A incompetencia da Infraero quando nao mata, incapacita.
Idoso cadeirante cai em CGH e entra em coma
#1
Postado 13 de dezembro de 2010 - 09:01
A incompetencia da Infraero quando nao mata, incapacita.
#2
Postado 13 de dezembro de 2010 - 11:24
#3
Postado 13 de dezembro de 2010 - 11:54
#4
Postado 13 de dezembro de 2010 - 12:56
Dias atrás, precisei embarcar o meu pai, que devido a uma doença rara, está sem os movimentos das pernas e braços, imóvel. O voo deu remota, e o operador do ambulift sumiu, desapareceu. Ficamos esperando por meia hora, MEIA HORA e o infeliz não apareceu. O voo todo embarcado, chovendo, o avião la no box 21, tive que ir com o meu pai de van, e levar ele no colo, subir a escada e colocar ele no assento...
O cara tinha saído pra fumar, MEIA HORA pra fumar, se eu pego um infeliz desse........
#5
Postado 13 de dezembro de 2010 - 13:15
A privatização, além da infraestrutura, resolve esse tipo de problema. Saiu pra fumar porque? Hora do lanche? Quem deveria cobrí-lo? Ah, não era hora do lanche, mas como é Infrazero, faz o que quer .. Essa bagunça toda acaba num instante.
#6
Postado 13 de dezembro de 2010 - 13:23
#7
Postado 13 de dezembro de 2010 - 13:39
Só quem já trabalhou em aeroporto pra saber o que se passa de verdade no dia a dia
abraços
#8
Postado 13 de dezembro de 2010 - 16:09
Só quem já trabalhou em aeroporto pra saber o que se passa de verdade no dia a dia
abraços
Pq é mais fácil ler uma matéria na internet e culpar a Infraero poh...é BEM mais fácil, pq a Infraero é sempre a culpada, vc nao entende isso?? ¬¬ (tá que a infraero erra, e MUITO, mas como o Kodiak falou, nem tudo é culpa da Infraero)
#9
Postado 13 de dezembro de 2010 - 17:21
Só quem já trabalhou em aeroporto pra saber o que se passa de verdade no dia a dia
abraços
eu resumo isso só como uma coisa: desculpa de cego é o óculos.
com o vai e vem de avião, troca de equipamento e tudo mais, me diz como o check-in vai prever com 20 minutos exatos que aquele voo em particular, que está programado para a ponte de embarque x vai agora sair da remota?
então devido esse acordo, o atraso de infraestrura está garantido porque não tem infraestrutura para atender passageiro com necessidade especial.
segundo maior aeroporto em movimento de passageiros e a infraero não mantem um funcionário de plantão para atender os voos com ambulift? se fosse um aeroporto com pouca area remota, aonde mal vai voo para a remota, entenderia, mas em CGH? SHAME ON YOU infraero. 20 ou 10 minutos, não há desculpa por não ter um funcionário de plantão para o ambulift.
#10
Postado 13 de dezembro de 2010 - 17:35
#11
Postado 13 de dezembro de 2010 - 18:18
A filha do arquiteto cadeirante que sofreu uma queda ao ser transportado para o terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, neste sábado (11), disse que seu pai foi transportado como uma bagagem. Para a arquiteta Moira de Castro Vasconcellos, de 42 anos, deficientes são tratados de maneira inadequada pelas companhias aéreas. “O dia a dia deles já é tão complicado, por que não se pode simplificar? A luta é mostrar que ser transportado como mala pode acabar mal, como aconteceu com meu pai”, disse.
“Eles [deficientes] são segregados. Em Congonhas, colocam um chiqueirinho e eles têm que ficar naquela quadradinho esperando alguém vir buscar [para embarcar]”, disse.
No sábado, Fernando Porto de Vasconcellos, de 71 anos, voltava de uma viagem a Brasília, onde faz um tratamento de reabilitação no Hospital Sarah Kubitschek. Há quatro anos, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). “Estou arrasada. Meu pai já inspirava cuidados. Agora, ele vai ter mais um outro que não precisava ter.”
Ao chegar em Congonhas, ele foi colocado no ambulift, equipamento da Infraero que faz o transporte de pessoas com mobilidade reduzida. De acordo com a arquiteta, no momento do acidente, o ambulift transportava, além do seu pai, uma funcionária da Gol e a sua mãe.
“A minha mãe se sentou no único assento disponível. Teve uma freada brusca. A moça [funcionária da Gol] estava no telefone e caiu. A cadeira dele tombou 90 graus”, contou. A cadeira do arquiteto, segundo a filha, estava apenas com o seu freio acionado e não havia nenhum outro componente de segurança que pudesse manter a estabilidade dela.
Para a arquiteta, as companhias aéreas deveriam optar por não utilizar o ambulift no embarque e no desembarque de pessoas deficientes. “É um meio de transporte que foi feito para pessoas com mobilidade reduzida, mas não tem um cinto de segurança. Estou indignada. Poderia ter sido evitado com um cinto de segurança”, afirmou.
Na queda, o arquiteto teve um osso da face quebrado, no lado direito, e um hematoma na testa. O arquiteto está em coma na UTI do hospital Santa Paula, na Zona Sul da capital. A filha contou que a pressão intracraniana se elevou devido a um aumento em um sangramento. O estado de saúde de Fernando Porto de Vasconcellos é considerado gravíssimo.
Moira de Castro Vasconcellos afirmou que não foi procurada pela Infraero até as 13h. A Gol entrou em contato por telefone uma única vez com um irmão da arquiteta, disse. A família e o convênio médico estão arcando com as despesas do tratamento.
Outro lado
A Gol disse que prestou socorro logo após o acidente e ressaltou que o ambulift é um equipamento da Infraero. “A Gol informa que prestou todo o atendimento possível e acompanhou o senhor Fernando durante o atendimento hospitalar, mantendo contato com a família e oferecendo assistência contínua ao cliente e seus acompanhantes. A companhia esclarece que o transporte em equipamento especial para portadores de deficiências e necessidades específicas é contratado junto à empresa de infraestrutura aeroportuária", informou a empresa, em nota.
Já a Infraero informou que prestou assistência ao passageiro e providenciou a sua remoção a um hospital particular. A empresa informou também ter aberto uma sindicância para apurar as circunstâncias do acidente. Está sendo averiguado também por qual motivo optou-se por utilizar o ambulift e porque o voo não foi encaminhado para um desembarque através do finger, corredor que liga terminal de passageiros ao avião. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, a assistente social da empresa chegou a ir até o hospital nesta manhã. Porém, a assessoria não soube informar se foi feito um contato com a família.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010...rido-em-sp.html
#12
Postado 13 de dezembro de 2010 - 22:50
Será que só agora a própria Infraero vai descobrir, através de sindicância, que CGH não tem fingers suficientes para todas as aeronaves?
Uma lástima o acidente com este senhor. É torcer para que não ocorra o pior e que fique um exemplo para que essa pouca vergonha no transporte de pessoas com limitações acabe.
#13
Postado 14 de dezembro de 2010 - 00:59
#14
Postado 15 de dezembro de 2010 - 03:47
com o vai e vem de avião, troca de equipamento e tudo mais, me diz como o check-in vai prever com 20 minutos exatos que aquele voo em particular, que está programado para a ponte de embarque x vai agora sair da remota?
então devido esse acordo, o atraso de infraestrura está garantido porque não tem infraestrutura para atender passageiro com necessidade especial.
segundo maior aeroporto em movimento de passageiros e a infraero não mantem um funcionário de plantão para atender os voos com ambulift? se fosse um aeroporto com pouca area remota, aonde mal vai voo para a remota, entenderia, mas em CGH? SHAME ON YOU infraero. 20 ou 10 minutos, não há desculpa por não ter um funcionário de plantão para o ambulift.
Como o Mastercaptain disse, a cadeira de rodas deve (ou deveria) estar presa por um cinto de segurança, assim como a funcionária da GOL e o acompanhante, para a cadeira de rodas também tem uma trava das rodas e caso isto não tenha acontecido a INFRAERO deve ser responsabilizada.
Omykron, o tempo de 20 minutos é um prazo que foi estabelecido junto com as empresas aéreas e a INFRAERO, não foi nada imposto pela AAL, este prazo visou não facilitar a INFRAERO mas ajudar mais o lado das empresas para que se evitasse atrasos, mas como eu disse, o prazo não é algo inegociável, as empresas podem solicitar o equipamento após o prazo, mas caso as mesmas solicitem com menos de 20 min de antecedência a INFRAERO ainda realiza o atendimento, salvo exceções, mas não se responsabiliza por atrasos. As empresas basicamente fazem o mesmo com os passageiros, se não comparecer no prazo não é garantido o embarque.
Pra mim deveria ter sim um operador de ambulift 24hrs por dia em CGH sim, mesmo com dias em que o mesmo opera somente duas ou três vezes, este seria o ideal para o cliente, mas infelizmente qualquer empresa no mundo vai procurar formas de conter gastos, seja ela a INFRAERO, TAM, Padoca do Manuel, barraquinha de churros da Dona Florinda, e pelo visto a INFRAERO como empresa não acha viável deixar um funcionário exclusivo para a operação do equipamento. (btw, a TAM possui um ambulift em CGH e o operador também exerce outras funções quando o mesmo não é solicitado), a GOL em sua política de baixos custos/tarifas altas comprou um equipamento tosco que dá pra subir as escadas da aeronave com a cadeira de rodas manualmente, sabe lá porque não foi usado neste atendimento.
abraços
#15
Postado 15 de dezembro de 2010 - 10:34
Equipamento este de grande valia, em especial em aeroportos onde a administração aeroportuária não oferece a estrutura adequada que faria juz à estorsiva taxa de emabrque paga pelos passageiros.
#16
Postado 15 de dezembro de 2010 - 11:11
abraços
Como disse o Skyliner esse equipamento é sim de grande valia. A Azul tem varios deles em VCP
#17
Postado 15 de dezembro de 2010 - 11:14
Concordo, mas que é um robozinho estranho é
#18
Postado 15 de dezembro de 2010 - 11:55
De fato...
#19
Postado 15 de dezembro de 2010 - 12:02
Uma pena que eu só lembro de ter visto esse robozinho em João Pessoa e SNME Porto velho
#20
Postado 15 de dezembro de 2010 - 13:14
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