Cuba culpa mau tempo e erro do piloto por queda de avião que matou 68
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
As autoridades cubanas culparam o mau tempo e erro do piloto pela queda de um avião de passageiros em 4 de novembro passado, que matou 68 pessoas --incluindo 28 estrangeiros.
O voo 883 da AeroCaribbean fazia a rota entre Santiago (Chile) e Havana (Cuba). Ele caiu em meio ao mau tempo no centro de Cuba, na tarde de 4 de novembro. A aeronave ficou em chamas e pedaços da fuselagem se espalharam pelo local.
Um relatório oficial divulgado nesta quinta-feira afirma que o acidente, a maior tragédia do tipo em mais de duas décadas em Cuba-- foi provocado por uma alta concentração de gelo na aeronave.
"Foram registradas condições meteorológicas extremas na rota e, em consequência, a aeronave entrou em uma condição de congelamento severo [alta concentração de gelo] a 20 mil pés [6.036 metros], o que, unido a erros da tripulação na administração da situação, provocou o acidente", afirma o Instituto de Aeronáutica Civil.
A comissão que investigou o acidente comprovou que a aeronave estava em bom estado técnico e todos os sistemas funcionaram corretamente, assim nada na aeronave contribuiu com a tragédia. A tripulação possuía as licenças atualizadas e estava apta para assumir o voo.
Nenhum outro detalhe foi dado.
Na época, a imprensa estatal cubana mal mencionou o desastre ou os esforços para resgatar as vítimas. Familiares das pessoas a bordo e funcionários das embaixadas foram unânimes, contudo, em descrever o excelente trabalho das autoridades cubanas.
As vítimas incluem nove argentinos, sete mexicanos e cidadãos da Alemanha, Holanda, Espanha e Itália. Dois australianos também estavam a bordo, assim como um japonês.
A queda foi a mais mortal em Cuba desde que um avião da Cubana de Aviacion que fazia a rota entre Havana e Milão (Itália) caiu pouco após a decolagem em setembro de 1989,, matando todos os 126 a bordo, além de cerca de 20 no solo.
Fonte: Folha.com
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As autoridades cubanas culparam o mau tempo e erro do piloto pela queda de um avião de passageiros em 4 de novembro passado, que matou 68 pessoas --incluindo 28 estrangeiros.
O voo 883 da AeroCaribbean fazia a rota entre Santiago (Chile) e Havana (Cuba). Ele caiu em meio ao mau tempo no centro de Cuba, na tarde de 4 de novembro. A aeronave ficou em chamas e pedaços da fuselagem se espalharam pelo local.
Um relatório oficial divulgado nesta quinta-feira afirma que o acidente, a maior tragédia do tipo em mais de duas décadas em Cuba-- foi provocado por uma alta concentração de gelo na aeronave.
"Foram registradas condições meteorológicas extremas na rota e, em consequência, a aeronave entrou em uma condição de congelamento severo [alta concentração de gelo] a 20 mil pés [6.036 metros], o que, unido a erros da tripulação na administração da situação, provocou o acidente", afirma o Instituto de Aeronáutica Civil.
A comissão que investigou o acidente comprovou que a aeronave estava em bom estado técnico e todos os sistemas funcionaram corretamente, assim nada na aeronave contribuiu com a tragédia. A tripulação possuía as licenças atualizadas e estava apta para assumir o voo.
Nenhum outro detalhe foi dado.
Na época, a imprensa estatal cubana mal mencionou o desastre ou os esforços para resgatar as vítimas. Familiares das pessoas a bordo e funcionários das embaixadas foram unânimes, contudo, em descrever o excelente trabalho das autoridades cubanas.
As vítimas incluem nove argentinos, sete mexicanos e cidadãos da Alemanha, Holanda, Espanha e Itália. Dois australianos também estavam a bordo, assim como um japonês.
A queda foi a mais mortal em Cuba desde que um avião da Cubana de Aviacion que fazia a rota entre Havana e Milão (Itália) caiu pouco após a decolagem em setembro de 1989,, matando todos os 126 a bordo, além de cerca de 20 no solo.
Fonte: Folha.com




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