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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Japan Press: Gov’t Proposal on JAL Route Cuts in Feb 10


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#1 F-BVFA

    Stargazer

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Postado 12 de abril de 2010 - 15:48

A Japanese magazine, Diamond weekly, revealed the proposal of Japanese Government (by Ministry of Land, Infrastructure, Transport and Tourism/MLIT) on JAL’s restructuring. The report was issued on 12APR10, titled 国交省“国際線撤退”案に楯突いた, JAL「更生計画」骨子の全容

The proposal from the Government was released on 22FEB10, with route restructure/withdrawal based on following:

1) Routes overlapping with ANA
2) Routes being kept due to Alliance partnership, which is necessary
3) Suspending international service entirely from airports with minimal presence
4) Routes with revenue margin above 10% are kept (but cut if contradicts one of above)

The list below is the comparison of JAL’s proposed international route cuts, which was also posted on 03APR10 and Japan’s MLIT proposal. This explains the report planned drastic cuts on International service earlier this year, but turned out to be a “Scaled-down” list later on. The proposal from MLIT, virtually suggests that JAL suspend International routes entirely, was argued by JAL’s new CEO, claiming “a senseless idea demanding JAL to suspend International service”. Thus, MLIT’s proposal was entirely ignored.

Column marked with x represent the route cuts. CXLD represent this route has been canceled
ROUTE CUTS JAL Proposal MLIT Proposal
Tokyo Narita – Chicago
Tokyo Narita – Honolulu
Tokyo Narita – Kona x x
Tokyo Narita – Los Angeles
Tokyo Narita – Mexico City CXLD x
Tokyo Narita – New York JFK x
Tokyo Narita – San Francisco x (HND) x
Tokyo Narita – Sao Paulo (via JFK) x x
Tokyo Narita – Vancouver x
Tokyo Narita – Amsterdam x x
Tokyo Narita – Frankfurt x
Tokyo Narita – London Heathrow
Tokyo Narita – Milan Malpensa x x
Tokyo Narita – Moscow x
Tokyo Narita – Rome x x
Tokyo Narita – Paris CDG x
Tokyo Narita – Bangkok
Tokyo Narita – Beijing
Tokyo Narita – Busan
Tokyo Narita – Dalian x
Tokyo Narita – Delhi
Tokyo Narita – Denpasar x x
Tokyo Narita – Guangzhou x
Tokyo Narita – Hangzhou CXLD x
Tokyo Narita – Hanoi x
Tokyo Narita – Ho Chi Minh x
Tokyo Narita – Hong Kong
Tokyo Narita – Kaohsiung x
Tokyo Narita – Jakarta
Tokyo Narita – Kuala Lumpur
Tokyo Narita – Manila x
Tokyo Narita – Qingdao CXLD x
Tokyo Narita – Seoul Incheon x
Tokyo Narita – Shanghai Pu Dong
Tokyo Narita – Singapore
Tokyo Narita – Taipei x
Tokyo Narita – Xiamen CXLD x
Tokyo Narita – Brisbane x (2011) x
Tokyo Narita – Guam x
Tokyo Narita – Sydney x
Osaka Kansai – Guam x
Osaka Kansai – Honolulu
Osaka Kansai – London Heathrow CXLD x
Osaka Kansai – Bangkok x x
Osaka Kansai – Beijing x x
Osaka Kansai – Busan CXLD x
Osaka Kansai – Dalian CXLD x
Osaka Kansai – Denpasar x x
Osaka Kansai – Guangzhou x x
Osaka Kansai – Hangzhou CXLD x
Osaka Kansai – Hanoi CXLD x
Osaka Kansai – Hong Kong x x
Osaka Kansai – Kuala Lumpur CXLD x
Osaka Kansai – Seoul Gimpo
Osaka Kansai – Seoul Incheon CXLD x
Osaka Kansai – Shanghai Pu Dong
Osaka Kansai – Taipei
Nagoya Chubu – Honolulu x
Nagoya Chubu – Paris CDG CXLD x
Nagoya Chubu – Bangkok x x
Nagoya Chubu – Guangzhou x x
Nagoya Chubu – Seoul Incheon CXLD x
Nagoya Chubu – Shanghai Pu Dong x
Nagoya Chubu – Taipei x
Nagoya Chubu – Tianjin x x
DOMESTIC CUTS (PROPOSED) by MLIT
Hakodate – Asahikawa x
Hakodate – Kushiro x
Hakodate – Okubhiri x
Hiroshima Nishi – Kagoshima x
Hiroshima Nishi – Miyazaki x
Kagoshima – Takamatsu x
Kagoshima – Okayama x
Matsuyama – Okinawa Naha x
Nagoya Chubu – Aomori x
Nagoya Chubu – Kagoshima x
Nagoya Chubu – Sapporo Chitose x
Nagoya Chubu – Sendai x
Nagoya Komaki – Akita x
Nagoya Komaki – Fukuoka x
Nagoya Komaki – Kochi x
Nagoya Komaki – Kumamoto x
Nagoya Komaki – Matsuyama x
Nagoya Komaki – Nagasaki x
Nagoya Komaki – Niigata x
Nagoya Komaki – Obihiro x
Nagoya Komaki – Yamagata x
Osaka Itami – Fukuoka x
Osaka Itami – Matsuyama x
Osaka Itami – Misawa x
Osaka Kansai – Fukuoka x
Sapporo Chitose – Izumo x
Sapporo Chitose – Kushiro x
Sapporo Chitose – Tokushima x
Sapporo Chitose – Yamagata x
Sapporo Okadama – Hakodate x
Sapporo Okadama – Kushiro x


Existing International routes out of Tokyo Haneda, are kept. Further, JAL is currently studying the launch of Tokyo Haneda International service to:
# Honolulu, Los Angeles, San Francisco
# London, Paris
# Bangkok, Taipei Sung Shan

Diamond Japan

Airlineroute

#2 lichmann

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Postado 12 de abril de 2010 - 18:00

Caramba, e vai sobrar o que da Jal?

Uma pena !!

A ANA, também não tem uma saúde financeira muito boa, então rotas novas se surgirem, vão demorar um pouco, creio eu.

O Japão vive quase o mesmo dilema do Brasil( temos um extensão territorial maior), restando agora apenas uma companhia de "Bandeira" e com as estrangeiras avançando pelos flancos deixados.

#3 A345_Leadership

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Postado 13 de abril de 2010 - 20:50

Às vezes me pergunto se vale a pena a empresa cancelar tantas rotas assim dessa forma, será que não vale a pena investir um pouco para atrair clientes? É mais prático cortar tudo e depois pensar o que fazer do que investir e ter um retorno.

Às vezes diminuir em 10% o quadro de rotas e a estrutura de vôo (funcionários, fornecedores, aluguel, taxas . . . ) não diminuir proporcionalmente, vai ter um prejuízo ainda maior. A Pan Am, Varig e TransBrasil que o digam.

QUOTE(lichmann @ Apr 12 2010, 06:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O Japão vive quase o mesmo dilema do Brasil( temos um extensão territorial maior), restando agora apenas uma companhia de "Bandeira" e com as estrangeiras avançando pelos flancos deixados.


Olha lichmann, também tem questões mais complexas. A JAL é um símbolo de como era uma empresa dos anos 70 e 80 e ao mesmo tempo da estrutura empresarial japonesa. Lá tem questões que você, por mais que esteja certo, nunca duvida da opinião de um superior, há uma hierarquia muito rígida que impede os funcionários de opinarem em prol da empresa.

A JAL parece que parou em 1990, desde então fez apostas erradas. Sua população vem diminuindo, aviões que a JAL opera é muito grande em vários mercados (principalmente os chineses) e não tinham como entrar com um B737 até recentemente.

Em um post recente, comentei que precisava de alguém na empresa como o Carlos Ghosn (presidente da Renault-Nissan), que transformou a moribunda montadora em uma das mais dinâmicas do mundo em menos de 5 anos. É alguém com este perfil que a JAL precisa (de fora, sem rabo preso com governo, funcionários ou sindicatos), pois não tem como entender um país que tem ainda o segundo maior PIB do mundo, com uma renda alta, "porta" de entrada para o mercado que mais cresce no mundo e não tem uma empresa aérea que aproveita dessa vantagem.


#4 lichmann

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Postado 14 de abril de 2010 - 01:36

Concordo A345_Leadership !!!

Não é apenas a conjutura momentanea ou da decada que influenciou no "Crash"de várias empresas pós 2001, todos os procedimentos empresariais das empresas que faliram deveriam ser mudado, mas não, o tempo, o viajante, o perfil de cada usuário mudou, a demanda aumenta e diminui de forma rapida e constante, mas elas não tomaram seu "choque de gestão", ficaram paradas no tempo, achando que seu modelos eram corretos.


Um bom editorial do Jetsite:


http://jetsite.com.br/2008_v35/Editorial.aspx


é isso, tudo mudou, mas algumas acharam que não, fiquemos com o saudosismo.

#5 x-varigvinny

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Postado 22 de abril de 2010 - 21:54

QUOTE(lichmann @ Apr 14 2010, 01:36 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Concordo A345_Leadership !!!

Não é apenas a conjutura momentanea ou da decada que influenciou no "Crash"de várias empresas pós 2001, todos os procedimentos empresariais das empresas que faliram deveriam ser mudado, mas não, o tempo, o viajante, o perfil de cada usuário mudou, a demanda aumenta e diminui de forma rapida e constante, mas elas não tomaram seu "choque de gestão", ficaram paradas no tempo, achando que seu modelos eram corretos.


Um bom editorial do Jetsite:


http://jetsite.com.br/2008_v35/Editorial.aspx


é isso, tudo mudou, mas algumas acharam que não, fiquemos com o saudosismo.


Sim, tanto é que a JAL vem registrando prejuízos sucessivos desde 1999. Ela se tornou uma empresa pesada, ineficiente em um setor que onde se ganha muito ou se perde muito. Infelizmente, as más administradas ficam no segundo caso.

#6 lichmann

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Postado 24 de abril de 2010 - 01:38

Leornado Mello, fique tranquilo, creio que o governo japones não deixará ocorrer a quebra total da JAL,
não veremos mais aquela JAL imponente nos 5 continentes, mas quiçá um dia não teremos uma companhia mais forte, isso só o tempo nos revelará.


Diferente do Brasil... poke.gif thumbsdown_still.png

#7 51Tucano

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Postado 24 de abril de 2010 - 02:33

QUOTE(lichmann @ Apr 24 2010, 01:38 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Leornado Mello, fique tranquilo, creio que o governo japones não deixará ocorrer a quebra total da JAL,
não veremos mais aquela JAL imponente nos 5 continentes, mas quiçá um dia não teremos uma companhia mais forte, isso só o tempo nos revelará.


Diferente do Brasil... poke.gif thumbsdown_still.png



Tem que deixar quebrar!
Se não foram competentes para dirigir uma empresa e deixá-la bem financeiramente, então que feche as portas em vez de ficar devendo para Deus e o Mundo, como o Canhedo com a VASP, só para citar um exemplo.

Se uma pessoa abre uma venda, que com o tempo se transforma em um mercado, e mais tarde em uma rede de 10 supermercados, aí por um problema qualquer falta dinheiro para tocar o negócio, o governo vai ajudar????

Não tem que ter esse passionismo só porque é um grande empresa aérea ou grande empresa qualquer.

"Quem não tem competência, não se estabelece"

Isso serve para VARIG, VASP, TRANSBRASIL, TABA, MESBLA, MAPPIN, G.ARONSON, GURGEL, TAM, GOL, RECORD, SBT, HYUNDAI, VW, FIAT, HONDA,...

#8 lichmann

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Postado 24 de abril de 2010 - 03:16

QUOTE
51Tucano

Tem que deixar quebrar!
Se não foram competentes para dirigir uma empresa e deixá-la bem financeiramente, então que feche as portas em vez de ficar devendo para Deus e o Mundo, como o Canhedo com a VASP, só para citar um exemplo.

Se uma pessoa abre uma venda, que com o tempo se transforma em um mercado, e mais tarde em uma rede de 10 supermercados, aí por um problema qualquer falta dinheiro para tocar o negócio, o governo vai ajudar????

Não tem que ter esse passionismo só porque é um grande empresa aérea ou grande empresa qualquer.

"Quem não tem competência, não se estabelece"

Isso serve para VARIG, VASP, TRANSBRASIL, TABA, MESBLA, MAPPIN, G.ARONSON, GURGEL, TAM, GOL, RECORD, SBT, HYUNDAI, VW, FIAT, HONDA,...


Concordo com você: "Quem não tem competência, não se estabelece" e viva o capitalismo a concorrencia e o direito de escolha.

Mas você bem sabe o quanto de divisas o Brasil perde e continua a perder com a quebra da Varig,Transbrasil, Vasp quantos empregos diretos e indiretos foram para o ralo?
Claro, como citei no primeiro post, as "amarras do sistema de gestão Varig"que levaram a tal situação, mas o poder concedente fingia que não via nada, ou se via achava que encontraria solução a seu jeito, a qualquer hora.

E isso não vale só para a Varig, serve também as outras, não esqueça que a aviação é instrumento importantissimo, é estrategico, veja o que aconteceu recentemente na Europa.

Pq não interveio? Pq não encontrou solução? Cito o exemplo do país que dita a essência do capitalismo, os EUA, o que eles fizeram com as empresas pós 2001? Injetaram dinheiro, baixaram taxas, e ainda injetam e ajeitam fusões, pq sabem que a aviação integra o Estado, que é o mais rapido e eficiente meio de transporte. Porque se houver uma quebra de United, American, Delta entre outras muita $$$ vai para os bolsos de outros países, que o transporte entra em colapso.

Concordo plenamente com você no que tange a respeito de competência e gestão, mas e as altas taxas brasileiras, os serviços prestados, o desfavor que o estado Brasileiro presta à um instrumento de consolidação e integração não conta?

Não estou defendendo empresa A ou B, mas algumas empresas são importantissimas para as Nações, que diga a GM, FORD, Bancos, seguradoras entre outras e claro os EUA e UE que sabem e tem visão estrategica.

Editado por lichmann, 24 de abril de 2010 - 03:18 .


#9 A345_Leadership

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Postado 24 de abril de 2010 - 11:20

QUOTE(x-varigvinny @ Apr 22 2010, 09:54 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Sim, tanto é que a JAL vem registrando prejuízos sucessivos desde 1999. Ela se tornou uma empresa pesada, ineficiente em um setor que onde se ganha muito ou se perde muito. Infelizmente, as más administradas ficam no segundo caso.


x-varigvinny, a JAL nos últimos tempos vinha com resultados positivos, porém era algo como ganhar U$$ 100 milhões em um ano, no outro prejuízo de U$$ 500 milhões, no outro lucro de U$$ 200 milhões, uma gangorra. Desde 1998 vejo diversos planos na JAL dizendo que vão demitir funcionários, mas pouco ocorre. A empresa nunca fez uma reestruturação de fato:
1990 - Quando houve o estouro da bolha japonesa e a Guerra do Golfo, a empresa retirou de diversos mercados, inclusive abandonando um RTW.
1997 - Com a crise asiática fez pouco para mudar sua performance financeira, previa um plano de demissões que ia até 2001 - Veio toda aquela crise de 11 de setembro
2003 - A fusão com a JAS nunca foi completa, houve sobreposição de mercados e alguns deles a empresa perdeu foco.
2008-2009 - Com o agravamento da crise e a moribunda economia nipônica e a idéia de rolar dívidas chegou um ponto que não dava mais.

QUOTE(lichmann @ Apr 24 2010, 01:38 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Leornado Mello, fique tranquilo, creio que o governo japones não deixará ocorrer a quebra total da JAL,
não veremos mais aquela JAL imponente nos 5 continentes, mas quiçá um dia não teremos uma companhia mais forte, isso só o tempo nos revelará.
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Lichmann, tenho minhas dúvidas de que manter uma empresa menor e mais forte será viável para a JAL. Se ela for abandonar mercados deficitários como GRU, tudo bem, mas acho absurdo abandonar rotas premium como Paris e Frankfurt.

QUOTE(51Tucano @ Apr 24 2010, 02:33 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Tem que deixar quebrar!

Não tem que ter esse passionismo só porque é um grande empresa aérea ou grande empresa qualquer.

"Quem não tem competência, não se estabelece"


QUOTE(lichmann @ Apr 24 2010, 03:16 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Concordo com você: "Quem não tem competência, não se estabelece" e viva o capitalismo a concorrencia e o direito de escolha.

Mas você bem sabe o quanto de divisas o Brasil perde e continua a perder com a quebra da Varig,Transbrasil, Vasp quantos empregos diretos e indiretos foram para o ralo?
Claro, como citei no primeiro post, as "amarras do sistema de gestão Varig"que levaram a tal situação, mas o poder concedente fingia que não via nada, ou se via achava que encontraria solução a seu jeito, a qualquer hora.

E isso não vale só para a Varig, serve também as outras, não esqueça que a aviação é instrumento importantissimo, é estrategico, veja o que aconteceu recentemente na Europa.


Depois dessa turbulência, muitos países vão rever o que é livre mercado e livre concorrência e vão ter um apoio do Estado na economia.

É questão delicadíssima e que pode gerar muitas discussões prós ou contras. Em que momento uma empresa pode ser importante a tal ponto que seu fechamento ocorra um problema sistêmico a ponto do Estado interferir? A que custo isso vai representar para o Estado e quais serão o seu retorno?

Vamos pegar a Varig como exemplo (cito ela apenas por a maioria de nós conhecermos melhor, mas poderia ser uma empresa que tinha a mesma situação). Lá nos idos de 1999 quando a desvalorização cambial impactou na recuperação da Varig, será que não seria a hora do Estado interferir através de mecanismos oficiais (BNDES, compra de parte da empresa, empréstimos etc . . . ) quando a empresa ainda estava em situação que sua falência representaria um caos na aviação e nas divisas do Brasil e o custo desse "socorro" era pífio para o retorno que ia ter
Ou então em 2006 quando a empresa brincava de gato e rato com seus credores com medo de arresto, quando sua falência não representaria tanto pois tinha uma empresa já estruturada para assumir o mercado, com dívida de R$ 10 bilhões e que precisaria mais bilhões e bilhões para reestruturar uma empresa com estrutura arcaica segurar as divisas e empregos. Não seria mais fácil e barato pegar estes bilhões e criar uma nova empresa?

Acho que o ponto é quando o Estado deve intervir em tal ponto que o impacto perigoso. Os EUA que o digam, quando o Lehmann Bros. estava em péssima situação foi ao governo pedir ajuda, que foi recusado dizendo que deveria prevalecer a lei de mercado (o irônico que o mesmo apoiou a compra do Bear Sterns pelo JP Morgan), sem resultados veio mais tarde declarar falência e o impacto e o custo foi bem maior que o governo imaginava. Tanto que ficaram receosos que, quando o Citibank estava em crise, concordaram em ajudar pois o banco tinha um carteira (não vou lembrar o nome), que atuava no mundo todo emprestando dinheiro, fornecendo capital de giro e guardando reservas de governos, que se quebrasse seria um caos.







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