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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Projeto do 3º aeroporto de SP une construtoras


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#1 jambock

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Postado 16 de junho de 2010 - 01:54

Meus prezados:
Projeto do 3º aeroporto de SP une construtoras
Camargo e Andrade disputarão juntas concessão de novo aeroporto em São Paulo

A Camargo Corrêa, que possui entre as subsidiárias uma empresa chamada Aporte, que opera aeroportos no Chile, Colômbia, Honduras e Curaçau, se associou à também construtora Andrade Gutierrez para construir e operar o terceiro aeroporto de São Paulo. Executivos da Camargo estiveram discutindo o assunto recentemente no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O projeto já está pronto, mas para ser colocado em prática depende da decisão do governo de fazer um marco regulatório permitindo que o futuro aeroporto internacional de São Paulo possa ser construído e operado pela iniciativa privada, seguindo o modelo de decreto assinado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O decreto permitiu que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, fosse objeto de concessão. A assessoria de imprensa da Camargo Corrêa confirmou a existência do projeto e manifestou interesse em construir e operar o aeroporto. Ressalvou, no entanto, que "aguarda o modelo do marco regulatório do governo" para apresentar a sua proposta.

A empresa lembra também que possui know-how na operação de aeroportos, por meio da Aporte. Citou que a Aporte é sócia da suíça Unique, que administra o Aeroporto de Zurique, na Suíça, considerado durante cinco anos o mais eficiente do mundo. Procurada, a Andrade não quis se pronunciar.

Uma das áreas em estudo para o aeroporto seria a cidade de Caieiras, a 35 quilômetros da capital. O aeroporto teria capacidade para receber 22 milhões de passageiros por ano, a mesma movimentação de Cumbica, conforme estudo elaborado com a consultoria de uma empresa ligada à Boeing. A obra exigiria recursos de US$ 2 bilhões de dólares e a previsão é que não tenha participação pública.

Caieiras. A Camargo Corrêa já tem uma área na região de Caieiras, comprada em 2007 pela CCDI, braço de incorporação imobiliária do grupo. O terreno de 5,2 milhões de metros quadrados pertencia à Companhia Melhoramentos e é uma área de reflorestamento.

O local fica a 20 km do Centro de São Paulo, margeado pela Rodovia Tancredo Neves (principal ligação com a capital). Quando anunciou a compra do terreno em Caieiras, a Camargo divulgou que construiria no local um empreendimento residencial para baixa renda. O projeto, porém, não teve seguimento na prefeitura. "Eles não têm autorização para construir", disse o prefeito Roberto Hamamoto.

Hamamoto ficou sabendo pela imprensa que a cidade está cotada para abrigar o aeroporto. Ele demonstrou interesse, mas acha que o terreno da Camargo Corrêa não tem condições de ser usado. "O impacto ambiental seria imenso, porque a área é cortada por mananciais."

Pauta. De acordo com informações obtidas pelo Estado, a concessão à iniciativa privada de um terceiro aeroporto em São Paulo voltou à pauta do governo pelo presidente Lula. Ele quer que um modelo de concessão para o novo aeroporto de São Paulo comece a ser estudado.

Esse assunto enfrenta resistências no governo. Oficialmente, o governo informa que o decreto de concessão se restringe ao aeroporto do Rio Grande do Norte e qualquer nova movimentação só ocorrerá no próximo governo. Em nota, o Ministério da Defesa declarou que "a União, com o marco legal atual, não pode autorizar os governos estaduais a fazer concessões de aeroportos à iniciativa privada".

Informações que circulavam ontem em Brasília apontavam que o consórcio Camargo Corrêa-Andrade Gutierrez teria interesse na construção do aeroporto se o modelo fosse de autorização e não de concessão, como o de São Gonçalo do Amarante.

Segundo técnicos do governo, essa hipótese não tem chance de ir adiante, por ser um regime muito brando para um serviço público de infraestrutura aeroportuária.
fonte: Naiana Oscar e Tânia Monteiro para o Estadão 15 jun 2010



#2 RenatoRG

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Postado 16 de junho de 2010 - 02:55

Sempre as mesmas que mamam nas tetas do governo.

#3 jambock

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Postado 16 de junho de 2010 - 19:54

Meus prezados:
Setor aéreo se opõe a aeroporto privado

Companhias resistem a projeto das construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez na Grande São Paulo Temor é que modelo de gestão privada em um novo aeroporto no Estado acabe gerando escalada de tarifas
A proposta das empreiteiras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez de construir e administrar um novo aeroporto em São Paulo, apresentada ao BNDES, enfrentará resistência do setor aéreo.

A Folha apurou que as companhias aéreas temem uma escalada no valor das tarifas se for adotado um modelo de gestão privado.
O projeto das construtoras depende de mudanças no marco regulatório dos aeroportos, hoje administrados pela estatal Infraero. Para convencer o governo, as construtoras argumentam que o aeroporto ficaria pronto para a Copa de 2014.

Em conversas privadas, executivos de grandes companhias demonstraram insatisfação por nunca terem sido chamadas pelo governo a opinar sobre o modelo de concessão de aeroportos.
As companhias defendem a competição entre os aeroportos -sejam eles públicos, sejam privados. Argumentam que, mesmo sob gestão da Infraero, seria possível haver competição. Bastaria permitir a cobrança diferenciada de tarifas entre aeroportos. Hoje as empresas pagam a mesma tarifa para pousar ou decolar de qualquer local.

Procurado, o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) não quis comentar a proposta das construtoras. Por meio de sua assessoria, declarou que não defende nenhum modelo em particular. "Queremos apenas um aeroporto seguro, com condições de infraestrutura que nos garanta prestar bons serviços aos usuários."

No passado, a TAM chegou a defender o modelo privado. Depois que deixou a presidência da TAM, em 2007, Marco Bologna foi presidir a construtura WTorre com a missão de criar uma operadora de aeroportos com a participação da TAM S.A. O projeto não vingou. Bologna voltou para o grupo e hoje preside a TAM S.A.

Se aceito, o projeto das construtoras pode quebrar o plano do governo federal, que incluía a construção da segunda pista no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, distante 90 km de São Paulo, e a construção do TAV (Trem de Alta Velocidade).
O projeto do governo considera a receita que será obtida no trecho São Paulo-Campinas. Sem Viracopos, o fluxo de passageiros do trem fica mais comprometido.

A tendência é que os consórcios interessados em disputar o leilão do TAV queiram obter garantias do governo de que Viracopos de fato se tornará um aeroporto de grande porte. O projeto, previsto para o município de Caieiras, cria essa dúvida.
ÁREA
A proposta de um aeroporto em Caieiras surpreendeu a cidade. O prefeito Roberto Hamamoto (DEM) disse que desconhece o local onde pode ser instalado o empreendimento. "Todos sabem que a topografia da cidade não é muito favorável. Um projeto desse porte implica grande movimentação de terra", diz.
A Camargo não informou a localização do eventual projeto. A empresa tem 5,5 milhões de metros quadrados para um projeto imobiliário, ainda não aprovado pela prefeitura. O terreno foi adquirido da Melhoramentos.

De acordo com o prefeito, boa parte do terreno não dispõe de escritura definitiva. O terreno ocupa 45% do território de Caieiras, entretanto ainda há discussão sobre a demarcação. "Essa área da Camargo jamais poderá ser usada como aeroporto. Não permitirei isso", diz ele.
fonte: Mariana Barbosa e Agnaldo Brito para a "Folha de São Paulo" 16 jun 2010

Editado por jambock, 16 de junho de 2010 - 19:57 .


#4 jambock

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Postado 16 de junho de 2010 - 21:48

Meus prezados:
Especialista defende aeroporto sem Infraero
Para professor da UFRJ, terceiro aeroporto para SP é ""absolutamente necessário"", mas é preciso concorrência

O especialista em transporte aéreo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Respício do Espírito Santo Júnior, defendeu a construção do terceiro aeroporto para o Estado de São Paulo, ressalvando que o ponto fundamental nessa decisão é que sua administração não fique a cargo da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Na avaliação do professor, a privatização seria uma forma de garantir a concorrência e a consequente melhoria dos serviços prestados aos usuários.
Para ele, o novo aeroporto é considerado "absolutamente necessário", principalmente se pensarmos a médio e longo prazo, já que o setor está crescendo a níveis acima de 10% nos últimos cinco anos.

Dados divulgados segunda-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que o transporte aéreo doméstico registrou, em maio, aumento de 20,2% em comparação com o mesmo período de 2009. No caso das rotas internacionais, o crescimento alcançou 21%.
O professor acusa o governo de "não quantificar a importância do transporte aéreo". Citou, por exemplo, que a construção de um novo aeroporto, desde que não administrado pela Infraero, que controla 67 aeroportos e 97% do tráfego aéreo do País, é importante para que se tenha concorrência no setor. "O governo fala muito em concorrência de empresas aéreas, mas não fala em concorrência de aeroportos. É um problema ideológico."

Empresas. Quanto ao projeto da Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez de construção e administração de um novo aeroporto em São Paulo, conforme antecipado na coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, ele declarou ser uma boa saída, mas ressalvou que depende do marco regulatório para ser executada. O professor da UFRJ discorda ainda da posição de técnicos do governo que consideram inaceitável que um novo aeroporto possa funcionar por regime de autorização. Também vê isso como uma questão "ideológica".

O único aeroporto que será construído e administrado pela iniciativa privada será pelo regime de concessão. "A autorização estimularia a concorrência porque entregaria toda a responsabilidade àquela administração", disse ele, ao explicar que na autorização, a conta e risco é de quem está realizando o empreendimento. Nesse caso, a tarifa é livre, não tem prazo de exploração, o ativo é do empreendedor e também não há compensações em caso de problemas de equilíbrio econômico e financeiro provocado pelo governo.
No caso da concessão, como foi feito no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, há um contrato estabelecendo os parâmetros para o nível dos serviços, o tempo de concessão é pré-estabelecido, há controle de tarifas e de períodos de reajustes.
RAZÃO PARA ...
Investir no setor aeroportuário

1. Estudo do Ipea aponta que País corre o risco de um colapso aeroportuário decorrente do aumento da demanda em eventos como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016.
fonte: Tânia Monteiro para o "Estado de São Paulo" 16 jun 2010





#5 jgabriel

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Postado 16 de junho de 2010 - 22:47

Não entendo se opiniões como essa são por interesse ou ignorância. É justamente pela impossibilidade de concorrência que a Infraero é necessária. Não há demanda para dois aeroportos semelhantes exceto em São Paulo, e mesmo assim as pessoas simplesmente optam pelo mais conveniente.

#6 marcelvinicius

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Postado 17 de junho de 2010 - 00:57

Tem muita sujeira por trás disso... desde a aquisição de tal terreno até essa especulação sobre um aeroporto por lá.
Enfim, ficaremos apenas com os blás blás blás da imprensa e o verdadeiro jogo sujo não vai aparecer.
Fato é que realmente não vai rolar aeroporto em Caieiras...

#7 jambock

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Postado 22 de junho de 2010 - 02:03

Meus prezados:

O novo aeroporto

Diante da notória dificuldade técnica do governo de elaborar e executar com recursos públicos um programa que reduza a ineficiência do sistema aeroportuário brasileiro e da quase impossibilidade de privatização da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ? Estatal que controla o sistema ?, A concessão de novos aeroportos para empresas privadas pode ser o caminho para atender à demanda crescente e evitar o caos aéreo no futuro próximo.

O Estado informou, na semana passada, que o governo pretende conceder a particulares a operação de novo aeroporto de São Paulo, mas muitas incertezas precisam ser eliminadas para ampliar a participação do capital privado no sistema. É preciso definir um marco regulatório que garanta a prestação de serviços adequados à população e assegure condições operacionais aceitáveis para a concessionária e para as empresas usuárias. Questões ambientais surgirão à medida que o projeto avançar.

Apesar dos obstáculos, ele já atrai investidores. O Estado mostrou, na terça-feira passada, que uma empresa brasileira com experiência internacional na construção e operação de aeroportos já manifestou interesse em operar a terceira unidade que deverá atender a capital paulista e anunciou que dispõe até mesmo de local onde ela poderá ser construída.

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que, nos mais importantes aeroportos brasileiros, a demanda por pousos e decolagens supera a capacidade operacional. Nos momentos de pico, o Aeroporto Internacional de Guarulhos recebe 65 pedidos de pouso e decolagem por hora, mas só pode atender a 53 em perfeitas condições de segurança. Congonhas chega a receber 34 pedidos de pousos e decolagens por hora, mas sua capacidade é para 24 operações por hora.

As promessas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2007, depois da tragédia em Congonhas com o avião da TAM, de definir "em 90 dias" o local do novo aeroporto de São Paulo não foram cumpridas. A inoperância do governo torna ainda mais grave a situação do sistema.

A privatização, integral ou fatiada, da Infraero, para lhe dar maior competência gerencial e aumentar sua capacidade de investimentos, esbarra numa questão prática. Ela opera 67 aeroportos, mas só uma minoria é rentável e atrairia investimentos privados. Os demais não podem simplesmente ser desativados, pois têm papel importante em suas regiões, ou ter seus prejuízos transferidos para o Tesouro, ou seja, para os contribuintes. Hoje, as unidades rentáveis asseguram a operação das demais.

A concessão de aeroportos para empresas privadas ? que se responsabilizariam pelas obras e pela operação, de acordo com um modelo ainda a ser definido ? Pode permitir a ampliação do sistema e evitar o agravamento do problema no futuro. Dependendo do modelo escolhido, pode até mesmo assegurar o perfeito atendimento da demanda dos próximos anos, mesmo que o País venha a sediar grandes eventos internacionais.

A Camargo Corrêa, que, por meio de subsidiárias, opera aeroportos no Chile, Colômbia, Honduras e Curaçao e é sócia da empresa que opera o de Zurique, na Suíça ? Considerado um dos mais eficientes do mundo ?, formou sociedade com outra construtora, a Andrade Gutierrez, para disputar a construção e operação do novo aeroporto de São Paulo. Tem terreno no município de Caieiras, a 35 quilômetros do centro da capital ? Mesma distância do Aeroporto de Guarulhos ? para a unidade.

Já surgem objeções às intenções das duas empresas. Companhias aéreas temem tarifas operacionais muito altas, administradores públicos falam da necessidade da concessão de autorização para a construção do novo aeroporto. São manifestações prematuras. O modelo de transferência do terceiro aeroporto paulistano para o setor privado ? Se por meio de concessão, que asseguraria maior controle das operações pela agência reguladora, ou de autorização, que transferiria todos os riscos para a empresa privada e lhe daria autonomia para fixar tarifas ? Nem começou a ser discutido, assim como não está definido o local em que ele será construído. Mas essa é uma ideia que, se transformada em realidade, contribuiria muito para melhorar o sistema aeroportuário do País.
fonte: jornal Estado de São Paulo, 21 jun 2010

Editado por jambock, 22 de junho de 2010 - 02:05 .


#8 jambock

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Postado 24 de junho de 2010 - 01:02

Meus prezados:
Goldman diz que pedirá concessão de aeroporto

Governador de SP afirma que já dispõe de um estudo completo para a construção da nova estrutura na Região Metropolitana de São Paulo.
O governador de São Paulo, Alberto Goldman, pretende enviar ao Ministério da Defesa nos próximos dias solicitação para a concessão de um terceiro aeroporto na Região Metropolitana de São Paulo.

Em entrevista à Agência Estado, o governador antecipou que já dispõe de um estudo completo para a construção da nova estrutura e avaliou a alternativa como a única forma de solucionar o caos do setor aéreo brasileiro. "O estudo está pronto e sabemos onde construir um novo aeroporto nas imediações da capital", assegurou Goldman. "A situação está um caos generalizado, sem nenhuma perspectiva no curto prazo. Para solucionar esse gargalo, é importante a construção de novo aeroporto."
O governador reafirmou que o quadro aéreo em São Paulo é "extremamente grave" e minimizou reunião prevista para julho, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a equipe ministerial, para discutir os termos de concessão de um novo aeroporto na Grande São Paulo.

"O governo federal discute essa questão desde 2007 e até agora nada. Os aeroportos de Guarulhos e Congonhas têm, juntos, capacidade máxima para cerca de 35 milhões de pessoas ao ano e já estamos muito próximos desse número", afirmou o governador de São Paulo.
De acordo com Goldman, a capital paulista apresenta um aumento de demanda anual de, pelo menos, 4 milhões de passageiros. "Se continuar assim, deveríamos ter um novo Aeroporto de Congonhas a cada quatro anos."

O governador avaliou como "paliativo" o projeto do governo federal, incluído em 2007 no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de expandir o Aeroporto de Guarulhos. "É uma medida paliativa e nem desse quebra-galho eles conseguem fazer licitação."
Segundo Goldman, não adianta Lula destinar R$ 3 bilhões aos aeroportos do País, como estão previstos no PAC 2, sem uma boa gerência dos recursos. "O problema não é de dinheiro. O governo tem dinheiro em abundância, mas falta capacidade de fazer, de colocar o ovo em pé."

Na opinião de Goldman, é equivocado o governo federal acreditar que o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), pode suprir a demanda de passageiros da capital paulista. "Viracopos está a 100 km da região metropolitana, o que torna inviável pensar nele como solução."
Mesmo se aprovada neste ano a concessão de um novo aeroporto, o governador avaliou não haver tempo hábil para que ele esteja em operações durante a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
fonte: Gustavo Uribe e Elizabeth Lopes para o Estado de São Paulo, via CECOMSAER 23 jun 2010










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