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1º/4º GAv - Esquadrão "Pacau" mudando-se para Manaus


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60 replies to this topic

#1 jambock

jambock
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Posted 25 de November de 2010 - 00:04

Meus prezados

Mascote do 1°/4° GAV chega a Manaus
Símbolo do instrutor na aviação de caça, o bulldog Tetéu já está na sua nova casa. A bordo de um AT-26 Xavante do 1°/4° GAV, o voo com o mascote do Esquadrão Pacau pousou na Base Aérea de Manaus (AM) nesta segunda-feira (22/11). A chegada marca o início da transferência da unidade de caça de Natal (RN) para a região Norte do país.

No caminho, as duas aeronaves fizeram uma escala em Fortaleza, onde o 1°/4° foi criado em 1947. Foi ali que o Esquadrão se destacou pela tarefa de formar líderes da aviação de caça. A missão deu à capital cearense o apelido de "A Sourbonne da Caça" e à bolacha do 1°/4° GAV a imagem do Tetéu como o instrutor que avisa aos seus alunos: "Tô Lhe Manjando".

Transferido para Natal em 2002, o Esquadrão Pacau é hoje a última unidade de caça da Força Aérea Brasileira a operar os jatos AT-26 Xavante. Mas, além da mudança de sede, a unidade também receberá novas aeronaves. Depois de voar com os A-28, B-25, P-47, F-80, TF-33 e, desde 1973, com os AT-26, o 1°/4° GAV já deve voar em Manaus com seus novos F-5EM. O último voo dos Xavantes está programado para o dia 3 de dezembro.


Fonte: Agência Força Aérea 24/11/2010 - 14h48

Edited by jambock, 25 de November de 2010 - 00:05 .


#2 jambock

jambock
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Posted 28 de November de 2010 - 20:41

Meus prezados:
As notícias sobre o Pacau e sua mudança para Manaus têm sido muito raras. Assim, quando encontramos qualquer coisa a respeito a postamos, de imediato.
Eis o que enontramos:
"Não é novidade, mas é bom acompanhar: ontem transportei colega de turma, do 1/4, Pacau, de Porto alegre a Brasília, onde seguiria para Manaus. Estava em Porto ressolando, aliás, solando o F5M, já que tem tanta coisa nova.
A coisa tá andando...

Perguntei se seriam os jordanianos que iriam para lá e ele disse que não. Apesar de estes estarem conservados. Foi ele próprio que foi a Jordania vistoria-los."




#3 Marco SBCT

Marco SBCT
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Posted 28 de November de 2010 - 21:07

Na verdade os F5 jordanianos não podem ir para Manaus porque estão sendo revisados no PAMA SP, estão na fila para Gavião Peixoto, depois devem entrar na rotação operacional dos que vão à manutenção e depois são redistribuídos aos Esquadrões, naquele esquema dos Bandecos e era com os Xavante quando a frota era grande, creio que será assim com os AMX, por falar em A1 como será que anda o Program de retrofit deles ?

#4 jambock

jambock
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Posted 15 de December de 2010 - 19:11

Meus prezados:
Caças supersônicos em defesa da Amazônia

Treze de dezembro de 2010, 13h41. O F-5EM matrícula 4866 do 1°/4° GAV, Esquadrão Pacau, pousa na Base Aérea de Manaus.
O momento histórico marca a chegada da aviação de caça de alto desempenho à região Amazônica. A unidade transferida de Natal (RN) trouxe para o Amazonas seis aeronaves F-5EM, que agora formam a primeira linha na defesa da região Norte do país.

Capaz de atingir mais de 1,6 vezes a velocidade do som e de lançar mísseis que podem destruir alvos além do horizonte, os F-5EM vão fortalecer a defesa do espaço aéreo na Amazônia. "Em trabalho conjunto com o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Espaço Aéreo, nós estamos trazendo a capacidade de fazermos toda a vigilância do espaço aéreo da região, principalmente no que se refere à parte de defesa aérea, que é a missão primária do Esquadrão", explica o Tenente-Coronel Fernando Mauro, comandante do 1°/4° GAV.

O Tenente-Coronel pilotava a primeira aeronave que pousou em Manaus e diz que além de emocionante, o voo de chegada à nova sede do Esquadrão Pacau foi a consolidação de um trabalho. "Foi uma preparação muito grande", diz.
Até o dia 3 de dezembro a unidade cumpria missões com o jato AT-26, em Natal. Em paralelo, pilotos treinavam no F-5EM e mecânicos recebiam instruções de como fazer a manutenção dos F-5EM.

De acordo com o Brigadeiro Luiz Aguiar, Chefe do Estado Maior do Sétimo Comando Aéreo Regional (COMAR VII), a transferência do 1°/4° GAV para Manaus faz parte dos planos estratégicos da Força Aéra Brasileira. "A Estratégia Nacional de Defesa, que foi recentemente montada pelo nosso Ministério da Defesa, prevê uma maior atenção nessa parte do nosso território, por isso a importância da transferência desse Esquadrão", afirma.

De acordo com o Brigadeiro, antes da transferência do 1°/4° GAV para Manaus era necessário que aviões de combate do Sul, Sudeste ou Centro-Oeste se deslocassem para Manaus. Agora, os F-5EM do Esquadrão Pacau estarão mais próximos para qualquer acionamento e ainda poderão ser deslocados para outras bases, como Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO). "A região já tinha essa proteção, mas obviamente que com a aeronave deslocada para cá nós faremos com mais frequência essa interação", completa.

Essa é a segunda unidade de combate da Força Aérea Brasileira transferida para a região amazônica em pouco mais de um ano. Em 2009, o 2°/8° GAV saiu de Recife (PE) e foi para Porto Velho (RO), onde recebeu novos helicópteros AH-2 Sabre.
A Sorbonne na Selva
Criado em 1947 em Fortaleza (CE), o 1°/4° GAV já foi equipado com aviões A-28, B-25, P-47, F-80, TF-33 e AT-26. A unidade recebeu o apelido de "A Sorbonne da Caça" por ter cumprido a missão de formar os líderes da aviação de caça.

Transferido para Natal em 2002, o Esquadrão Pacau entra agora em uma nova fase da sua história. "A selva está nos recebendo e nós temos como obrigação cumprir a nossa missão na Amazônia", afirma o Tenente Coronel Fernando Mauro, comandante da unidade.
Ele ressalta que apesar de ter recebido o F-5EM somente agora, o Esquadrão está totalmente preparada para operar o caça.

Para voarem os seis F-5EM que agora equipam a unidade, foram selecionados pilotos com muita experiência no modelo e que, inclusive, já participaram de missões na região amazônica.
O F-5EM é operado no Brasil desde 1975, mas nesta década passou por um processo de modernização realizado na EMBRAER.

As aeronaves receberam novos computadores de bordo, radar, sistemas de auto-defesa e mísseis mais modernos, dentre outras melhorias. Além de Manaus, a Força Aérea Brasileira possui unidades de F-5EM em Canoas (RS) e no Rio de Janeiro.
Defesa na Amazônia
Além dos F-5EM, a Base Aérea de Manaus também já conta com esquadrões equipados com helicópteros H-60 Blackhawk e aviões C-105 Amazonas, C-97 Brasília e C-98 Caravan. A capital Amazonense também é sede do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV).

O órgão controla todos os voos na região do país e detecta eventuais tráfegos ilícitos que são interceptados pelas aeronaves de caça que patrulham a região.
A Amazônia também é protegida pelos 1°/3° GAV e 2°/3° GAV, baseados respectivamente em Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO). Essas unidades são equipadas com o A-29, um caça turboélice fabricado pela EMBRAER que se destaca pelo perfil de voo ideal para interceptar aviões de baixo desempenho.





#5 Landing

Landing
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Posted 15 de December de 2010 - 19:26

Aleluia!

#6 DEL

DEL
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Posted 15 de December de 2010 - 19:36

Alguém do CR assistiu ou registrou essa chegada?

Seria interessante saber como foi o pouso dessas aeronaves poke.gif

#7 BlackAce

BlackAce
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Posted 16 de December de 2010 - 09:27

E pensar que originalmente os bicudos viriam pra Natal...

Ô inveja da turma Manauára. stirthepot.gif

#8 Dack Ralter

Dack Ralter
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Posted 16 de December de 2010 - 09:56

QUOTE(BlackAce @ Dec 16 2010, 08:27 AM) <{POST_SNAPBACK}>
E pensar que originalmente os bicudos viriam pra Natal...

Ô inveja da turma Manauára. stirthepot.gif



Hehehehehe

Não quero aumentar a ira do colega forista, mas aqui do meu trabalho é possível ouvir a "sinfonia" dos Mike operando na base aérea! biggrin.gif biggrin.gif biggrin.gif

#9 Michael Alexandre

Michael Alexandre
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Posted 16 de December de 2010 - 20:14

Agora ta explicado o deslocamento do KC-137 (Fab 2402) de Natal para Manaus no domingo.

#10 Saulo Ubarana

Saulo Ubarana
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Posted 16 de December de 2010 - 23:51

Lembro-me quando o mascote do pacau chegou aqui em Natal procedente de Fortaleza ... foi um dia desses ..
Vou sentir saudades do pacau
Será que Natal vai receber algum outro esquadrão ?


Abraço
Ubarana
Natal-RN

#11 Rafael Lopes

Rafael Lopes
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Posted 17 de December de 2010 - 20:02

QUOTE(Saulo Ubarana @ Dec 17 2010, 12:51 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Será que Natal vai receber algum outro esquadrão ?

Abraço
Ubarana
Natal-RN


Deveria, a região nordeste ponto estrategico na geografia Brasileira não deveria ficar sem uma cobertura aerea. Achava melhor que o esquadrão de primeira linha constituido na região amazonica deveria ser com os A-1 devido a sua autonomia um pouco maior que a dos F-5. E o Pacau continuasse em Natal com os
F-5

Na minha opinião poseria ficar assim com os A-1, 1/16 em BACG, 1/10 BASM, 3/10 BAMN. Com os F-5EM 1GAvCa BASC, 1/14 BACO, 1/4 BANT. E finalmente M2000 no 1GDA em BAAN.

Abraços

Edited by Rafael Lopes, 17 de December de 2010 - 20:03 .


#12 Fred

Fred

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Posted 18 de December de 2010 - 12:14

Infelizmente o acesso a BAMN é um pouco complicado (só consegui visitar a base uma vez fora dos Portões Abertos) mas quem reside na zona sul e no centro de Manaus vai ter o prazer de ouvir direto essas belezas!

#13 jambock

jambock
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Posted 18 de December de 2010 - 12:15

QUOTE(Rafael Lopes @ Dec 17 2010, 08:02 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Deveria, a região nordeste ponto estrategico na geografia Brasileira não deveria ficar sem uma cobertura aerea. Achava melhor que o esquadrão de primeira linha constituido na região amazonica deveria ser com os A-1 devido a sua autonomia um pouco maior que a dos F-5. E o Pacau continuasse em Natal com os F-5

Na minha opinião poseria ficar assim com os A-1, 1/16 em BACG, 1/10 BASM, 3/10 BAMN. Com os F-5EM 1GAvCa BASC, 1/14 BACO, 1/4 BANT. E finalmente M2000 no 1GDA em BAAN.
Abraços
Prezado Rafael Lopes: estratégicamente, num hipotético cenário bélico, a única ameaça poderia vir da Venezuela, com seus Su-30. Assim, os A-1, aeronaves de ataque, não seriam oponentes à altura. Tal função, smj, seria mais adequada aos Mikes, aeronaves de superioridade aérea e capacidade REVO.

#14 Rafael Lopes

Rafael Lopes
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Posted 18 de December de 2010 - 13:12

QUOTE(jambock @ Dec 18 2010, 12:15 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Prezado Rafael Lopes: estratégicamente, num hipotético cenário bélico, a única ameaça poderia vir da Venezuela, com seus Su-30. Assim, os A-1, aeronaves de ataque, não seriam oponentes à altura. Tal função, smj, seria mais adequada aos Mikes, aeronaves de superioridade aérea e capacidade REVO.



É verdade, mas quantos F-5 ficaram em Manaus de 8 a 12 no maximo contra 24 SU-30. Então teriamos uma relação de 2-3 para 1. E não estou levando em consideração a superioridade do caça Russo ou que os pilotos venezuelanos dominem completamente a maquina.
Com os A-1 em Manus poderia se atacar em conjunto com os A-29 de Boa Vista e porto velho Bases de guerrilha e de tráfico, alem é claro de outros pontos estratégicos alem das fronteiras pois a autonomia dos A-1 permite.

PS: todos A-1 tambem tem sonda revo como os F-5mike.

#15 DEL

DEL
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Posted 18 de December de 2010 - 17:18

QUOTE(Rafael Lopes @ Dec 18 2010, 02:12 PM) <{POST_SNAPBACK}>
É verdade, mas quantos F-5 ficaram em Manaus de 8 a 12 no maximo contra 24 SU-30. Então teriamos uma relação de 2-3 para 1. E não estou levando em consideração a superioridade do caça Russo ou que os pilotos venezuelanos dominem completamente a maquina.
Com os A-1 em Manus poderia se atacar em conjunto com os A-29 de Boa Vista e porto velho Bases de guerrilha e de tráfico, alem é claro de outros pontos estratégicos alem das fronteiras pois a autonomia dos A-1 permite.

PS: todos A-1 tambem tem sonda revo como os F-5mike.


Prezado Rafael Lopes:

Dois detalhes: o primeiro é com relação à missão que os A-1s desempenham, são aeronaves de ataque (ao solo) e não cumprem missões de defesa aérea (alerta) ou interceptação.... pelo menos não que eu saiba, essas missões na FAB são desempenhadas pelos F-2000 e F-5. Além do mais, graças a sua grande autonomia e o prob de REVO que o A-1 carrega, ele pode decolar de Santa Cruz, realizar um ataque na região Amazônica e retornar, realizando quantos REVO´s pra isso, 1 na ida e 1 na volta?
O segundo, a Venezuela tem 24 aeronaves mas quantas delas estão operacionais (totalmente disponíveis para desempenharem suas missões)?

Grande abraço!

#16 Rafael Lopes

Rafael Lopes
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Posted 18 de December de 2010 - 18:10

QUOTE(DEL @ Dec 18 2010, 06:18 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Prezado Rafael Lopes:

Dois detalhes: o primeiro é com relação à missão que os A-1s desempenham, são aeronaves de ataque (ao solo) e não cumprem missões de defesa aérea (alerta) ou interceptação.... pelo menos não que eu saiba, essas missões na FAB são desempenhadas pelos F-2000 e F-5. Além do mais, graças a sua grande autonomia e o prob de REVO que o A-1 carrega, ele pode decolar de Santa Cruz, realizar um ataque na região Amazônica e retornar, realizando quantos REVO´s pra isso, 1 na ida e 1 na volta?
O segundo, a Venezuela tem 24 aeronaves mas quantas delas estão operacionais (totalmente disponíveis para desempenharem suas missões)?

Grande abraço!


1° Certo,

2° Saindo da BASC pelas minha contas em voo Hi-Lo-HI 2 revos em cada sentido dependendo da carga externa, E quanto mais autonomia, menos capacidade de ataque. Sofreria mais do que uma eventual deslocamento dos M2000 de anápolis para Manaus.

3° Tambem não sei quantas ninguem sabe ao certo, mas acredito que as contas devam ser feitas considerando-se os 24 para evitar supresas negativas. Ou acontece como a Inglaterra que achou que os misseis exocet Argentinos não funcionavam e o resultado já sabemos HMS Sheffield afundado.


UM comentario extra, os F-5M com tanque externo sua automia só permitiria ele chegar a boa vista, isso carregando apenas os 2 Phiton4 ou Piranha nas pontas das asas. Esquece os Derby, ou coloca os Derby, atira seja em lá for e pousa imediatamete em Boa vista.

Com os A-1 1000Kg de armamento e dois tanques de combustivel se chaga na fronteira e retorna sem revo, poderia estar ai armado com bombas guiadas futuramente será integrada a modernização e os messies MAR-1 para atacar bases de radar.

Esse é meu ponto de vista.


#17 GLE

GLE
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Posted 18 de December de 2010 - 20:27

Pergunta:
Os F5M estarão baseados no Eduardo Gomes (SBEG) ou em Ponta Pelada (SBMN)?
Ouvi dizer que uma segunda pista no Eduardo Gomes seria construída, procede?
Se estiverem operando em SBMN, foi instalado PAR para o recolhimento das aeronaves em condição de mal tempo? Porque em Ponta Pelada se não me engano só há procedimento LLZ e sabemos que o pau quebra em Manaus com a CBzada!

#18 GLE

GLE
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Posted 18 de December de 2010 - 20:29

Outra coisa preocupante, a concentração de pássaros em SBMN é enorme!
A possibilidade de colisão de um Bicudo com um urubu é imensa!

#19 transvasp

transvasp
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Posted 19 de December de 2010 - 10:29

Sobre o F-5EM x SU-30MKV.


Caçadores.

Olho no olho muita coisa pode acontecer.

Mas no BVR, acredito que deverá ser assim o hipotético combate, gostaria de apontar:


1) O radar do F-5EM tem alcace entre 40/50 MN. Para disparar ele teria que chegar próximo, para um BVR, ao SU-30MKV.

2) Uma solução seria o R-99 fazer a mira e transferi-la para os F-5, com radares desligados, via datalink... Sei que na Suécia os Gripen treinam muito este tipo de operação. O ruim é que com o alcance do radar do SU-30, nosso R-99 poderia ficar em risco já que o F-5, mesmo assim, teria que se aproximar do SU-30 para disparar pois o alcance do DERBY não é tão grande. O SU-30 sempre dará o primeiro disparo *...

* Levando-se em conta a capacidade dos radares e do R-77.

3) Vale observar, que mesmo sem aviões AEW&C é pratica dos SU-30, em função da grande capacidade de seus radares, usar o mesmo tipo de tática acima. Neste caso um SU-30MKV serviria outras aeronaves com informações via datalink.

4) A FAV já tem o R-77

http://sistemadearma...br/aam/r77.html

5) A FAB tem o Derby

http://sistemasdearm.../aam/derby.html

Não sei como a FAB reverteria tamanha diferença.

Já citei que a maior falha do projeto F-5EM foi a compra do Grifo-F. Só para ilustar, caso a Argentina tivesse misseis BVR nosso caças de Canoas teriam problemas, pois a capacidade do ARG-1 dos A-4AR é superior ao do nosso Grifo-F.

Talvez a Marinha tenho escolhido o radar Israelense por ter percebido essa deficiencia.
http://www.naval.com...radar-dos-af-1/

Um grande abraço a todos



#20 transvasp

transvasp
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Posted 19 de December de 2010 - 10:46

QUOTE(transvasp @ Dec 19 2010, 11:29 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Sobre o F-5EM x SU-30MKV.

1) O radar do F-5EM tem alcace entre 40/50 MN. Para disparar ele teria que chegar próximo, para um BVR, ao SU-30MKV.



http://www.selexgali...cts/GRIFO_S.pdf