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Pilot handling major cause of 2009 accidents IATA reveals


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#1 Mastercaptain

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Postado 19 de fevereiro de 2010 - 10:53

Pilot handling was a contributory factor in 30% of airline accidents globally in 2009, according to the International Air Transport Association analysis of accident rates for the period.

IATA has never delivered a verdict like this before, previously citing more all-embracing human factor descriptions such as “pilot error”, which includes judgement and procedures.

In highlighting pilot handling as a major accident cause, the association is expressing its concern about this increasing phenomenon. It is pressing industry to embrace its IATA Training and Qualification Initiative, which it describes as “a push for harmonising a competency-based approach to training real skills”, rather than just airline compliance with the minimum regulatory requirements for pilots to gain and maintain a pilot licence.

IATA reports that the global serious accident rate for 2009, at 0.71 per million flights, was the second best in history, beaten only by the year 2006, when the rate was 0.65. The 2009 rate for IATA member carriers, at 0.62 serious accidents per million flights, was better than the global average, as for many years, but its own membership recorded their best-ever result in 2005.

These rates were derived from IATA’s analysis of 19 accidents involving Western-built jets compared with 22 in 2008, and 90 accidents involving all aircraft types compared with 109 in 2008. The number of fatal accidents, according to IATA, was 18 compared with 23 the previous year, and the respective numbers of resulting fatalities was 685 compared with 502.

IATA also highlights the considerable differences in the 2009 accident rates for world regions. Figures can vary considerably from year to year, but Africa consistently shows by far the worst rate.

Last year Africa’s figure was 9.94 serious accidents per million flights, but that was particularly bad even for that continent, which scored a rate of 2.12
serious accidents in 2008.

IATA notes that African carriers represent only 2% of global traffic but have 26% of all Western-built jet hull losses.


Fonte FlightGlobal.com

#2 Mastercaptain

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Postado 19 de fevereiro de 2010 - 10:55

IATA admits pilot training isn't working


"Pilot handling was a contributory factor in 30% of airline accidents globally in 2009, according to the International Air Transport Association analysis of accident rates for the period.

"IATA has never delivered a verdict like this before, previously citing more all-embracing human factor descriptions such as 'pilot error', which includes judgement and procedures."

That's what our news story says today.

We have been banging on for a long time about today's pilot training - particularly recurrent training - not being right for today's airline flying. Finally IATA, the FAA, and the US ALPA are on board with us.

But will they do anything? And if so, what?

The regulators have to be with them or nothing will happen. Okay, so the FAA is a regulator. Maybe they hold the key. Certainly everybody's watching to see what they do..

It should give me a warm, self-righteous feeling to be able to say "I told you so". Or at least it would do if I believed I was the first one to recognise the problem, but I'm sure I wasn't. I am just the first one to have talked about it extensively in public, and it's easy for me to do that in my job. I just write about it. Once IATA or the FAA admit publicly to the existence of a problem, they have to do something about it. Let's hope they will, because average pilot performance, according to global stats, is just not good enough, and the results are there for all to see.

My argument throughout has been that we are finally seeing the result of a long period of operation with highly automated flightdecks. I have no criticism of highly automated cockpits, just of the fact that crews are not provided with training that compensates for the human factors downside of this: lack of practice at manual flying, thinking and calculating in the raw.

Yes, many pilots are still up to the job when things go wrong. Sully's not the only proof of that. But it's averages that matter.


FlightGlobal.com

#3 Mastercaptain

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Postado 19 de fevereiro de 2010 - 11:06

Acidentes aéreos mataram 685 pessoas em 2009
Número de incidentes diminuiu ante 2008, mas total de vítimas subiu

Andrei Netto, de Paris, com EFE


Relatório a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) aponta que os 90 acidentes aéreos registrados em todo o mundo em 2009 resultaram em 685 mortes. Em 2008, houve mais acidentes (109), mas 183 mortes a menos. Dos 90 acidentes de 2009, 10 ocorreram na América Latina.


Se considerados apenas os aviões construídos no Ocidente, no entanto, o ano de 2009 foi o segundo na história da aviação, após 2006, com menos acidentes. Isso significa que, entre os aviões do Ocidente, um voo em cada 1,4 milhão sofreu acidente em 2009. No ano anterior, havia sido registrado um acidente a cada 1,2 milhão de voos. Em números totais, os acidentes de aviões fabricados no Ocidente foram reduzidos de 22 em 2008 para 19 em 2009.



Os motivos principais dos acidentes aéreos em 2009 foram erros do piloto (30%) e saídas de pista (26%), que podem significar falhas técnicas, condições meteorológicas adversas e erros de pilotos.



AIR FRANCE



Uma força-tarefa internacional participará a partir de março da terceira etapa das buscas aos destroços do voo AF-447, que caiu no Atlântico em 31 de maio de 2009, quando fazia o trajeto Rio-Paris, matando 228 pessoas.



A operação será comandada pelo Escritório de Investigações e Análise para a Aviação Civil (BEA), da França, com colaboração da Marinha americana, do Instituto Oceanográfico Woods Hole, dos Estados Unidos, e do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas (Geomar), da Alemanha.



A operação havia sido anunciada em dezembro e foi detalhada nesta semana. Estimada em 10 milhões, e financiada pela Air France e pela Airbus – fabricante da aeronave acidentada –, a nova etapa das buscas será realizada com auxílio de dois navios científicos. O norueguês Seabed Worker é capaz de transportar minissubmarinos habilitados a verificar diariamente até 5 quilômetros quadrados. O americano Anne Candies transportará sonares para localização de destroços em grandes profundidades.



O objetivo da operação é localizar as duas caixas-pretas do avião: a que registra os parâmetros de voo e a responsável pela gravação dos sons na cabine. "É provavelmente nossa última chance de encontrar as caixas-pretas, já que não vejo o que poderíamos fazer além disso", disse Jean-Paul Trouadec, novo diretor-presidente do BEA.

Estadao

#4 Mastercaptain

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Postado 19 de fevereiro de 2010 - 11:08

Ano de 2009 foi o 2º com menos acidentes na história da aviação


Genebra, 18 fev (EFE).- O ano de 2009 foi o segundo na história da aviação, após 2006, com menos acidentes de aviões construídos no Ocidente, informou nesta quinta-feira a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata).

Um voo em cada 1,4 milhão sofreu um acidente em 2009, segundo a Iata, organismo que representa 230 companhias aéreas responsáveis por 93% do tráfego aéreo programado.

Os acidentes de aviões fabricados no Ocidente foram reduzidos para 19 em 2009, enquanto no ano anterior foram registrados 22, quando ocorreu um acidente a cada 1,2 milhão de voos de aeronaves construídas na região.

De acordo com a porcentagem de 2009, assinala a Iata, um passageiro que pegasse um voo todo dia teria a probabilidade de não sofrer nenhum acidente durante 3.859 anos.

O relatório da Iata afirma, no entanto, que no ano passado morreram 685 pessoas em 90 acidentes de aviões fabricados no mundo todo, 183 mais que em 2008, no qual houve 109 acidentes.

Os motivos principais dos acidentes aéreos em 2009 foram erros do piloto (30%) e saídas de pista (26%), que podem significar falhas técnicas, condições meteorológicas adversas e erros de pilotos.

Um em cada dez acidentes do ano passado ocorreu pela deterioração da superfície da qual decolava ou aterrissava o avião.

Dos 90 acidentes de 2009, 17 ocorreram na Europa, 10 na América Latina, 14 na América do Norte, 14 na África Subsaariana e 15 no conjunto norte da África e Oriente Médio.

Agencia EFE





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