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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

TAM tem prejuízo de R58,1 mi no 1o trimestre


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#21 LV-LEO

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Postado 16 de maio de 2010 - 18:15

Se as taxas de ocupação não estão uma maravilha e se a perspectiva é de que não o sejam durante um bom tempo, dado o acirramento da concorrência, por que a TAM não reduz capacidade retirando uma (ou duas) fileira de assentos dos A319/20? Não precisaria encostar aeronaves e agradaria ao cliente oferecendo um pitch semelhante ao que a sua concorrente mais direta em termos de serviços (Avianca) oferecerá nos Airbus.

#22 leelatim

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Postado 16 de maio de 2010 - 18:25

Resta saber se a internet e celular a bordo poderao se caracterizar num diferencial....queria e saber o que farao as nanicas que tao ai com precos tao mais baixos e supostamente tb no vermelho??

Pena que elas nao divulgam seus balancos para a gente saber como andam,snif snif


QUOTE(LipeGIG @ May 16 2010, 12:23 AM) <{POST_SNAPBACK}>
As empresas brasileiras estão longe de estarem em crise.
Tanto Gol quanto Tam estão ganhando dinheiro com sua atividade e gerando caixa positivo, suficiente para pagar o serviço da divida e amortizar a mesma.

Nas Américas tem um grupo pequeno de empresas que consegue isso: Gol, Tam, Lan, Avianca, Southwest, JetBlue, Airtran, Alaska, Hawaian e acredito que Cayman Airways e Taca.
Se fosse listar as que perderam centenas de milhões em resultado operacional, poderiamos começar com Delta, American e United

Como o Road Runner citou, ocupação não é garantia de resultado positivo. A Azul tem ocupação de mais de 80% e muito certamente continua sem gerar um resultado positivo.

As tarifas ESTÃO MAIS BAIXAS, o yield não se recupera, o setor internacional transporta menos pessoas com maior capacidade, e o cenário não é diferente. Gol com 59% no internacional e o que vemos é mais oferta sendo preparada do Chile, Argentina, Peru, Colombia, Estados Unidos, Oriente Médio, Alemanha, Inglaterra, França, Portugal.... é obvio que alguém paga o preço.


Eu não vejo o dolar caindo mais, acho inclusive que ele está sendo artificialmente suportado por ingressos especulativos e que ele deveria na verdade neste momento custar R$ 1,95/2,00 pois o país tem um déficit forte na balança de pagamentos que precisa ser coberto com mais turistas, mais exportações, menos importações e menos remessas de dividendos.
Portanto o efeito cambial (negativo) nos balanços tem tudo para continuar, e não existe prevenção contra isso, a não ser que se contrate 100% de hedge, mas isso produziria redução de receita e afetaria o resultado operacional. Melhor deixar o efeito nefasto da desvalorização ser direcionado ao lucro do que afetar a receita.

O resultado foi ruim ? Não.

Agora uma coisa me chamou a atenção... o fato de uma agência de risco olhar para o modelo de negócios da empresa e dizer que ele não tem hoje nada que o diferencie e gere um "premio"

E eu vou dizer mais... a TAM entrou forte no mercado com o Airbus A320/A319 com suas telas retráteis e fones em todos os voos... algo que foi inovador frente a um mundo de 737-300 sem nada disponível.... Infelizmente padece do mesmo fator que já matou VÁRIAS empresas no Brasil... INOVAÇÃO, INOVAÇÃO, INOVAÇÃO LENTA !

Estamos vendo AZUL e AVIANCA com aeronaves com PTV em todos os assentos o que RAPIDAMENTE vai se transformar no default do passageiro premium e frequente, da mesma forma que o A319 superou o B733 e até o B73G para vários.

Queiram, aceitem ou não, o mercado Brasileiro é modista. Ele quer o novo, ele anseia o novo. Uma empresa não pode jamais se congelar na liderança, ou na preferência dos clientes sem inovar, sem trazer nada de novo. O diferencial da TAM ainda é o Long Haul, onde o produto dela é competitivo e atualizado, mas ela começa lentamente a ter dificuldades em recuperar yields por duas razões:

a primeira é que o simples ato de enfiar oferta adicional em várias rotas tronco tem só colaborado para a redução dos yields. Não adianta ter mais de 10 voos diários com tarifa média de 199 em uma rota que com 6 poderia obter tarifas de 399, não é uma boa iniciativa.
a segunda é a falta de inovação em rotas domésticas por parte da empresa.

Junte os dois e vão entender que as vezes é mais fácil fazer 2 POA-SSA, 1 RAO-SSA, 1 IGU-SSA, do que fazer somente muitos XXX-SSA. Qual seria a tarifa aceita numa rota inédita 2x diária como POA-SSA ? E como seria a tarifa RAO-SSA considerando que hoje em dia muita gente deixa de voar ou quando voa tem que se sujeitar a RAO-CGH-SSA ? Ou até quanto não seria IGU-SSA ?

Alguns anos atrás eu disse que a GOL estaria numa encruzilhada estratégica.

Eu diria que a TAM pode se aproximar mais do ponto que já levou muitas empresas a uma decadência ou iniciar a guinada estratégica em busca de diferenciais que façam esse ponto se distanciar. A empresa precisa inovar mais, mais rápida e mais intensamente.

Para quem voa "domesticamente", Star Alliance não faz diferença, pelo contrário, ao cliente Vermelho vai trazer mais desconforto doméstico do que benefício pois ao que me parece, a empresa nào se preparou no tocante a serviços de aeroporto, uma vez que as salas vip continuam do mesmo tamanho, novas salas não foram adicionadas (imaginar a sala doméstica de GRU ou as salas inexistentes em BSB e GIG dando conta do movimento....) e no campo internacional, não sei como vão fazer com a sala de GRU internacional.... até a do GIG já vai ficar pequena com o FRA... imagina se tiver que atender Star Gold.



#23 boulosandre

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Postado 16 de maio de 2010 - 20:21

QUOTE(LipeGIG @ May 16 2010, 01:23 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Para quem voa "domesticamente", Star Alliance não faz diferença, pelo contrário, ao cliente Vermelho vai trazer mais desconforto doméstico do que benefício pois ao que me parece, a empresa nào se preparou no tocante a serviços de aeroporto, uma vez que as salas vip continuam do mesmo tamanho, novas salas não foram adicionadas (imaginar a sala doméstica de GRU ou as salas inexistentes em BSB e GIG dando conta do movimento....) e no campo internacional, não sei como vão fazer com a sala de GRU internacional.... até a do GIG já vai ficar pequena com o FRA... imagina se tiver que atender Star Gold.


Em GRU, no campo internacional, no TPS2, ha 2 salas fechadas (ao lado da escada rolante). 1 inclusive era usada pela "falecida" e esta fechada desde entao. A UA, por sua vez, possui uma bela Sala VIP no TPS1, onde estao as 2 Salas VIP da TAM. Portanto, faz todo sentido que a TAM adapte tambem 1 ou as 2 salas no TPS2, ja que normalmente seus 773 se acoplam nos fingers do TPS2.
Duvido que este assunto nao foi ou esteja sendo discutido entre a TAM, as varias cias. da alianca que usam GRU e a propria Star Alliance. Se o CEO mundial da Star disse em SP que GRU eh o hub da alianca no continente, algo tera que ser feito....acho meio logico com risco de manchar a imagem de toda a alianca na Am do Sul.

#24 jgabriel

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Postado 16 de maio de 2010 - 22:23

QUOTE(LV-LEO @ May 16 2010, 06:15 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Se as taxas de ocupação não estão uma maravilha e se a perspectiva é de que não o sejam durante um bom tempo, dado o acirramento da concorrência, por que a TAM não reduz capacidade retirando uma (ou duas) fileira de assentos dos A319/20? Não precisaria encostar aeronaves e agradaria ao cliente oferecendo um pitch semelhante ao que a sua concorrente mais direta em termos de serviços (Avianca) oferecerá nos Airbus.


Observação interessante considerando que a Jetblue opera os mesmos A320 no mercado mais concorrido do mundo com QUATRO fileiras a menos que a TAM.

Fica a questão, o passageiro prefere viajar em qual:




(e esse ainda é o assento "bom")

Azar da TAM que o fundador da primeira agora faz negócios por aqui.

O problema é a desvantagem do capital aberto, é difícil sair do óbvio porque se agrada os acionistas primeiro e depois se pensa na companhia, e acionistas querem saber de ganhar dinheiro e não de detalhes do negócio. Cortar custos e socar mais gente no avião soa ótimo porque por a+b se mostra o ganho, aumentar custos para oferecer mais qualidade não. Por isso que empresas que ainda se comprometem com qualidade se não tem capital fechado tem pelo menos um líder forte (como o próprio Neeleman)


#25 Omykron

    Coisa Ruim

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Postado 17 de maio de 2010 - 02:49

QUOTE(737-800 @ May 15 2010, 06:46 PM) <{POST_SNAPBACK}>
creio eu que o caso da TAM é mais grave por causa da grande diversificação entre aeronaves vs. motores que gera um alto custo de manutenção, diferente da Gol que mantem tudo no mesmo padrão.

como se tivesse para onde correr nos 737...





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