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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Gol descarta integrar aliança global e prioriza acordos com outras aéreas


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#1 A345_Leadership

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Postado 07 de outubro de 2010 - 15:21


Stephen Wisnefski
Dow Jones Newswires

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes SA não está interessada em ingressar em uma das maiores alianças globais. Em vez disso, a empresa está se concentrando em uma colcha de retalhos de acordos de código compartilhado com companhias aéreas em todo o mundo, disseram executivos da companhia aérea paulista.

"Como não temos voos de longa distância, não precisamos do apoio de uma aliança global para destinos internacionais", disse o diretor-presidente, Constantino de Oliveira Jr., em Nova York, a repórteres da agência Dow Jones Newswires e do Wall Street Journal.

Oliveira ressaltou que os acordos de código compartilhado fornecem aos parceiros internacionais uma grande rede de voos dentro do Brasil, o que traz um tráfego adicional para uma empresa aérea focada quase que exclusivamente na expansão dos negócios domésticos no próspero mercado brasileiro. "Nós podemos dar suporte [a outras empresas aéreas] no Brasil. Mas nós não precisamos do suporte delas, nós não usamos o suporte delas, fora do Brasil."

A Gol, uma empresa aérea de baixo custo que foi criada em 2001 e que cresceu rapidamente se tornando a segunda maior do Brasil, assinou nos últimos anos contratos de código compartilhado com a American Airlines, da AMR, a Delta Air Lines Inc. e Air France-KLM, entre outras.

A empresa planeja expandir esses acordos bilaterais nos próximos 12 meses, com o provável anúncio de parcerias com empresas aéreas na Ásia e no Oriente Médio, disse o diretor financeiro, Leonardo Pereira.

Até o momento, os clientes das parceiras internacionais da Gol podem fazer reservas para toda a viagem — incluindo o voo para o país e a conexão em um avião da Gol — em um único processo. Os clientes da Gol que vivem no Brasil, entretanto, têm que comprar passagens separadas para uma viagem semelhantes envolvendo uma das companhias internacionais.

Oliveira disse que a Gol quer melhorar o sistema de reservas para permitir acordos de código compartilhado verdadeiramente recíprocos, mas afirmou que a companhia está desenvolvendo um sistema que será financeiramente mais eficiente que os tradicionais sistemas globais de distribuição.

A questão envolvendo o interesse da Gol em participar de uma das grandes alianças passou a ser acompanhada com mais interesse desde que a Lan Airline, do Chile, que faz parte da Oneworld Alliance, e a TAM SA, maior do Brasil e membro da Star Alliance, anunciaram planos de se fundir.

Oliveira ressaltou que a Tam e a Lan — que serão chamadas de Latam — estão criando uma enorme companhia na região, mas que a Gol mantém sua vantagem competitiva graças ao modelo de baixo custo e foco nas rotas domésticas.

Na medida em que trabalha para melhorar o seu modelo de negócios, a Gol está buscando maneiras de aumentar a receita secundária. A empresa, que normalmente serve apenas água e amendoins nos voos, começou a oferecer comida paga em cerca de 50 rotas. Os diretores dizem que o serviço está sendo bem recebido e que será expandido para cerca de 500 voos diários — do total de 900 da companhia — até o primeiro trimestre do ano que vem.

A Gol também pretende lançar até o fim de outubro um novo serviço de entretenimento que permitirá aos clientes acessar conteúdo variado, oferecido por parceiros da Gol, em seus celulares durante o voo. O conteúdo não será ao vivo, mas será carregado no servidor da aeronave pouco antes da decolagem.

Oliveira disse que o serviço será gratuito, mas, em algum momento, espera gerar receita com vendas para patrocinadores. O diretor-presidente admitiu que o serviço, que ele disse que será o primeiro deste tipo, não é tão bom quanto a internet WiFi, mas tem um custo mais atraente.

Enquanto isso, a empresa mantém esforços para se desalavancar. Pereira, o diretor financeiro, disse que a Gol não tem planos de emitir dívida nova. A companhia lançou US$ 300 milhões em bônus em julho, o que, disse Pereira, eliminou o risco de refinanciamento pelos próximos três anos.


#2 EPG

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Postado 07 de outubro de 2010 - 15:47

vai entender...

#3 leelatim

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Postado 07 de outubro de 2010 - 16:21

Mas o qu esera carregado nessa internet? Quais apgina sou assuntos estarao disponiveis? Nao ficou claro que tipo de servico realmente sera oferecido,nao?

QUOTE(A345_Leadership @ Oct 7 2010, 03:21 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Stephen Wisnefski
Dow Jones Newswires

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes SA não está interessada em ingressar em uma das maiores alianças globais. Em vez disso, a empresa está se concentrando em uma colcha de retalhos de acordos de código compartilhado com companhias aéreas em todo o mundo, disseram executivos da companhia aérea paulista.

"Como não temos voos de longa distância, não precisamos do apoio de uma aliança global para destinos internacionais", disse o diretor-presidente, Constantino de Oliveira Jr., em Nova York, a repórteres da agência Dow Jones Newswires e do Wall Street Journal.

Oliveira ressaltou que os acordos de código compartilhado fornecem aos parceiros internacionais uma grande rede de voos dentro do Brasil, o que traz um tráfego adicional para uma empresa aérea focada quase que exclusivamente na expansão dos negócios domésticos no próspero mercado brasileiro. "Nós podemos dar suporte [a outras empresas aéreas] no Brasil. Mas nós não precisamos do suporte delas, nós não usamos o suporte delas, fora do Brasil."

A Gol, uma empresa aérea de baixo custo que foi criada em 2001 e que cresceu rapidamente se tornando a segunda maior do Brasil, assinou nos últimos anos contratos de código compartilhado com a American Airlines, da AMR, a Delta Air Lines Inc. e Air France-KLM, entre outras.

A empresa planeja expandir esses acordos bilaterais nos próximos 12 meses, com o provável anúncio de parcerias com empresas aéreas na Ásia e no Oriente Médio, disse o diretor financeiro, Leonardo Pereira.

Até o momento, os clientes das parceiras internacionais da Gol podem fazer reservas para toda a viagem — incluindo o voo para o país e a conexão em um avião da Gol — em um único processo. Os clientes da Gol que vivem no Brasil, entretanto, têm que comprar passagens separadas para uma viagem semelhantes envolvendo uma das companhias internacionais.

Oliveira disse que a Gol quer melhorar o sistema de reservas para permitir acordos de código compartilhado verdadeiramente recíprocos, mas afirmou que a companhia está desenvolvendo um sistema que será financeiramente mais eficiente que os tradicionais sistemas globais de distribuição.

A questão envolvendo o interesse da Gol em participar de uma das grandes alianças passou a ser acompanhada com mais interesse desde que a Lan Airline, do Chile, que faz parte da Oneworld Alliance, e a TAM SA, maior do Brasil e membro da Star Alliance, anunciaram planos de se fundir.

Oliveira ressaltou que a Tam e a Lan — que serão chamadas de Latam — estão criando uma enorme companhia na região, mas que a Gol mantém sua vantagem competitiva graças ao modelo de baixo custo e foco nas rotas domésticas.

Na medida em que trabalha para melhorar o seu modelo de negócios, a Gol está buscando maneiras de aumentar a receita secundária. A empresa, que normalmente serve apenas água e amendoins nos voos, começou a oferecer comida paga em cerca de 50 rotas. Os diretores dizem que o serviço está sendo bem recebido e que será expandido para cerca de 500 voos diários — do total de 900 da companhia — até o primeiro trimestre do ano que vem.

A Gol também pretende lançar até o fim de outubro um novo serviço de entretenimento que permitirá aos clientes acessar conteúdo variado, oferecido por parceiros da Gol, em seus celulares durante o voo. O conteúdo não será ao vivo, mas será carregado no servidor da aeronave pouco antes da decolagem.

Oliveira disse que o serviço será gratuito, mas, em algum momento, espera gerar receita com vendas para patrocinadores. O diretor-presidente admitiu que o serviço, que ele disse que será o primeiro deste tipo, não é tão bom quanto a internet WiFi, mas tem um custo mais atraente.

Enquanto isso, a empresa mantém esforços para se desalavancar. Pereira, o diretor financeiro, disse que a Gol não tem planos de emitir dívida nova. A companhia lançou US$ 300 milhões em bônus em julho, o que, disse Pereira, eliminou o risco de refinanciamento pelos próximos três anos.



#4 Brifador

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Postado 07 de outubro de 2010 - 19:41

nem tem como...nem aceitariam, em uma empresa marcados por recentes estadosde greve e falta de organização generalizada.

#5 EPG

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Postado 07 de outubro de 2010 - 20:33

e no jornal nacional de hj acabou de passar que todos os voos com destino aos EUA estão cheios até março de 2011...a empresa podia aproveitar essa alta demanda pra colocar uns voozinhos de 737 pra lá..
mas..o dono só gosta de ganhar dinheiro de sanduiche...

#6 philoclimber

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Postado 07 de outubro de 2010 - 22:34

caraca...vcs subestimam os caras mesmos hein....pq nao abrem suas prórprias empresas aéreas e mostram pra nós como se faz uma cia de sucesso???

#7 Abel_BSB

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Postado 07 de outubro de 2010 - 22:50


A GOL está correta na estratégia de se manter neutra e buscar acordos de compartilhamento com empresas estrangeiras. É uma receita adicional, sem esforço, que aumenta o load e a rentabilidade dos voos. Enquanto o foco de mercado for o alcance de suas aeronaves, não há porque se preocupar em participar de alianças globais, dado que a GOL não precisará de parceiros para distribuir passageiros da empresa na Europa, EUA e Ásia.

abs

#8 EPG

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Postado 07 de outubro de 2010 - 22:52

nao abro porque meu pai nao é milionario nem dono de uma das maiores frotas de onibus do pais...senao até tentava..rsrs brincadeiras a parte...
Assim como muitos..fico frustrado de ver empresas estrangeiras pintando e bordando nos voos para o brasil e ver a empresa no qual trabalho nao se arriscar no mercado inter....mas claro q eles sabem como fazer dinheiro muito mais do que nós, meros especialistas em discustir nos forum da internet..

Editado por EPG, 07 de outubro de 2010 - 22:56 .


#9 leelatim

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Postado 07 de outubro de 2010 - 23:14

Concordo plenamente contigo.

QUOTE(Abel_BSB @ Oct 7 2010, 10:50 PM) <{POST_SNAPBACK}>
A GOL está correta na estratégia de se manter neutra e buscar acordos de compartilhamento com empresas estrangeiras. É uma receita adicional, sem esforço, que aumenta o load e a rentabilidade dos voos. Enquanto o foco de mercado for o alcance de suas aeronaves, não há porque se preocupar em participar de alianças globais, dado que a GOL não precisará de parceiros para distribuir passageiros da empresa na Europa, EUA e Ásia.

abs



#10 bpa

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Postado 08 de outubro de 2010 - 00:58

QUOTE(Brifador @ Oct 7 2010, 07:41 PM) <{POST_SNAPBACK}>
nem tem como...nem aceitariam, em uma empresa marcados por recentes estadosde greve e falta de organização generalizada.


Só pra variar, vc está criticando a empresa que trabalha. Que triste vida!!!

#11 ruifo

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Postado 08 de outubro de 2010 - 08:01

Falta de visão...

#12 giuli

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Postado 08 de outubro de 2010 - 09:50

QUOTE(bpa @ Oct 8 2010, 12:58 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Só pra variar, vc está criticando a empresa que trabalha. Que triste vida!!!


Eh que tem gente que fica frustradinha pq nao entra na cabecinha deles que a GOL nao vai comprar 787, 747, 797... nem entrar em staralliance, oneworld. Coloquem isso de uma vez na cabeca e aceitem os fatos e a politica da empresa que eh lowcost. Alguem aqui imagina uma Ryanair ou Easyjet voando long haul?? Acho que nao. Entao pra quem eh tripulante da GOL e nao se conforma com isso que peca pra sair.

#13 A345_Leadership

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Postado 08 de outubro de 2010 - 10:41

Acho a estratégia da Gol correta, já que não quer operar long-haul e muitas empresas sem code-share no Brasil, ela se torna muito interessante.

Agora, será que a AVB não poderia fazer alguns acordos de CS com empresas fora do Sinergy Group?





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