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[LEILÃO] Safety Cards

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U.S. Air Marshals fogem com documentos alternativos


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#1 Clipper

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Postado 23 de outubro de 2010 - 15:13

Two U.S. air marshals flee Brazil after being charged with assault
By Mike M. Ahlers, CNN
October 22, 2010


Washington (CNN) -- Two U.S. air marshals who arrested the wife of a Brazilian judge on a flight to Rio de Janeiro -- and were themselves arrested and had their passports confiscated by Brazilian authorities -- fled the country using alternate travel documents rather than face what they believed to be trumped-up charges, sources said.

The incident has impacted air marshal operations on flights to Brazil, officials said, and air marshals contacted by CNN said the case raises questions about Brazil's willingness to support future law enforcement actions by U.S. officials on international flights.

The incident occurred on October 1 on Continental Flight 128 from Houston, Texas, to Rio de Janeiro. During the flight, a female passenger who appeared to be intoxicated tried to serve herself drinks by going to the plane's galley, one source said. The plane's crew asked air marshals to intervene, and two marshals approached the woman, who began struggling with them.

Two sources said the woman bit one of the air marshals, and she was handcuffed and placed under arrest.

At the Rio airport, the air marshals went to turn over the woman to local authorities but were themselves brought before a federal judge and charged with misdemeanor counts of assault, sources said. Brazilian authorities took the air marshals' passports, so they could not leave the country and set a court hearing for the following week, sources said.

"They (Brazilian officials) did not want them to leave. They were not free to go," one U.S. law enforcement source said. But the air marshals used alternate travel documents and quietly departed the country on a commercial flight that same day without the knowledge of the Brazilian court officials who had sought their detention.

One source said the air marshals believed the charges against them were retaliatory because the passenger they arrested is the wife of a prominent Brazilian judge. The air marshals believed it was to their benefit to leave the country and let the U.S. and Brazilian governments resolve the dispute, the source said.

The air marshals had not recovered their passports when they left, the sources said.

A Transportation Security Administration official, contacted by CNN on the day of the incident, confirmed that air marshals had confronted a "disruptive passenger" on Flight 128, and said that U.S. officials were working with their Brazilian counterparts to resolve "an issue," which the official declined to discuss.

Shortly before midnight the day of the incident, the TSA official said the air marshal team had left Brazil, but the official did not elaborate on the circumstances.

U.S. officials on October 1 and again this week declined to discuss the circumstances in which the air marshals left Brazil. But, commenting about the incident on board the aircraft, an official said, "We believe our federal air marshals acted appropriately within the provisions of the Convention on Offenses and Certain Other Acts Committed on Board Aircraft (Tokyo Convention)."

Air marshals and union representatives contacted by CNN say it is important that Brazil and other nations recognize law enforcement actions taken by air marshals during international flights.

"In theory we're all working together to combat the threat of terrorism and we should not let egos or marital relations impact proper procedure and legal protocols," said Jon Adler, national president for the union that represents air marshals.

Numerous sources said the issue is still unresolved. According to court documents in Brazil, after the air marshals missed a scheduled court appointment on October 6, the court contacted the U.S. embassy in an attempt to get the air marshal's addresses.

On Tuesday, Homeland Security Secretary Janet Napolitano met with Brazilian Minister of Defense Nelson Job to discuss strengthening the global aviation system. The United States and Brazil signed a "joint statement of intent on aviation security." A Department of Homeland Security official said the parties did not discuss the Continental Flight 128 incident or its aftermath.

Sources said they believe the two agents remain charged in Brazilian courts. They did not know if the agents' passports had been returned to them or the U.S. government.

State Department officials have declined to comment on the incident, but said it is not affecting relations with Brazil.

"We've got broad, deep relations with Brazil," State Department spokesman Mark Toner said. "We have many, many areas of cooperation with Brazil. And on those areas where we have had disagreements, or rather issues to address, and challenges, we've worked through them quite effectively."

A call to the Brazilian embassy in Washington on Thursday was not immediately returned.

#2 philoclimber

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Postado 23 de outubro de 2010 - 15:24

acredito que eles fugiriam de qualquer país com documentação falsa pq eles são treinados pra isso nçao? acho qeu isso mostra como esse paapo de guerra ao terror é uma balela. quem sabe e tem condições de burlar sistemas de segurança burla mesmo..principalmente agentes governamentais..o que me faz duvidar cada vez mais de que o tal 11 de setembro nunca foi obra de extremista islâmico...e de mentira em mentira repetida muitas vezes, como dizia o cruel goebbels, temos uma verdade incontestável!

agora, que caso escabroso hein..não sei quem tá masi errado..o Estado norte-americano ou a senhora dona carteirada aí....

#3 Mastercaptain

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Postado 23 de outubro de 2010 - 15:41

Não duvido que os agentes americanos tenham feito uso de truculência e abuso de autoridade, agindo portanto ilegalmente. E o fato de terem cometido outro crime, ao fugirem do pais com documentos falsos, corrobora a tese da arrogância, prepotência e descaso que uma parte das autoridades americanas trata outros paises.

#4 Stratocruiser

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Postado 23 de outubro de 2010 - 15:51

Não existe balela na guerra ao terrorismo. Certamente houve interesses excusos na invasão do Iraque, mas isso nada tem relação com segurança nos voos. Quem acha que houve balela, ignora as milhares de mortes nos ataques de 11 de Setembro. A justificativa para os terroristas em matar inocentes seria um certo "crime de omissão" sobre a questão palestina e por apoiar Israel que, na opinião deles, precisa ser exterminado. Tudo, claro, alimentado por fanatismo religioso. A guerra é bem real e tem consequencias que afetam o dia-a-dia de todos que transitam pelos EUA e, ao final, custou a vida de outros milhares no Iraque e Afeganistão.

A questão do tópico talvez possa ser colocada da seguinte maneira:
- Os EUA desejam proteger seus voos e fazem o que está ao seu alcance, ainda que tratados entre governos garantindo a segurança do pessoal que faz a segurança ainda não tenham sido assinados;
- Ao colocar um cidadão americano fazendo a segurança de um voo, sem garantias de retaguarda legal no país de destino, o governo dos EUA evidentemente assegura que protegerá da forma mais rápida e eficiente possível esses seguranças, ainda que isso atropele relações internacionais;
- O Brasil fez o que tinha que fazer: Houve uma altercação em voo e uma autoridade não reconhecida pelo Brasil (TSA) envolveu-se no incidente. Ao chegar em solo, a Polícia Federal fez seu trabalho: investigar e, para isso, seria necessário impedir a saída dos envolvidos do pais.
- Contando com a retaguarda do governo americano, do qual são representantes, os agentes foram embora, deixando a discussão a ser resolvida no âmbito das relações institucionais entre os países. É assim que funciona em país civilizado, sem tomar cidadãos como reféns em virtude de atitudes que são políticas de governo.

Notar que não necessariamente os documentos usados seriam "falsos". Quem emite o passaporte é o país do qual o sujeito é cidadão. O país pode considerar um documento expedido anteriormente como inválido (em caso de perda, por exemplo) e expedir outro para substitui-lo. Se a PF não queria a saida destes cidadãos, deveria ter controlado melhor e ter notado que não houve registro de entrada com aquela numeração de passaporte, ou que havia um homônimo com saída impedida.

Erro mesmo, se houve, foi o uso de agentes treinados para combater terrorismo sendo chamados pela tripulação para conter uma senhora bêbada.

Por fim, espero que a situação seja resolvida por vias diplomáticas, sem bravatas e fanfarronices "anti-imperialismo" por parte do nosso governo.

#5 Airbus-FA

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:04

Na verdade eu também quero agentes federais nos voos para conter pax bêbados e "causadores".



#6 Nishan

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:11

Isso foi um verdadeiro tapa na cara da justiça brasileira.
Não estou discutindo se o procedimento de apreender os passaportes foi certo ou não, MAS a partir do momento em que isso foi feito, os procedimentos legais deveriam ser seguidos.



#7 Clipper

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:13

Na minha opinião (desculpe-me caro amigo Strato por eventuais divergências), todo esse episódio (desde o incidente a bordo) apresenta uma série de erros gravíssimos.

1. A ação de um air marshal deveria se limitar à uma condição extrema, que poderia se desenvolver, por exemplo, numa tentativa de seqüestro, e nunca numa situação na qual os comissários de bordo podem resolver e são treinados para isso.

2. A partir do momento que eles se metem em qualquer problema de indisciplina a bordo, um eventual seqüestrador já sabe que basta criar um tumulto que o pessoal que até então estava ali secretamente se identificará imediatamente, no estilo Fucker and Sucker.

3. Num país sério, a companhia aérea iria rebolar para encontrar explicações de como seus passageiros embarcam e desembarcam portando documentos alternativos, aliás, com relação a esse caso, qual deles é o que deve ser considerado: o da entrada (até a detenção) ou da saída. Eles, os supostos agentes de segurança, podem exercer a bordo todas as funções cobertas pelas leis americanas, dentro da jurisdição descrita em Leis e Convenções Internacionais, quando aplicável, entretanto, isso jamais pode ser considerado como sendo um salvaguarda para que possam agir e circular livremente pelo mundo, fazendo o que bem entendem.

4. Num país sério, a turma das relações exteriores já estaria cobrando uma resposta do governo norte-americano quanto à sua postura em relação à atividade do transporte aéreo comercial, a partir do momento que eles fazem exigências e inspeções absurdas, que invadem além do limite a privacidade das pessoas, mas ao mesmo tempo fecham os olhos para ações desmedidas dos supostos agentes de segurança, inclusive em termos de documentação, responsabilidade após se meterem onde não deveriam ter se metido e quanto a fuga cinematográfica de um país que possue leis, portanto, não pode ser considerado como uma Casa-da-Mãe-Joana.

5. Bem, apesar de tudo isso, no lugar deles, sabendo que em determinados países ao sul do Equador podem ser encontrados um Satânico Dr. “Lulla” No e um Amorim "Dentes de Aço", eu faria (e recomendaria) a mesma coisa que esses policiais fizeram: é melhor fugir enquanto há tempo.

Abs thumbsup.gif

#8 DanielVS

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:17

Isso só corrobora a minha impressão de que qualquer um entra e sai do Brasil como e quando bem entender. A PF não tem absolutamente nenhum controle.

#9 Nishan

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:17

QUOTE
Air marshals and union representatives contacted by CNN say it is important that Brazil and other nations recognize
law enforcement actions taken by air marshals during international flights.

Essa foi ótima: o Brasil e outras nações tem que reconhecer o endurecimento das medidas tomadas pelos "fodastics". whistling.gif

#10 jgonc

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:25

mais uma prova que a justiça brasileira é uma piada.
os negos devem ter saido dando risada

#11 Stratocruiser

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:27

Não tem discordância nenhuma não, Airframe! É um caso controverso, e o governo americano certamente está errado em se antecipar à lei e colocar esse tipo de agente sem antes acordos assinados entre os países, assegurando o respeito mútuo. Além disso, a PF agiu corretamente sim!

Acredito apenas que devemos evitar bravatas e compreender que isso é assunto para relações diplomáticas. Embora a PF esteja certa em tentar mantê-los no país durante investigações, por outro, certo também está o governo americano em não abandonar seus cidadãos à própria sorte, especialmente quando estão a serviço do país.

Tudo teria sido evitado se os agentes agissem apenas, exclusivamente, para combater situações que colocassem a aeronave em risco de verdade, não uma passageira alcoolizada. Se houvesse um terrorista a bordo com explosivos no sapato e um controle remoto para detonar uma bomba no compartimento de bagagens, os agentes da TSA pousariam no Brasil como heróis. O erro é o mal uso da força onde não é apropriado. Os tripulantes é que rebolassem para resolver a situação com a passageira.

QUOTE(Nishan @ Oct 23 2010, 03:17 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Essa foi ótima: o Brasil e outras nações tem que reconhecer o endurecimento das medidas tomadas pelos "fodastics". whistling.gif

Nishan, quem disse isso foi o sindicato que representa os agentes. Não é afirmação oficial.

#12 thiago_SJK

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Postado 23 de outubro de 2010 - 16:43

QUOTE(Airframe @ Oct 23 2010, 05:13 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Na minha opinião (desculpe-me caro amigo Strato por eventuais divergências), todo esse episódio (desde o incidente a bordo) apresenta uma série de erros gravíssimos.

1. A ação de um air marshal deveria se limitar à uma condição extrema, que poderia se desenvolver, por exemplo, numa tentativa de seqüestro, e nunca numa situação na qual os comissários de bordo podem resolver e são treinados para isso.

2. A partir do momento que eles se metem em qualquer problema de indisciplina a bordo, um eventual seqüestrador já sabe que basta criar um tumulto que o pessoal que até então estava ali secretamente se identificará imediatamente, no estilo Fucker and Sucker.


QUOTE(Stratocruiser @ Oct 23 2010, 05:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Tudo teria sido evitado se os agentes agissem apenas, exclusivamente, para combater situações que colocassem a aeronave em risco de verdade, não uma passageira alcoolizada. Se houvesse um terrorista a bordo com explosivos no sapato e um controle remoto para detonar uma bomba no compartimento de bagagens, os agentes da TSA pousariam no Brasil como heróis. O erro é o mal uso da força onde não é apropriado. Os tripulantes é que rebolassem para resolver a situação com a passageira.

Pensando alto agora...

Imaginem se um grupo terrorista, sabendo do despreparo desses agentes, resolve recrutar uma mulher para se fingir de alcoolizada e fazer um escândalo dentro do avião. Os despreparados "seguranças de boate" (sim, pois eles agiram como tal e não como agentes anti-terrorismo) rapidamente seriam identificados e seria extremamente fácil para os terroristas dominá-los e, quem sabe, até tomar o avião.

Os US Air Marshals e aqueles que os treinaram e elaboraram seus protocolos de conduta seriam piada mundial. Mas a catástrofe estaria feita.

Editado por thiago_SJK, 23 de outubro de 2010 - 16:43 .


#13 Stratocruiser

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Postado 23 de outubro de 2010 - 17:15

Aproveitando para pensar alto também, o governo americano poderia, certamente, amparar seus agentes provendo-lhes com advogados no Brasil. E pensando bem alto ainda, essa fuga pode ter sido efetuada com a conivência de graduadas autoridades brasileiras, o que explicaria o silêncio por já mais de 3 semanas.

#14 Omykron

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Postado 23 de outubro de 2010 - 17:33

para algum LEO/FAM sair do país não é muito difícil.
a embaixada pode emitir um passaporte de emergência para eles retornarem ao país sem nenhum problema, junto com um documento oficial dos EUA dizendo que o passaporte deles foi extraviado/roubado, até mesmo com um B.O. brasileiro dando embasamento ao "furto" do passaporte, pronto.

Como não há um sistema interligado entre as polícias... não é nada difícil ver isso acontecer.

QUOTE
Tudo teria sido evitado se os agentes agissem apenas, exclusivamente, para combater situações que colocassem a aeronave em risco de verdade, não uma passageira alcoolizada. Se houvesse um terrorista a bordo com explosivos no sapato e um controle remoto para detonar uma bomba no compartimento de bagagens, os agentes da TSA pousariam no Brasil como heróis. O erro é o mal uso da força onde não é apropriado. Os tripulantes é que rebolassem para resolver a situação com a passageira.

as vezes as reações de alguns passageiros, ainda mais estando a poucos passos da cabine de comando, ameaçando e até mesmo agindo de força a fim de se impor sobre a autoridade em vôo (seja ela o piloto, comissário, ou até mesmo um FAM ou LEO), justifica o uso maior de força para conter a situação e evitar que ela continue a escalada para uma situação de risco real.

Não me assustaria em saber que um dos FAM só se identificou após prenderem a passageira e assegurar que ela estaria contida, e o outro saiu como um cara que tava dando apoio para acalmar a passageira.

Vale lembrar que documentos alternativos de viagem não implica em documento falsificado.

#15 Nishan

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Postado 23 de outubro de 2010 - 17:47

QUOTE(Stratocruiser @ Oct 23 2010, 05:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Nishan, quem disse isso foi o sindicato que representa os agentes. Não é afirmação oficial.

Sim, é o pensamento deles.


#16 Murundum

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Postado 23 de outubro de 2010 - 19:08

Uma perguntinha ignorante: "esses agentes também "trabalham" em aeronaves estrangeiras de/para os EUA?"

A verdade é que os EUA tratam os outros como querem. Que se ralem é a filosofia deles. Se eles não respeitam a ONU porque iriam respeitar um pais que apoia o Chavez, Evo etc?

Editado por Murundum, 23 de outubro de 2010 - 19:08 .


#17 Comte Curtiss

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Postado 23 de outubro de 2010 - 19:20

A responsabilidade de controlar os passageiros e' da tripulacao,nao e' admissivel que os comissarios nao pudessem ter contidos uma unica senhora.Se os agentes americanos interferiram,foi por excesso de zelo ou falta de competencia do pessoal da Continental,mas mesmo assim deveriam ter ajudado apenas como passageiros e nao se identificado e tomado conta da situacao, estava claro que nao era terrorismo.E cabia ao Comandante entregar a passageira as autoridades em terra.Certamente faltou por parte dos americanos treinamento adequado

#18 carlos ferreira

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Postado 23 de outubro de 2010 - 19:31

QUOTE(Airbus-FA @ Oct 23 2010, 05:04 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Na verdade eu também quero agentes federais nos voos para conter pax bêbados e "causadores".



Fica a sugestão de colocar um pelotão do BOPE, aqui do rio, nos voos brasileiros de/para os USA.O capitão Nascimento ia adorar passar o cerol nesses bebados safados que insistem em viajar de avião....

Editado por carlos ferreira, 23 de outubro de 2010 - 19:31 .


#19 Kodiak

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Postado 23 de outubro de 2010 - 22:35

QUOTE(Murundum @ Oct 23 2010, 07:08 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Uma perguntinha ignorante: "esses agentes também "trabalham" em aeronaves estrangeiras de/para os EUA?"

A verdade é que os EUA tratam os outros como querem. Que se ralem é a filosofia deles. Se eles não respeitam a ONU porque iriam respeitar um pais que apoia o Chavez, Evo etc?


perto dos EUA Chávez e Ahmadinejad são santos. Wikileaks thumbsup.gif

#20 MMotta

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Postado 24 de outubro de 2010 - 01:16

QUOTE(Airframe @ Oct 23 2010, 04:13 PM) <{POST_SNAPBACK}>
4. Num país sério, a turma das relações exteriores já estaria cobrando uma resposta do governo norte-americano quanto à sua postura em relação à atividade do transporte aéreo comercial, a partir do momento que eles fazem exigências e inspeções absurdas, que invadem além do limite a privacidade das pessoas, mas ao mesmo tempo fecham os olhos para ações desmedidas dos supostos agentes de segurança, inclusive em termos de documentação, responsabilidade após se meterem onde não deveriam ter se metido e quanto a fuga cinematográfica de um país que possue leis, portanto, não pode ser considerado como uma Casa-da-Mãe-Joana.


QUOTE(Stratocruiser @ Oct 23 2010, 04:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não tem discordância nenhuma não, Airframe! É um caso controverso, e o governo americano certamente está errado em se antecipar à lei e colocar esse tipo de agente sem antes acordos assinados entre os países, assegurando o respeito mútuo. Além disso, a PF agiu corretamente sim!

Acredito apenas que devemos evitar bravatas e compreender que isso é assunto para relações diplomáticas. Embora a PF esteja certa em tentar mantê-los no país durante investigações, por outro, certo também está o governo americano em não abandonar seus cidadãos à própria sorte, especialmente quando estão a serviço do país.


Pois é num pais sério a decisão tomada por autoridade policial e embasada por ordem judicial e respeitada acima de tudo. Os caras estão sendo investigados a policia está agindo para resolver o caso nesse meio tempo foi decidido que eles deveriam permanecer no pais ponto final. O Governo americano não precisa "abandona-los a própria sorte". Precisa apenas reconhecer que a postura dos caras foi inadequada e contratar um bom advogado para eles. Honestamente isso me deixa revoltado como foi dito aki isso é uma tapa na cara não apenas da justica brasileira mais tbm do povo que assiste mais uma vez a nação se desmoralizada para todo o mundo. suicide_anim.gif





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