A Emirates Airlines, companhia aérea de Dubai, pode enfrentar uma reação de governos indispostos com a rápida expansão dela, disse um diretor da Air France-KLM. A Emirates já está combatendo tentativas da Alemanha e do Canadá de regulamentar suas tarifas, e reconheceu que enfrenta dificuldades para obter permissões para novas rotas.
Emirates e ações protecionistas de governos
Iniciado por A345_Leadership, 24 Jun 2010 10:08
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#1
Postado 24 de junho de 2010 - 10:08
#2
Postado 25 de junho de 2010 - 00:22
Governos que se preocupam com as empresas do seu pais.
Foi exatamente o oposto do que foi feito aqui no Brasil.
Enfim... nao estou surpreso com essas acoes dos governos citados, nem com os de la nem com os de ca.
Para os amantes da nossa bandeirinha... aqui vai mais uma!!!!
Foi exatamente o oposto do que foi feito aqui no Brasil.
Enfim... nao estou surpreso com essas acoes dos governos citados, nem com os de la nem com os de ca.
Para os amantes da nossa bandeirinha... aqui vai mais uma!!!!
#3
Postado 25 de junho de 2010 - 00:50
Pode colocar na lista Coréia do Sul e Japão.
#4
Postado 25 de junho de 2010 - 01:14
QUOTE(LipeGIG @ Jun 25 2010, 12:50 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Pode colocar na lista Coréia do Sul e Japão.
é caros,
isso é a demonstração cabal de que o capital financeiro nunca vai abandonar o Estado. as empresas precisam da presença do Estado regulando a economia...que tal hein..essas mesmas empresas sãoa s primeiras a falar em competição, em livre comércio...pq tentam se proteger da atitude de livre comércio da Emirates...Estado nasce com a burguesia no séc. 17. acho que essa atitude das outras cia`s á era esperada..até pq a emirates não participa de nenhuma aliança né??
#5
Postado 25 de junho de 2010 - 09:07
QUOTE(philoclimber @ Jun 25 2010, 01:14 AM) <{POST_SNAPBACK}>
é caros,
isso é a demonstração cabal de que o capital financeiro nunca vai abandonar o Estado. as empresas precisam da presença do Estado regulando a economia...que tal hein..essas mesmas empresas sãoa s primeiras a falar em competição, em livre comércio...pq tentam se proteger da atitude de livre comércio da Emirates...Estado nasce com a burguesia no séc. 17. acho que essa atitude das outras cia`s á era esperada..até pq a emirates não participa de nenhuma aliança né??
isso é a demonstração cabal de que o capital financeiro nunca vai abandonar o Estado. as empresas precisam da presença do Estado regulando a economia...que tal hein..essas mesmas empresas sãoa s primeiras a falar em competição, em livre comércio...pq tentam se proteger da atitude de livre comércio da Emirates...Estado nasce com a burguesia no séc. 17. acho que essa atitude das outras cia`s á era esperada..até pq a emirates não participa de nenhuma aliança né??
Boa observação, é aquela coisa: Tem sempre venha nós o vosso reino mas nunca o seja feito a vossa vontade, rs.
Defendem um open sky com todo mundo, quando eles olham a possibilidade de aumentar o numero de voos, agora, quando outros olham a mesma possibilidade, eles correm pra debaixo da saia do governo local
#6
Postado 25 de junho de 2010 - 09:22
QUOTE(-Marcelo- @ Jun 25 2010, 12:22 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Governos que se preocupam com as empresas do seu pais.
Foi exatamente o oposto do que foi feito aqui no Brasil.
Enfim... nao estou surpreso com essas acoes dos governos citados, nem com os de la nem com os de ca.
Para os amantes da nossa bandeirinha... aqui vai mais uma!!!!
Foi exatamente o oposto do que foi feito aqui no Brasil.
Enfim... nao estou surpreso com essas acoes dos governos citados, nem com os de la nem com os de ca.
Para os amantes da nossa bandeirinha... aqui vai mais uma!!!!
QUOTE(LipeGIG @ Jun 25 2010, 12:50 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Pode colocar na lista Coréia do Sul e Japão.
QUOTE(philoclimber @ Jun 25 2010, 01:14 AM) <{POST_SNAPBACK}>
é caros,
isso é a demonstração cabal de que o capital financeiro nunca vai abandonar o Estado. as empresas precisam da presença do Estado regulando a economia...que tal hein..essas mesmas empresas sãoa s primeiras a falar em competição, em livre comércio...pq tentam se proteger da atitude de livre comércio da Emirates...Estado nasce com a burguesia no séc. 17. acho que essa atitude das outras cia`s á era esperada..até pq a emirates não participa de nenhuma aliança né??
isso é a demonstração cabal de que o capital financeiro nunca vai abandonar o Estado. as empresas precisam da presença do Estado regulando a economia...que tal hein..essas mesmas empresas sãoa s primeiras a falar em competição, em livre comércio...pq tentam se proteger da atitude de livre comércio da Emirates...Estado nasce com a burguesia no séc. 17. acho que essa atitude das outras cia`s á era esperada..até pq a emirates não participa de nenhuma aliança né??
Pois é colegas, também não fico surpreso que a maioria das empresas aéreas dos países que as protegem sejam ineficientes ou então vivem em uma artificial prosperidade.
Exemplo mais claro é o Japão. Mesmo sendo privada nos últimos 23 anos, a JAL gozou de privilégios estatais, sejam diretos (empréstimos e subsídios) ou então indiretos (barrando a entrada de novos players, como a RG no GRU-ZRH-NRT) e hoje o que acontece com a JAL . . . acostumada a ser paraestatal não imaginaram que um dia ia pedir concordata. Claro que outros fatores influenciaram: estagnação da economia japonesa, queda do poder aquisitivo deles, decréscimo da população, concorrentes com hubs mais eficientes, etc. Air India, Malaysia, Korean, Asiana e as européias são alguns exemplos. Quero ver até quando eles vão conseguir segurar o barco e seria irônico ver que um dias a Emirates ou outra qualquer tornando-se acionista de uma delas, só resta saber quando e qual capital vai ser mais interessante para o Estado.
#7
Postado 25 de junho de 2010 - 13:56
Minha opinião:
Acordos bilaterais são feitos para se cobrir O&D. Nenhuma grande economia vai ficar aceitando uma cia aérea chegar e disputar o mercado local com as cias nacionais, focando em fazer conexões em DXB e com forte vantagem competitiva na forma de menores impostos e taxas em Dubai.
As chances de um voo da Alemanha para alguns mercados na Asia e Oceânia se reduziriam, bem como algumas operações entrariam em risco como entraram as da British Airways por conceder a UAE um numero de frequências MUITO superior ao O&D para Dubai.
Basta dizer que LHR-DXB já é uma das 3 maiores rotas internacionais a partir do aeroporto de Londres... O resultado é que a BA tem tido dificuldades em sustentar rotas para o Extremo Oriente.
O passageiro ganha ? No inicio ele vai ganhar, mas quando a BA sair de uma rota, o preço vai subir , e a BA não vai ter força e nem interesse para voltar. Aí vão falar que a postura da ALemanha é inteligente.
Enquanto isso nós no Brasil estamos dando 5a liberdade a torto e direito entre Brasil x Argentina, Chile e agora até Colombia !
#8
Postado 25 de junho de 2010 - 16:45
Este é um tema muito interessante, pois a relação entre as empresas aéreas e seus Estados sempre foi umbelical e se no início a orientação era de protecioninsmo, a tendência se reverteu completamente nos ultimos tempos, pois no mundo conteporâneo a regionalização dos serviços aéreos, causa prejuízo as empresas que não podem alcançar um ganho global, ao contrário de outros produtos e serviços.
O problema é quando entra um player no mercado como a Emirates, com uma relação de custo completamente diferente das demais empresas, levando vantagem em carga tributária, preço do combustível etc. Isso desequilibra o mercado de tal maneira que os governos são obrigados a intervir. Seja da maneira mais simples, segurando frequências no bilateral, até medidas mais drásticas como regulamentação de tarifas, sobrecarga tributária, etc
Este sempre foi um pleito das empresas Brasileiras, que alegam estar em desvantagem com as internacionais devido a carga tributária, sem qualquer espécie de compensação por parte do Governo Brasileiro (Dado ao lucro das empresas Brasileiras este é um dado discutível)!
Em suma, protecionismo ou liberalismo demais, não são bons! O Estado Moderno e ideal e quase utópico é aquele que sabe regular o mercado adequadamente, criando condições de igualdade entre os concorrentes.
Lipe, o Brasil não leva em consideração apenas a O&D na assinatura dos bilaterais, cada vez mais aspectos políticos (inexplicaveis!) bem como de mercado (incluindo ai o potencial das conexões) são estudados na assinatura dos acordos.
A 5ª Liberdade com o Chile e com a Colombia é restrita, já com a Argentina, além de uma benevolência política, somos beneficiados (pelo menos enquanto eles não tiverem uma empresa forte) em nossos acordos bilaterais com países europeus.
Abracos.
O problema é quando entra um player no mercado como a Emirates, com uma relação de custo completamente diferente das demais empresas, levando vantagem em carga tributária, preço do combustível etc. Isso desequilibra o mercado de tal maneira que os governos são obrigados a intervir. Seja da maneira mais simples, segurando frequências no bilateral, até medidas mais drásticas como regulamentação de tarifas, sobrecarga tributária, etc
Este sempre foi um pleito das empresas Brasileiras, que alegam estar em desvantagem com as internacionais devido a carga tributária, sem qualquer espécie de compensação por parte do Governo Brasileiro (Dado ao lucro das empresas Brasileiras este é um dado discutível)!
Em suma, protecionismo ou liberalismo demais, não são bons! O Estado Moderno e ideal e quase utópico é aquele que sabe regular o mercado adequadamente, criando condições de igualdade entre os concorrentes.
QUOTE(LipeGIG @ Jun 25 2010, 01:56 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Enquanto isso nós no Brasil estamos dando 5a liberdade a torto e direito entre Brasil x Argentina, Chile e agora até Colombia !
Lipe, o Brasil não leva em consideração apenas a O&D na assinatura dos bilaterais, cada vez mais aspectos políticos (inexplicaveis!) bem como de mercado (incluindo ai o potencial das conexões) são estudados na assinatura dos acordos.
A 5ª Liberdade com o Chile e com a Colombia é restrita, já com a Argentina, além de uma benevolência política, somos beneficiados (pelo menos enquanto eles não tiverem uma empresa forte) em nossos acordos bilaterais com países europeus.
Abracos.
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