Bom dia le1
A KLM é hoje uma subsidiária da Air France. Importante frisar que ambas não eram totalmente privadas.
E claro como tratava-se de interesse estratégico e notoriamente público, foi amplamente divulgado antes mesmo de concretizar.
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Essa compra já é fato consumado? Alguém saberia informar porque os donos da TAM a querem vender? Qual seria a solução: obrigar a TAM a continuar como está, ver os lucros minguarem, a dívida crescer e talvez esperar que ela desapareça do cenário. Lembro-me muito bem do caso VARIG que a grande maioria achava indestrutível.
O problema é alterar uma legislação para simplesmente atender as necessidades das empresas que nesse momento realizam uma " operação" .
Só para refrescar um pouco a memória, a Lei de Falências foi modificada justamente para atender interesses criando um impasse de INCONSTITUCIONALIDADE quando não reconhecia sucessão trabalhista .... e cá entre nós: __ Que vergonha !!
O Trabalhador tem seus direitos Usurpados por ações inescrupulosas do Poder Executivo (entenda-se bastidores de governo ) e endossada por
um judiciário sem credibilidade !
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Realmente é lamentável este despotismo! Com relação a política para aviação: qual política ajudaria a TAM a ser uma empresa rentável? Não vale dizer que o contribuinte tem que arcar com as despesas de uma empresa privada!
Acho que não fui claro, a política não é para ajudar a TAM ... os donos estão muito bem e agradecem ( rs ) !
Refiro-me a política para a A V I A Ç Ã O, que está em decreto E NÃO é posta em prática.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2...creto/D6780.htm Voce sabe que decreto é esse ?
Dê uma rápida lidinha e vai ajudá-lo a entender que do decreto para as ações, NADA fora feito !
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2.5.O DESENVOLVIMENTO DA AVIAÇÃO CIVIL
Poucos setores econômicos abrangem conjunto de atividades tão complexas quanto às da aviação civil.
Trata-se de setor marcado por regulação (técnica e econômica) e fiscalização intensas; intensivo em capital, mão-de-obra qualificada e tecnologia de ponta; vulnerável a condições meteorológicas e geográficas adversas; estruturado em rede; dependente de acordos internacionais; extremamente diversificado quanto ao estágio de desenvolvimento das empresas; e fornecedor de bens e serviços de elevado valor específico.
Diante de tal complexidade, a adequada coordenação das atividades da indústria aeronáutica, da
formação de profissionais em todos os seus níveis, da infra-estrutura aeroportuária civil, da infra-estrutura aeronáutica civil e dos serviços aéreos constitui tarefa de fundamental importância para o desenvolvimento da aviação civil brasileira.Medidas como o estímulo à formação e capacitação de profissionais, à abertura de empresas de fabricação e manutenção de componentes aeronáuticos, à ampliação de oferta da infra-estrutura aeronáutica civil, ao crescimento do transporte aéreo, à competitividade e à elaboração e manutenção de marco legal atualizado, transparente e adequado devem ser, entre outras, objeto de políticas públicas específicas, mas que guardem entre si grande correlação quanto aos objetivos a serem colimados.
O Estado brasileiro deve ser capaz, portanto, de prever adequadamente a demanda por bens e serviços aeronáuticos e propiciar as condições para que o desenvolvimento da aviação civil se faça de maneira harmônica, equilibrada e adequada. Tal condição torna-se ainda mais relevante no que tange ao provimento da infra-estrutura necessária ao desenvolvimento da aviação civil.
O provimento de infra-estrutura, seja pelo Poder Público ou por agentes privados por meio de delegação, conforme disposto na Constituição, deve proporcionar o desenvolvimento das atividades de transporte aéreo. Há que superar os óbices que impedem o crescimento da aviação civil de maneira ordenada e em sintonia com os objetivos nacionais de integração e ampliação do acesso ao serviço, de forma a promover a prosperidade equitativamente."
As políticas públicas se alternam e os intermináveis e inúmeros decretos caem em desuso. No máximo, servem apenas para avalizar alguma ação ou, medida que se tornam impopular.