Originalmente, Punta Cana era um vôo charter, que acabou se tornando rota regular da Gol. Para quem vai de pacote, é a a rota mais rápida. E para os desempacotados (presente!) é a chance de montar sua própria viagem — sobretudo na baixa temporada, aproveitando promoções de diárias nos hotéis. (Depois eu conto as diárias que consegui; vocês vão cair pra trás com algumas.)
Seis dias por semana, este vôo vai até Caracas; nos sábados é que prossegue a Punta Cana.
Por fora o avião é Gol, mas por dentro tudo é Varig: os assentos são azuis, as embalagens trazem o logotipo da Varig, até a tripulação me pareceu ter um jeito Varig de ser (tá bom, talvez eu estivesse viajando).
Sábado passado o vôo foi feito num Boeing 737-800. O espaço interno é o maior entre os aviões em que embarquei ultimamente. Dava pra abrir o laptop confortavelmente na mesinha. Faz séculos que não conseguia isso.
Embarcamos na hora, mas o vôo partiu com 50 minutos de atraso, porque foi preciso aguardar duas conexões atrasadas. Os últimos passageiros a embarcar vinham de Buenos Aires.
A primeira refeição foi… almoço! Quente! E bom! Até a sobremesa (doce de abóbora com coco) estava gostosa. Pena que não sirvam bebida alcoólica — é meio frustrante ir para um destino all-inclusive e só poder tomar Pepsi Light no vôo.
A propósito, o 737-800 tem um defeito: faltam as telinhas individuais de TV. Aliás, falta qualquer tela de TV. Leve livros e o netbook para ver seu próprio filme.
Antes de descer em Caracas, um lanchinho. Quente e gostoso de novo.
O vôo levou 5 horas até Caracas. Não me lembro do horário, porque Hugo Chávez criou um fuso especial quebrado só para a Venezuela que me deixou totalmente confuso. Pouca gente desceu; a maioria estava mesmo indo para a República Dominicana.
Alguns venezuelanos embarcaram. No total, ficamos 40 minutos no solo.
A parte final do vôo leva apenas 1h20. E tem um lanchinho, também — desta vez, um sanduíche frio. (Aí vão as fotos dos dois.)
Desembarcamos sete horas depois de decolar. Eram 19h em Punta Cana. Havia seis aviões estacionados — um da Lan Chile, outro da Air France, e os demais, fretados.
Na chegada você precisa comprar uma “tarjeta de turista” que custa 10 dólares e precisa ser paga em cash. Logo em seguida, na imigração, a moça mal olhou na minha cara. Bienvenido, plunct, plact, zum.
Peguei minha mala e, na saída, dominicanos me perguntavam: Nascimento? CVC?
Fui direto para o guichê do táxi, porque sabia que ali tem uma tabela com o preço para cada hotel. Para o meu saiu 35 dólares.
Eram 8 da noite quando eu cheguei ao quarto do hotel.
http://www.viajenaviagem.com/2010/05/sao-p...a-como-e-o-voo/
Seis dias por semana, este vôo vai até Caracas; nos sábados é que prossegue a Punta Cana.
Por fora o avião é Gol, mas por dentro tudo é Varig: os assentos são azuis, as embalagens trazem o logotipo da Varig, até a tripulação me pareceu ter um jeito Varig de ser (tá bom, talvez eu estivesse viajando).
Sábado passado o vôo foi feito num Boeing 737-800. O espaço interno é o maior entre os aviões em que embarquei ultimamente. Dava pra abrir o laptop confortavelmente na mesinha. Faz séculos que não conseguia isso.
Embarcamos na hora, mas o vôo partiu com 50 minutos de atraso, porque foi preciso aguardar duas conexões atrasadas. Os últimos passageiros a embarcar vinham de Buenos Aires.
A primeira refeição foi… almoço! Quente! E bom! Até a sobremesa (doce de abóbora com coco) estava gostosa. Pena que não sirvam bebida alcoólica — é meio frustrante ir para um destino all-inclusive e só poder tomar Pepsi Light no vôo.
A propósito, o 737-800 tem um defeito: faltam as telinhas individuais de TV. Aliás, falta qualquer tela de TV. Leve livros e o netbook para ver seu próprio filme.
Antes de descer em Caracas, um lanchinho. Quente e gostoso de novo.
O vôo levou 5 horas até Caracas. Não me lembro do horário, porque Hugo Chávez criou um fuso especial quebrado só para a Venezuela que me deixou totalmente confuso. Pouca gente desceu; a maioria estava mesmo indo para a República Dominicana.
Alguns venezuelanos embarcaram. No total, ficamos 40 minutos no solo.
A parte final do vôo leva apenas 1h20. E tem um lanchinho, também — desta vez, um sanduíche frio. (Aí vão as fotos dos dois.)
Desembarcamos sete horas depois de decolar. Eram 19h em Punta Cana. Havia seis aviões estacionados — um da Lan Chile, outro da Air France, e os demais, fretados.
Na chegada você precisa comprar uma “tarjeta de turista” que custa 10 dólares e precisa ser paga em cash. Logo em seguida, na imigração, a moça mal olhou na minha cara. Bienvenido, plunct, plact, zum.
Peguei minha mala e, na saída, dominicanos me perguntavam: Nascimento? CVC?
Fui direto para o guichê do táxi, porque sabia que ali tem uma tabela com o preço para cada hotel. Para o meu saiu 35 dólares.
Eram 8 da noite quando eu cheguei ao quarto do hotel.
http://www.viajenaviagem.com/2010/05/sao-p...a-como-e-o-voo/




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