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Empresas aéreas terão que arcar com assistência a passageiros do Salgado Filho
Embora não tenham responsabilidade pelo apagão que ocorreu no Aeroporto Internacional Salgado Filho, as companhias aéreas necessitaram cumprir as regras impostas pela Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que ampliou os direitos dos passageiros. Pela regra, todas as pessoas que enfrentaram atrasos, cancelamento e interrupção de voo têm direito a exigir da empresa área a prestação de assistência material. “A assistência é devida, no que for cabível, aos passageiros que estiverem a bordo da aeronave ou em solo, sem acesso ao terminal”, diz o texto da resolução. As reclamações e denúncias devem ser formalizadas através do site www.anac.gov.br/faleanac ou do telefone 0800-7254445, que aceita chamadas de celulares.
“Nossa equipe técnica está investigando o que teria motivado a pane no disjuntor”, salientou o superintende do Aeroporto Internacional Salgado Filho, Jorge Herdina. Segundo ele, os técnicos estão empenhados em descobrir as causas do problema. Esta foi a primeira vez que ocorreu um problema desta natureza, de acordo com Herdina. “Nosso sistema de geração emergencial é composto por quatro geradores, sendo um por andar e um quarto de apoio”, explicou.
A pane no disjuntor afetou diretamente os passageiros, que não podiam acessar as salas de embarque porque ficaram sem acesso aos guichês do check-in por quase três horas. “Infelizmente, as pessoas precisaram ficar no saguão, aguardando pela retomada do atendimento”, afirmou. Também ficaram inoperantes os serviços de inspeção, dotados de raio-x, e o despacho de bagagens. Herdina chegou ao terminal às 6h e, depois da aterrissagem de três aeronaves, solicitou que os demais voos com destino a Porto Alegre fossem temporariamente suspensos para evitar congestionamento de aeronaves no pátio.
“Nós temos uma manutenção preventiva mensal justamente para evitar a ocorrência de incidentes desta natureza”, enfatizou. O superintendente anunciou que o sistema de emergência do Salgado Filho será ampliado, por conta das obras previstas para a Copa do Mundo de 2014. “Estão previstos investimentos de R$ 1 bilhão em um período de cinco anos, com o objetivo de ampliar a capacidade operacional”, observou. Segundo ele, serão ampliadas as condições de atendimento e de procedimentos. A novidade fica por conta da futura reativação do antigo terminal para operação de voos domésticos. As instalações serão oferecidas às companhias que não possuem elevado volume de voos diários, como NHT, Trip e Avianca, além da Pantanal e da Passaredo, que já manifestaram interesse em manter estrutura operacional em Porto Alegre.
“Temos capacidade para o atendimento de 6 milhões de passageiros por ano. Com as obras de ampliação do atual terminal e reativação do antigo, teremos condições de atender as demandas anuais de 10,5 milhões de passageiros”, disse. O terminal que está em operação desde 2001 passará, após as melhorias, contará com 20 novos guichês de check-in, três canais de inspeção, com raio-x, e uma sala de embarque com capacidade para 250 pessoas.
Fonte: R7 20.08.10 - 14:02
Assim fica fácil. Quando a empresa é culpada, OU NÃO, tem que prestar assistência ao passageiro. Na INFRAZERO não vai nada?...
Empresas aéreas terão que arcar com assistência a passageiros do Salgado Filho
Embora não tenham responsabilidade pelo apagão que ocorreu no Aeroporto Internacional Salgado Filho, as companhias aéreas necessitaram cumprir as regras impostas pela Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que ampliou os direitos dos passageiros. Pela regra, todas as pessoas que enfrentaram atrasos, cancelamento e interrupção de voo têm direito a exigir da empresa área a prestação de assistência material. “A assistência é devida, no que for cabível, aos passageiros que estiverem a bordo da aeronave ou em solo, sem acesso ao terminal”, diz o texto da resolução. As reclamações e denúncias devem ser formalizadas através do site www.anac.gov.br/faleanac ou do telefone 0800-7254445, que aceita chamadas de celulares.
“Nossa equipe técnica está investigando o que teria motivado a pane no disjuntor”, salientou o superintende do Aeroporto Internacional Salgado Filho, Jorge Herdina. Segundo ele, os técnicos estão empenhados em descobrir as causas do problema. Esta foi a primeira vez que ocorreu um problema desta natureza, de acordo com Herdina. “Nosso sistema de geração emergencial é composto por quatro geradores, sendo um por andar e um quarto de apoio”, explicou.
A pane no disjuntor afetou diretamente os passageiros, que não podiam acessar as salas de embarque porque ficaram sem acesso aos guichês do check-in por quase três horas. “Infelizmente, as pessoas precisaram ficar no saguão, aguardando pela retomada do atendimento”, afirmou. Também ficaram inoperantes os serviços de inspeção, dotados de raio-x, e o despacho de bagagens. Herdina chegou ao terminal às 6h e, depois da aterrissagem de três aeronaves, solicitou que os demais voos com destino a Porto Alegre fossem temporariamente suspensos para evitar congestionamento de aeronaves no pátio.
“Nós temos uma manutenção preventiva mensal justamente para evitar a ocorrência de incidentes desta natureza”, enfatizou. O superintendente anunciou que o sistema de emergência do Salgado Filho será ampliado, por conta das obras previstas para a Copa do Mundo de 2014. “Estão previstos investimentos de R$ 1 bilhão em um período de cinco anos, com o objetivo de ampliar a capacidade operacional”, observou. Segundo ele, serão ampliadas as condições de atendimento e de procedimentos. A novidade fica por conta da futura reativação do antigo terminal para operação de voos domésticos. As instalações serão oferecidas às companhias que não possuem elevado volume de voos diários, como NHT, Trip e Avianca, além da Pantanal e da Passaredo, que já manifestaram interesse em manter estrutura operacional em Porto Alegre.
“Temos capacidade para o atendimento de 6 milhões de passageiros por ano. Com as obras de ampliação do atual terminal e reativação do antigo, teremos condições de atender as demandas anuais de 10,5 milhões de passageiros”, disse. O terminal que está em operação desde 2001 passará, após as melhorias, contará com 20 novos guichês de check-in, três canais de inspeção, com raio-x, e uma sala de embarque com capacidade para 250 pessoas.
Fonte: R7 20.08.10 - 14:02
Assim fica fácil. Quando a empresa é culpada, OU NÃO, tem que prestar assistência ao passageiro. Na INFRAZERO não vai nada?...
Editado por jambock, 20 de agosto de 2010 - 20:07 .




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