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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Empresa aérea alerta para risco de voar no AM e ameaça parar


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#21 RABUGENTO

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 07:12

Gente!

Não quis formar tamanha polêmica!

Cheguei até este forum por acaso. Não entendo tanto assim de aviação quanto vocês. Sou fraquinho, fraquinho.

Sou apenas um usuário das empresas de transporte aéreo.

Para os que defendem a TRIP:

Essa empresa era baseada em Campinas-SP e tinha seu hangar de revisões no Campo dos Amarais aqui em Campinas.

Tenho amigos proprietários de aeronaves que só faziam suas revisões com esse pessoal da TRIP. Disseram-me que eram os melhores.

A TRIP, há alguns meses, quer dizer, em junho de 2009, lançou um comercial que foi muito veiculado na tv de várias cidades: http://www.youtube.com/watch?v=G_ZfMBFMrBE

Cadê Macaé? Alguém viu a TRIP por lá?

A TEAM se é que está autorizada também abandonou Macaé.

Acredito que todos vocês saibam o que acontece em Macaé. Há a Petrobras e mais umas 200 empresas prestadoras de serviço, algumas multinacionais. Infelizmente o acesso ainda é pela BR 101 em seus 170 km do Rio até lá, boa parte deles em pista simples. Em ônibus esse trajeto demora cerca de duas horas e meia a três horas.

ATR's com boa frequencia e preço compatível seriam uma boa opção. Quando a TRIP lançou o comercial muita gente se animou mas ficou por isso mesmo.
Admir que faça as rotas da Amazônia mas deve ter alguns subsídios para lá estar. Entretanto "metem a mão" para liberar espaço para passageiros. Preferem mesmo é carga.

Vamos ver se a AZUL que já está recebendo os aviões de menor porte, passe a fazer essa escala. smile.gif

#22 Pintassilgo

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 10:59

Oi ad2010, tudo bem?

Obrigado pela resposta. Vou comentar.

Acho que você não entendeu muito bem minha posição, talvez por culpa minha, pelo tom um pouco irônico que eu usei.
Digo isso porque eu concordo com o que você fala, mesmo porque é o que eu quis dizer no meu post, e que pelo jeito foi mal interpretado.
Deixa eu tentar melhorar.

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Pintassilgo, qualquer coisa séria, seja instituição, empresa, estado etc., se tem finalidade(s), deve exercer primordialmente a(s) finalidade(s). Do contrário, é desviar-se de suas funções e tipicamente não funciona, com o tempo - pode até fazer outras coisas, mas se não fizer bem feito o principal... thumbsdown_still.png Esse é um ponto essencial. Ou então, você vai ficar falando "Hei, você, padeiro - vá lá fazer ´sua parte´ e ajudar a asfaltar a cidade"... (!) suicide_anim.gif


Concordo e não disse o contrário. Disse que quem usa paga, e que não haveria mal em se fazer uma pista de pouso se você for usar, desde que não já pagasse impostos por isso.
Quanto ao teu exemplo do padeiro, pelo menos eu conheço inúmeros casos de bairros em que os moradores pagaram sim por seu asfalto, num acordo com a prefeitura, que havia subsidiado o preço e cobrava menos IPTU. Isso é realidade.

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Ninguém colocou aqui que empresas não devam pagar impostos. Você colocou isso. O que se colocou é se já pagam - pessoas físicas e jurídicas (não só empresas) - tributos diversos, certas ações já deveriam estar incluídas nestes tributos (daí a alusão à duplicidade, triplicidade etc.). Isso sim foi colocado.

Se alguém não paga e deveria pagar tributos, não foi este o ponto colocado - isso é outro ponto. O que parece é que você generaliza, como se "os outros" não pagassem. Não é a realidade econômica do Brasil. Veja lá o quanto se arrecada no Brasil...


Rapaz, não seu de onde vc tirou que eu falei isto. O que disse é exatamente o contrário, que deveríamos exigir o retorno dos impostos. Quando eu falo: "Ou você prefere continuar pagando o imposto para que, pelo triplo do preço façam a metade do serviço", quero dizer que hoje pagamos muitos impostos por pouquíssimo retorno, e que por isso os preços cobrados pelos serviços são altos, de maneira que seria preferível a empresa "pagar pela dragagem do canal" um preço justo, que seria menor que o imposto pago, de maneira que o preço de seu serviço seria até menor. Sim, não é só ela que usa, então que se junte todos que usem, e abatam o serviço do imposto (estariam pagando o imposto indiretamente, e usando este imposto de verdade, num valor justo, não o triplo. Ou não é verdade que há inúmeros casos de superfaturamento de obras públicas?"

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
E quem seriam os "hipócritas" de sua mensagem? thumbsdown_still.png Ofender parece coisa de gente que não tem argumentação e, por isso, tenta "descredenciar" o outro, exatamente na falta de argumentação. Seria como o cara que está para levar um cheque-mate no xadrez e "esbarra" no tabuleiro, "acusa" o outro e vai embora. Eu expus argumentação - você poderia fazer o mesmo, explicando a mágica que seria necessária para concretizar suas sugestões. E, de preferência, adjetivos negativos fortes "para os outros". hypocrite.gif Vamos melhorar a qualidade do diálogo aqui? thumbsup.gif


Não ofendi ninguém. Desculpe se vc se sentiu ofendido, mas se vc ler com mais calma, verá que nos "hipócritas da minha mensagem" eu estou incluso, pois eu digo que "NÃO PODEMOS ser hipócritas". Esta hipocrisia que me refiro é a de a gente aqui ficar defendendo com unhas e dentes a atitude de uma empresa que corretamente toma uma ação contra o mau emprego de seus impostos e taxas, mas quando é com a gente, ficamos passivos, e pagamos dobrado pelo ensino, saúde, etc.
Se nós concordamos com a atitude da TRIP (Eu Concordo), porque então nós não seguimos o seu exemplo? Porque não paramos aquela rodovia esburacada, que já matou gente, e que quebrou inúmeros carros? Porque a gente não reclama de pagar pedágios caríssimos para transitar em rodovias medianas que se gabam de ser as melhores (estou falando das de SP), se já pagamos os impostos como CID e IPVA que seriam para as estradas?
Entende? É isso que estou dizendo, quando digo que NÓS não podemos ser hipócritas. Senão fica como aquela história do "faça o que eu digo" (TRIP, pare e exija o retorno de suas taxas), "mas não faça o que eu faço" (vou pagar convênio e escola, porque o governo tá embolsando meu imposto, mas eu não quero brigar com ele).

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Por que as pessoas "não vão lá brigar com o governo pra dar médico decente"? Boa pergunta. checkmark.gif Provavelmente pouca gente acredita que isso vá mudar, pouca gente acredita no estado... Mas seria mesmo para se refletir mais, pois a pergunta é boa! thumbsup.gif

De qualquer forma, do jeito que o estado arrecada, no Brasil, em suas diversas esferas, mais de R$ 1 trilhão e tem gente que diz que faltam recursos? Certamente o brasileiro deveria brigar mais - aí eu concordo com você - como fazem nuestros hermanos argentinos e chilenos, para ficar nas proximidades do Brasil. Mas a ineficiência é evidente; precisa melhorar muito. Ou não?



É isso aí.


QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Sobre filhos na escola, você colocaria os seus em um lugar ruim? Só se não tiver opções. Mas reclamar é devido em qualquer caso. Agora se você quer colocar em particular, qual é o problema? O que tem a ver uma coisa com outra? Ou você está sugerindo que o particular não deveria existir? Ou, ainda, que é "o culpado" pelo público ser ruim? É claro que o público precisa melhorar, mas a existência do particular é opção. Quem não tem opção é ditadura.


Meu, não é questão de opção, é questão de você pagar e não receber. Porque você coloca seus filhos em escolas particulares? Se a pública fosse de boa qualidade, você não colocaria lá, ao invés de pagar por uma particular? Ou você gosta de gastar dinheiro só pra dizer que pode pagar escola pros teus filhos? Eu estou certo que este não é teu caso.
Não sei de onde vc acha que sugiro que escolas particulares não deveriam existir. Pra mim ssso foi uma viagem tua. Eu só disse que deveríamos brigar pela educação pública de boa qualidade a que temos direito e pela qual pagamos impostos, da mesma maneira em que a TRIP vai brigar por bons aeroportos a que tem direito porque já paga taxas e impostos.

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
O que você coloca da TRIP é totalmente fora da realidade. TRIP é empresa de aviação, não de aeroportos remotos. Mas se acha assim, se alguém chegasse para você e dissesse: "o fulano, você é enfermeiro, mas vá lá ser padeiro também, que você está ganhando muito dinheiro sendo enfermeiro". É um raciocínio sem qualquer fundamentação! suicide_anim.gif


Não é fora da realidade não. Empresas como a PETROBRÁS, VOTORANTIM, a própia AZUL, não dão lá seu dinheiro para produções artísticas, que não tem nada haver com seu ramo, e abatem do imposto?
Vou exemplificar melhor o que quero dizer. Suponhamos que a TRIP edva 10 milhões em impostos. Ela é empresa aérea, e não construtora civil certo?
Hora, se ela deve 10 milhões, qual o problema teria em ela pagar, digamos, 5 ou 6 milhões para uma construtora arrumar o aeroporto X, e abater destes 10 milhões? Estaria pagando de qualquer maneira o imposto, mas garantindo que ele estava sendo empregado em benefício de sua atividade, que gerou estes impostos. E além do mais, com melhores aeroportos (mais eficiência, menos desgaste de aeronaves devido a pistas ruins, etc, até você pode ser beneficiado, pois as passagens podem ser mais baratas.

QUOTE(ab2010 @ Feb 22 2011, 01:18 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Sobre o Sr. Neeleman em VCP, depende de marco regulatório e n outras coisas ainda não totalmente claras - tomara que encontrem uma saída para se sair do impasse atual das deficiências de infra-estrutura dos aeroportos. Do jeito que você fala, parece tudo fácil. É só ir lá e fazer... A realidade é outra. Mas é claro que precisa tentar melhorar! thumbsup.gif


Aiaiai... quem falou que é fácil?
Eu só disse que o David "sugeriu" isso. Eu sei que é difícil, mas deveríamos tentar mudar isso.
Ele fez isso lá nos EUA e deu certo, e todos ganharam. Aqui não dá, mas deveríamos cobrar mudanças, ao invés de simplesmente ficar no "Aqui é assim mesmo, deixa pra lá, vamos pagar pelo que já deveríamos ter".
Na hora de barrar greve de aeronauta porque não quer deixar de viajar no fim do ano o povo é bom né?

Bom, é isso. Mais uma vez obrigado pela resposta.
Abraço
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#23 ab2010

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 15:54

Só algumas observações:

- O brasileiro, seja pessoa física ou jurídica, paga tributos de nível semelhante ao europeu (muito elevados) e tem como retorno do estado, com raras exceções, serviços ruins. As iniciativas para melhorar este quadro ainda são muito tímidas. Para não ir longe, veja lá os níveis de carga tributária em países como Argentina, Chile e Paraguai - o brasileiro, de longe, é o mais elevado.

- Achar que a "solução" está em achacar empresas, desvirtuando-as de suas funções, pois o estado não faz sua parte, é algo fadado ao subdesenvolvimento e, eventualmente, ao fracasso. Mas é saída mais fácil, pois é mais fácil "culpar" empresas que o estado. Acredito que isso só vai mudar quando houver mudança de paradigmas, em que o estado brasileiro respeite mais e vise ao cidadão (do contrário, sim, estaremos pagando tributos em excesso para quê?). No ínterim, não adiantará "culpar" empresas ou "exigir" delas isso ou aquilo (alusão às observações iniciais do presente tópico). Isso não significa que estas mesmas empresas não devam cumprir suas funções, pagar seus impostos, prestar serviços de qualidade etc., mas não é este o ponto aqui discutido e isso deixei claro.

- O que você colocou de empresas (notadamente as grandes) apoiarem cultura nada tem a ver com a questão em pauta aqui, de infra-estrutura de aeroportos, pior ainda em áreas mais remotas. São coisas totalmente diferentes. Isso não significa que empresas não possam auxiliar em outras áreas que não são seus fins/funções (você inclusive citou alguns exemplos). Mas uma coisa é apoiar e outra é achar que elas têm obrigação de fazer, como muita gente pensa.

- Sobre educação, não vou aqui discutir aprofundadamente, pois é um mundo a parte. Se você perguntar a seus avós, ouvirá que a escola de ensino fundamental, principalmente, "já foi muito boa" nas suas épocas. O que piorou? Primeiramente, que naquela época, o acesso não era como hoje (era muito menor), nem havia a população atual (quantidade de gente). O estado brasileiro optou por, num primeiro momento, tentar universalizar, o que é plausível, mas insuficiente. Mas sem qualidade, o país continuará atrasado. Vejamos que na década de 1950, Coréia do Sul e Brasil tinham o mesmo nível de renda e de acesso à educação. Como estamos hoje, comparativamente (e mesmo com o avanço dos últimos anos)? Claro que o Brasil é continental e mais complexo, mas não basta isso, ou nunca vai mudar e melhorar. Tem elementos corporativistas, pedagógicos e de disciplina que não estão sendo tratados nesta discussão, mas que fariam grande diferença. Não é exclusivamente falta de recursos econômicos. Precisa pensar agora e daqui para frente em qualidade para os ensinos fundamental e médio, além de manter (pelo menos) a qualidade do ensino superior público. Quanto à existência de escolas particulares, estas podem sim existir, algumas mais especializadas inclusive e isso continuar sendo opção também. O que parece é que tem gente que "se incomoda" com a existência de empresas privadas e isso é preconceito que deveria ser repensado.

- Acredito plenamente que o Brasil, assim como qualquer país, só alcançará um bom nível, quando conseguir melhorar no fundamental: educação, saúde, meio ambiente, não existência de fome/pobreza, justiça, regulação/fiscalização e segurança, eventualmente, algumas outras também. Se o estado concentrar-se nestes itens - e não necessariamente de forma exclusiva - e o fizer de forma boa, certamente estaremos muito melhor que agora. Quanto às outras áreas, não há maniqueísmo do tipo "tem que ser empresa privada ou estado", mas cada caso é um caso. Possivelmente um pouco de cada.

- Sobre greve que você citou: certamente precisa negociar melhores salários e condições de trabalho. Agora colocar isso em fim de ano ou às custas de terceiros e "que se danem os outros" é copiar o pior do modelo de desrespeito que ocorre em algumas greves no setor público por falta de regulamentação em lei do mesmo. Incentive isso sem controle e veja se isso não vai caminhar para a bagunça geral, cada um "vendo o seu" e só. Não parece solução. Por outro lado, o estado pode contribuir - aí vale não só para o setor da aviação - desonerando a folha de pagamentos de funcionários, entre outras ações. Há discussões em andamento neste sentido, envolvendo governos, sindicatos e outros setores e tomara que caminhem para algo efetivo. Por outro lado, há pressão sobre o setor de aviação, mas se as pessoas (usuários, no caso) querem tarifas baixas e serviço bom e, para completar, a carga de tributos é elevada (fora n outras coisas, como juros elevados etc.), e, aparantemente, está começando a faltar gente para a expansão atual do setor, é o momento ideal para uma ampla discussão e criação de novos paradigmas (gerais e específicos) e melhoria das condições gerais - aí devem entrar na pauta, com certeza, melhores condições de trabalho, inclusive. Mas mágica não existe. Passagens a R$9,99 e/ou volta grátis só funciona por pouco tempo e como jogada de marketing ou de mercado. Não se sustenta. E fazer greve em final de ano não vai levar a outra, senão à antipatia geral do público (pagante, aliás).

- Nada do que colocamos tira das empresas a necessidade mandatória de zelar pela qualidade dos serviços prestados e cuidar de suas finanças, de seus funcionários e, se puder, de algo mais também. Mas seria salutar que antes de ficar apenas nos "achismos", as pessoas vivenciassem um pouco mais, bem como lessem, viajassem e sentissem mais. Isso, possivelmente, é um dos dilemas da democracia, ou do amadurecimento da democracia. E tanto será mais efetivo o sucesso desta empreitada, quanto melhor for o nível de educação de sua população e seu grau de reflexão. Não estou aqui fazendo alusão aos comentários anteriores, necessariamente, mas á reflexão aos temas abordados.

Para avançarmos em alternativas e eventuais soluções para o que foi inicialmente proposto para este tópico, poderíamos discutir o seguinte:

- O que fazer, no caso da Amazônia, para melhorar a infra-estrutura existente de aeroportos (e de acesso às populações / cidades / povoados)?
- O que o estado (união, unidades da federação, municípios, estatais) pode fazer para melhorar?
- O que as empresas (cias. aéreas) podem fazer para melhorar?
- O que fazer para que empresas regionais não tenham o mesmo fim de Tavaj, TABA e outras que acabaram.
- Outros.

Interessante ainda o que nosso outro colega citou do fundo da aeronáutica. E o ponto central de falta de capacidade, notadamente dos municípios, apesar de verba existir. Esse é um ponto essencial, pois a constituição de 1988 colocou - como deve - uma série de obrigações a mais para estados e municípios, mas os recursos ainda continuam muito concentrados na união. Ou não?

#24 Pintassilgo

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Postado 22 de fevereiro de 2011 - 15:58

Tá bom então.

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