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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Taxas irritam clientes e encarecem passagens


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#1 Tabbex

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Postado 08 de janeiro de 2011 - 19:10

08/01/2011 às 19:00 Atualizado em 08/01/2011 às 19:04

Aéreas: taxas irritam clientes e encarecem passagens

Nadja Sampaio


RIO - Na hora de comprar passagens aéreas, não é apenas o preço dos bilhetes que conta. Os consumidores precisam ficar cada vez mais atentos com as taxas que aparecem no meio da transação. Internautas vêm reclamando de terem de pagar várias taxas: para comprar pela internet, para parcelar a compra, para marcar assento, além do seguro. O promotor Rodrigo Terra, da Promotoria de Defesa do Consumidor do Ministério Público, afirma que vai abrir um inquérito para apurar se há ilegalidade nas cobranças.

Antônio de Castro Lima Neto afirma que comprou passagens no dia 17 de dezembro pelo site da Webjet e notou que, além do valor da passagem, estavam cobrando uma série de valores extras:

— A empresa está tentando arrancar do cliente taxas que eles chamam de encargos, que são taxa de reserva on-line, seguro de viagem, taxa de parcelamento do pagamento. Algumas delas são opcionais, mas mesmo estas a empresa inclui automaticamente, cabendo ao cliente, se estiver muito atento, recusar.

Hélio Campos, morador de Brasília, é outro consumidor indignado:

— É de estarrecer! A Webjet está cobrando na compra de passagens uma taxa de R$ 7 pela utilização do site na compra e R$ 4,80 quando esta é parcelada. Sem qualquer esclarecimento ou informação, quando você marca o assento é mais R$ 5. Isso sem falar que ela e outras empresas continuam sorrateiramente cobrando o seguro viagem. A pessoa tem de marcar que não quer.
Empresa diz que taxas fazem parte da política de preços baixos

A Webjet afirma que, nos últimos dois anos, tem se consolidado como a companhia de tarifas mais baixas, graças a sua política de preços, já que é possível pagar até R$ 9 por uma passagem. Para conseguir ser rentável com preços baixos, argumenta a empresa, a aposta é operar com o máximo de eficiência e cobrar, separadamente, o que antes era embutido no valor da passagem. Um exemplo são as opções para alimentação dos passageiros, que permitem que quem não quiser comer não tenha de pagar.

Entre as medidas que estão sendo adotadas, esclarece a Webjet, o passageiro tem a opção de escolher seu assento no momento da compra por apenas R$ 5. Mas, se não quiser fazê-lo, não há problema: será alocado automaticamente em um dos assentos da aeronave sem ônus algum. Se na hora do embarque quiser trocar o assento, também poderá fazê-lo pelo mesmo valor.

Também será cobrado um custo de conveniência para emissões de bilhetes pelo site de R$ 7 por passagem emitida. No caso de agentes de viagens e call center, o valor mínimo para essa operação é de R$ 30. Quem optar pela compra nas lojas dos aeroportos estará isento dessa taxa.
Saiba quais são os principais direitos dos passageiros

A Azul explica que é padrão mundial na indústria de aviação comercial oferecer aos clientes a venda de seguros viagem. Ao concluir o processo de compra da passagem, é oferecido ao cliente a opção de adquirir o seguro viagem no valor de R$ 15 por pessoa, ficando claro que tal seguro está sendo acrescentado ao valor da compra, mas não ao da passagem, pois as duas compras têm natureza de cobrança distintas. Se o cliente desejar cancelar o seguro, sua solicitação é imediatamente atendida, sendo o valor reembolsado sem a incidência de qualquer taxa.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirma que a lei 8.112, que criou a agência, determina liberdade tarifária, então a Anac não pode controlar preços. Mas, em 9 de março de 2010, foi publicada a resolução 139, que diz que as empresas não podem cobrar um serviço adicional como se fosse parte do transporte aéreo (seguro, comissão de agência ou outro canal de venda etc.). Essa cobrança tem de estar claramente sinalizada para o passageiro optar se quer o serviço ou não. Em setembro do ano passado, a agência multou TAM e Varig, com valores entre R$ 8 mil e R$ 20 mil, pois as empresas estavam induzindo os passageiros a comprar seguros viagem, já que a opção de compra estava previamente selecionada.

http://extra.globo.com/noticias/economia/a...ens-825133.html

Editado por Mills, 08 de janeiro de 2011 - 21:29 .
Adequação do título do tópico


#2 FCANTERAS

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Postado 08 de janeiro de 2011 - 21:47

Para quem não quer pagar as taxas da Webjet há sempre a opção de se voar com outra empresa. Vou para RAO dia 25 ida e volta com a Web. Mesmo pagando taxa de marcação de assento, taxa de coveniencia online e pelo serviço de bordo , uma Coca na ida e outra na volta, o valor do bilhete fica em 120 paus round trip. Na Passaredo eu pagaria 173 nesse mesmo dia e na Tam, apenas 375 reais. A unica coisa que acho errado é que a Webjet cobra a taxa para comprar pela internet alegando que nas lojas dos aeroportos não é cobrada taxa e assim disponibilizando um canal de compra sem taxa como manda a lei, só que no aeroporto não são oferecidas as tarifas da internet, e o bilhete, mesmo sem taxa de conveniencia online acaba ficando muito mais caro.

#3 PHAJET

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 00:02

QUOTE(FCANTERAS @ Jan 8 2011, 10:47 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Para quem não quer pagar as taxas da Webjet há sempre a opção de se voar com outra empresa. Vou para RAO dia 25 ida e volta com a Web. Mesmo pagando taxa de marcação de assento, taxa de coveniencia online e pelo serviço de bordo , uma Coca na ida e outra na volta, o valor do bilhete fica em 120 paus round trip. Na Passaredo eu pagaria 173 nesse mesmo dia e na Tam, apenas 375 reais. A unica coisa que acho errado é que a Webjet cobra a taxa para comprar pela internet alegando que nas lojas dos aeroportos não é cobrada taxa e assim disponibilizando um canal de compra sem taxa como manda a lei, só que no aeroporto não são oferecidas as tarifas da internet, e o bilhete, mesmo sem taxa de conveniencia online acaba ficando muito mais caro.


Realmente, o estranho é essa taxa para compra pelo site, sendo que, o normal seria o contrário, ou seja, taxa quando da compra por outro canal de vendas.


#4 Dalton

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 10:37

QUOTE(Tabbex @ Jan 8 2011, 08:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirma que a lei 8.112, que criou a agência, determina liberdade tarifária, então a Anac não pode controlar preços.


suicide_anim.gif
Correção
A Lei 8.112 é referente aos deveres do servidor público, e não se refere à ANAC!! hypocrite.gif

A lei que criou a ANAC é a 11.182
thumbsup.gif


#5 Brardok

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 14:24

Me lembro que há pouco tempo atrás as companhias foram obrigadas o seguro como não selecionado nos sites (antes eles já vinham selecionados).
Pelo jeito não obedeceram, né?
Fora essa taxa de compra online, quando deveria ser o contrário.
Fora isso, as outras são válidas.

#6 E175

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 17:53

O pessoal ainda não está entendendo muito bem o modelo que a Webjet está propondo. Como disse o Canteras, se colocado na ponta do lápis, mesmo com os serviços a tarifa ainda é mais vantajosa. O que não faz mesmo sentido, que concordo com o colega acima, é a taxa para compra online. Todas as companhias aéreas do mundo estão empurrando o cliente pra venda direta via site, não faz sentido cobrar por isso. Essa especificamente eu considero abusiva e sem sentido, pois cobra-se 7 reais a troco de nada e ainda pode induzir o cliente a procurar os meios físicos de venda. Era mais fácil embutir esse valor nas tarifas, já que nenhuma concorrente consegue praticar os preços da Webjet.

#7 A320 PR-MAW

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 22:02

nem sempre sai mais barato pela web, uma pesquisada às vezes nos salva das taxas e garante preço menor
http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=70435

#8 E175

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Postado 09 de janeiro de 2011 - 22:12

QUOTE(A320 PR-MAW @ Jan 9 2011, 11:02 PM) <{POST_SNAPBACK}>
nem sempre sai mais barato pela web, uma pesquisada às vezes nos salva das taxas e garante preço menor
http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=70435


Sim, mas aí já entra no fator concorrência. Que me desculpe, mas se a pessoa não concorda com a taxa não encerra a compra e pronto. Vai fechar discordando do preço final?!

#9 A345_Leadership

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Postado 10 de janeiro de 2011 - 01:12

Concordo plenamente com o FCanteras e E175, a Webjet tem que buscar outras fontes de receita para bancar as tarifas baixas. Fiz uma simulação e está tudo discriminado. A única coisa que não achei legal é esta taxa por compras na Internet, não estamos nenhum recurso (loja, funcionários, pápeis . . . ) da Webjet e ainda paga-se por isso? Teria que ser ao contrário.



#10 hugo bellini

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Postado 10 de janeiro de 2011 - 14:58

não acho um contra-senso tão grande ela cobrar taxa pela compra via internet. partimos do pressuposto que isto faz sentido unicamente como estímulo ao uso deste canal em detrimento da compra em lojas.

a lógica da webjet é outra, cobrar pela comodidade e viabilizar sua política de preços verdadeiramente baixos. plenamente legítimo e, se vantajoso, aceita e paga quem quer.

eu nunca voei webjet então não tenho idéia desses valores mas duvido que se trate de absurdos como as compras de ingressos pra show. sem entrar no mérito da questão das meias-entradas e só a título de exemplo: show da amy winehouse, ingresso na pista "normal" a 100,00 (meia-entrada) e mais uma "pequena" taxa de comodidade de R$ 40,00. acho que aí sim já se extrapola a questão do paga quem quer, e se começa a configurar certo abuso.

e, A345, na verdade ao comprar na internet se usa estrutura da empresa, sim, inclusive uma bem cara. manter o sistema de vendas online não é nada trivial.

Editado por hugo bellini, 10 de janeiro de 2011 - 15:02 .






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