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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Companhias aéreas se preparam para gerenciar formação de pilotos


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#1 Luna

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 11:33

As principais empresas aéreas brasileiras receberam de maneira positiva a proposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de estabelecer no país um novo tipo de licença para pilotos, com formação gerenciada pelas próprias companhias, de acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).

Apresentada como uma alternativa às possibilidades atuais, a proposta pode acelerar o processo de formação dos pilotos.

Segundo o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, algumas empresas já trabalham com programas-piloto com acompanhamento da Anac. "Outras ainda estão aguardando uma discussão mais aprofundada sobre os detalhes, para verificar se é viável ou não", afirma.

A nova licença, chamada de tripulação múltipla, já existe em países como Canadá, Austrália, Chile e Inglaterra. Ela permite que um aspirante a piloto profissional opte por um caminho diferente dos oferecidos hoje no Brasil, começando sua carreira diretamente nas companhias aéreas. Submetido a audiência pública até o dia 17 de janeiro, o texto deve ser finalizado e publicado pela Anac nos próximos três meses.

“As empresas hoje estipulam um batente de horas para que um piloto possa se candidatar a uma vaga. O novo programa é baseado em qualificação, não em quantidade. Para fechar as 1,5 mil horas exigidas pelas empresas, o piloto voa o que aparecer. Nesse novo cenário, ele vai se submeter ao programa da companhia”, ressalta o superintendente de segurança operacional da Anac, David da Costa Faria Neto.

Licenças existentes
Atualmente, existem três tipos de licença para pilotos no país: piloto privado, piloto comercial e piloto de linha aérea. Para tirar a última, é necessário ter as duas primeiras.

A regra em vigor no Brasil exige que o candidato a copiloto de empresas regulares tenha habilitação de piloto comercial, com pelo menos 150 horas de voo – o que custa cerca de R$ 35 mil e é bancado pelo profissional. A maior parte das grandes companhias, porém, exige pelo menos 1 mil horas de voo se o candidato tiver curso superior e 1,5 mil horas caso ele não tenha passado pela faculdade.

Com a nova licença, o piloto passa por um curso teórico de conhecimentos de linha aérea, faz uma prova da Anac e, se aprovado, pode entrar no programa gerenciado pela companhia.

“São 240 horas de voo utilizando diversos tipos de dispositivos de treinamento, como simuladores médios, aviões de pequeno porte e simuladores de última geração, capazes de reproduzir as situações reais de um voo. Ele só passa para o exercício seguinte – que pode ser uma simulação de voo por instrumento ou pouso e decolagem, por exemplo – se passar no anterior. Ao fim desse currículo todo, ele vai ser avaliado”, detalha Faria Neto.

De acordo com o superintendente, as empresas vão poder montar seus programas como considerarem mais apropriado para suas necessidades. A agência vai trabalhar na certificação do programa e, depois, acompanhando e modificando o que for necessário.

“Vamos receber a proposta de programa das companhias. Elas podem criar dentro da própria empresa, como tinha a Varig, ou terceirizar. Certamente as empresas vão apresentar programas parecidos com o que já existe em outros países”, analisa.

Para o diretor técnico do Snea, a proposta da Anac de implementar esse tipo de formação de pilotos no Brasil é positiva para a aviação. “É muito mais seguro ter um piloto que teve sua formação acompanhada pela empresa do que um que apresentou uma carteira com 1,5 mil horas que não sabemos onde foram feitas”, diz.

Procurada pelo G1, a Gol afirmou que já está estudando a possibilidade de implantar efetivamente as mudanças, começando com uma seleção interna. “A companhia está apta a promover processos de seleção interna para tripulantes técnicos e comerciais, tendo em vista que parte dos colaboradores administrativos e operacionais têm a intenção de ingressar no grupo de voo da empresa”, informou por meio de sua assessoria de imprensa.

Até o final da tarde desta sexta-feira (17), a TAM não havia se manifestado sobre o assunto.

“Essa não é uma invenção brasileira. Isso é uma orientação da Organização da Aviação Civil Internacional [ICAO, na sigla em inglês], que é o órgão máximo do transporte aéreo mundial. Não é uma aventura, apenas estamos incorporando na legislação brasileira uma regra mundial”, analisa Jenkins.

Para o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), porém, deve haver uma discussão mais prolongada sobre a nova licença. “Pedimos a prorrogação da audiência pública [inicialmente, o fim da audiência pública seria neste sábado (18), mas o prazo foi prorrogado por 30 dias], porque já a proposta precisa ser melhor trabalhada. Nesse modelo, cabem algumas correções. Uma delas é a idade mínima, de 18 para 21 anos. Outra é o número de horas, que deveria ter um acréscimo de pelo menos 50%”, sugere Carlos Camacho, diretor de Segurança de Voo do SNA.

O sindicalista considera ainda que houve pouco detalhamento das exigências para os programas que devem ser apresentados pelas companhias. “A Anac precisa formular melhor o que ela quer. O detalhamento é genérico. Preferimos discutir melhor, até para contribuir melhor”, avalia.

Falta de pilotos
A possível falta de bons pilotos no mercado é uma preocupação para governo, empresas e passageiros. Um relatório publicado pela Boeing estima que a aviação mundial precisará de 466 mil pilotos para acomodar a forte demanda por aeronaves novas e de substituição nos próximos 20 anos. No Brasil, as companhias aéreas já sentem dificuldades em encontrar profissionais habilitados.

“Com o aquecimento da economia e a chegada de novas empresas aéreas no mercado brasileiro, está mais difícil encontrar pilotos com a experiência necessária”, avalia Leonard Grant, diretor de Operações e Treinamento Operacional da TAM. “No curto prazo, não vemos problemas. Entendemos que a Anac está sensível a essa questão”.

Na visão do sindicato dos aeronautas, há uma reserva de pilotos brasileiros capaz de suprir as necessidades do mercado por algum tempo: “Temos condições de duplicar a aviação civil hoje com pilotos brasileiros. Há pelo menos três reservas de pessoal: os pilotos que saem das faculdades com boa formação, os copilotos experientes que poderiam ser promovidos a primeiros oficiais [cargo comum em empresas internacionais, entre copiloto e comandante] e os 600 pilotos brasileiros que estão no exterior. Mas quanto vão pagar para esses pilotos? É preciso ter um reordenamento salarial para que esse êxodo seja no sentido contrário”, diz Carlos Camacho.

"Não há falta de pilotos no Brasil. Quando falam de falta de pilotos experientes, é relativo. Os pilotos com pouca experiência sempre voam com alguém a mais durante um tempo. Já fizemos várias denúncias para a Anac de que estão faltando pilotos e comissários nas empresas aéreas. Elas contratam pouco por questões financeiras e estão trabalhando com o número mínimo de pessoas, provocando um estresse laboral para as tripulações", afirma Gelson Fochesato, presidente do SNA.

Anac já oferece bolsa
Nas faculdades, depois de anos de uma queda na procura em função de crises como a da Varig, houve um aumento de alunos em busca da formação qualificada. “Assim como a aviação brasileira, procura pelo curso voltou a crescer. Quando o curso foi formado, em 1994, o pessoal saía direto para a Varig. Até a oitava turma, isso funcionava bem. Entre 2004 e 2006, mais ou menos, não preenchíamos todas as vagas do curso, a procura era menor por causa das limitações do mercado. Agora, o tempo bom está voltando”, conta o diretor do curso de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Elones Fernando Ribeiro.

Os formandos do curso saem da faculdade depois de três anos com diploma de bacharel, licença de piloto comercial, multimotor, voo por instrumentos e credencial de piloto de companhia aérea. São 165 horas de simulador, entre 180 e 200 no aeroclube e mais 2,8 mil horas teóricas. Durante esse período, o gasto do piloto chega a R$ 110 mil, somando-se as aulas teóricas e as horas de voo.

“No Brasil, há o mito de que precisa de muitas horas de voo para ter experiência. Com o curso, ele está formado para pilotar ao lado de um piloto experiente”, afirma.

Antes da proposta da nova licença, a Anac já tinha um programa de bolsa para pagar parte da formação de um piloto. Os contemplados têm 75% dos custos com os cursos pagos pela agência. O projeto de bolsa de pilotos prevê a formação, até meados de 2011, de 213 pilotos, sendo 73 comerciais. Para se candidatar às bolsas da Anac, é necessário já estar matriculado em algum curso.

"A formação dos pilotos brasileiros ainda é elitista. Mesmo a bolsa concedida pela Anac é para quem já está matriculado em aeroclube. O projeto é incipiente e discrimina os mais pobres", avalia Camacho.

G1

Luna.

#2 E.P.M.

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 11:54

Nesse modelo, cabem algumas correções. Uma delas é a idade mínima, de 18 para 21 anos. Outra é o número de horas, que deveria ter um acréscimo de pelo menos 50%”, sugere Carlos Camacho, diretor de Segurança de Voo do SNA.


esse é o típico otário de plantão!!! a ANAC copiou o plano do jornal da ICAO...agora você quer dar uma de inteligente e mudar a regra do jogo? 21 anos? 50% a mais? aaah vá

#3 MatheusMBSM

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 11:57

QUOTE(Luna @ Dec 19 2010, 12:33 PM) <{POST_SNAPBACK}>
As principais empresas aéreas brasileiras receberam de maneira positiva a proposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de estabelecer no país um novo tipo de licença para pilotos, com formação gerenciada pelas próprias companhias, de acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).

Para o diretor técnico do Snea, a proposta da Anac de implementar esse tipo de formação de pilotos no Brasil é positiva para a aviação. “É muito mais seguro ter um piloto que teve sua formação acompanhada pela empresa do que um que apresentou uma carteira com 1,5 mil horas que não sabemos onde foram feitas”, diz.

“Essa não é uma invenção brasileira. Isso é uma orientação da Organização da Aviação Civil Internacional [ICAO, na sigla em inglês], que é o órgão máximo do transporte aéreo mundial. Não é uma aventura, apenas estamos incorporando na legislação brasileira uma regra mundial”, analisa Jenkins.

Na visão do sindicato dos aeronautas, há uma reserva de pilotos brasileiros capaz de suprir as necessidades do mercado por algum tempo: “Temos condições de duplicar a aviação civil hoje com pilotos brasileiros. Há pelo menos três reservas de pessoal: os pilotos que saem das faculdades com boa formação, os copilotos experientes que poderiam ser promovidos a primeiros oficiais [cargo comum em empresas internacionais, entre copiloto e comandante] e os 600 pilotos brasileiros que estão no exterior. Mas quanto vão pagar para esses pilotos? É preciso ter um reordenamento salarial para que esse êxodo seja no sentido contrário”, diz Carlos Camacho.

"Não há falta de pilotos no Brasil. Quando falam de falta de pilotos experientes, é relativo. Os pilotos com pouca experiência sempre voam com alguém a mais durante um tempo. Já fizemos várias denúncias para a Anac de que estão faltando pilotos e comissários nas empresas aéreas. Elas contratam pouco por questões financeiras e estão trabalhando com o número mínimo de pessoas, provocando um estresse laboral para as tripulações", afirma Gelson Fochesato, presidente do SNA.

A idéia (se é q se pode chamar assim, pra mim isso ta mais pra uma "xerox") é boa, mas não ha motivo pra isso, sobra piloto em aeroclubes que não recebem nenhum apoio aí vem a Anac e "inventa" isso? Isso vai literalmente f*der o c* do palhaço pra quem ta a anos e anos nos aeroclubes se sacrificando pra voar, se a Anac em vez de ficar inventando e inventando coisa simplesmente aumentasse significativamente as bolsas teria piloto pro Brasil todo e ainda sobraria um parte pra "exportar" Outra coisa que deve ser pensada pelo que eu conseguir entender é que a formação completa seria de 240h, correto? Agora imaginem que mais de 70% serão virtuais enquanto um comandante qualificado na formação atual tem cerca de 750 a 1000h REAIS e o novo terá menos de 60h reais (até menos, pelo que eu entendi seriam só as horas do PP)... poke.gif

Tirem suas conclusões, vindo de quem vem (Anac + SNEA) isso não passa de blábláblá. Pra mim isso poderia ser apenas uma parte da formação (como já acontece) poderiam apenas aumentar a % em simuladores em vez de criar um curso "virtual"... suicide_anim.gif

Editado por MatheusMBSM, 19 de dezembro de 2010 - 11:59 .


#4 E.P.M.

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 12:03

QUOTE(MatheusMBSM @ Dec 19 2010, 12:57 PM) <{POST_SNAPBACK}>
A idéia (se é q se pode chamar assim, pra mim isso ta mais pra uma "xerox") é boa, mas não ha motivo pra isso, sobra piloto em aeroclubes que não recebem nenhum apoio aí vem a Anac e "inventa" isso? Isso vai literalmente f*der o c* do palhaço pra quem ta a anos e anos nos aeroclubes se sacrificando pra voar, se a Anac em vez de ficar inventando e inventando coisa simplesmente aumentasse significativamente as bolsas teria piloto pro Brasil todo e ainda sobraria um parte pra "exportar" Outra coisa que deve ser pensada pelo que eu conseguir entender é que a formação completa seria de 240h, correto? Agora imaginem que mais de 70% serão virtuais enquanto um comandante qualificado na formação atual tem cerca de 750 a 1000h REAIS e o novo terá menos de 60h reais (até menos, pelo que eu entendi seriam só as horas do PP)... poke.gif

Tirem suas conclusões, vindo de quem vem (Anac + SNEA) isso não passa de blábláblá. Pra mim isso poderia ser apenas uma parte da formação (como já acontece) poderiam apenas aumentar a % em simuladores em vez de criar um curso "virtual"... suicide_anim.gif


aaaah vc vai me desculpar... mas que visão curtaa!!!!
eu tamb me matei em aeroclube to quase checando PC IFR MLTE já tenho quase 300 hs e digo q a idéia não é ruim não!!!e mais, tá certaa!! a gente num pode falar q tá errado só pq a gente ralou no método antigo não!!
aumentar o número de bolsa é inviável economico e administrativamente e a ANAC foi inteligentíssima e viu isso a tempo!!!
e falar que vai ser uma simulação "virtual" é comentário pra quem nunca se adentrou em um LEVEL D, FULL MOTION.
vai dar certo sim...e a idéia vai colar!


#5 T.B

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 12:21

Tá... e com isso ai irão se extinguir o resto dos INVAS? Como os novatos vao fazer o PP sem inva no mercado? Esse sistema morde o próprio rabo? Nao entendo!

Sempre digo, tem tanta gente com PC na mao por ai a fora, é nesses caras aí desempregados que tem que se criar um apoio ou treinamento que favoreça na qualificação!

Se eles formarem pilotos direcionados para as cias aéreas, quem vai formar instrutores? Ou irão existir ótimos salários para Inva agora?

#6 MatheusMBSM

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 12:29

QUOTE(Emanuel Mosci @ Dec 19 2010, 01:03 PM) <{POST_SNAPBACK}>
aaaah vc vai me desculpar... mas que visão curtaa!!!!
eu tamb me matei em aeroclube to quase checando PC IFR MLTE já tenho quase 300 hs e digo q a idéia não é ruim não!!!e mais, tá certaa!! a gente num pode falar q tá errado só pq a gente ralou no método antigo não!!
aumentar o número de bolsa é inviável economico e administrativamente e a ANAC foi inteligentíssima e viu isso a tempo!!!
e falar que vai ser uma simulação "virtual" é comentário pra quem nunca se adentrou em um LEVEL D, FULL MOTION.
vai dar certo sim...e a idéia vai colar!

Realmente eu nunca voei PMDG, LEVEL D, WILCO... Entrei no fórum com o intuito da simulação, tanto que no meu primeiro post levei moh esculacho pq tava formando opinião sobre um procedimento de ATR com base no simulador (com razão...), enfim eu td dia que posso to na IVAO treinando procedimento e fraseologia, claro que um simulador por exemplo o da Azul se aproxima da realidade, mas e o emocional? Putz o "garoto" voa 35h em um Boero, 200h no simulador e vai pegar um 737? Pêra lá... suicide_anim.gif

Nesse ponto eu concordo totalmente com SNA, se é pra aprovar isso que aumentem as horas e principalmente a idade...

Editado por MatheusMBSM, 19 de dezembro de 2010 - 12:32 .


#7 Diniz Júnior

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 13:25

QUOTE(MatheusMBSM @ Dec 19 2010, 12:29 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Realmente eu nunca voei PMDG, LEVEL D, WILCO... Entrei no fórum com o intuito da simulação, tanto que no meu primeiro post levei moh esculacho pq tava formando opinião sobre um procedimento de ATR com base no simulador (com razão...), enfim eu td dia que posso to na IVAO treinando procedimento e fraseologia, claro que um simulador por exemplo o da Azul se aproxima da realidade, mas e o emocional? Putz o "garoto" voa 35h em um Boero, 200h no simulador e vai pegar um 737? Pêra lá... suicide_anim.gif

Nesse ponto eu concordo totalmente com SNA, se é pra aprovar isso que aumentem as horas e principalmente a idade...


Cara... O Level D que o Emanuel falou é beeeeem diferente do Level D que você pensou que ele falou. hypocrite.gif

#8 King Air Driver

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 13:44

ele falou de Full Flight Simulator cara. Simulador de vôo, não joguinho...

#9 Kodiak

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 14:08



#10 MMotta

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 14:26

QUOTE(MatheusMBSM @ Dec 19 2010, 12:29 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Realmente eu nunca voei PMDG, LEVEL D, WILCO... Entrei no fórum com o intuito da simulação, tanto que no meu primeiro post levei moh esculacho pq tava formando opinião sobre um procedimento de ATR com base no simulador (com razão...), enfim eu td dia que posso to na IVAO treinando procedimento e fraseologia, claro que um simulador por exemplo o da Azul se aproxima da realidade, mas e o emocional? Putz o "garoto" voa 35h em um Boero, 200h no simulador e vai pegar um 737? Pêra lá... suicide_anim.gif

Nesse ponto eu concordo totalmente com SNA, se é pra aprovar isso que aumentem as horas e principalmente a idade...



QUOTE(Diniz Júnior @ Dec 19 2010, 01:25 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Cara... O Level D que o Emanuel falou é beeeeem diferente do Level D que você pensou que ele falou. hypocrite.gif



QUOTE(King Air Driver @ Dec 19 2010, 01:44 PM) <{POST_SNAPBACK}>
ele falou de Full Flight Simulator cara. Simulador de vôo, não joguinho...



Só complementando de forma simples e didática (se tiver falando besteira corrijam): Simuladores LEVEL D são simuladores de alta performance e que conseguem simular com perfeição TODOS os tipos de emegencia conhecidos. Eles não são como o Flight Simulator aonde o usuário apenas senta na frente de um pc comum e "simula" procedimentos de voo. Os simuladores Level D são cabines identicas as das aeronaves que querem simular inclusive com movimentação fisica da cabine simulando os movimentos para direita, esquerda, cima e baixo. thumbsup.gif

Duas fotos que podem ajudar:






#11 7700

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 15:53

Então a idéia é que as empresas levem o cara do zero ao PC? Quais os requisitos mínimos? Não entendi muita coisa.

#12 Hallan_Dryan

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 17:20

Nessa bagunça, fiquei sem entender uma coisa.
Parece q serão 240h para que o camarada esteja apto a trabalhar em uma empresa e etc, voando simulador.
Aqui no Fórum mesmo, o colega Emanuel Mosci disse q está com quase 300h de voo real, então, não seria melhor contratá-lo ao invez de um com 240h em simulador?

#13 RenatoRG

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 18:03

Pelo que eu entendo, é preciso ser PC já (150 horas voadas), daí o resto pode ser feito através desse "programa" de 240h.

#14 Gustavo SBFL

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 18:24

Concordo com essa nova ideia. So vale ressaltar também que provavelmente para que você faca o curso pela empresa aérea ela exigira um fidelizacao que pode durar por MUITO tempo. Ou seja você voa nessa companhia aérea por muito tempo sem ter opcao de sair,a nao ser com uma pequena multa hehehe ( mas isso depende da forma que a anac ira estabelecer as regras e o modo desse curso)
Isso ja ocorre com lufthansa, so nao sei certo dos detalhes.

#15 SkyLiner

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 18:37

QUOTE(Emanuel Mosci @ Dec 19 2010, 12:03 PM) <{POST_SNAPBACK}>
eu tamb me matei em aeroclube to quase checando PC IFR MLTE já tenho quase 300 hs e digo q a idéia não é ruim não!!!e mais, tá certaa!! a gente num pode falar q tá errado só pq a gente ralou no método antigo não!!


QUOTE(Hallan_Dryan @ Dec 19 2010, 05:20 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Parece q serão 240h para que o camarada esteja apto a trabalhar em uma empresa e etc, voando simulador.
Aqui no Fórum mesmo, o colega Emanuel Mosci disse q está com quase 300h de voo real, então, não seria melhor contratá-lo ao invez de um com 240h em simulador?

Pegando o gancho de vocês: É a mesma discussão que as vezes vemos aqui no fórum: O que é melhor hoje para uma linha aérea? Um piloto com 1.000 horas dando instrução em Paulistinha de aeroclube fazendo TGL com aluno (mas são 1.000 horas) ou um piloto com 400 horas voadas em algum bimotor em rota, muitas vezes em regra IFR? É a quantidade ou a qualidade de horas que faz o piloto?

Cada um aqui normalmente defende o que é mais próximo de sua realidade. Quem é mais voado defende que a experiência "com a bunda no avião" é importante, quem tem faculdade defende que o ensino teórico é importante e por aí vai...

#16 MMotta

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 19:04

Eu ainda acho se essa idéia vingar as cias deveriam pegar o exemplo das outras indústrias e criar uma espécie de SENAI. Seria muito mas barato e serviria para todas. Talvez até se associando com alguma universidade (Anhembi, Puc, Tuiuti etc...)

#17 Robertosch3

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 20:12

QUOTE (Mbgmotta @ Dec 19 2010, 03:26 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Só complementando de forma simples e didática (se tiver falando besteira corrijam): Simuladores LEVEL D são simuladores de alta performance e que conseguem simular com perfeição TODOS os tipos de emegencia conhecidos. Eles não são como o Flight Simulator aonde o usuário apenas senta na frente de um pc comum e "simula" procedimentos de voo. Os simuladores Level D são cabines identicas as das aeronaves que querem simular inclusive com movimentação fisica da cabine simulando os movimentos para direita, esquerda, cima e baixo. thumbsup.gif

Duas fotos que podem ajudar:






Esses simuladores sao tao avancaçados que estao desenvolvendo uma versao para passageiros. Os preços das passagens aerea vai despencar!...! poke.gif
kkkkkkkkkkkkk

#18 7700

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 20:20

QUOTE(SkyLiner @ Dec 19 2010, 07:37 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pegando o gancho de vocês: É a mesma discussão que as vezes vemos aqui no fórum: O que é melhor hoje para uma linha aérea? Um piloto com 1.000 horas dando instrução em Paulistinha de aeroclube fazendo TGL com aluno (mas são 1.000 horas) ou um piloto com 400 horas voadas em algum bimotor em rota, muitas vezes em regra IFR? É a quantidade ou a qualidade de horas que faz o piloto?

Cada um aqui normalmente defende o que é mais próximo de sua realidade. Quem é mais voado defende que a experiência "com a bunda no avião" é importante, quem tem faculdade defende que o ensino teórico é importante e por aí vai...


Nem sempre, Sky.

Tenho faculdade, mas defendo que a hora lá com a bunda no avião, voando IFR total e se virando na navega é BEM melhor que uma teoria, principalmente no aspecto de safety.

Se teoria fizesse bons pilotos, não precisava de aeroclube.

#19 E.P.M.

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 20:40

deixa eu esclarecer uma coisa...
a proposta da ANAC...falando a grosso modo é...
1 passo: Faz 40 hs de vôo e checa o PP...
2 passo: banca de PC;
3 passo: banca de PLA;
4 passo: CCF de 1 classe.
Aí agora sim...simulador de vôo AATD, para aprender a voar IFR, simulador FTD tipo...seria o 737 "estático por exemplo". E não serve o da EJ ou o da PUCRS não, porque os de lá estão homologados com PCATD. O simulador teria que ser no mínimo um FTD. Depois viria as horas de vôo em Level D, FULL FS (que realmente está longe de ser Wilco, e PMDG kkk).
Feito isso, checa a carteira MPL no tipo do simulador que foi treinado. E assim o camarada pode compor tripulação em caráter de instrução ainda...
então a GOL contrataria ele com MPL e ele voaria em instrução por um tempo...ou na GOL mesmo ou em aeroclube. Para checar o PC IFR tendo o MPL ele teria que ter 70 hs de piloto em comando no mínimo.
Então senhores...resumindo...o preço não de formação não vai mudar mto não, sabe pq?
PP - 10 mil reais em média;
suponhamos que sejam 100 hs de voo em simulador AATD com a hora média do mercado a 100 reais -10 mil;
Mais 100 hs em FTD 5, por exemplo (que será o mais comum de agora pra frente, considerando o pacote de 50 hs 7 mil, q é a média - 14 mil.
E mais as 40 horas em LEVEL D FULL Motion, cuja a hora custam em média 180 reais a hora (85 doletas) -7200 reais...
soma: 41200.
Usando a cabeça, vocês podem perceber que é quase a mesma coisa que fazer por métodos tradicionais!!
E é óbvio que sempre a hora de vôo real sempre será mais valiosa.
O que eu quero provar com isso, é que vai continuar tendo pessoas a fazer por meios tradicionais...voando avião !!! O que vai mudar realmente é a qualidade da instrução.
O que a ANAC parece querer incentivar é que as empresas arquem com esses custos de simulador e cobre depois no salário!!! como é feito no Canadá, nos Emirados e etc.
Então amigos, existe a dúvida no ar: o que vale mais a pena PC IFR real ou MPL ?
O que eu vejo de muita vantagem nesse processo é que ele acelera demais as coisas. No simulador você pode voar com tempestade, gelo pode o mundo estar caindo lá fora e o simulador estar CAVOK !
Agora vocês usem o senso crítico e pensem!!


#20 King Air Driver

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Postado 19 de dezembro de 2010 - 20:44

QUOTE(7700 @ Dec 19 2010, 08:20 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Nem sempre, Sky.

Tenho faculdade, mas defendo que a hora lá com a bunda no avião, voando IFR total e se virando na navega é BEM melhor que uma teoria, principalmente no aspecto de safety.

Se teoria fizesse bons pilotos, não precisava de aeroclube.


Teoria prepara o piloto para assimilar melhor as experiências práticas, teoria e prática formam bons pilotos, só teoria não pilota e só pilotar não pensa. é necessário haver sinergia entre ambas experiências.





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