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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Sem aeronaves, entregas dos Correios têm atraso


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#1 Led.737

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Postado 12 de fevereiro de 2010 - 09:38

Entregas dos Correios têm atraso em sete Estados

FLÁVIA MARCONDES
da Agência Folha

Devido à falta de aeronaves cargueiras no mercado, sete Estados brasileiros estão enfrentando atrasos na entrega de cartas e encomendas pelos Correios. No Acre, onde a situação é mais crítica, os envios via Sedex, previstos para entrega em 24 horas, estão demorando até oito dias úteis.

Roraima, Amazonas, Rondônia, Ceará, Mato Grosso e Santa Catarina também estão sofrendo com a demora. Segundo os Correios, acidentes e restrições de segurança impostas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) são o motivo para o atraso no serviço.

O problema começou em outubro de 2009, quando a empresa Beta foi considerada inidônea e o serviço aéreo exclusivo de cargas foi suspenso no AC, em MT e em RO.

No Acre, os atrasos na entrega estariam ocorrendo também por terra, por problemas de gestão interna da ECT, conforme afirmou a deputada federal Perpétua Almeida (PC do B-AC), que disse ter se reunido com a diretoria nacional da empresa para tratar da questão. Os Correios, por meio de sua assessoria, negaram o problema.

Em dezembro, foi a vez de RR e AM, atendidos pela TAF (Táxi Aéreo Fortaleza), ficarem sem o transporte de cargas após o acidente de duas aeronaves e o recolhimento de outra para manutenção. A reportagem não conseguiu falar com a TAF.

Segundo o diretor regional dos Correios no Amazonas, Ageu de Siqueira Cavalcanti, Manaus recebe em média 400 mil objetos/dia e os atrasos do Sedex podem chegar a três dias úteis. "A previsão que nos deram para regularização é de 60 dias. É provável que sejamos forçados a rescindir o contrato e fazer nova licitação", disse.

De acordo com um empresário do setor ouvido pela reportagem, o valor de referência exigido pela ECT (Empresa de Correios e Telégrafos) nas licitações muitas vezes não compensa o custo operacional.

"A empresa não consegue rentabilizar a linha e quebra. O custo é muito alto. Só a manutenção, que precisa ser feita a cada dois anos, custa US$ 600 mil", disse Daniel Winocur, diretor-geral da Total, responsável pela rota de SC, que também está com atraso.

O problema nesse Estado começou no início de janeiro. O motivo foi o término do prazo para a Total instalar os abafadores de ruídos exigidos por norma internacional.

A empresa está sublocando uma aeronave para suprir a falta e já encomendou outra do exterior para normalizar o serviço após o Carnaval.

"Estamos pagando penalidades altíssimas, que chegam a 100% do valor do contrato", disse Winocur.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheir...91u693197.shtml

#2 jecsantos

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Postado 12 de fevereiro de 2010 - 13:10

Enquanto isso centenas de aeronaves apodrecem em nossos aeroportos ! mad.gif

#3 Yoshioff

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Postado 12 de fevereiro de 2010 - 14:49

Estes problemas dos correios só terão fim quando o primeiro KC-390 ser incorporado a frota deles.

#4 Thiago Zschornack

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Postado 12 de fevereiro de 2010 - 22:30

QUOTE(Yoshioff @ Feb 12 2010, 02:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Estes problemas dos correios só terão fim quando o primeiro KC-390 ser incorporado a frota deles.


a frota cargueira da RPN diz tudo. thumbsdown_still.png

#5 Landing

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Postado 12 de fevereiro de 2010 - 23:36

QUOTE(Yoshioff @ Feb 12 2010, 03:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Estes problemas dos correios só terão fim quando o primeiro KC-390 ser incorporado a frota deles.


Duvido que isso va acontecer!

#6 Murundum

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Postado 13 de fevereiro de 2010 - 16:46

Sou leigo e não convivo no meio da aviação mas a BETA sempre prestou um excelente serviço com pontualidade e regularidade ai tiraram algumas rotas deles e olha no que deu.

#7 FlyerOne

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Postado 13 de fevereiro de 2010 - 17:28

QUOTE(Murundum @ Feb 13 2010, 04:46 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Sou leigo e não convivo no meio da aviação mas a BETA sempre prestou um excelente serviço com pontualidade e regularidade ai tiraram algumas rotas deles e olha no que deu.


Fora a alta disponibilidade de espaço para carga... I miss BEX @ REC!

#8 jambock

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Postado 14 de fevereiro de 2010 - 19:37

QUOTE(iGO MD @ Feb 13 2010, 08:55 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não enxergo os maleficios dos correios com frota aerea propria, claro, além do mau uso da maquina pública, e levar filho do lula de São Paulo p/ BSB.
Bem, os correios teriam um maior controle da logistica oferecendo um serviço melhor à população, principalmente nos Estados do norte do país que depende muito da aviação.
Argumentem caros foristas, argumentem.
O colega Yoshioff afirma que os problemas só terão fim com o primeiro C-390 no ar. Ocorre que isto só irá acontecer daqui uns quatro/cinco anos. Até lá como resolver este problema?
E se os Correios fecham um convênio com a FAB e sua frota de C-130 (Hércules), C-95 (Bandeirante), C-97 (Brasília), C-98 (Caravan) e C-105 (Amazonas), passa a ser utilizada para tal, proporcionando aos pilotos da FAB maior proficência de vôo devido a maior quantidade de horas voadas, sem que a Fôrça tenha que arcar com o custo decorrente?


#9 iGO MD

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Postado 14 de fevereiro de 2010 - 20:48

Adicionando info ao thread.

CORREIOS PODERÃO TER AVIÕES DE CARGA
O governo planeja criar uma companhia aérea, subsidiária da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), para fazer o transporte de cartas e encomendas postais. Com esse objetivo, está em negociações com a Embraer para comprar até 19 aeronaves. A fabricante de jatos já desenvolveu um modelo cargueiro, batizado inicialmente de C-390, que usa estrutura e equipamentos tecnológicos adotados no E-190, da nova família de aviões para passageiros.A idéia da subsidiária surgiu porque os Correios gastam anualmente R$ 450 milhões com o pagamento de transporte aéreo de cargas a empresas como Skymaster, Beta e VarigLog - alvos de investigações na CPI dos Correios, em 2005 - e porque há dificuldades na renovação dos contratos, que deve ser feita todos os anos. Nos últimos meses, a ECT e o Ministério das Comunicações, pasta à que a estatal é vinculada, propuseram parcerias com TAM, Gol e com a própria VarigLog, mas não houve interesse. Passou-se então ao planejamento de uma nova empresa, que daria mais agilidade à entrega de encomendas postais e poderia impulsionar a Rede Postal Noturna, serviço que funciona durante a madrugada.A nova companhia funcionaria como uma empresa privada, mas de controle acionário da ECT, a exemplo do que fez o Banco do Brasil com suas seguradoras. O governo buscaria um sócio privado, teria a maior fatia do capital total da nova empresa e, por meio de um acordo de acionistas, manteria a prerrogativa de nomear seus gestores. Livre das amarras da Lei 8.666 (que regula as licitações no serviço público), esse modelo asseguraria, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, uma gestão profissional e ágil."Não podemos ficar reféns de um operador [de transporte aéreo de cargas]", afirmou ao Valor o presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio. "É uma empresa de logística, que no futuro pode englobar outros modais, como ferrovias, e já nasce com faturamento anual perto de R$ 500 milhões", completou.Para o ministro Hélio Costa, o projeto - que faz parte do PAC das Comunicações e depende ainda da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - ataca a possibilidade de um ´´apagão postal´´ no futuro e busca aproveitar novos nichos criados pelo crescimento do comércio eletrônico (que, no primeiro semestre, segundo a e-bit, chegou a R$ 2,6 bilhões, 49% a mais do que no mesmo período de 2006). Com uma empresa dedicada exclusivamente à logística de transporte, a ECT ganharia mais rapidez para a entrega de produtos comprados pela internet, argumentou o ministro. "Queremos transformar o comércio eletrônico em carro-chefe dos Correios", disse.A preocupação do ministro é modernizar a ECT num ambiente competitivo e que passa por profunda transformação. Costa chegou a conversar sobre uma possível parceria com a VarigLog, mas a empresas anunciou na semana passada uma associação com a americana Fedex . Em outro negócio, a TNT Express, transportadora de cargas pertencente ao correio holandês, comprou a gaúcha Mercúrio, maior companhia de transportes rodoviários do país.As conversas com a Embraer tiveram início há cerca de quatro meses. O ministério foi apresentado ao projeto da empresa para produzir um avião cargueiro, mas recebeu da fabricante de jatos a informação de que o protótipo precisa de uma lista de encomendas para ganhar viabilidade comercial. Os Correios comunicaram a disposição de adquirir 19 aviões para sua nova empresa de logística.Numa comparação com o Boeing 737-700, concorrente do C-390 em uma eventual encomenda, o cargueiro da Embraer sai em vantagem no quesito produtividade. A carga total do avião, segundo informações repassadas à ECT, é de 16.982 quilogramas. A carga total do 737-700 alcança 12.004 kg. Ou seja, a capacidade do C-390 da Embraer é 41% maior. Se optasse pelo avião da Boeing, a ECT teria que comprar 23 aviões, em vez de 19, indicam estudos aos quais o Valor teve acesso.De acordo com o presidente dos Correios, o protótipo brasileiro tem uma vantagem adicional: pode pousar em todos os aeroportos do país, inclusive em pistas curtas e não-pavimentadas do interior, sem que haja comprometimento da segurança. O protótipo do C-390 possui, por exemplo, uma rampa traseira para transportar os mais variados tipos de carga. Pode ser usado como uma aeronave militar.Hélio Costa informou que o governo, por meio dos Ministérios das Comunicações e da Defesa, pretende dar um empurrão inicial à viabilização do projeto. O avião poderia estar voando em aproximadamente dois anos. ´´Ele terá um custo 30% menor do que seu correspondente no mercado´´, estimou o ministro.Com a frota de aviões próprios, a ECT poderá dedicar-se também à entrega de encomendas internacionais, principalmente na América do Sul, e fazer frente à competição cada vez maior que sofre de empresas como TNT e DHL (da Alemanha). "A crise acabou gerando também oportunidades", afirmou Custódio.
fonte: Valor Economico .

por Roberto Fantinel em http://ifronline.blogspot.com/2009/03/corr...s-de-carga.html

#10 cae

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Postado 14 de fevereiro de 2010 - 21:34

Essa historia se arrasta no minimo desde 2007,com a mesma noticia! Sem tirar nem por! suicide_anim.gif

Mais uma do: "So acredito no gate" hypocrite.gif

#11 chico

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Postado 14 de fevereiro de 2010 - 23:23

QUOTE
os Correios gastam anualmente R$ 450 milhões com o pagamento de transporte aéreo de cargas a empresas como Skymaster, Beta e VarigLog


Pois é, se dividirmos por 365 dias (a RPN funciona todos os dias, ou não?) dá R$ 1,233 milhão por dia - se analisarmos a quantidade de rotas que são feitas por dia, acho muito POUCO...

Se fosse um negócio tão bom assim não deveria estar cheio de gente interessada?
QUOTE
Numa comparação com o Boeing 737-700, concorrente do C-390 em uma eventual encomenda, o cargueiro da Embraer sai em vantagem no quesito produtividade. A carga total do avião, segundo informações repassadas à ECT, é de 16.982 quilogramas. A carga total do 737-700 alcança 12.004 kg.


Primeiro: obviamente não precisariam comprar aviões 737 novos...poderiam muito bem ser 737-300 ou -400 usados convertidos para cargueiros, que teriam uma ENORME vantagem em termos de custo de aquisição/leasing, facilidade de manutenção, disponiblidade de tripulação, etc.

Segundo: não creio que o problema seja na capacidade de carga por KGs, mas sim por volume, já que os correios transportam basicamente correspondências e volumes pequenos, e nesse caso creio que um 737 possa ter vantagem... (bom, não sabemos ainda quanto exatamente de volume disponível de carga o C-390 terá)...Além disso a capacidade para operar em pistas curtas ou despreparadas não deve fazer diferença, pois creio que NUNCA operarão em aeroportos secundários...

Olha, sou totalmente favorável à EMBRAER, desde que haja lógica econômica - gastar uma fortuna (uns R$ 2 bilhões, fora todos os custos pra manter a frota, contratar e treinar tripulação, etc) comprando aviões da Embraer por "politicagem" vai ser mais um desperdício de dinheiro, que nós acabaremos pagando com o encarecimento dos serviços dos Correios...

Sei que a empresa quer ou gostaria de virar uma empresa de logística a la Fedex / UPS, mas fazer isso com toda a burocracia que existe em uma Estatal é complicado...quem sabe um dia com uma administração bem profissional, podendo abrir o capital na bolsa (tipo Petrobras) poderia funcionar razoavelmente bem...

Editado por chico, 14 de fevereiro de 2010 - 23:28 .


#12 iGO MD

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Postado 15 de fevereiro de 2010 - 11:06

Bem colocado, bem as informações parecem veridicas, também estão com os mesmos números em jornais conceituados como a Folha de SP. Realmente a noticia é antigo, o caso agravou-se agora devido aos problemas com as cargueiras. Talvez a TAM / Gol não queiram o negocio porque eles devem ganhar mais transportanndo a carga de suas empresas próprias de cargas.
A melhor solução é firmar contratos com as empresas aéreas , resolver a questão da CPI dos correios e livrar-se de certas amarras da lei por ser uma empresa pública rumo a um modelo mais proximo da Petrobras. Daí sim pode-se pensar em criar frota própria.

#13 MulekeMinduim

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Postado 15 de fevereiro de 2010 - 11:54

Enquanto isso, Minduim fica sem suas castanhas carameladas (ou caramelizadas) de Fortaleza... suicide_anim.gif

Material perecível (e gostoso bagarai... rolleyes.gif ) que não pode ficar à mercê da demora na entrega.

Faz tempo que minha traficante não voa prá lá. thumbsdown_still.png


Abraços;
Minduim
thumbsup.gif

#14 Avionics

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Postado 18 de fevereiro de 2010 - 17:03

Parece que a idéia de frota própria ta indo embora, o Correio está com audiencia publica em curso, visando contratar mais fornecedores de transporte aéreo link http://www.correios.com.br/institucional/l...1/2010&dr=1

#15 Islander

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Postado 18 de fevereiro de 2010 - 17:14

QUOTE(Avionics @ Feb 18 2010, 06:03 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Parece que a idéia de frota própria ta indo embora, o Correio está com audiencia publica em curso, visando contratar mais fornecedores de transporte aéreo link http://www.correios.com.br/institucional/l...1/2010&dr=1

Mesmo que o Correio decida por uma empresa própria, durante um bom tempo vai ter que contratar outros para o serviço. Afinal, montar a estrutura necessária não ocorre da noite pro dia.

#16 zetron

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Postado 18 de fevereiro de 2010 - 17:17

Tá na hora dos Correios ter um frota de aviões, mas se precisar agora terá que comprar uns usados até o C390 ficar pronto.





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