Aeroporto do Recife terá R$ 40 milhões para obras
Publicado em 03.02.2011
Melhora na infraestrutura inclui a recuperação da pista de pouso e decolagem, além de investimento em uma nova torre de controle. Intervenções devem começar até agosto e visam a Copa de 2014
Giovanni Sandes
gsandes@jc.com.br
O Aeroporto do Recife terá R$ 40 milhões em obras iniciadas até agosto. Além da nova torre de controle, anunciada ano passado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a novidade é a recuperação das pistas de taxiamento e pouso/decolagem.
Oficialmente, apenas a torre de controle está no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa 2014. Ela terá 31 metros de altura e 311 metros quadrados de área construída. Está orçada em R$ 19 milhões, fora os R$ 800 mil nos projetos básico e executivo.
Segundo o cronograma informado pela Controladoria Geral da União (CGU), que montou um sistema de acompanhamento específico para a infraestrutura do Mundial, as obras seriam iniciadas até junho. Aparentemente, contudo, já houve um pequeno atraso.
É que a Infraero espera concluir os projetos básico e executivo até o final deste mês, quando a CGU informa que eles deveriam ter ficados prontos no mês passado. A própria estatal já estabelece um prazo um pouco mais elástico para o começo da construção. “A torre será licitada até o fim de março. Até 31 de agosto começaremos as obras. Ela estará concluída e operacional em fevereiro de 2013”, afirma o superintendente Regional Nordeste da Infraero, Fernando Nicácio.
Outro conjunto de obras envolve a recuperação do pavimento das pistas de táxi e pouso/decolagem, avaliado em cerca de R$ 20 milhões. Esse pacote de obras, apesar de não ter um cronograma acompanhado dentro do PAC da Copa pela CGU, já teve algum atraso.
Nicácio conta que a Infraero chegou a licitar as obras das pistas, mas está em processo de rescisão de contrato com a empresa selecionada, que não teve capacidade técnica para tocar a construção. Só a pista principal mede 3,3 quilômetros por 45 metros de largura.
“Até o final do mês lançaremos novo edital. No conjunto de obras, até 2014 teremos ainda a ampliação do pátio do aeroporto”, adianta o superintendente.
Fingers devem estar conectados até maio
Publicado em 03.02.2011
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) reforçou a promessa de concluir em maio o último capítulo da novela dos fingers do Aeroporto do Recife – partes móveis das pontes de embarque nos aviões. Tudo deveria estar pronto desde janeiro do ano passado. Mas problemas dos mais variados provocaram atrasos sucessivos na entrega dos equipamentos.
Desde que o aeroporto começou a funcionar, em 2004, estava preparado para operar com 11 pontes de embarque. Todos os fingers foram comprados, mas quatro deles ficaram guardados, esperando as obras civis e os conectores, que ligam essas partes ao terminal propriamente dito.
Primeiro houve briga judicial a respeito do resultado da licitação, um contrato de R$ 8,75 milhões.
A guerra foi entre a JWA Construtora e o consórcio MPE Montagens/Hexagonal Construções. As obras foram até iniciadas em novembro de 2008, mas a disputa bagunçou o cronograma.
Depois que a poeira baixou, o MPE/Hexagonal tocou as obras. Mas uma falha inusitada outra vez jogou por terra os novos prazos de entrega. Tudo deveria estar pronto mês passado. Agora, só daqui a dois meses.
“Entregamos duas pontes de embarque no mês passado e as outras duas sairão até maio”, reforça o superintendente Regional Nordeste da Infraero, Fernando Nicácio.
Fonte: Jornal do Commercio
Publicado em 03.02.2011
Melhora na infraestrutura inclui a recuperação da pista de pouso e decolagem, além de investimento em uma nova torre de controle. Intervenções devem começar até agosto e visam a Copa de 2014
Giovanni Sandes
gsandes@jc.com.br
O Aeroporto do Recife terá R$ 40 milhões em obras iniciadas até agosto. Além da nova torre de controle, anunciada ano passado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a novidade é a recuperação das pistas de taxiamento e pouso/decolagem.
Oficialmente, apenas a torre de controle está no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa 2014. Ela terá 31 metros de altura e 311 metros quadrados de área construída. Está orçada em R$ 19 milhões, fora os R$ 800 mil nos projetos básico e executivo.
Segundo o cronograma informado pela Controladoria Geral da União (CGU), que montou um sistema de acompanhamento específico para a infraestrutura do Mundial, as obras seriam iniciadas até junho. Aparentemente, contudo, já houve um pequeno atraso.
É que a Infraero espera concluir os projetos básico e executivo até o final deste mês, quando a CGU informa que eles deveriam ter ficados prontos no mês passado. A própria estatal já estabelece um prazo um pouco mais elástico para o começo da construção. “A torre será licitada até o fim de março. Até 31 de agosto começaremos as obras. Ela estará concluída e operacional em fevereiro de 2013”, afirma o superintendente Regional Nordeste da Infraero, Fernando Nicácio.
Outro conjunto de obras envolve a recuperação do pavimento das pistas de táxi e pouso/decolagem, avaliado em cerca de R$ 20 milhões. Esse pacote de obras, apesar de não ter um cronograma acompanhado dentro do PAC da Copa pela CGU, já teve algum atraso.
Nicácio conta que a Infraero chegou a licitar as obras das pistas, mas está em processo de rescisão de contrato com a empresa selecionada, que não teve capacidade técnica para tocar a construção. Só a pista principal mede 3,3 quilômetros por 45 metros de largura.
“Até o final do mês lançaremos novo edital. No conjunto de obras, até 2014 teremos ainda a ampliação do pátio do aeroporto”, adianta o superintendente.
Fingers devem estar conectados até maio
Publicado em 03.02.2011
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) reforçou a promessa de concluir em maio o último capítulo da novela dos fingers do Aeroporto do Recife – partes móveis das pontes de embarque nos aviões. Tudo deveria estar pronto desde janeiro do ano passado. Mas problemas dos mais variados provocaram atrasos sucessivos na entrega dos equipamentos.
Desde que o aeroporto começou a funcionar, em 2004, estava preparado para operar com 11 pontes de embarque. Todos os fingers foram comprados, mas quatro deles ficaram guardados, esperando as obras civis e os conectores, que ligam essas partes ao terminal propriamente dito.
Primeiro houve briga judicial a respeito do resultado da licitação, um contrato de R$ 8,75 milhões.
A guerra foi entre a JWA Construtora e o consórcio MPE Montagens/Hexagonal Construções. As obras foram até iniciadas em novembro de 2008, mas a disputa bagunçou o cronograma.
Depois que a poeira baixou, o MPE/Hexagonal tocou as obras. Mas uma falha inusitada outra vez jogou por terra os novos prazos de entrega. Tudo deveria estar pronto mês passado. Agora, só daqui a dois meses.
“Entregamos duas pontes de embarque no mês passado e as outras duas sairão até maio”, reforça o superintendente Regional Nordeste da Infraero, Fernando Nicácio.
Fonte: Jornal do Commercio












