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[LEILÃO] Safety Cards

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Empresa aérea alerta para risco de voar no AM e ameaça parar


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#1 Cmte. Lira

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 13:01

Empresa aérea alerta para risco de voar no Amazonas e ameaça parar atividades

A empresa Trip, uma das poucas que realiza voos no interior do Estado, pode suspender voos para municípios amazonenses devido a existência de aeroportos inadequados

Manaus, 19 de Fevereiro de 2011
CIMONE BARROS

Ronaldo Veras da Inteligência da TRIP (FOTO: LUIZ VASCONCELOS/ACRÍTICA)
Nove de 13 municípios do Amazonas, atendidos com voos regulares pela Trip Linhas Aéreas, correm o risco de ficar sem operações da empresa, caso os aeródromos não se adequem às exigências da Resolução 115 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que aumenta os critérios de segurança de prevenção, salvamento e combate a incêndio nos aeródromos civis. Na última sexta-feira (18), a Trip, maior empresa regional do País, reuniu prefeitos e deputados para alertar sobre a situação e se colocar a disposição para assessorar os municípios.

As exigências variam de acordo com a classificação dos aeroportos, mas todos terão de ter uma seção de combate a incêndio (prédio), viaturas, reserva técnica de agente extintor na viatura e pessoal treinado. O prazo terminou em 2010 e a Anac estendeu até 31 de dezembro de 2011 para as localidades com voo regular. “Somos interessados que sejam mantidos os voos. Uma suspensão dessa acarreta problemas pra nós, aos passageiros e à cidade”, disse o diretor de Inteligência e Mercado da Trip, Ronaldo Veras.

Precisam se adequar à norma, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Coari, Lábrea, São Paulo de Olivença, Fonte Boa e Eirunepé. O aeródromo de Carauari, onde a empresa operava, está interditado há dois anos e Parintins está operando apenas à noite, por conta de ação da Justiça. Estão de fora Tabatinga, Tefé, São Gabriel e Humaitá.

“Eirunepé só tem dois pontos que estão dentro das exigências que ainda não foram atendidas: o terminal de passageiros e o carro de bombeiros. Mas tem prazo e, portanto, está fora de qualquer risco imediato de parar. A nossa pista está ok e até boeing já recebemos”, tranquilizou o prefeito de Eirunepé, Dissica Valério Tomaz.

Conforme Veras, a Anac prometeu capacitar o pessoal aqui no Estado para atuar nas seções de combate a incêndio. Para este ano, a Trip receberá 14 novas aeronaves que serão somadas as 43 existentes, como jatos e Embaer 190 (110 passageiros). O Estado deve passar de 13 para 17 municípios atendidos.

Readequação
Onze aeródromos são objetos de investimentos do governo do Estado para sanar as não conformidades apontadas pela ANAC, em 2007. Entre os problemas estão a falta de cercas operacionais, pequenas rachaduras nas instalações físicas e a falta de seção contra incêndio, conforme o assessor de infraestrutura aeroportuária da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf), José Carlos da Silva.

Por ordem de prioridade as obras em Parintins foram concluídas e agora estão em Maués, Barcelos e Santa Isabel. Depois seguem para Manicoré, Eirunepé, Labrea, São Paulo de Olivença, Humaitá, Borba e Fonte Boa. Elas são executadas pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), unidade do Comando da Aeronáutica especializada em construção de aeroportos militares

fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Empres..._430156998.html

#2 RABUGENTO

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 13:30

Pelas tarifas que cobram tanto de carga como no transporte de passageiros, podem eles mesmos adequar as pistas.

#3 Rodolfo Lucheis

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 15:08

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 19 2011, 02:30 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelas tarifas que cobram tanto de carga como no transporte de passageiros, podem eles mesmos adequar as pistas.



A trip não cabe fazer os ajustes e sim os responsaveis pelos aeródromos.
Acho a atitude da trip correta, em alertar com 10 meses de antecedencia sobre o que precisa os locais.
A maior prejudicada na história é a população, que em muitos desses lugares ou se vai de avião ou de barco.
Estamos a muito falando de infra estrutura dos aeroportos, Copa de 2014 e muitas vezes esquecemos que existem localidades que estão operando muitas vezes sem o básico necessário.
O tempo está correndo e o Brasil não está se preparando adequadamente, não só para a copa ou olimpiadas, mas como parte de modernização do país.

#4 Fred

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 18:58

Todos esses aerodromos não são administrados pela Infraero. PIN é um caso que é grave, pois nada foi resolvido e junho logo chega, e junto as dezenas de charter operados por Gol e Trip.

#5 Landing

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 22:21

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 19 2011, 02:30 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelas tarifas que cobram tanto de carga como no transporte de passageiros, podem eles mesmos adequar as pistas.

Pelos impostos que o governo cobra, tanto para as pessoas juridicas como fisicas, podem ele mesmo adequar as pistas.

#6 GILMACACO

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Postado 19 de fevereiro de 2011 - 23:32

QUOTE(Landing @ Feb 19 2011, 10:21 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelos impostos que o governo cobra, tanto para as pessoas juridicas como fisicas, podem ele mesmo adequar as pistas.



Absolutamente reverencia.gif P E R F E I T O !!! reverencia.gif

#7 Leonardo Dix

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 00:30

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 19 2011, 02:30 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelas tarifas que cobram tanto de carga como no transporte de passageiros, podem eles mesmos adequar as pistas.


Sem comentários............. suicide_anim.gif

#8 RABUGENTO

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 06:29

Voei há muitos anos pela amazônia.

Alguns de vocês nem tinham nascido ainda. smile.gif

Na época só havia os "Bufalos" da FAB ou os Bandeirantes da TABA.

A maior preocupação da TABA era transporte de carga. Cobravam absurdos $$$ para levar um passageiro que fosse.

Em contrapartida a FAB se esforçava para levar carga e os seres humanos que precisavam estar na região.

Hoje as empresas brigam para ter as concessões, desde que não tenham que colocar a mão no bolso.

#9 Cop.Alberto

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 09:37

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 19 2011, 01:30 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pelas tarifas que cobram tanto de carga como no transporte de passageiros, podem eles mesmos adequar as pistas.


voar em cima da floresta durante 2, 3 horas, para pousar em aeroportos sem estrutura e cobrar R$250,00 não acho caro.

aliás alguma empresa cobrou barato para voar na Amazônia? por que será que não tem várias empresas voando ,com vários
horários igual a ponte aérea RJ-SP?


#10 Natan - RBR/SBRB

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 12:59

Não esquecendo que boa parte do Amazonas não contam com acesso terrestre, por isso a recuperação dos aeroportos é fundamental para atender a demanda do interior do estado. E precisa tbm reduzir as cargas tributárias, já que os preços são exorbitantes, chega ser + barato viajar para qualquer parte do Brasil do que para o AM.

A TRIP mantem um ATR-42 baseado em MAO para atender a malha do estado, que não teve muitas novidades. Ano passado a empresa iniciou um bate-volta para Tefé com o ATR-72 (aproveitando o trilho do 5646/5647), inicialmente 3x semana, agora de segunda a sexta. Tabatinga dista mais de 1000 km de Manaus, poderia operar com o E-175 sem problemas, o ATR-72 cumpre o trecho direto em mais de 2h30min.

#11 Landing

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 13:27

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 20 2011, 07:29 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Hoje as empresas brigam para ter as concessões, desde que não tenham que colocar a mão no bolso.

defina "colocar a mao no bolso".

#12 RABUGENTO

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 15:34

QUOTE(Landing @ Feb 20 2011, 02:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
defina "colocar a mao no bolso".



Pagar aquilo que não lhes interessa ou não lhes agrade.

Os "Bandeirantes" da TABA desciam muitas vezes em pistas não pavimentadas.

A Amazônia é maravilhosa. Pena que não tenho condições de revê-la. ($$)

Não lembro todos os nomes de aldeias indígenas que passei por lá.

Todos brasileiros deveriam ter a oportunidade de conhecer.

#13 Flagship

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 17:58

Reformar aeroportos não é de responsabilidades das empresas, elas já pagam para o município/estado para utilizar o AD, cabe ao governo seja municipal, estadual ou federal realizar as devidas adequações. As empresas aéreas exploram o mercado e elas são exploradas pelo governo.

#14 ab2010

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Postado 20 de fevereiro de 2011 - 20:12

Interessante o relato do colega "RABUGENTO", sobre a experiência que passou na Amazônia. Certamente seus relatos de experiência pela região seriam muito oportunos a serem narrados aqui. thumbsup.gif

Por outro lado, quanto às observações que empresas deveriam "meter a mão no bolso" e "reformarem elas mesmas aeroportos", com o perdão das palavras, mas revela um pouco de falta de noção... suicide_anim.gif

O Brasil já tem carga tributária comparável a países europeus e os serviços prestados pelo Estado, em suas diversas esferas, com raras exceções, não é bom, por mais que corporativistas não se agradem em ouvir isso, mas é verdade sim (é só perguntar ao cidadão qualquer e isso será constatado).

Por que, então, o brasileiro - diga-se aí pessoas físicas e jurídicas - tem que pagar tantos impostos e ainda ter que pagar, de novo thumbsdown_still.png , na forma de saúde paga (planos privados), segurança paga, pedágios pagos, voos caros etc. etc., tudo "de novo" fora os impostos todos em si, inclusive aqueles específicos que não "contingenciados" ou não estão sendo usados para aquilo que se originaram. Fosse ver o que está nas leis mais essenciais, como nos direitos fundamentais da Constituição Federal, o Estado brasileiro tem sim enorme dívida com o cidadão e o brasileiro paga sim em duplicidade, triplicidade etc.

Isso nada tem a ver com "Estado mínimo" ou "Estado máximo"; pelo contrário, tem a ver com reordenar o Estado existente - não há outra saída real checkmark.gif - para que seja mais justo, eficiente e respeite mais o cidadão. E fortalecer o Estado, não aumentando de tamanho com mais "aspones" suicide_anim.gif e sim em efetividade, em força que não tolha, mas sim valorize e tenha como fim o cidadão (Estado pelo Estado é sinônimo de falência de cidadania; o Estado que valoriza o cidadão produz um país mais justo e em equilíbrio dentro do tal contrato social - ou não tem mais contrato social?). Certamente há iniciativas positivas neste sentido - e são louváveis e devem merecer nossa atenção e respeito thumbsup.gif - mas ainda muito tímidas. Precisam avançar muito mais e em ritmo menos lento (ou isso melhorará em quantas gerações?).

Quanto aos serviços para a Amazônia, certamente conta a complexidade da região - ninguém poderá fazer uma "regrinha de três simples" comparativa com outras regiões do Brasil, que estará sendo simplista. Por outro lado, de alguma forma, há de se encontrar soluções que deem opções para a população que ali mora e trabalha (cerca de 13,5 milhões de pessoas - aliás, muito bem observado pelo RABUGENTO, no sentido que as pessoas deveriam visitar lá para aprender com aquela gente guerreira thumbsup.gif ). Se as empresas não querem operar lá, tem seus motivos. O que parece é que os pensamentos extremos (do tipo, de um lado, "essas empresas só visam ao lucro e por isso não querem operar lá"; e de outro, "não tem como as empresas operarem lá") não são a solução (aliás, discussões de cunho meramente ideológico, por parte destes extremos da mesma moeda poke.gif , em geral, não levam a soluções efetivas e pouco contribuem na prática). O jeito é investir mais em infra-estrutura - aí não tem desculpa o Estado, que tem os aeroportos - e pensar em formas de atrair mais opções.

Quanto à ação da FAB (e demais forças) em áreas remotas do Brasil, é sempre louvável, digna e merecedora do nosso profundo respeito thumbsup.gif . Pena que frequentemente estão sujeitas às "tesourada$$$"... unsure.gif Aí complica mesmo...

Mas... O que tem a ver comparar o que a FAB faz com as empresas provadas? A FAB tem recursos do orçamento e tem certas finalidades sociais que lhe são atribuídas. Dentro de uma abordagem séria, nenhuma empresa privada recebe recursos, necessariamente, desta forma, “por definição”, nem cai do céu!, nem tem casa da moeda para "fabricar" dinheiro. E mesmo que seja uma concessão o serviço, esta regra básica, elementar, vale, ou seja, não se fabrica dinheiro.

E esta “estória da carochinha” de ficar falando em “empresa só visa ao lucro”, tem um quê de incoerência. Vamos lá... O trabalhador recebe seu salário por vender seu trabalho; assim, seu salário é seu ganho – isso é razoável. No caso da empresa, seu ganho é seu lucro – e aí, qual é o problema? Do contrário, seria tão absurdo quanto “questionar” que o trabalhador “visa só a seu salário”; ou, no caso da empresa, se não lucrar, vai à falência. Totalmente furada esta discussão thumbsdown_still.png . Daí se há excessos (como lucros exagerados), é outra história mas misturar tudo soa desonestidade intelectual.

Acredito que deveríamos focar nas questões essenciais, com menos "ideologia" thumbsdown_still.png , e mais compromisso e busca em soluções. thumbsup.gif

#15 PT-KTR

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Postado 21 de fevereiro de 2011 - 11:10

reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif

#16 chico

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Postado 21 de fevereiro de 2011 - 20:14

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 20 2011, 03:34 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pagar aquilo que não lhes interessa ou não lhes agrade.

Os "Bandeirantes" da TABA desciam muitas vezes em pistas não pavimentadas.


Olha Rabugento, concordo plenamente que a política de desenvolvimento da região Norte, via vôos aéreos, ficou devendo muito nos últimos anos, devido principalmente ao fim do subsídio para rotas regionais...

Mas, criticar a Trip, que é uma das poucas que continuam "apostando" e investindo na aviação regional? Cara, se for pra criticar, acho que deveríamos estar criticando as grandes (TAM, Gol, Webjet, Avianca) pois estas sim estão pouco interessadas nos "rincões" do país, e o pior é que muitas vezes nem codeshare fazem com as pequenas regionais...

Quanto ao equipamento, provavelmente em muitas localidades o avião mais adequado seria um Let, já que sobraram poucas opções de turboélice até 30 assentos...e um ATR de 45 assentos acaba sendo muito grande...

Quanto aos investimentos, realmente fica difícil para a Trip investir nos aeroportos, pois a companhia precisa investir em outras coisas: os aviões, contratação e treinamento de tripulantes, abertura de novas bases, com o aluguel das "lojas", marketing...e isso muitas vezes sem saber se o vôo trará resultado - ou seja, aquela base/vôo pode dar prejuízo...(e normalmente dá prejuízo nos primeiras semanas ou meses)...

Falando em investimentos, vale lembrar que o governo federal tem o PROFAA - Programa Federal de Auxílio a Aeroportos, o qual possui recursos bem razoáveis, mas muitas vezes falta competência dos municípios e/ou Estados que administram os pequenos aeroportos regionais para conseguir os recursos...

Segue uma notícia, apenas como exemplo:

Ministério destina R$ 88 milhões do PROFAA para aeroportos

O Ministério da Defesa aprovou a primeira fase do plano de investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (PROFAA) alocando recursos do orçamento para obras em aeroportos de vários Estados.

Os termos de convênios deverão ser assinados até 18 de junho junto aos municípios contemplados. Somados, os investimentos ultrapassam os R$ 88 milhões, sendo distribuídos entre 17 Estados.

Mato Grosso está lista com R$ 7 milhões. O montante será utilizado para obras na pista de pousos e decolagem em Matupá (200 km de Sinop), na extensão de 1.800 metros por 30 metros.

Os serviços compreendem a execução de desmatamento, escavação, carga, transporte de solo, compactação, sub-base, imprimação, concreto betuminoso.

A verba também terá como objetivo custear as despesas no tocante aos trabalhos na pista de táxi, pátio para aeronaves, cerca de proteção, balizamento noturno e sinalização do local. As especificações constam no programa aprovado pela União.

De acordo com o Ministério da Defesa, os termos de convênios só poderão ser celebrados após os governos estaduais atenderem a requisitos previamente determinados.

Entre eles, a autorização pela Agência Nacional de Aviação Civil para construção, reforma e ampliação do aeródromo; realização de licitação para contratação de empresa para as obras, caso não as execute diariamente e a comprovação de recursos de contrapartida.

As contrapartidas estaduais no custeio total dos convênios deverão observar percentuais distintos; 15% no caso de empreendimentos localizados nas áreas prioritárias no âmbito da Política Nacional de Desenvolvimento Regional e da Sudene e Sudam e na região Centro-Oeste, bem como 30% nos demais casos.

Os convênios terão como objeto os empreendimentos constantes dos Planos de Investimentos, na forma dos Projetos Executivos.

Além de Mato Grosso, foram contemplados nesta primeira fase aeroportos dos Estados do Acre (cidade de Tarauacá), Alagoas (Penedo), Amapá (Laranjal do Jari), Bahia (Luiz Eduardo Magalhães), Ceará (Itapipoca), Espírito Santo (Linhares), Minas Gerais (Januária), Mato Grosso do Sul (Nova Andradina), Paraíba (Araúna e Cajazeiras), Piauí (Uruçuí), Rio de Janeiro (Paraty e Resende), Rio Grande do Norte (Currais Novos), Rio Grande do Sul (Santo Angelo e Vacaria), Santa Catarina (São Joaquim e Chapecó), São Paulo (Araçatuba) e Tocantins (Araguaina).
O Espírito Santo e o Tocantins encabeçam a lista das localidades que mais receberão recursos do governo. Para cada uma o governo realocará R$ 9 milhões.

Fonte: http://www.abetar.com.br/noticias.asp

#17 Rafaelguimaraes

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Postado 21 de fevereiro de 2011 - 23:00

QUOTE(RABUGENTO @ Feb 20 2011, 03:34 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pagar aquilo que não lhes interessa ou não lhes agrade.

Os "Bandeirantes" da TABA desciam muitas vezes em pistas não pavimentadas.

A Amazônia é maravilhosa. Pena que não tenho condições de revê-la. ($$)

Não lembro todos os nomes de aldeias indígenas que passei por lá.

Todos brasileiros deveriam ter a oportunidade de conhecer.

Seguindo o seu raciocínio, empresas de ônibus e transportadoras teriam que arrumar os buracos das estradas e as empresas de transporte marítimo dragarem os canais dos portos.

Você, se fosse um empresário de um destes setores, faria isso?

#18 Pintassilgo

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Postado 21 de fevereiro de 2011 - 23:30

QUOTE(Rafaelguimaraes @ Feb 21 2011, 11:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Seguindo o seu raciocínio, empresas de ônibus e transportadoras teriam que arrumar os buracos das estradas e as empresas de transporte marítimo dragarem os canais dos portos.

Você, se fosse um empresário de um destes setores, faria isso?


Bom,

Se a empresa quer obter lucro utilizando a estrada ou o canal, qual o problema?
Ou você prefere continuar pagando o imposto para que, pelo triplo do preço façam a metade do serviço no canal que a empresa vai usar, e te cobrar pela passagem/carga depois?
Sim, eles também pagam imposto.
Então sugiro uma saída que acho legal:
Que, por exemplo a TRIP, arrume os aeroportos que ela reclama, e desconte o gasto nos impostos.
Não seria justo?
O David Neeleman já sugeriu, se não me engano em VCP, construir terminais por conta própria a troco das taxas de embarque.
Se vocês acham mesmo que é um absurdo a empresa pagar pelas obras, porque então vocês pagam convênio médico? Porque não vão lá brigar com o governo pra dar médico decente? Porque poem o filho na escola particular ao invés de exigir bom ensino público?
Olha, não digo que é certo a empresa pagar pelas obras. Ela já paga através de impostos e taxas, e deveria ter pistas e aeroportos em condições.
O que não podemos é ser hipócritas de defender a empresa em não pagar, mas não nos defendermos ao exigir o retorno dos nossos próprios impostos pagos (exemplo do convênio médico e da escola particular).

Abraço
Pinta



#19 PT-KTR

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 00:27

Bom, surgiu um fato agora a noite em ATM que vai colocar lenha nessa fogueira sobre as condições dos aeroportos do Norte.

#20 ab2010

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 01:18

Pintassilgo, qualquer coisa séria, seja instituição, empresa, estado etc., se tem finalidade(s), deve exercer primordialmente a(s) finalidade(s). Do contrário, é desviar-se de suas funções e tipicamente não funciona, com o tempo - pode até fazer outras coisas, mas se não fizer bem feito o principal... thumbsdown_still.png Esse é um ponto essencial. Ou então, você vai ficar falando "Hei, você, padeiro - vá lá fazer ´sua parte´ e ajudar a asfaltar a cidade"... (!) suicide_anim.gif

Ninguém colocou aqui que empresas não devam pagar impostos. Você colocou isso. O que se colocou é se já pagam - pessoas físicas e jurídicas (não só empresas) - tributos diversos, certas ações já deveriam estar incluídas nestes tributos (daí a alusão à duplicidade, triplicidade etc.). Isso sim foi colocado.

Se alguém não paga e deveria pagar tributos, não foi este o ponto colocado - isso é outro ponto. O que parece é que você generaliza, como se "os outros" não pagassem. Não é a realidade econômica do Brasil. Veja lá o quanto se arrecada no Brasil...

E quem seriam os "hipócritas" de sua mensagem? thumbsdown_still.png Ofender parece coisa de gente que não tem argumentação e, por isso, tenta "descredenciar" o outro, exatamente na falta de argumentação. Seria como o cara que está para levar um cheque-mate no xadrez e "esbarra" no tabuleiro, "acusa" o outro e vai embora. Eu expus argumentação - você poderia fazer o mesmo, explicando a mágica que seria necessária para concretizar suas sugestões. E, de preferência, adjetivos negativos fortes "para os outros". hypocrite.gif Vamos melhorar a qualidade do diálogo aqui? thumbsup.gif

Por que as pessoas "não vão lá brigar com o governo pra dar médico decente"? Boa pergunta. checkmark.gif Provavelmente pouca gente acredita que isso vá mudar, pouca gente acredita no estado... Mas seria mesmo para se refletir mais, pois a pergunta é boa! thumbsup.gif

De qualquer forma, do jeito que o estado arrecada, no Brasil, em suas diversas esferas, mais de R$ 1 trilhão e tem gente que diz que faltam recursos? Certamente o brasileiro deveria brigar mais - aí eu concordo com você - como fazem nuestros hermanos argentinos e chilenos, para ficar nas proximidades do Brasil. Mas a ineficiência é evidente; precisa melhorar muito. Ou não?

Sobre filhos na escola, você colocaria os seus em um lugar ruim? Só se não tiver opções. Mas reclamar é devido em qualquer caso. Agora se você quer colocar em particular, qual é o problema? O que tem a ver uma coisa com outra? Ou você está sugerindo que o particular não deveria existir? Ou, ainda, que é "o culpado" pelo público ser ruim? É claro que o público precisa melhorar, mas a existência do particular é opção. Quem não tem opção é ditadura.

O que você coloca da TRIP é totalmente fora da realidade. TRIP é empresa de aviação, não de aeroportos remotos. Mas se acha assim, se alguém chegasse para você e dissesse: "o fulano, você é enfermeiro, mas vá lá ser padeiro também, que você está ganhando muito dinheiro sendo enfermeiro". É um raciocínio sem qualquer fundamentação! suicide_anim.gif

Sobre o Sr. Neeleman em VCP, depende de marco regulatório e n outras coisas ainda não totalmente claras - tomara que encontrem uma saída para se sair do impasse atual das deficiências de infra-estrutura dos aeroportos. Do jeito que você fala, parece tudo fácil. É só ir lá e fazer... A realidade é outra. Mas é claro que precisa tentar melhorar! thumbsup.gif

PT-KTR: o que aconteceu em ATM??? unsure.gif






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