Caros,
In PressTur:
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TAM bate recordes de tráfego internacional e de facturação de carga
Presstur 15-04-2010 (05h33)
A TAM, que está a cerca de um mês de efectivar a integração na Star Alliance, de que também é membro a TAP, anunciou ontem que nunca tinha transportado tanto tráfego de passageiros (em RPK = passageiros x quilómetros) como no primeiro trimestre deste ano e que em Março bateu os recordes de facturação pelo transporte de carga.
A companhia informou que e Março o tráfego em voos de passageiros atingiu os 4,8 mil milhões de RPK (passageiros x quilómetros), por um crescimento da procura em 8,8%, que atribui a “uma combinação da recuperação da economia mundial e da maturação completa de todas as nossas rotas internacionais”.
“Entendemos que essa consolidação no mercado internacional é muito importante para a companhia nesse momento. Estamos a um mês da entrada efectiva na Star Alliance, a maior aliança de companhias aéreas do mundo, o que nos trará ainda mais visibilidade e rentabilidade no mercado internacional”, salienta a TAM.
O comunicado divulgado ontem pela companhia anuncia ainda que a TAM Cargo atingiu em Março uma novo recorde de facturação, superando em 4,4% o anterior máximo, que datava de Outubro de 2008.
A companhia explicita que no segmento doméstico a facturação da TAM Cargo em Março foi 7,5% superior ao máximo anterior, de Julho de 2008, e no internacional superou o anterior máximo, de Outubro de 2008, em 0,1%.
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“Foco” da TAM é na receita unitária para contrariar queda do yield no doméstico
Presstur 15-04-2010 (05h30)
A TAM aposta na “maximização” da receita unitária, compensando a queda do yield no mercado doméstico pela subida da taxa de ocupação, indicou ontem a companhia, que porém não avança estimativas para a evolução no primeiro trimestre.
A informação da TAM aponta para uma queda do yield (receita média por cada passageiro transportado um quilómetro) do tráfego doméstico no primeiro trimestre deste ano em 10% a 15% face a 2009 e indica que essa queda, no entanto, “foi parcialmente compensada pelo aumento da taxa de ocupação em 5,2 pontos percentuais”.
A receita unitária, que mede o montante de proveitos de passagens por unidade de transporte colocada no mercado (ou ASK = lugar x quilómetro) é um indicador similar ao RevPAR da hotelaria, ponderando o preço praticado (yield na aviação) pela taxa de ocupação dos voos.
Dessa forma, as companhias, em função das condições de mercado, tanto podem privilegiar a subida do preço, ainda que à custa de alguma ocupação, quanto privilegiar a subida da ocupação, ainda que à custa de alguma descida dos preços, para maximizarem a receita unitária.
Os indicadores sobre o mercado brasileiro têm apontado para uma progressiva queda dos yields no mercado doméstico (ainda recentemente a ANAC indicava que “o valor pago pelos passageiros para voar em 2009 nas principais rotas do Brasil foi o menor dos últimos oito anos”, apontando um decréscimo de 0,48 cêntimos por quilómetro voado), o que leva as companhias a terem que apostar na subida da taxa de ocupação dos voos, a qual, por outro lado, também leva a que o crescimento da procura seja acomodado sem um aumento em paralelo do custo unitário.
A informação publicada pela TAM assinala que a comparação do yield no primeiro trimestre deste ano com o período homólogo de 2009 deve levar em conta que o ano passado foi “atípico”, uma vez que o primeiro trimestre foi o mais forte e, apesar da crise económica e financeira global, superou o primeiro trimestre de 2008.
Relativamente ao segmento de voos internacionais, a perspectiva avançada pela TAM é de um aumento do yield em dólares “de pelo menos 5%” em relação a 2009.
A companhia diz ainda que “o yield internacional em dólares no 4T09 apresentou aumento de 2% em relação ao 3T09, e continua impondo uma recuperação sequencial no 1T10”.
Jopeg