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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

"Novos sábios da ANAC"...


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#1 le1

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Postado 30 de agosto de 2010 - 16:53



Prezados Chefes e Amigos


Atendendo ao pedido do autor - Cláudio Magnavita, estou remetendo abaixo o artigo publicado no Jornal de Turismo, que trata do fusão da LAN com a TAM.


Infelizmente, a triste verdade está colocada no referido artigo, ou seja o início do fim da aviação comercial brasilera, resultante do fatídico mandato da Dona Solange Vieira na ANAC e contando com o total apoio do Ministro Nelson Jobim.


Em nossos dias, as empresas aéreas braileiras são tratadas pela ANAC e vistas pelo público como vilãs e responsáveis por todas as mazelas que assolam a aviação civil. Desde a falta de inverstimentos e capacidade nos aeroportos até a lacuna na formação de recursos humanos, principalmente pilotos e mecânicos.


Entretanto, quem levou a aviação civil para as primeiras páginas dos jornais foi exatamente a ANAC e a sua Diretoria repleta de amadores sem qualquer compromisso com o nosso País. Criou um sistema de publicidade para os índices distorcidos de atrasos, onde somente as empresas aéreas são responsáveis, não havendo a quantificação das condições de metereologia, fechamento de pistas e congestionamento de pátios, acidentes e incidentes com paralização das operaçoes de pouso e decolagem, nem qualquer consideração para eventuaos sobrecargas no controle de tráfego aéreo. Assim, os atrasos publicados pela Dona Solange se refere apenas a chegada/partida dos voos nos aeroportos. Pura invenção e distorção.


Nós já sabíamos há muito tempo que as fusões com as "mega-carriers" estrangeiras chegariam às nossas empresas aéreas, mas poderíamos estar mais fortalecidos se tivéssemos feito a liberdade tarifária com um período de transição de 5 ou 10 anos. Além disso, somente de janeiro a dezembro de 2008, a ANAC assinou Acordos Bilaterais, quase dobrando a quantidade total de frequências semanais (de 248 para 500) de voos internacionais.


Ademais, nos recentes Acordos Bilaterais com o Chile e a Colombia foram ampliadas de 21 para 56 frequências semanais, adotando-se também direitos de 5a. e 6a. liberdades para pontos aquém, intermediários e além dos países.


Não satisfeitos os "novos sábios da ANAC" aceitaram negociar com todos os países da União Européia e não mais país por país, como acontecia no passado, no chamado "Acordo Horzontal", costurado pela Dona Solange Vieira , em maio de 2008 e finalizado em 14 de julho de 2010. De agora em diante, sentaremos a mesa de negociação para discutir assuntos de interesse aero-comercial com TODA A UNIÃO EUROPÉIA do outro lado da mesa. Não conseguiremos mais nada, pois a nossa capacidade de "barganhar" qualquer ponto praticamente acabou.


Com a Instrução ANAC Número 45, de 17 de julho passado, a Dona Solange estabeleceu claras orientações ao Superintendente de Relações Internacionais (SRI/ANAC) para buscar alcançar a livre quantidade de frequências na capacidade e também direitos de 5a. e 6a. liberdades no quadro de rotas durante a negociação de revisão de todos os Acordos Bilaterais.


Neste cenário, não restou alternativa para a única empresa aérea brasileira, que ainda atuava no mercado internacional em rotas de longo curso. Não podemos esquecer que a VARIG , depois de quase 70 anos se retirou das linhas intercontinentais, em setembro de 2008, já sob a regência da GOL.


Devemos reconhecer que a TAM lutou bravamente e mostrou competência para crescer e ocupar o espaço deixado pela velha VARIG, obtendo sucesso até certo ponto. Porém, com quase US$ 5 bilhões (R$ 9 bilhões) de dívidas e valor de mercado de cerca de US$ 1,5 bilhão deve ter pressentido que poderia não ter outra chance e preferiu sair honrosamente do negócio da aviação, ou pelo menos diminuir o risco.


De atores principais no mercado internacional na América do Sul com a fusão LANTAM passaremos a ser coadjuvantes e a sede da nova "holding" será no Chile. E o motivo é simples, os impostos sobre a remessa de capital do Chile para o Brasil apenas 6% e do Brasil para o Chile 17%. A carga fiscal e tributária continua deteriorando as finanças de nossas empresas aéreas ou não, e como diz o ex-Ministro Mailson da Nobrega em recente artigo publicado na VEJA, voltamos a ser o país do Jeca Tatu, vivendo da agricultura, pecuária e minérios.


Com certeza, esta fusão LATAM não será a última, porque não há outro caminho para as empresas aéreas brasileiras (ver Webjet-Ryanair, Trip-Skywest, Azul-JetBlue e GOL-???). O pior é que ainda não sabemos o preço final que teremos de pagar por tudo isso, considerando nossas dimensões continentais e a localização no Hemisfério SUL.


Um forte e cordial abraço.


Allemander


#2 Mistura Rica

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Postado 30 de agosto de 2010 - 18:05

Agências são alvo de manipulação política e desprezo institucional

A perda de qualidade desses órgãos reguladores retira parte da segurança dos investidores na capitalização de setores-chave da economia

O desprestígio e a ingerência política que atualmente assolam as agências reguladoras podem diminuir o potencial de crescimento de longo prazo do país. Especialistas ouvidos por VEJA.com afirmam que a perda de qualidade na atuação dessas autarquias retira parte da segurança dos investidores na capitalização de setores-chave da economia, tais como os de petróleo, telecomunicações e aviação. No final das contas, o maior prejudicado pela deterioração do papel dos órgãos reguladores é o consumidor brasileiro.

Os últimos episódios envolvendo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) levantam sérias dúvidas quanto à eficiência dos seus poderes de fiscalização. Tal quadro é o espelho do progressivo contingenciamento de recursos e aparelhamento político a que foram submetidas desde 2002 – o que contraria os princípios fundamentais de funcionamento dessas autarquias.

O economista Gesner Oliveira, presidente da Sabesp e estudioso do assunto, explica que, à medida que se tornam objeto de manipulação política e desprezo institucional, as agências perdem força. Elas passam, em seguida, a não ser mais reconhecidas como árbitros imparciais por companhias interessadas em investir no Brasil, o que, em última instância, pode diminuir a atratividade do país. A avaliação é especialmente preocupante no caso dos setores de infraestrutura, onde as deficiências nacionais são escandalosas. “Se não houver investimento hoje, o consumidor de amanhã não terá serviços de qualidade à sua disposição”, completou.

Os especialistas afirmam que nunca, em sua vida curta no Brasil, as agências foram tão inexpressivas. De acordo com o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, o governo atual tem uma visão distorcida do papel desses órgãos em uma economia moderna, aberta e competitiva. “Há uma concepção de que esses instrumentos devem estar a serviço do governo. Por isso, salvo raras exceções, as escolhas para cargos nas agências são embasadas mais em relações políticas do que em qualificações técnicas”, disse.

A menos que a natureza neutra das agências reguladoras seja resgatada após as eleições de outubro, funcionários pouco qualificados e contingenciamento de verbas continuarão a se retroalimentar. “Administradores sem os atributos técnicos necessários para a condução de agências tão importantes para o funcionamento da economia não fazem questão de exigir melhores condições orçamentárias e, consequentemente, de fiscalização”, salienta Oliveira. Se não for respeitado, o interesse público poderá mais uma vez ser deixado às sombras da 'lógica' política.

Início - Apesar de recentes no Brasil, as agências não são novidade mundo afora. As primeiras foram instaladas na Inglaterra, em 1834, e nos Estados Unidos, 1887. Sua missão era exercer o papel do estado regulador, já que esse começava a abandonar a prestação direta de alguns serviços públicos, entregando-os à iniciativa privada. Ao longo de mais de século, esse órgãos foram se aperfeiçoando para acompanhar as necessidades de uma economia cada vez mais dinâmica e globalizada. Nas décadas de 70 e 80 nos Estados Unidos, elas assumem suas características mais modernas.

Na configuração atual, que ganhou corpo nas nações de cultura anglo-saxônica, as agências regulam e fiscalizam os setores, de modo a promover a concorrência entre os agentes econômicos. O objetivo é atender, da melhor forma possível, o interesse comum. Para isso, virou regra a necessidade de garantir independência gerencial e financeira a essas autarquias, bem como de manter nelas um corpo de profissionais altamente qualificados. No entendimento desses países, essa é a melhor maneira de o estado – e não o governo e sua base aliada – intervir nos setores produtivos.

No Brasil, as agências foram implantadas em 1996, como parte de uma reforma da gestão pública brasileira empreendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Os especialistas ouvidos por VEJA.com apontam que, a partir de então, deu-se o início de uma transição a outro modelo de atuação estatal (mais semelhante ao que vigora nos EUA). Esse processo, contudo, foi paulatinamente desvirtuado nos dois mandatos do presidente Lula.
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/...o-institucional

#3 PP-KBJ

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Postado 30 de agosto de 2010 - 20:01

Run to the hills!

#4 Leirbag

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Postado 31 de agosto de 2010 - 09:43

É só ver no outro tópico que o LipeGIG postou no fórum de Aviação Civil.

Observem as regras que o FAA colocou para a distribuições de slots no Washington Reagan Airport (DCA). Lá há um incentivo à competição, a novos serviços.

Aqui a ANAC criou regras para distribuição de slots em Congonhas que somente benefeciaram as empresas já estavam no aeroporto. Acabou criando mais do mesmo.

#5 Charlie Mike

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Postado 31 de agosto de 2010 - 10:25

- Lamentável, ver isso tudo acontecendo.

- A estória dos expertise que se infiltraram nos cargos comissionados da ANAC, me faz recordar do episódio do governo Fernando Collor que colocou a sua prima Zélia Cardoso como Ministra da Fazenda.......

- Deu no que deu..... icon_cry.gif

#6 Omykron

    Coisa Ruim

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Postado 31 de agosto de 2010 - 10:27

QUOTE(Leirbag @ Aug 31 2010, 09:43 AM) <{POST_SNAPBACK}>
É só ver no outro tópico que o LipeGIG postou no fórum de Aviação Civil.

Observem as regras que o FAA colocou para a distribuições de slots no Washington Reagan Airport (DCA). Lá há um incentivo à competição, a novos serviços.

Aqui a ANAC criou regras para distribuição de slots em Congonhas que somente benefeciaram as empresas já estavam no aeroporto. Acabou criando mais do mesmo.

DOT. DOT.

#7 cmteair

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Postado 31 de agosto de 2010 - 10:31

5, 6 liberdade?

Então é isso, o chileno vem aqui e leva passageiros para Europa?

O colombiano vem aqui e leva passageiros para Europa?

O que agente leva de lá? NADA!

Olha pessoal, na surdina esse governo está trabalhando para interesses do exterior, de empresas privadas.

O governo não observa que estas rotas são bens, como petróleo, minério do povo brasileiro. É fonte de renda nobre, moeda de troca de serviços.

Querem que o povo tenha somente 1 salário minimo, é isso mesmo?

O que fazer, denunciar ao MP?

#8 Leirbag

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Postado 31 de agosto de 2010 - 10:40

QUOTE(Omykron @ Aug 31 2010, 10:27 AM) <{POST_SNAPBACK}>
DOT. DOT.



Perdão, confundi os órgãos hehe. thumbsup.gif





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