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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Avianca pretende crescer com novas aeronaves


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#1 Carlos Augusto

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Postado 24 de maio de 2011 - 16:39

Fonte: Folha de São Paulo, 24/05/2011 (Caderno B; pág.2)


Reportagem: Maria Cristina Frias



Depois de quase três anos sem aumentar a frota, a Avianca Brasil recebe até agosto cinco Airbus A318, o menor avião da fabricante europeia, com 120 lugares.

O primeiro já está na frota, voando de Porto Alegre a Salvador, com escalas em Guarulhos e Brasília. O segundo está previsto para semana que vem.

Segundo o presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, a empresa planeja incorporar mais cinco A318 no ano que vem, e outros cinco em 2013.

Efromovich refuta críticas de que se trata de uma expansão lenta diante do forte crescimento do setor, que no ano passado cresceu mais de 20%. Enquanto a empresa patina em 2% de participação, a Azul, em menos de três anos, já detém 7,7%.

"Nós não temos pressa para crescer. Tampouco vamos comprar participação de mercado, ou estamos aqui para perder dinheiro", diz.

O empresário diz que, quando os cinco A318 estiverem em operação, a oferta de assentos da companhia será quase 70% maior do que era um ano atrás.

Mesmo com a chegada das novas aeronaves, os 14 Fokker 100 e os três A319 da empresa aérea continuarão a fazer parte da frota.

INFRAESTRUTURA
O empresário disse ainda que o Grupo Synergy, dono da Avianca, tem interesse em investir em infraestrutura aeroportuária no Brasil.

"Dependendo de como serão as regras, podemos participar", afirma.

Ele lembra que a Avianca colombiana é concessionária de um terminal de passageiros no aeroporto de Bogotá. "Temos experiência nessa área. Infraestrutura é um negócio do grupo."




Esta nota expressa opinião pessoal do colunista.

#2 philoclimber

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Postado 25 de maio de 2011 - 00:02

muito bom ver um empresário com uma cabeça um pouquinho diferente dos demais. ele tem o dele certo, ta ganhando, seus funcionários devem estar ganhando tb, ele está satisfeito, talvez seus funcionários tb. taí...embora eu pense que o modo de produção e de consumo capitalista tenha que ser extirpado da face da terra pq é ilógico, irracional e desumano, eu afirmo que, mesmo nessa porcaria não há a necessidade maníaca de se correr atrás de metas, resultados, produção....trabalhadores são estressados e superexplorados, patrões que se esquecem que são humanos e que passam a lidar com seus funcionáriso da forma mais desleal possivel. me deixa satisfeito ver um empresário como o Efromovich recusar o clichê burro da competiçãod ememrcado...ele nçao deixa de estar nele enquanto pensa assim....

#3 E175

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Postado 25 de maio de 2011 - 00:54

Não tem nada a ver uma coisa com a outra. É totalmente possível crescer sem abusar da mão de obra, desde que seja um crescimento sustentável. A empresa que se vê obrigada a extrapolar jornada pra cumprir a malha é porque já começou errado lá tras, no planejamento. A Avianca não faz nenhuma mágica pra pagar salários tidos como acima do mercado. Ela tem uma malha, que gera uma receita, que permite uma despesa, que resulta num lucro. Se ela quiser crescer, aumenta a malha de maneira sensata, a receita cresce, a despesa cresce e o lucro cresce. O German tem toda razão quando diz que não quer perseguir market share. Correr atrás de mercado, pura e simplesmente, é crescer sem planejar. É a empresa abrir 10 rotas com baixo lucro ou até prejuízo pra ganhar 1 ponto. Ninguém espera isso de companhia aérea alguma. Isso não faz dele um monge anticapitalista. O caso da Avianca Brasil é simples, o foco do grupo é outro. Aliás, era outro, pois como a matéria mesmo diz a empresa está trazendo aviões e crescendo. Agora sim está crescendo, antes não estava. Acreditar que ele tem uma visão diferente dos outros empresários do setor é no mínimo inocência.

#4 qwert

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Postado 26 de maio de 2011 - 22:35

A Avianca está precisando bater forte para conseguir novos vôos partindo de Congonhas.
São necessários vôos para Curitiba, Porto Alegre e Salvador e, pelo menos, mais três para Brasília e para Belo Horizonte.

Quote

"Nós não temos pressa para crescer. Tampouco vamos comprar participação de mercado, ou estamos aqui para perder dinheiro"

Com A318 não iria deixar de ganhar dinheiro?

#5 Mistura Rica

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Postado 27 de maio de 2011 - 00:17

Este senhor,nascido na Bolívia, filho de pais judeus fugitivos de campos de concentração nazistas, radicou-se no Brasil aos treze anos de idade com a família. Naturalizou-se brasileiro, vendeu enciclopédias, fundos de investimento, foi dublador de filmes entre muitos outros empregos.Hoje tem interesse em empresas de prospecção de petróleo, de linhas aéreas como a Avianca, tanto a brasileira (ex-OceanAir) como a colombiana, e de uma miríade de outros negócios em todo continente americano. Naturalizou-se colombiano em 2005.Em suma uma incógnita.Tenho mimnhas dúvidas se a Avianca Brasil é uma boa aposta.Analisando a ampulheta do passado as perspectivas são desanimadortas.

#6 hugo bellini

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Postado 27 de maio de 2011 - 00:33

nada nessa minibiografia que você fez dos irmãos Efromovich é desabonador ou o tornam uma incógnita, pelo contrário. fica até difícil entender como você ligou uma coisa a outra.

e se no ramo da aviação eles entraram quase que por acaso - até onde sei, receberam uns aviões como pagamento de dívidas e decidiram montar uma empresa de taxi aéreo com os mesmos - o fato deles terem tirado a Avianca de uma situação pré-falimentar para transformá-la num grupo forte e promissor, é mais que suficiente pra esperar boas coisas pra AVB.

#7 iGO MD

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Postado 27 de maio de 2011 - 12:54

Ele quer trabalhar com um nicho no mercado, serviço de alta qualidade por um valor condizente, a empresa se sustenta e cresce, não absurdamente, mas cresce. A AVB, não quer ser a maior, apenas a melhor.

#8 E175

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Postado 27 de maio de 2011 - 14:19

View PostiGO MD, em 27 de maio de 2011 - 12:54 , disse:

Ele quer trabalhar com um nicho no mercado, serviço de alta qualidade por um valor condizente, a empresa se sustenta e cresce, não absurdamente, mas cresce. A AVB, não quer ser a maior, apenas a melhor.


Isso não existe. Toda empresa almeja crescimento, aliás, toda empresa é obrigada a crescer. Quem fica nanico a vida toda acaba engolido pelas maiores, que cada dia mais terão condições melhores de negociação de todos os aspectos envolvidos na operação. Em resumo, terão mais "bala na agulha" pra brigar por permanência no mercado. E não cabe dizer que o grupo já tem esse poder porque a operação não se justifica dessa forma. A empresa tem que ser autossustentável e ao mesmo tempo tem metas, planos de crescimento bem definidos, etc. Com as proporções que o grupo Avianca-TACA vem tomando isso é fundamental e cedo ou tarde essa cobrança vai chegar na Avianca Brasil. É até incoerente imaginar que dentro de toda a operação do grupo, o maior sucesso é Colômbia e Peru. Não por acaso a base é onde há um quase monopólio. O crescimento está chegando aqui e essa história de foco único em qualidade, ignorando share, vai acabar num instante.

Editado por E175, 27 de maio de 2011 - 14:21 .






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