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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Entrevista com Renato Pascowitch - diretor-executivo da Oceanair


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#1 Renan - SAO

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Postado 08 de março de 2010 - 15:09

Renato Pascowitch falou ao G1 sobre os desafios para o setor aéreo.
Frota de Fokker 100 da Ocean Air ganhará 'companhia' de Airbus A319.


Passada a guerra de tarifas entre as companhias aéreas no ano passado, voar não será tão barato em 2010, segundo o diretor-executivo da OceanAir, Renato Pascowitch. Em 2009, os preços das tarifas foram os menores em oito anos, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Mas preços tão baixos não são saudáveis para o setor, afirmou o executivo em entrevista ao G1. “Eu sempre digo que o passageiro precisa entender que a operação precisa ser boa para os dois lados: os preços precisam ser bons, precisam ser competitivos, mas precisam ser justos”, disse Pascowitch.

Atualmente ligando 19 aeroportos dentro do Brasil, a OceanAir passou por um processo um “encolhimento” nos últimos dois anos, encerrando a última rota internacional em abril de 2008. A empresa, que chegou a ser a terceira maior do país em participação de mercado, iniciou 2010 na quinta posição, com uma fatia de pouco mais de 2%.

De acordo com Pascowitch, novas rotas devem ser lançadas só a partir do próximo ano, e voltar a voar para o exterior não está descartado. Até a Copa do Mundo de 2014, a OceanAir deverá conectar todas as 12 cidades onde haverá jogos.

Segundo o executivo, a Ocean Air receberá em breve aviões Airbus A319 para complementar a sua frota atual, composta basicamente por MKs-28 (Fokker 100). "Os Fokkers são extremamente bem adequados ao Brasil. A gente tem mais alguns anos de utilização deles na nossa malha, e os Airbus vão chegando para complementar", diz ele.

O executivo também falou sobre a Avianca, empresa que pertence ao grupo Synergy – o mesmo que controla a OceanAir. Perguntado sobre a possível integração entre as duas companhias, Pascowitch prometeu para breve “novidades muito boas”, mas não quis dar detalhes.

Desafios da aviação

– Os desafios não só para a OceanAir, mas para o mercado como um todo, são como atender mais de 40 milhões de novos consumidores, e como se adaptar ao crescimento até a Copa do Mundo e posteriormente a Olimpíada. A infraestrutura precisa ser adaptada, precisa crescer para esse novo momento, para essa nova realidade brasileira.

Você tem um grande mercado se abrindo. As classes C e D poderiam voar pelo menos "meia vez" por ano, ou seja, nós estamos falando de mais 20 milhões de viagens. Dobraria o movimento de viagens do país. É bastante coisa, o sistema inteiro não está pronto, precisa de investimento. E eu acho que tem muita coisa pra fazer, tem lição de casa pra todo mundo.


Perda de mercado

– A OceanAir no segundo trimestre de 2008 passou por um processo grande de reestruturação, onde se diminuiu muito a malha, se diminuiu o número de aeronaves, se consolidou para voltar a crescer. Nós fizemos um processo de concentração de malha.

A gente aumenta as freqüências naqueles destinos que a gente voa e aumenta as interligações entre as cidades em que a gente já voa. Para nós, entre 2008 e 2009, market share não era um indicador que a gente tinha como principal indicador da companhia. Nós tínhamos outros indicadores, que era tornar a companhia aérea a melhor companhia aérea do país.

Para esse ano de 2010, a gente tem um processo parecido. Para 2011 e para 2012, temos projetos de expansão para novos destinos. A gente aos poucos vai retomando a perspectiva de ir crescendo novamente. A companhia atende praticamente todas as cidades da Copa do Mundo. Se eu não me engano, nesse momento nós só não atendemos Manaus. Até 2014, muito provavelmente a gente já vai estar voando de novo para aquela região.

Voos internacionais

– Temos idéias [de retomar os vôos para o exterior], temos estudos, mas nós não temos nada nesse momento ainda desenhado. A princípio, nesses próximos dois anos a gente não tem pretensão de fazer fretamentos internacionais de longo percurso, Europa-Brasil, Estados Unidos-Brasil. Mais para a frente, quem sabe?

Tarifas

– O perfil para 2010 ele é bem melhor do que 2009 no que diz respeito às companhias aéreas. A gente espera que a gente consiga praticar preços mais saudáveis do que os preços praticados em 2009. É muito difícil para a companhia aérea quando o passageiro paga R$ 90 num trecho São Paulo-Porto Alegre, e chega a gastar R$ 120 [para chegar até o aeroporto]. Tem alguma coisa errada na inversão de valores aí.

Eu sempre digo que o passageiro precisa entender que a operação precisa ser boa para os dois lados: os preços precisam ser bons, precisam ser competitivos, mas precisam ser justos.

Frota de Fokker 100

– Hoje nós temos uma frota concentrada em MKs-28 (Fokker 100), que são aviões de cem lugares, eminentemente domésticos, e temos a chegada dos primeiros aviões A319, que começam a chegar a partir do mês que vem aqui no Brasil.

Hoje a OceanAir tem os 14 MKs-28, e está recebendo as primeiras quatro unidades, os primeiros quatro Airbus A319 em 2010. Os dois primeiros vão voar na ponte aérea. Os Fokkers são extremamente bem adequados ao Brasil. A gente tem mais alguns anos de utilização deles na nossa malha, e os Airbus vão chegando para complementar.

Integração com a Avianca

– A OceanAir e a Avianca pertencem ao mesmo grupo econômico, que é o grupo Sinergy. Dessa forma, a gente tem uma série de integração de processos, que faz todo o sentido. Nós não podemos esquecer que a Avianca é uma companhia aérea que tem 90 anos de história.

Nós vamos ter surpresas e surpresas muito boas um pouquinho mais para a frente, mas essas eu não posso contar. A Avianca já opera no Brasil com o seu voo diário entre, na rota Brasil-Colômbia. No Brasil a gente vai ter novidades, mas essa eu ainda não posso contar.

Contratação de profissionais

– Nessa primeira década dos anos 2000 a gente teve três grandes companhias que deixaram de existir no Brasil: Varig, Vasp e Transbrasil, que deixaram muita gente. E tem boas escolas de formação de muita gente técnica. Então você ainda tem muita gente disponível e gente com vontade de trabalhar nas áreas técnicas.

A contratação de pilotos e comissários já está ocorrendo. Na verdade nós estamos em processo de contratação e de seleção de pilotos e comissários. Cada aeronave que chega, você tem que trazer pelo menos cinco tripulações completas. Então nós estamos falando de pelo menos mais 20 pilotos, 20 copilotos e 60 ou 80 comissários a mais. Quer dizer, é bastante gente.

G1


#2 Igor Pereira

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Postado 08 de março de 2010 - 18:17

É
O que digo, aviação não é pra amadores que só pensão em (LUCROS) $$$ em todas suas operações. Basta ver, exemplos do passado de grandes que se foram, e outras tantas. Aviação é bem feita por quem gosta e tem no minímo noção de mercados e seus fatores.

Outra, coisa importante é que um país como o Brasil até pouco tempo dependia só de duas grandes cias nacionais. Chegou a Azul com o Neelam para mudar uma pouco dá lógica da aviação do país. Como disse o Ricardo num outro tópico, onde avião era Boeing, e hub's e principais destinos tinha que ser os tradicionais e concentrados nas principais capitais.

Idem exemplos de VCP Campinas, estão aí para provar ao contrário hoje (TAM e GOL) dão um foco diferente pra Campinas, não tinhamos isso ah dois anos atrás por lá. Operando EJETS, e com uma boa distribuição de malha está ai hoje onde está e não precisa provar, que novas idéias são e sempre serão bem-vindas.

Oceanair idem, pelo que me pareçe durantes 4, 5 anos atrás sempre falando e não mostrado, e os resultados dentro dos céus ou seriam na própria administração?!

Chegou a ter quase 20 F-100, F50, B757, B767 foi até o México com seus 767 e? Nada de vingar. Hoje pelo que me pareçe o quadro tem tudo pra mudar, como disse vem ai, uma empresa com tradição no setor aéreo mundial ah (AVIANCA) são 90 anos de pioneirimos na aviação Sul-Américana e mundial.

É com certeza uma retomada do início começando do zero, onde já chegou a ser a 3ª player do mercado de aviação do país em tempos atrás.Sua tripulação já estão em treinamento nos E.U.A para operar os, A319 e A320 que virão.

Temos é que, quebrar paradigimas não só ná aviação neste país como em outros setóres. Sabemos que na teória tudo é maravilhoso esbarramos em décadas de favores, jeitinhos e demais de nossa cultura em sociedade. Um país com uma Copa, e uma Olímpiada logo alí ná frente, tem de fazer o papel de casa e bem feito para um dia podermos falarmos ás próximas gerações, que tivemos êxitos e nossos projetos como "NAÇÃO".

Editado por Igor Pereira, 08 de março de 2010 - 18:20 .






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