00:08

El comercio en el Mercosur / Llega una comitiva de Brasil

Inquietud de empresarios brasileños


El canciller Amorim vendrá la semana próxima para transmitir un reclamo por las trabas a las importaciones

Jueves 28 de enero de 2010 | Publicado en edición impresa
Lucas Colonna
LA NACION

Dentro de una semana, la relación bilateral con Brasil será sometida a una exhaustiva revisión para comenzar el año con la menor cantidad posible de desencuentros en materia comercial.

El canciller Celso Amorim visitará Buenos Aires el 4 y el 5 del mes próximo como cabeza de una comitiva ministerial que tratará con sus pares locales todos los temas espinosos de la agenda de negocios entre los dos principales socios del Mercosur.

Según supo LA NACION de altas fuentes vinculadas con los preparativos del encuentro, el listado de asuntos por abordar incluirá también la inquietud de algunas de las grandes empresas brasileñas que operan en la Argentina ante incipientes cambios en las reglas de juego para el desarrollo de sus inversiones. Entre ellas están las aerocomerciales TAM y GOL, que por estos días han hecho trascender por medio de la cámara del sector su preocupación frente a la posibilidad de que sólo Aerolíneas Argentinas se vea beneficiada por una resolución oficial para operar vuelos regionales desde el aeroparque metropolitano. Ambas firmas lideran el segmento de rutas entre la Argentina y Brasil.

Al igual que la chilena LAN, las firmas, agrupadas en Jurca, tendrán antes del fin de la semana un encuentro con el secretario de Transporte, Juan Pablo Schiavi, para pedir que se proteja "el derecho a la libre competencia" en el sector.

Antesala de reunión con Lula

Amorim será recibido por el canciller Jorge Taiana y por los ministros de la Producción, Débora Giorgi, y de Economía, Amado Boudou. El jefe de la diplomacia brasileña vendrá acompañado por sus pares de Desarrollo e Industria, Miguel Jorge, y de Hacienda, Guido Mantega.

La reunión de la comisión ministerial de alto nivel será la antesala de un encuentro presidencial que se prepara para marzo, en Buenos Aires. Será esa cumbre entre Lula y Cristina Kirchner la primera de cuatro que están previstas para el resto del año como parte del mecanismo de relación bilateral entre ambos países.

Fuentes diplomáticas brasileñas buscaron suavizar el planteo comercial que trae Amorim. Dijeron que, en el plano de los negocios, la relación "ha comenzado a encaminarse", y procuraron enfriar la agenda de temas por abordar en el encuentro.

"Las relaciones comerciales están bien. Será un encuentro de rutina para repasar la agenda de asuntos pendientes, pero sin urgencias ni situaciones apremiantes", explicó a LA NACION un alto funcionario del gobierno brasileño.

Las fuentes fueron cautas respecto de las inquietudes de las compañías aéreas que operan desde Buenos Aires. "Es un tema entre privados", explicó, prudente, un hombre de la diplomacia brasileña.

La cautela de la diplomacia tiene un contexto. El gobierno brasileño aún negocia con la administración kirchnerista la venta por parte de la firma Embraer de 20 aviones modelo 190 AR para sumar a la flota de Aerolíneas Argentinas.

En cualquier caso, la visita de la comitiva brasileña pondrá en marcha el trabajo de la comisión ministerial de seis miembros que debe reunirse cada 45 días para evaluar el conjunto de la relación comercial entre ambas naciones.

El encuentro entre los ministros será precedido por reuniones entre el Secretario de Industria, Eduardo Bianchi, y el viceministro brasileño de Industria y Desarrollo, Ivan Ramalho. En estos encuentros, ambos funcionarios encabezarán los contactos formales del comité automotor y de la comisión de comercio bilateral que conforman los dos países.

Bianchi se reunió ayer con varios de los sectores afectados por las licencias no automáticas que impone Brasil, a fin de evaluar el estado de situación de cada uno. Entre los productos afectados por estas medidas se encuentran papas prefritas, desodorantes, insecticidas, cobertura de chocolate, aceite de oliva, vinos, juntas, motores de arranque, leche en polvo, quesos, manteca y polipropileno, entre otros.

Hoy la ministra Giorgi recibirá a empresarios de los sectores sensibles argentinos que se han beneficiado de las medidas adoptadas por el Ministerio de Industria durante 2009, que, de acuerdo con los números oficiales, han permitido preservar más de 500.000 empleos.

http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1226669


#25 EchoMike

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Postado 29 de janeiro de 2010 - 00:38

Fiz uma consulta rápida, vi que na rota Buenos Aires-São Paulo ha 4 voos da Aerolineas contra 6 da Tam e outros 6 da Gol.

Ou seja, a dupla brasileira tem 3x mais voos juntas do que a Aerolineas. Some-se a isso o fato que não ha a possibilidade de se abrirem novos slots em GRU. Resumindo, a Aerolineas troca 6 por meia-duzia colocando seus voos no AEP, pois nao conseguiria concorrer com as 12 frequencias diarias para SP.

Se tem um mercado que a Aerolineas pode ganhar começando voos no AEP, é pro GIG, CWB, POA, CNF e BSB.

#26 skyfire

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Postado 30 de janeiro de 2010 - 20:23

QUOTE(EchoMike @ Jan 28 2010, 08:38 PM) <{POST_SNAPBACK}>

Fiz uma consulta rápida, vi que na rota Buenos Aires-São Paulo ha 4 voos da Aerolineas contra 6 da Tam e outros 6 da Gol.

Ou seja, a dupla brasileira tem 3x mais voos juntas do que a Aerolineas. Some-se a isso o fato que não ha a possibilidade de se abrirem novos slots em GRU. Resumindo, a Aerolineas troca 6 por meia-duzia colocando seus voos no AEP, pois nao conseguiria concorrer com as 12 frequencias diarias para SP.

Se tem um mercado que a Aerolineas pode ganhar começando voos no AEP, é pro GIG, CWB, POA, CNF e BSB.



Se o governo argentino so permitir o uso do Aeroparque para a Aerolíneas o governo brasileiro obriga a Aerolíneas a pousar em digamos Ribeirão Preto nos voos para São Paulo e no de sei, lá , para o Rio. Ou seja, usa da mesma arma, discriminando a AEROLÍNEAS.
Isso é blefe não vai para frente. A Argentina pode endurecer, mas nos somos muito mais importantes como mercado para eles do que eles para nós.
Esse tópico me parece sem fundamento, pois jamais eles irão impor uma condição discriminatória submetendo unilateralmente as empresas brasileiras.

Isto não ocorrerá.

#27 philoclimber

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Postado 01 de fevereiro de 2010 - 00:09

QUOTE(thiago_SJK @ Jan 28 2010, 06:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O governo argentino tem total soberania para definir quais aeroportos argentinos serão internacionais ou não. O acordo bilateral Brasil-Argentina não estabelece nenhuma restrição para vôos entre o Brasil e AEP. Quem determinou que o aeroporto só operaria vôos internacionais para o Uruguai foi o governo argentino e agora está querendo liberar vôos internacionais para outros países. Por que o governo argentino não pode fazer isso?

Tal medida só poderia ser questionada pelas nossas autoridades diplomáticas se, uma vez havendo a liberação de mais vôos internacionais no AEP, houvesse um claro veto político ao estabelecimento de companhias brasileiras no aeroporto. Se as restrições existentes para a operação das nossas companhias no AEP remetem à infra-estrutura limitada do aeroporto, não há o que questionar.

E é aqui que reside a semelhança com CGH. Novas empresas não entram em CGH porque todos os espaços estão ocupados e não porque são politicamente impedidas.


ah...eu acho perfeitamente possivel e até mesmo vislumbro e não duvido que não esteja nos planos futuros de TAM e GOL propor que SDU e CGH possam operar internacional tb, alegando junto com o gov., para não permitir novos intrusos, que SDU e CGH têm operações restritas? isso é um argumento técnico como bem destaca o Thiago SJk, não um argumjento político. o que o gov. argentino ta fazendo pode ser um belo exemplo que pode abrir um precedente aqui no Brasil...posso estar errado, mas o que eu to pensando não é inválido não. :-)

Constantino.

#28 benitorbp

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Postado 01 de fevereiro de 2010 - 15:09

Em tese, não vejo como a liberação do Aeroparque fere o bilateral entre Brasil e Argentina, as empresas vão chiar com certeza, mas o máximo que o Governo Brasileiro poderia fazer é usar de reciprocidade, ou então cancelar o bilateral, coisa que não vai acontecer.
Aliais, são raros os casos em Direito Internacional que um país cria um incidente internacional com o outro por conta de interesses de empresas aéreas, a coisa é bem mais complexa e ter razão em geral é o que menos importa, retaliar um país ou não envolve inúmeros outros fatores, pouco associados ao caso concreto.
Mas falando especificamente do caso, a situação do aeroparque e da TAM e GOL lá, é completamente diferente da situação da AR em CGH e SDU aqui. O Aeroparque já era um aeroporto internacional, a AR teria praticamente o monopólio por lá, independemente de qualquer regra que fosse criada para distribuição de "slots", por lá.
Vamos dizem que o Governo Brasileiro use da reciprocidade e resolvesse abrir CGH para voos internacionais para a Argentina.
Mudada a destinação do aeroporto precisaria haver nova redistribuição de slots, pois empresas internacionais antigamente não poderiam operar por lá. Qualquer critério que fosse estabelecido para distribuiçâo destes slots percisaria levar em consideração o tempo da empresa e a quantidade de frequencias na rota.
Adivinhem quem iria operar em CGH? A AR.
Prestando um serviço ruim ou não, a AR é uma empresa com 60 anos de operação que voa para o Brasil desde a decada de 50, a TAM e a Gol são adolescentes perto delas, o governo argentino pode e deve se beneficiar disso, ele não precisa restringir o Aeroparque para operações das empresas Brasileiras, pelo contrário ele já falou que todas vão poder operar por lá, basta liberar as operações internacionais dentro de critérios legitimos e equilatários de concorrência, a AR se sobressai e pronto, eles não violaram nenhuma regra, não criaram benefício indevido nenhum.
Em 50 quando EZE foi criado, a TAM e a GOL não operavam por lá, quem teve prejuízos e hoje tem prioridade em sua utilização é a AR, alias exatamente como ocorre em CGH, em uma eventual escolha de slots em CGH se forem utilizados os mesmos critérios que provavelmente serão adotados no Aeroparque, a AR vai escolher primeiro que a TAM e a GOL.
Mas tirando tudo isso, acho que é mais uma medida desesperada, como disse me post anterior, daqui a pouco a TAM e GOL, vão estar voando no Aeroparque e a AR volta para EZE....

Abraços





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