Pular para conteúdo


[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Questões políticas estão prejudicando Confins


Já existem 3 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 E175

  • Usuários
  • 11896 Postagens
  • Gender:Male
  • Location:Istambul
  • Cidade/UF/País:Belo Horizonte-MG
  • Data de Nascimento:15/09/1987
Reputação: 1720

Postado 10 de maio de 2011 - 10:40

Questões políticas estão prejudicando Confins

Boato de interesse de Anastasia tem ganhado força nos últimos dias

Publicado no Jornal OTEMPO em 10/05/2011

Para fontes do governo e do empresariado mineiro, a questão que está deixando o Estado fora das prioridades da privatização dos aeroportos é mais política do que técnica. No fim de abril, o governo federal anunciou que cinco aeroportos, entre eles Confins, seriam privatizados, afirmando que essa seria a melhor solução para que as obras ficassem prontas até a Copa.

Agora, o governo afirma que não dá mais tempo de iniciar a concessão à iniciativa privada para Confins e informa que, por enquanto, só Guarulhos, Brasília e Viracopos serão privatizados.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado, as explicações dadas têm sido "simplórias demais", uma vez que, segundo ele, Minas é o Estado que está mais adiantado no dever de casa da Copa. "Não falaram que a privatização era a melhor solução? O obstáculo não é para Confins, é para o Estado inteiro. O governo federal não pode se esquecer que 10% da economia do país vem de Minas", afirma Machado. "Se não dá tempo de privatizar, então não vai ter Copa aqui?", questiona ele.

A professora de logística Ângela Lage, da Estácio de Sá, explica que realmente não haveria tempo suficiente para iniciar um processo de privatização até a Copa. "Só para fazer um projeto básico, demora cerca de um ano. Para a implementação, mais um ou dois, tudo é muito demorado no Brasil", explica a professora. Questionada sobre o fato de dar tempo para os outros três aeroportos, definidos como prioritários pelo governo, Ângela afirma que a explicação deve ir além das questões técnicas. "Pode ser que haja algum interesse político, mas isso não posso afirmar", diz.

Um boato que tem ganhado força nos últimos dias é o de que o governador Antonio Anastasia estaria interessado em assumir o aeroporto de Confins para, posteriormente, passá-lo à iniciativa privada. Embora essa possibilidade esteja prevista no Plano Nacional de Aviação, aprovado no fim de 2010, o governo federal não considera a transferência conveniente, temendo que outros Estados queiram fazer o mesmo.

A assessoria de imprensa do governo de Minas Gerais não confirma e destaca que só poderá comentar a exclusão de Confins quando o Estado for oficialmente comunicado. Diz ainda que sempre esteve disposto a ajudar o governo federal a implantar o modelo aeroportuário que for mais conveniente. Procurada pela reportagem, a Infraero disse apenas que seguirá o que for determinado pelo governo federal.

Estudo feito pelo BNDES confirmaria exclusão

O governo federal não confirma que Confins e Galeão (RJ) estão de fato excluídos da lista das privatizações. A decisão teria sido tomada em uma reunião coordenada pelo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e demais autoridades do setor, há uma semana. Entretanto, nenhum dos dois terminais está no estudo que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve divulgar nos próximos 30 dias sobre a situação aeroportuária do país e os melhores modelos de concessão.

Ontem, ao ser questionado sobre a exclusão de Confins e Galeão em evento no Rio, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que estão no estudo Guarulhos, Viracopos e Brasília. "São esses que estão sendo estudados agora, existe uma certa prioridade, não excludente. Agora, o que nós estamos tratando são esses três. Vários outros não entraram". (QA)

Atraso nas obras

Fevereiro. O processo licitatório foi suspenso por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que detectou preços elevados. Os valores foram alterados pela Infraero e o edital voltou a ser publicado.

Março. O Ministério Público Federal entrou com ação na Justiça para paralisar novamente o procedimento, por falta de estudo de impacto ambiental.

Abril. O governo federal anuncia que Confins e outros quatro aeroportos serão privatizados.

Maio. A liminar do MPF é cassada e a licitação do Terminal 1 é marcada para o dia 17. O governo federal desiste de privatizar Confins.




Os cumpanheiros estão se borrando de medo de aparecer gente pra colocar um mínimo de competência nessa sujeira toda. Em Minas então, piorou .. a calça sai bem pesada.

#2 Landing

  • Usuários
  • 8655 Postagens
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:br
  • Data de Nascimento:06/06/1966
Reputação: 3133

Postado 10 de maio de 2011 - 18:57

View PostE175, em 10 de maio de 2011 - 10:40 , disse:

Os cumpanheiros estão se borrando de medo de aparecer gente pra colocar um mínimo de competência nessa sujeira toda. Em Minas então, piorou .. a calça sai bem pesada.

os cumpanheiros nao tem medo de passar vergonha nao. eles ja passam a muito tempo! ja faz parte da carreira do politico brasileiro.
os cumpanheiros tao é com medo do que vai acontecer com todos os parentes que trabalham na infrazero, nas terceirizadas e nas empresas que prestam serviço.

#3 J.Leo

  • Usuários
  • 629 Postagens
  • Gender:Male
  • Location:B.Hte.
  • Cidade/UF/País:B.Hte
  • Data de Nascimento:18/09/1955
Reputação: 424

Postado 12 de maio de 2011 - 09:42

Jornal O Tempo:

Governo de Minas quer ser sócio de CNF em PPP.

Como o governo federal retirou o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) da lista dos que serão privatizados para acelerar as obras até a Copa do Mundo, o governo do Estado de Minas Gerais decidiu não esperar mais de braços cruzados e apresentou um modelo de concessão para o terminal, por meio de uma Parceria Público Privada (PPP). "Entregamos um plano para a Secretaria da Aviação Civil (SAC), sugerindo um modelo de gestão compartilhada, no qual o governo de Minas e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) serão sócios minoritários e a concessionária será majoritária, entrando com o investimento e o controle do capital", afirmou o subsecretário de Assuntos Estratégicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), Luiz Antônio Athayde.

A proposta foi elaborada a partir do Masterplan, um estudo encomendado pelo governo mineiro à consultoria Changi Airports, de Cingapura, que diagnosticou as necessidades de investimento em Confins. "Enquanto os modelos de concessão para Viracopos, Brasília e Guarulhos estão em discussão, Minas Gerais, que já tinha um estudo pronto, levou uma solução ao governo federal, para ajudar a buscar o melhor modelo para Confins", destacou Athayde.

A SAC já está analisando a proposta. Athayde explica que ainda não há detalhes de como será a concessão, mas adianta que o mais provável é que o prazo seja superior a 20 anos. "Vale ressaltar que é uma PPP e não uma privatização. A empresa que vencer a licitação vai ter o direito de explorar o aeroporto comercialmente e, no fim do prazo, o equipamento voltará às mãos do governo, mas nada está decidido", afirmou.

Depois que a SAC analisar e liberar o projeto, será feita uma licitação para escolher a empresa que vai compartilhar a gestão de Confins com Estado e Infraero.

De acordo com Athayde, a implementação do modelo não altera em nada as obras previstas. No dia 17 de maio, a Infraero abrirá os envelopes da licitação das as obras de modernização do Terminal 1 do aeroporto. "Nada será alterado, as obras vão continuar e, quando o modelo for implantado, a empresa vai assumir como está", explica Athayde, que calcula que as obras devem começar em setembro deste ano. "Os esforços para a construção do Terminal 2 continuam", disse.

Aécio Neves critica falta Brasília. O senador Aécio Neves lembrou ontem que Minas Gerais já vem há oito anos cobrando investimentos no aeroporto de Confins. "Até projeto de Parceria Público Privada (PPP) e concessão nós apresentamos, agora estamos ofertando um estudo de projeto executivo da obra ao governo federal. Falta, mais uma vez, clareza do governo federal, o que poderá trazer sérios prejuízos para Minas Gerais, não apenas para a Copa do Mundo, mas para toda a estrutura turística", disse.

#4 E175

  • Usuários
  • 11896 Postagens
  • Gender:Male
  • Location:Istambul
  • Cidade/UF/País:Belo Horizonte-MG
  • Data de Nascimento:15/09/1987
Reputação: 1720

Postado 12 de maio de 2011 - 09:53

Não me anima muito. Primeiro porque as PPPs não foram, digamos, um arraso de interesse, segundo porque a SAC vai usar esse estudo pra tudo, menos pra análise séria. E continua a mesma ######, quem vai ser maluco de investir dinheiro com a Infraero dando pitaco?





1 Usuário(s) lendo este tópico

0 usuário(s), 1 visitante(s) e 0 usuário(s) anônimo(s)