Anac libera operação no aeroporto de Ribeirão Preto (SP) com pista molhada
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LEANDRO MARTINS
DE RIBEIRÃO PRETO
Caiu ontem, após uma semana de duração, o veto às operações com pista molhada no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
Carga em excesso faz voo da Webjet atrasar
Aeroporto não tem data para voltar a operar com chuva
Anac veta pousos e decolagens no aeroporto de Ribeirão Preto (SP) com chuva
Pacote de pamonhas faz voo da Webjet retornar a Ribeirão Preto (SP)
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) liberou o uso da pista sob chuva depois que o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) enviou o relatório sobre as condições atuais de atrito do asfalto.
Por volta das 17h30, a Anac informou que já havia encaminhado a liberação à FAB (Força Aérea Brasileira), a quem compete emitir o Notam (sigla em inglês para aviso aos aviadores).
O diretor regional do Daesp, Álvaro Cardoso Júnior, disse, às 18h45, que a torre de controle do Leite Lopes havia confirmado o fim das restrições de pouso.
O veto às operações no Leite Lopes com pista molhada foi determinado pela Anac na quinta-feira da semana passada. O motivo era o excesso de borracha na pista, que reduz o atrito do asfalto.
Depois da determinação da agência, o Daesp iniciou a retirada da borracha, em serviço feito durante as madrugadas. Ontem, o trabalho foi concluído, assim como a medição do atrito feita pela empresa Dynatest.
O relatório emitido pela empresa, segundo o Daesp, atestou que o coeficiente de atrito estava dentro das normas de segurança.
TRANSTORNOS
Durante a vigência da proibição de pousos e decolagens com pista molhada, houve caos no Leite Lopes durante ao menos três dias.
No último caso, na quinta-feira (20), a chuva fechou o aeroporto, o que afetou 11 voos -oito foram cancelados e três sofreram atrasos. Passageiros chegaram a ser levados de ônibus para o aeroporto internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Segundo o diretor regional do Daesp, o excesso de borracha deveria ter sido retirado da pista em novembro, não fossem problemas na licitação para contratação da empresa que faria o serviço.
Cardoso Júnior disse que a situação da pista continuará a ser monitorada e que é possível que os serviços rotineiros de desemborrachamento tenham de ocorrer em intervalos mais curtos, por causa do aumento do tráfego aéreo.
O ano passado fechou com fluxo de 677,7 mil passageiros no terminal, um aumento de 43% ante o movimento registrado em 2009.
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LEANDRO MARTINS
DE RIBEIRÃO PRETO
Caiu ontem, após uma semana de duração, o veto às operações com pista molhada no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
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A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) liberou o uso da pista sob chuva depois que o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) enviou o relatório sobre as condições atuais de atrito do asfalto.
Por volta das 17h30, a Anac informou que já havia encaminhado a liberação à FAB (Força Aérea Brasileira), a quem compete emitir o Notam (sigla em inglês para aviso aos aviadores).
O diretor regional do Daesp, Álvaro Cardoso Júnior, disse, às 18h45, que a torre de controle do Leite Lopes havia confirmado o fim das restrições de pouso.
O veto às operações no Leite Lopes com pista molhada foi determinado pela Anac na quinta-feira da semana passada. O motivo era o excesso de borracha na pista, que reduz o atrito do asfalto.
Depois da determinação da agência, o Daesp iniciou a retirada da borracha, em serviço feito durante as madrugadas. Ontem, o trabalho foi concluído, assim como a medição do atrito feita pela empresa Dynatest.
O relatório emitido pela empresa, segundo o Daesp, atestou que o coeficiente de atrito estava dentro das normas de segurança.
TRANSTORNOS
Durante a vigência da proibição de pousos e decolagens com pista molhada, houve caos no Leite Lopes durante ao menos três dias.
No último caso, na quinta-feira (20), a chuva fechou o aeroporto, o que afetou 11 voos -oito foram cancelados e três sofreram atrasos. Passageiros chegaram a ser levados de ônibus para o aeroporto internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Segundo o diretor regional do Daesp, o excesso de borracha deveria ter sido retirado da pista em novembro, não fossem problemas na licitação para contratação da empresa que faria o serviço.
Cardoso Júnior disse que a situação da pista continuará a ser monitorada e que é possível que os serviços rotineiros de desemborrachamento tenham de ocorrer em intervalos mais curtos, por causa do aumento do tráfego aéreo.
O ano passado fechou com fluxo de 677,7 mil passageiros no terminal, um aumento de 43% ante o movimento registrado em 2009.




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