Creio que a EK terá um segundo vôo para GRU antes (infelizmente) de começar a servir outros destinos....

Emirates - Plano para as Américas - Próximos 5 anos
Iniciado por LipeGIG, 10 Jul 2010 14:58
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#21
Postado 12 de julho de 2010 - 13:36
#22
Postado 12 de julho de 2010 - 14:38
Invertendo a ordem dos post`s:
Mais ou menos Exu, concordo que elas não fazem caridade, mas no Brasil elas prestam serviços públicos, logo, pelo menos no campo da utopia, devem atendem tambem ao interesse público, como bem disse o Lipe.
Alem disso há muito, nem o mais liberal dos econômistas, acredita que mercados se regulam sozinhos.
Regular o mercado é fazer exatamente isso, tentar mediar interesses privados e publicos!
Se a Emirates quer transportar passageiros do Brasil todo e já possui um voo autorizado aonde lhe é mais cômodo e lucrativo (GRU), atende ao interesse publico a autorização vinculada a operação em outro aeroporto.
Logo a idéia não é tão desarrazoada, pelo contrário, merece análise por nossas autoridades e acredito que mais cedo ou mais tarde, será adotada, como tentarei explicar abaixo:
Lipe, sua idéia é excelente, mas esbarra no fato de o Brasil não ter como sua politica externa nos acordos bilaterais, este tipo de restrição para Acordos com poucas frequências.
O Bilateral atualmente preve 14 frequencias, somente nos bilaterais revisados recentemente, com mais de 20 frequências em rotas já saturadas, o Brasil fixou regiões a serem exploradas pelas novas rotas.
Considerando que não há interesse de empresas brasileiras em jogo, não seria de bom tom, impor a um país com que queremos e devemos estreitar relações, uma restrição que não exigimos de outros países.
Enquanto houver disponibilidade em GRU, ainda que naqueles horários fantásticos de madrugada, a Emirates vai poder utilizar suas 14 frequencias em GRU.
A expansão da EK no Brasil, acima das 14 rotas já autorizadas, com certeza vai se dar nos mesmos moldes das revisões do bilateral com EUA e Europa, obrigando a Empresa a ir para outras regiões.
É isso ai....
É a tendência Carlo....mas, nunca se sabe, até pq com o aumento de frequências para Europa no GIG e considerando a possibilidade da EK perder possíveis conexões asiaticas Cariocas para as Européias, somada a política de negócios um tanto agressiva da EK, pode ser que ela resolva entrar no GIG, para matar qualquer concorrência de vez.
Abraços
QUOTE(ExuKavera @ Jul 11 2010, 03:05 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Está errado.
Companhias aéreas não fazem caridade e voam para onde tem demanda para seus serviços.
Companhias aéreas não fazem caridade e voam para onde tem demanda para seus serviços.
Mais ou menos Exu, concordo que elas não fazem caridade, mas no Brasil elas prestam serviços públicos, logo, pelo menos no campo da utopia, devem atendem tambem ao interesse público, como bem disse o Lipe.
Alem disso há muito, nem o mais liberal dos econômistas, acredita que mercados se regulam sozinhos.
Regular o mercado é fazer exatamente isso, tentar mediar interesses privados e publicos!
Se a Emirates quer transportar passageiros do Brasil todo e já possui um voo autorizado aonde lhe é mais cômodo e lucrativo (GRU), atende ao interesse publico a autorização vinculada a operação em outro aeroporto.
Logo a idéia não é tão desarrazoada, pelo contrário, merece análise por nossas autoridades e acredito que mais cedo ou mais tarde, será adotada, como tentarei explicar abaixo:
QUOTE(LipeGIG @ Jul 11 2010, 02:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Desconcentrar é não concentrar. Que digam a Emirates que ela pode ter 49 voos semanais, mas nunca mais de 1 em cada destino. Tenho certeza que em 2016 teriamos 3 ou 4 voos diários da Emirates para 3 ou 4 lugares diferentes.
Transporte aéreo é concessão da união, não é possessão de cia aérea.
Transporte aéreo é concessão da união, não é possessão de cia aérea.
Lipe, sua idéia é excelente, mas esbarra no fato de o Brasil não ter como sua politica externa nos acordos bilaterais, este tipo de restrição para Acordos com poucas frequências.
O Bilateral atualmente preve 14 frequencias, somente nos bilaterais revisados recentemente, com mais de 20 frequências em rotas já saturadas, o Brasil fixou regiões a serem exploradas pelas novas rotas.
Considerando que não há interesse de empresas brasileiras em jogo, não seria de bom tom, impor a um país com que queremos e devemos estreitar relações, uma restrição que não exigimos de outros países.
Enquanto houver disponibilidade em GRU, ainda que naqueles horários fantásticos de madrugada, a Emirates vai poder utilizar suas 14 frequencias em GRU.
A expansão da EK no Brasil, acima das 14 rotas já autorizadas, com certeza vai se dar nos mesmos moldes das revisões do bilateral com EUA e Europa, obrigando a Empresa a ir para outras regiões.
QUOTE(Aeroporto Brasil @ Jul 11 2010, 03:42 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Exu, mesmo discordando, nós estamos concordando 
É isso ai....
QUOTE(Carlo Fratini @ Jul 12 2010, 01:36 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Creio que a EK terá um segundo vôo para GRU antes (infelizmente) de começar a servir outros destinos....
É a tendência Carlo....mas, nunca se sabe, até pq com o aumento de frequências para Europa no GIG e considerando a possibilidade da EK perder possíveis conexões asiaticas Cariocas para as Européias, somada a política de negócios um tanto agressiva da EK, pode ser que ela resolva entrar no GIG, para matar qualquer concorrência de vez.
Abraços
#23
Postado 12 de julho de 2010 - 18:11
QUOTE(benitorbp @ Jul 12 2010, 02:38 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Invertendo a ordem dos post`s:
Mais ou menos Exu, concordo que elas não fazem caridade, mas no Brasil elas prestam serviços públicos, logo, pelo menos no campo da utopia, devem atendem tambem ao interesse público, como bem disse o Lipe.
Alem disso há muito, nem o mais liberal dos econômistas, acredita que mercados se regulam sozinhos.
Regular o mercado é fazer exatamente isso, tentar mediar interesses privados e publicos!
Se a Emirates quer transportar passageiros do Brasil todo e já possui um voo autorizado aonde lhe é mais cômodo e lucrativo (GRU), atende ao interesse publico a autorização vinculada a operação em outro aeroporto.
Logo a idéia não é tão desarrazoada, pelo contrário, merece análise por nossas autoridades e acredito que mais cedo ou mais tarde, será adotada, como tentarei explicar abaixo:
Lipe, sua idéia é excelente, mas esbarra no fato de o Brasil não ter como sua politica externa nos acordos bilaterais, este tipo de restrição para Acordos com poucas frequências.
O Bilateral atualmente preve 14 frequencias, somente nos bilaterais revisados recentemente, com mais de 20 frequências em rotas já saturadas, o Brasil fixou regiões a serem exploradas pelas novas rotas.
Considerando que não há interesse de empresas brasileiras em jogo, não seria de bom tom, impor a um país com que queremos e devemos estreitar relações, uma restrição que não exigimos de outros países.
Enquanto houver disponibilidade em GRU, ainda que naqueles horários fantásticos de madrugada, a Emirates vai poder utilizar suas 14 frequencias em GRU.
A expansão da EK no Brasil, acima das 14 rotas já autorizadas, com certeza vai se dar nos mesmos moldes das revisões do bilateral com EUA e Europa, obrigando a Empresa a ir para outras regiões.
É isso ai....
É a tendência Carlo....mas, nunca se sabe, até pq com o aumento de frequências para Europa no GIG e considerando a possibilidade da EK perder possíveis conexões asiaticas Cariocas para as Européias, somada a política de negócios um tanto agressiva da EK, pode ser que ela resolva entrar no GIG, para matar qualquer concorrência de vez.
Abraços
Mais ou menos Exu, concordo que elas não fazem caridade, mas no Brasil elas prestam serviços públicos, logo, pelo menos no campo da utopia, devem atendem tambem ao interesse público, como bem disse o Lipe.
Alem disso há muito, nem o mais liberal dos econômistas, acredita que mercados se regulam sozinhos.
Regular o mercado é fazer exatamente isso, tentar mediar interesses privados e publicos!
Se a Emirates quer transportar passageiros do Brasil todo e já possui um voo autorizado aonde lhe é mais cômodo e lucrativo (GRU), atende ao interesse publico a autorização vinculada a operação em outro aeroporto.
Logo a idéia não é tão desarrazoada, pelo contrário, merece análise por nossas autoridades e acredito que mais cedo ou mais tarde, será adotada, como tentarei explicar abaixo:
Lipe, sua idéia é excelente, mas esbarra no fato de o Brasil não ter como sua politica externa nos acordos bilaterais, este tipo de restrição para Acordos com poucas frequências.
O Bilateral atualmente preve 14 frequencias, somente nos bilaterais revisados recentemente, com mais de 20 frequências em rotas já saturadas, o Brasil fixou regiões a serem exploradas pelas novas rotas.
Considerando que não há interesse de empresas brasileiras em jogo, não seria de bom tom, impor a um país com que queremos e devemos estreitar relações, uma restrição que não exigimos de outros países.
Enquanto houver disponibilidade em GRU, ainda que naqueles horários fantásticos de madrugada, a Emirates vai poder utilizar suas 14 frequencias em GRU.
A expansão da EK no Brasil, acima das 14 rotas já autorizadas, com certeza vai se dar nos mesmos moldes das revisões do bilateral com EUA e Europa, obrigando a Empresa a ir para outras regiões.
É isso ai....
É a tendência Carlo....mas, nunca se sabe, até pq com o aumento de frequências para Europa no GIG e considerando a possibilidade da EK perder possíveis conexões asiaticas Cariocas para as Européias, somada a política de negócios um tanto agressiva da EK, pode ser que ela resolva entrar no GIG, para matar qualquer concorrência de vez.
Abraços
Muito bem analisado. Tudo a ver com a notícia divulgada hoje. Confiram no tópico:
http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=64428
#24
Postado 12 de julho de 2010 - 18:54
QUOTE(benitorbp @ Jul 12 2010, 02:38 PM) <{POST_SNAPBACK}>
É a tendência Carlo....mas, nunca se sabe, até pq com o aumento de frequências para Europa no GIG e considerando a possibilidade da EK perder possíveis conexões asiaticas Cariocas para as Européias, somada a política de negócios um tanto agressiva da EK, pode ser que ela resolva entrar no GIG, para matar qualquer concorrência de vez.
Abraços
Abraços
Na verdade, a EK ventilou tempos atrás o interesse em operar um segundo diario a GRU e a Qatar, que vive na cola da sua vizinha, deve ter "descoberto" e lançou logo um diario não só a GRU como ao segundo destino do continente. Certamente, o próximo passo da EK será lançar um DXB-GIG-EZE, o que certamente ocorrerá até 2012.
Em GRU, até por falta de estrutura, ela continuará a operar 1 só diario com os seus 77W e, certamente, qdo a infraestrutura permitir (em 5 anos talvez) inserirá um 380 por aqui.
Outros destinos no BR, a meu ver, uma chance muito remota.
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