Gol vai resgatar a marca Varig.
Iniciado por Mastercaptain, 08 Jul 2010 11:20
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#41
Postado 11 de julho de 2010 - 19:15
Não há risco, com isso, da marca VARIG se sobrepor à GOL ???
#42
Postado 11 de julho de 2010 - 20:01
QUOTE
Não há risco, com isso, da marca VARIG se sobrepor à GOL ???
Se as duas marcas são do mesmo grupo, seria isso realmente um risco?
#43
Postado 11 de julho de 2010 - 20:17
Por isso que pergunto.
Imaginem que a marca VARIG nesta nova fase torne-se um sucesso estrondoso. Dentro do grupo GOL não poderia surgir uma corrente que quisesse tornar a empresa 100% VARIG , mantendo o low cost em certos aspectos.
Imaginem que a marca VARIG nesta nova fase torne-se um sucesso estrondoso. Dentro do grupo GOL não poderia surgir uma corrente que quisesse tornar a empresa 100% VARIG , mantendo o low cost em certos aspectos.
#44
Postado 11 de julho de 2010 - 20:51
São idéias diferentes, conceitos diferentes, a VARIG carregue uma memorial emocional pesada no Brasileiro, mas sempre vem coisas como qualidade, excelência, a Varig ainda vive no ideal do brasileiro, frases como no tempo da Varig na tinha esse tipo de coisa, ou ainda "as coisas eram melhores no tempo da falecida", a Tam não soube aproveitar todo o espaço deixado pela falecida e a gol escrevendo VARIG no 738, porém com serviços mais Laranjas do que nunca acaba destruindo o maior bem da Varig, a marca. A VARIG é apenas uma marca hoje,porém muito valiosa.
Eu sinceramente acredito que a Varig estaria bem melhor e viva se tivesse caído nas mãos do grupo Sinergy.
Eu sinceramente acredito que a Varig estaria bem melhor e viva se tivesse caído nas mãos do grupo Sinergy.
#45
Postado 11 de julho de 2010 - 23:11
Gostaria de fazer algumas perguntas:
As aeronaves PR-VAA, PR-VAD, PR-VAE e até o nunca operado PR-VAG voltarão a Varig algum dia? Se sim, quando?
Deduzindo a reincorporação dessas quatro aeronaves, teríamos nove Boeing 767. Com uma boa malha de alimentação e aproveitando-se dos acordos da GOL/VARIG, poderia se operar:
2 767 para MIA (Delta e American)
2 767 para JFK (Delta e American)
2 767 para CDG-FCO (Air France-KLM e Alitalia)
2 767 para MAD (Iberia)
1 Stand-by
Outro detalhe é vir a renovar o acordo com a JAL que havia sido feito pela Varig antes da fusão, elevando a code-share. Com a saída da JAL de GRU, seria um tráfego adicional, pois será necessário enviar esses paxs para JFK.
Destinos como EZE e SCL poderiam ser operados no tempo de solo dos 767 (MIA, JFK e CDG-FCO), fazendo GRU-SCL e GIG-SCL.
Produto:
A renovação do produto da Varig, na minha opinião, não demandaria exageros como poltronas Lie-flat. É necessário um retrofit de interiores, com a troca dos bins, instalação de mood lightning para dar uma idéia de aeronave mais moderna aos passageiros, instalação de PTVs na Classe Executiva e Classe Econômica e legroom acima da média de mercado. Os assentos da Classe Executiva poderiam ser os mesmos que a Varig vinha usando em algumas aeronaves, com reclínio de 150°:

O serviço de bordo poderia se manter inalterado, com quatro opções de pratos quentes na Classe Executiva, Espaço Vita e na Classe Econômica, três opções de pratos quentes.
Divulgação:
A GOL deveria investir massivamente na divulgação de seus vôos intercontinentais dos dois lados: o de origem e o de destino, também mostrando facilidades com conexões para outros destinos na América do Sul. (Tipo MAD-GRU e conexão rápida pra SCL). A marca Varig ainda inspira confiança e qualidade, aeronaves espaçosas, funcionários atenciosos e prestativos, tradição ainda difícil de se encontrar em outras empresas brasileiras.
É isso, para mim apenas isso e a Varig voltaria em grande estilo. É só uma questão de planejamento e marketing. Assim, também seria possível pleitear preços mais baixos em destinos como GRU-CDG (TAM, Varig e Air France na mesma rotas, com Varig e Air France parceiras, a TAM seria obrigada a reduzir o preço) e GRU-MAD (idem, vantagem para a Varig com mais frequências e parceria).
As aeronaves PR-VAA, PR-VAD, PR-VAE e até o nunca operado PR-VAG voltarão a Varig algum dia? Se sim, quando?
Deduzindo a reincorporação dessas quatro aeronaves, teríamos nove Boeing 767. Com uma boa malha de alimentação e aproveitando-se dos acordos da GOL/VARIG, poderia se operar:
2 767 para MIA (Delta e American)
2 767 para JFK (Delta e American)
2 767 para CDG-FCO (Air France-KLM e Alitalia)
2 767 para MAD (Iberia)
1 Stand-by
Outro detalhe é vir a renovar o acordo com a JAL que havia sido feito pela Varig antes da fusão, elevando a code-share. Com a saída da JAL de GRU, seria um tráfego adicional, pois será necessário enviar esses paxs para JFK.
Destinos como EZE e SCL poderiam ser operados no tempo de solo dos 767 (MIA, JFK e CDG-FCO), fazendo GRU-SCL e GIG-SCL.
Produto:
A renovação do produto da Varig, na minha opinião, não demandaria exageros como poltronas Lie-flat. É necessário um retrofit de interiores, com a troca dos bins, instalação de mood lightning para dar uma idéia de aeronave mais moderna aos passageiros, instalação de PTVs na Classe Executiva e Classe Econômica e legroom acima da média de mercado. Os assentos da Classe Executiva poderiam ser os mesmos que a Varig vinha usando em algumas aeronaves, com reclínio de 150°:

O serviço de bordo poderia se manter inalterado, com quatro opções de pratos quentes na Classe Executiva, Espaço Vita e na Classe Econômica, três opções de pratos quentes.
Divulgação:
A GOL deveria investir massivamente na divulgação de seus vôos intercontinentais dos dois lados: o de origem e o de destino, também mostrando facilidades com conexões para outros destinos na América do Sul. (Tipo MAD-GRU e conexão rápida pra SCL). A marca Varig ainda inspira confiança e qualidade, aeronaves espaçosas, funcionários atenciosos e prestativos, tradição ainda difícil de se encontrar em outras empresas brasileiras.
É isso, para mim apenas isso e a Varig voltaria em grande estilo. É só uma questão de planejamento e marketing. Assim, também seria possível pleitear preços mais baixos em destinos como GRU-CDG (TAM, Varig e Air France na mesma rotas, com Varig e Air France parceiras, a TAM seria obrigada a reduzir o preço) e GRU-MAD (idem, vantagem para a Varig com mais frequências e parceria).
#46
Postado 12 de julho de 2010 - 01:08
QUOTE(Nishan @ Jul 11 2010, 07:15 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não há risco, com isso, da marca VARIG se sobrepor à GOL ???
Sim, há este perigo, por mais que sejam empresas do mesmo grupo, a idéia de ter serviços diferenciados separados por empresas é um risco e pode criar "feudos". A própria Varig era um exemplo: moldou a Rio Sul para poder competir com a Tam e no final das contas a RSL era lucrativa pois usava de graça ou a preços irrisórios a estrutura que a Varig tinha (treinamento, manutenção).
Tem que tomar muito perigo em uma empresa querer ser maior que a outra, tem que ter pulso firme da diretoria.
A idéia de ter a Varig na inter e Gol na nacional é boa, mas a partir do momento que uma vai querer entrar no mercado da outra, vai dar problema . . .
#47
Postado 12 de julho de 2010 - 01:52
Tem que existir um limite entre as marcas.
Acredito que a Varig seja uma grande marca e com ótima exposição e reconhecimento internacional, logo deveria somente se dedicar ao internacional, ao long haul e a voos domésticos com duração superior a 2h30min (inicialmente 3h)
Abaixo de 2h30, acho que o low cost fala mais alto. E aí teria que ser domínio da GOL
Acredito que a Varig seja uma grande marca e com ótima exposição e reconhecimento internacional, logo deveria somente se dedicar ao internacional, ao long haul e a voos domésticos com duração superior a 2h30min (inicialmente 3h)
Abaixo de 2h30, acho que o low cost fala mais alto. E aí teria que ser domínio da GOL
#48
Postado 12 de julho de 2010 - 11:04
O LipeGIG colocou bem assim como outros membros do CR sobre a divisão da Varig no Long Haul e Gol no resto, afinal um vôo de 1:30 se encaixa melhor numa low cost.
Porém os diretores da Gol parecem indolentes, talvez seja um excesso de cautela devido as condições recentes do mercado, mas o fato é que não se vê ação na gestão da empresa, não se vê atos grandiosos, muito menos ambição. O mercado brasileiro esta aí, tem capacidade de absorver, só falta ação por parte de certos indolentes
Porém os diretores da Gol parecem indolentes, talvez seja um excesso de cautela devido as condições recentes do mercado, mas o fato é que não se vê ação na gestão da empresa, não se vê atos grandiosos, muito menos ambição. O mercado brasileiro esta aí, tem capacidade de absorver, só falta ação por parte de certos indolentes
#49
Postado 12 de julho de 2010 - 21:50
Para mim, o melhor seria deixar todas as operações internacionais da GOL/VARIG com a marca Varig e Classe Comfort e até uma operação da Varig doméstica em horários mais nobres para vôos de mais de 3 horas de duração.
#50
Postado 13 de julho de 2010 - 01:40
QUOTE(Luiz7 @ Jul 10 2010, 03:21 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Sou favorável a manter a marca VARIG viva e talvez até mais radicalmente, que acabassem com a marca GOL e fizessem tudo ser VARIG, com um belo layout...aquele alaranjado da GOL é muito feinho...
Para mim ver uma Varig alaranjada é como ver o Grêmio usando uniforme com umas cores tchegay
Eu sei que o Rio Grande do Sul tem coisas melhores, como o Internacional, mas descaracterizar uma nação azul e branco, como a Gol fez, é pegar pesado.
Editado por qwert, 13 de julho de 2010 - 01:42 .
#51
Postado 13 de julho de 2010 - 07:36
Na minha singela opinião o grupo GOL/VARIG deveria ter uma campanha publicitária forte para convergir para uma marca só.
E pelo "peso" (como já disseram por aqui), a marca VARIG deveria prevalecer, pela sua história e por ser mais lembrada que a própria GOL.
PS: Ontem revi alguns companheiros da GOL/VARIG aqui pela TAM fazendo uma visitinha (sempre é bom rir das histórias com velhos amigos!).
E pelo "peso" (como já disseram por aqui), a marca VARIG deveria prevalecer, pela sua história e por ser mais lembrada que a própria GOL.
PS: Ontem revi alguns companheiros da GOL/VARIG aqui pela TAM fazendo uma visitinha (sempre é bom rir das histórias com velhos amigos!).
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