Publicação: 01/12/2010 16:13 Atualização: 01/12/2010 17:14
A falta de mão de obra qualificada tem impedido a GOL de expandir suas atividades em Minas Gerais. Há, atualmente, pelo menos 254 vagas para a área mecânica em aberto, e a carência maior é no centro de manutenção da companhia, que fica próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.
Nesta quarta-feira, no lançamento oficial do Instituto GOL, que vai funcionar no hangar da empresa, o diretor de colaboradores e gestão da GOL, Felipe Sommer, que é também presidente do Instituto, disse que há tecnologia, equipamentos e estrutura, mas faltam funcionários para trabalhar no local e por isso algumas atividades precisam ser, inclusive, terceirizadas.
“Este é um dos motivos pelo qual estamos buscando começar a formação de pessoal aqui dentro da empresa. Inicialmente, os cursos não vão suprir essa demanda, mas a ideia é contribuir para o crescimento sustentável do mercado pelo viés educacional”, disse Sommer.
Este é o primeiro instituto do gênero no Brasil. Por iniciativa própria, uma companhia promove o ensino profissionalizante voltado para capacitação e qualificação de profissionais do setor de aviação. O primeiro curso está sendo oferecido a 70 alunos da rede pública de Lagoa Santa, devido a uma parceria com a prefeitura, e a duração é dois meses, a partir de 16 de novembro, quando foi iniciado.
Nas 64 horas/aula, jovens com idade entre 17 e 22 anos verão conteúdos de matemática, português, física, inglês, sempre com ênfase em aviação. Ao final, os 10 alunos com melhor desempenho serão selecionados como aprendizes e receberão R$ 417 + benefícios para trabalhar por 30 horas semanais. Brenda de Matos Carlos, de 17 anos, foi uma das selecionadas para o curso. Ela está terminando o ensino médio na Escola Estadual Padre Menezes, uma das três recrutou estudantes com pelo menos 70% de aproveitamento do conteúdo curricular.
A média de suas notas, 90, foi fator determinante para que ela conseguisse uma vaga. “Sempre tive vontade de fazer curso na área, mesmo sem nunca ter andando de avião. Aqui a gente tem muita curiosidade porque vê aeronaves toda hora, né? Eu estou gostando muito das aulas e acho que vai ser uma boa
oportunidade para conseguir entrar na área”, disse. Se não for selecionada para ficar na empresa, Brenda já planeja fazer cursinho pré-vestibular, seu sonho é fazer faculdade de engenharia aeroespacial.
O presidente da GOL, Constantino de Oliveira Jr., também presente na inauguração do Instituto, disse que o novo investimento da companhia (que não teve o valor revelado) é um passo concreto na direção da sustentabilidade. “Este é um trabalho integrado, focado não só na formação de mão de obra, mas também na inclusão social. Queremos despertar um horizonte promissor para esses jovens e para os nossos colaboradores, já que passa pela integração com a comunidade”, afirmou.
Há previsão de pelo menos mais uma turma de 70 alunos para 2011 e um novo curso, uma espécie de segundo módulo, cujo formato ainda está sendo definido. Por enquanto, os próprios instrutores de manutenção da GOL estão responsáveis pelas aulas. Com a provável expansão do projeto, novos professores poderão receber alunos, que deverão vir também de outras regiões do país.
A falta de mão de obra qualificada tem impedido a GOL de expandir suas atividades em Minas Gerais. Há, atualmente, pelo menos 254 vagas para a área mecânica em aberto, e a carência maior é no centro de manutenção da companhia, que fica próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.
Nesta quarta-feira, no lançamento oficial do Instituto GOL, que vai funcionar no hangar da empresa, o diretor de colaboradores e gestão da GOL, Felipe Sommer, que é também presidente do Instituto, disse que há tecnologia, equipamentos e estrutura, mas faltam funcionários para trabalhar no local e por isso algumas atividades precisam ser, inclusive, terceirizadas.
“Este é um dos motivos pelo qual estamos buscando começar a formação de pessoal aqui dentro da empresa. Inicialmente, os cursos não vão suprir essa demanda, mas a ideia é contribuir para o crescimento sustentável do mercado pelo viés educacional”, disse Sommer.
Este é o primeiro instituto do gênero no Brasil. Por iniciativa própria, uma companhia promove o ensino profissionalizante voltado para capacitação e qualificação de profissionais do setor de aviação. O primeiro curso está sendo oferecido a 70 alunos da rede pública de Lagoa Santa, devido a uma parceria com a prefeitura, e a duração é dois meses, a partir de 16 de novembro, quando foi iniciado.
Nas 64 horas/aula, jovens com idade entre 17 e 22 anos verão conteúdos de matemática, português, física, inglês, sempre com ênfase em aviação. Ao final, os 10 alunos com melhor desempenho serão selecionados como aprendizes e receberão R$ 417 + benefícios para trabalhar por 30 horas semanais. Brenda de Matos Carlos, de 17 anos, foi uma das selecionadas para o curso. Ela está terminando o ensino médio na Escola Estadual Padre Menezes, uma das três recrutou estudantes com pelo menos 70% de aproveitamento do conteúdo curricular.
A média de suas notas, 90, foi fator determinante para que ela conseguisse uma vaga. “Sempre tive vontade de fazer curso na área, mesmo sem nunca ter andando de avião. Aqui a gente tem muita curiosidade porque vê aeronaves toda hora, né? Eu estou gostando muito das aulas e acho que vai ser uma boa
oportunidade para conseguir entrar na área”, disse. Se não for selecionada para ficar na empresa, Brenda já planeja fazer cursinho pré-vestibular, seu sonho é fazer faculdade de engenharia aeroespacial.
O presidente da GOL, Constantino de Oliveira Jr., também presente na inauguração do Instituto, disse que o novo investimento da companhia (que não teve o valor revelado) é um passo concreto na direção da sustentabilidade. “Este é um trabalho integrado, focado não só na formação de mão de obra, mas também na inclusão social. Queremos despertar um horizonte promissor para esses jovens e para os nossos colaboradores, já que passa pela integração com a comunidade”, afirmou.
Há previsão de pelo menos mais uma turma de 70 alunos para 2011 e um novo curso, uma espécie de segundo módulo, cujo formato ainda está sendo definido. Por enquanto, os próprios instrutores de manutenção da GOL estão responsáveis pelas aulas. Com a provável expansão do projeto, novos professores poderão receber alunos, que deverão vir também de outras regiões do país.



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