Pára! Quando é um ATR42-500 ou ATR72-500 com o pitch da TRIP dá pra ir até a China com eles... o ERJ145 é apertado por dentro, um verdadeiro Brasilia a jato!
Pane avião da Passaredo em Salvador
#21
Postado 05 de janeiro de 2011 - 15:14
Pára! Quando é um ATR42-500 ou ATR72-500 com o pitch da TRIP dá pra ir até a China com eles... o ERJ145 é apertado por dentro, um verdadeiro Brasilia a jato!
#22
Postado 05 de janeiro de 2011 - 17:13
No voo entre RAO e SDU o tempo de voo é bem curto então eu não vejo problema no espaço interno do 145 a agilidade e o conforto do voo dele é bem maior nesta rota pelo menos comparando com o ATR usado pela TIRP.
#23
Postado 05 de janeiro de 2011 - 21:00
Redação CORREIO
Passageiros de um voo da empresa 'Passaredo' tiveram um grande susto na tarde desta terça-feira (4) depois que uma das turbinas da aeronave sofreu uma pane.
O voo, que saiu de Salvador com destino a São Paulo, teve de retornar ao aeroporto internacional de Salvador. A aeronave ficou por quinze minutos na pista.
Os passageiros foram transferidos para outros voos e já embarcaram. A aeronave vai passar por uma inspeção para detectar o problema.
fonte/correio24horas.com.br
Boa noite a todos. Infelizmente nem todos que nos leem sabem o que dizem. Dizer que uma aeronave que teve sobreaquecimento do sistema hidraulico perdeu um dos motores e demais,...Isso nao tem nada a ver com a aeronave ou com a empresa. Simplesmente e uma peca mecanica que um dia pode dar problema. Em qualquer empresa ou aviao e assim mesmo. Posso dizer o seguinte: o Cmte agiu corretamente voltando para uma base com pista maior, melhor infraestrutura, etc. Quanto ao fato da aeronave ficar parada sobre a pista, ela o fez pois, quando se perde o sistema 1, perde-se tambem o sterring do aviao. Conclusao: Nao havia como efetuar o taxi. So isso. E nao que a aeronave perdeu motor, etc etc,.. Antes de escrever aqui e dizer idiotices,.. mesmo que por intermedio de noticias veiculadas em jornal... atente-se para a verdade dos fatos. Se nao souber, nao escreva. E mais bonito e mais inteligente. Quanto a aeronave ERJ-145, sao aeronaves extremamente seguras, confiaveis e otimas de se voar. A Passaredo teve a infelicidade de ter, nos ultimos 30 dias, 02 aquaplanagens das feias,.. uma em CTB e outra aqui em RAO. Para quem e piloto e sabe do que estou falando,... isso independe de pilotagem, de aviao,.. simplesmente acontece. No caso dos 2 incidentes,.. as 02 aeronaves nao possuiam reverso,.. o que no caso de pista contaminada, realmente fez a diferenca. Porem, no Brasil nao temos equipamentos de medicao para saber se a lamina dagua esta com 3mm ou mais. Caso o piloto tivesse a informacao, com certeza nao se atreveria a pousar,.. porem como nao houve,.. efetuou um pouso normal, so que dentro de uma piscina.
Adoro esses foruns de discussao,.. mas o pessoal deveria se informar mais ou estudar o assunto antes de dizer bobagem. E por ultimo: Se nao souber pergunte, com certeza alguem sabera a verdade dos fatos. Abs a todos... CMTE 145
#24
Postado 05 de janeiro de 2011 - 21:03
Eu ainda não voei no ERJ145 mas afirmo uma coisa o ATR-500 é melhor que o A319, B737, MK28, digo em espaço e conforto, claro não vamos comparar velocidade pois a dos jatos é quase o dobro. Pra mim os ATRs novos só perdem para os jatos embraer E17O e E190/5. Comparem pra ver!
#25
Postado 05 de janeiro de 2011 - 21:22
Esse tipo de comentário e engraçado! Vcs competem aviões e nao as empresas que os operam! Os 737 da Gol tem configuração diferente dos 737 da KLM, Turkish, ANZ e outras, bem como nem todos os A320 sao configurados com Alta Densidade!
Vc diz que o ATR e mais confortavel que o A319, mas mesmo o da Avianca?? Viu a diferença? Vc pode colocar 10 assentos de 1a classe no ATR mas vai andar encolhido!
Aviao é configuração! Cada empresa tem a sua.
#26
Postado 05 de janeiro de 2011 - 21:58
Adoro esses foruns de discussao,.. mas o pessoal deveria se informar mais ou estudar o assunto antes de dizer bobagem. E por ultimo: Se nao souber pergunte, com certeza alguem sabera a verdade dos fatos. Abs a todos... CMTE 145
Para o usuário leigo que vê estes episódios na Passaredo com certeza fica uma preocupação de se seria coincidência ou um problema mais profundo. De maneira geral o que eu questiono é como anda a segurança de vôo no Brasil.
Será que estamos às portas de um novo acidente aéreo como o G31907 ou o JJ3054?
Não é uma crítica específica a Passaredo, que pode estar passando por uma maré de azar. Minha dúvida é no sistema como um todo. A TAM, por exemplo, tirou lições do JJ3054?
#27
Postado 05 de janeiro de 2011 - 21:58
Deixa só eu ver se eu entendi...
Pelos reportes meteorologicos o pau tava cantando em cima de RAO, informaçao essa que é disponivel a torre de controle por motivos obvios. Tanto a torre como os aviadores envolvidos sabem (ou estes ultimos, deveriam saber) que a pista do Leite Lopes NAO tem grooving e que a intensidade da chuva foi forte (bastava olhar pela janela, radar meteorologico, etc). Pois bem, nao obstante, e conforme sua alegaçao, em uma aeronave que nao possui reversor (tem certeza disso? Nem todo E145 nao tem reverso) decidiram pousar numa pista que podia-se supor estar contaminada e sem ter todos os meios mecanicos para ajudar na parada da aeronave. E voce diz calmamente que foi uma infelicidade? Que simplesmente acontece?
Desculpe, mas nao consigo concordar com isso. Isso nao acontece assim, do nada, por obra do divino. As boas praticas nao recomendariam aguardar um pouco, acessar melhor as condicoes da pista, fazer um x-check do LDW atual e o LDW maximo para a condicao reinante (pista contaminada+sem reverso). Na pior das hipoteses, seguir para o alternado? Ok, foi tomada a decisao pelo PIC de prosseguir na aproximaçao, pelo que entendi nas noticias (e por favor me corrigam se estiver errado) o incidente aconteceu após o pouso, quando a aeronave estava livrando a pista pela saida rápida. Um momento.. pista contaminada e foi usada uma saída rápida? Qual era a velocidade de taxi? Qual era a velocidade de aquaplanagem? Isso foi levado em conta? Caso afirmativo, o que teria dado de errado?
Como voce percebe, em pouco menos de 10 minutos escrevendo consegui leventar alguns questionamentos bastante pertinentes a respeito do fato, perguntas que nao devem ser vistas como acusacoes ou coisa parecida, sim, porque poderia ser qualquer um de nós aviadores sentado ali na direita ou esquerda e fica fácil ver os fatos do conforto de nossos lares tomando um belo bordeaux.
Em tempo, existe sim, no Brasil equipamento para mediçao de lamina d'agua. Chama-se régua e pode ser encontrada nas melhores papelarias, bazares e eventualmente, nas viaturas de inspeçao de pista da dignissima empresa que administra nossos aeroportos. Vamos esperar que as investigacoes apontem todos os fatores contribuintes e que todos possam aprender com eles, com a maturidade necessaria.
Boa noite!
Editado por Wind Sand and Stars, 05 de janeiro de 2011 - 22:00 .
#28
Postado 05 de janeiro de 2011 - 22:15
Quem escolhe o Pitch são as companhias...
Se vc voar um 190 da Azul vai gostar. Se voar o mesmo avião na Virgin, vai odiar.
Quer reclamar, reclama da empresa, não do avião. Pelo menos neste quesito.
Pinta
#29
Postado 05 de janeiro de 2011 - 23:01
EX: Air France nos 777-300ER
Uma de suas configurações é: 8F, 67C, 28Y+ e 200 Y= 303 passageiros
Outra configuração: 14C, 36 Y+, 422Y= 472 passageiros
Tudo isso no mesmo avião... uma diferença de 169 assentos... Talvez o espaço seja o mesmo por conta da grande quantidade de F e C na primeira configuração, mas em certos casos o pitch e consequentemente o conforto aumentam.
Comparando o 773 da TAM com o da Qatar temos:
QR 42C, 293Y-335 pax poltronas 3-3-3
JJ 4F 56C 302 Y=362 pax poltronas 3-4-3
O 777 da TAM tem mais C, mais Y e ainda tem a F. O da Qatar tem 14 assentos a menos de C, e 9 de Y, e não tem os 4F. O avião é o mesmo, mas qual vai ser mais confortável?
Editado por Mauro10, 05 de janeiro de 2011 - 23:03 .
#30
Postado 05 de janeiro de 2011 - 23:24
Muito boa e pertinente a sua observação, porém faço algumas ressalvas:
1. Do jeito que você coloca, daqui a pouco vai aparecer gente achando que não pode pousar com pista molhada ou contaminada, e na verdade (e na prática) não seria bem isso. O problema não está na contaminação, mas no brake action, e acredito que no Brasil o único dispositivo legal que existe é a informação de operação de aeronaves (alguém acaba sendo de certa forma cobaia) e o que os pilotos envolvidos observam, que nem sempre é 100% confiável. Outro recurso pode ser aquele que utilizam (ou utilizaram) em CGH, através de uma viatura. Essa prática (de usar a referência de outras aeronaves) funciona inclusive em outros países e até mesmo em condições mais extremas, como gelo na pista, e nem por isso as operações deixam de ser seguras.
2. As penalidades para a ausência de reverso são levadas em consideração na hora da avaliação de desempenho de pouso e, de qualquer forma, esse mecanismo tem uma serventia limitada, principalmente quando usado indevidamente.
A aviação é e sempre será uma atividade de risco. Nem tanto lá ou cá, porém compreendo a visão do colega que alega que ... as coisas acontecem. Sim, em termos, mas o que deve ser levado em conta em muitas circunstâncias é que um piloto jamais pode se colocar numa situação que um dos prováveis resultados é sua óbvia saída com as calças nas mãos ... e os pés encharcados.
Abs
#31
Postado 06 de janeiro de 2011 - 00:00
Se vc voar um 190 da Azul vai gostar. Se voar o mesmo avião na Virgin, vai odiar.
Quer reclamar, reclama da empresa, não do avião. Pelo menos neste quesito.
Pinta
O pitch concerteza, mas a ALTURA DO TETO e é aí que o ERJ145 é bem incomodo e apertado, essa é fixa em todos os operadores
#32
Postado 06 de janeiro de 2011 - 00:15
- Embarque e desembarque muito mais ágeis, já que há menos gente entrando/saindo;
- 100% das poltronas são janela ou corredor e ~33% das poltronas são janela e corredor ao mesmo tempo;
- Você jamais fica prensado entre dois passageiros (ô tédio...).
- O pitch varia de empresa para empresa, mas mesmo que o pitch seja igual ao de um A320/737, a sensação de claustrofobia é menor, já que sempre se está mais perto do corredor;
- Para levantar da sua poltrona, apenas 33% dos passageiros precisam atrapalhar outros apenas 33%. Os demais 66% não incomodam ninguém. Num 737/A320, a situação se inverte: 66% precisam incomodar outros 66% (exato, somando dá 132% -- veja que atrapalhação só...!), e apenas 33% não incomodam ninguém.
Se o teto mais baixo fosse realmente incômodo não haveria tanto Legacy por aí. Eu tenho 1,84 e não lembro de ter batido a cabeça em ERJ nenhum.
#33
Postado 06 de janeiro de 2011 - 00:37
Bom, eles instalaram aquele software que avisa sobre a assimetria de manetes, né? Mas está sendo amplamente discutido aqui no fórum a forma amadora que as tripulações estão sendo tratadas, então podem até ter tirado alguma lição daquele acidente, mas parece que eles pensam que agora que eles tomam cuidado para que aquilo não aconteça, estão livres de qualquer outro acidente com qualquer outra causa, e estão relaxando lindamente em outros fatores
Posso ser sincero? Estou preocupado, MUITO preocupado!
A demanda está crescendo demais, a quantidade de voo está crescendo demais, a infra-estrutura não só não sai do lugar como em alguns fatores retrocede (uma pista por exemplo, a cada dia que passa fica pior, como as nossas não são lá grandes coisas...), a experiência dos pilotos para serem admitidos é cada vez menor, a pressão é cada vez maior, a insatisfação e o cançasso, tanto físico como emocional dos aeronautas e aeroviários com tanto caos está cada vez maior, enfim, falta o que para uma tragédia?
#34
Postado 06 de janeiro de 2011 - 10:08
Posso ser sincero? Estou preocupado, MUITO preocupado!
A demanda está crescendo demais, a quantidade de voo está crescendo demais, a infra-estrutura não só não sai do lugar como em alguns fatores retrocede (uma pista por exemplo, a cada dia que passa fica pior, como as nossas não são lá grandes coisas...), a experiência dos pilotos para serem admitidos é cada vez menor, a pressão é cada vez maior, a insatisfação e o cançasso, tanto físico como emocional dos aeronautas e aeroviários com tanto caos está cada vez maior, enfim, falta o que para uma tragédia?
Post do ANO! Resumiu tudo, é isso aí mesmo!
#35
Postado 06 de janeiro de 2011 - 10:15
tempo
#36
Postado 06 de janeiro de 2011 - 18:12
Muito boa e pertinente a sua observação, porém faço algumas ressalvas:
1. Do jeito que você coloca, daqui a pouco vai aparecer gente achando que não pode pousar com pista molhada ou contaminada, e na verdade (e na prática) não seria bem isso. O problema não está na contaminação, mas no brake action, e acredito que no Brasil o único dispositivo legal que existe é a informação de operação de aeronaves (alguém acaba sendo de certa forma cobaia) e o que os pilotos envolvidos observam, que nem sempre é 100% confiável. Outro recurso pode ser aquele que utilizam (ou utilizaram) em CGH, através de uma viatura. Essa prática (de usar a referência de outras aeronaves) funciona inclusive em outros países e até mesmo em condições mais extremas, como gelo na pista, e nem por isso as operações deixam de ser seguras.
2. As penalidades para a ausência de reverso são levadas em consideração na hora da avaliação de desempenho de pouso e, de qualquer forma, esse mecanismo tem uma serventia limitada, principalmente quando usado indevidamente.
A aviação é e sempre será uma atividade de risco. Nem tanto lá ou cá, porém compreendo a visão do colega que alega que ... as coisas acontecem. Sim, em termos, mas o que deve ser levado em conta em muitas circunstâncias é que um piloto jamais pode se colocar numa situação que um dos prováveis resultados é sua óbvia saída com as calças nas mãos ... e os pés encharcados.
Abs
Airframe.
Aqui no Brasil não se utilizam termos como "poor brake action"....o pessoal prefere utilizar...."tá escorregadio hoje....", "é o negócio tá feio..." vide o caso de CGH.
Abraços.
Eugênio.
#37
Postado 06 de janeiro de 2011 - 21:14
Aqui no Brasil não se utilizam termos como "poor brake action"....o pessoal prefere utilizar...."tá escorregadio hoje....", "é o negócio tá feio..." vide o caso de CGH.
Abraços.
Eugênio.
Caros amigos
No momento do pouso ja nao chovia sobre a pista, portanto o pouso foi conduzido normalmente. Quanto ao colega que sugeriu o uso da regua. Parabens, otima ideia, Ate mesmo o uso de uma moeda de 50 centavos serviria. A questao e que, quando nao existe procedimento escrito pAra tal, nem daesp, nem infraero o usam. UsAmos sim brake action como base, mas no dia ribeirao esteve fechada por um bom tempo, portanto sem informacoes de outras aeronaves. Resumindo: a aeronave teve autorizacao de pouso com informacao de pista molhada, nada diferente do que fazemos todos os dias, porem ao tocar na marca, escorregou primeiro para a esquerda e depois voltou ao eixo, usando sempre frenagem maxima, mas como disse antes, a pista estava alagada portanto com brake action near zero, o que resultou chegar ao final da pista ainda com ainda 50kts. Ou seja, nao foi na saida da taxiway e a aeronave estava totalmente estabilizada, na ref e nao possuia reverso nao. Por sorte ninguem sofreu nada nem dano material algum. Abs a todos
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