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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Chilena LAN fala em Gol se negócio com TAM não avançar


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#21 dellatorre

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Postado 29 de maio de 2011 - 07:07

View PostLipeGIG, em 29 de maio de 2011 - 01:08 , disse:

Se eu fosse da Defesa do Consumidor iria autorizar a operação com 1 restrição:

As rotas originárias do Chile para o Brasil não poderiam ter oferta de assento superior a 2 voos diários por rota, e voos adicionais só poderiam ser agregados se os concorrentes somados tenham um número igual ou superior de voos.

OU

Tam e Lan nào poderiam operar a rota São Paulo-Santiago por 10 anos, e nem controlar parcialmente ou totalmente cias que operem a rota.



Brasil e Chile possuem acordo de Open Skies, portanto as demais empresas interessadas não operam na rota por que não querem ou não tem capacidade p/ tal investimento. Concordo que os voos LATAM entre SP e Santiago poderiam ser limitados a 4 diários por exemplo, excluir as cias da rota SP Santiago é meio ilusão não???? Por acaso AF/KLM ou IB/BA sairam dos mercados CDG-AMS e LHR-MAD?? Tal medida nem deve ter sido cogitada!!!

Sinceramente, acho que esse problema com a união das empresas está muito mais relacionado com o quase monopólio da LAN no mercado doméstico chileno do que com a rota GRU-SCL.

#22 Landing

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Postado 29 de maio de 2011 - 10:02

View PostRafaelguimaraes, em 28 de maio de 2011 - 19:49 , disse:

Dilma não mas o broker Zé Dirceu, sim. Aliás ele tem andado bastante por Portugal ultimamente.

Rafael

a Dilma esta muito ocupada ganhando dinheiro! ela nao tem tempo para se preocupar com tam, gol, saude, educaçao, economia, etc...

#23 tailpipefire

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Postado 29 de maio de 2011 - 13:49

Também acho que é conversa prá boi dormir.
O chileno nao tem como encarar 8,1 bi de dívidas sem a ajuda do governo brasileiro ( BNDES). Se o BNDES soltar a grana a grita vai ser geral e com razão :
- Nào era a LAN que ia comprar a VARIG e o governo não liberou ? Quer dizer que agora pode ? Fala sério!

#24 jgabriel

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Postado 29 de maio de 2011 - 14:29

Mera cortina de fumaça, pela expansão do mercado e $400mi em sinergias vale a pena deixar de voar SCL-GRU se necessário. Mas estranho o lado chileno mesmo levando a melhor dificultar o negócio.

View Posttailpipefire, em 29 de maio de 2011 - 13:49 , disse:

Também acho que é conversa prá boi dormir.
O chileno nao tem como encarar 8,1 bi de dívidas sem a ajuda do governo brasileiro ( BNDES). Se o BNDES soltar a grana a grita vai ser geral e com razão :
- Nào era a LAN que ia comprar a VARIG e o governo não liberou ? Quer dizer que agora pode ? Fala sério!


Intrigante esse raciocínio, considerando que a LAN vale mais que a TAM.

#25 C010T3

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Postado 29 de maio de 2011 - 14:57

View PostLipeGIG, em 29 de maio de 2011 - 01:08 , disse:

Se eu fosse da Defesa do Consumidor iria autorizar a operação com 1 restrição:

As rotas originárias do Chile para o Brasil não poderiam ter oferta de assento superior a 2 voos diários por rota, e voos adicionais só poderiam ser agregados se os concorrentes somados tenham um número igual ou superior de voos.

OU

Tam e Lan nào poderiam operar a rota São Paulo-Santiago por 10 anos, e nem controlar parcialmente ou totalmente cias que operem a rota.


Cruz credo, Lipe! Nenhuma das duas medidas é positiva para os consumidores. Aliás, é muito difícil adotar medidas que sejam, sem criar distorções que as anulem. Quem sabe restabelecer os controles de mercado à moda antiga...

#26 hugo bellini

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Postado 31 de maio de 2011 - 01:40

realmente é no mínimo inusual essa frase do Cueto, mas ainda acho que essa "fusão" sai até porque, como muitos parecem ainda não ter entendido, nem TAM nem LAN vão sequer coçar o bolso nessa história. daí, passado quase um ano, a gente ainda ouve essas coisas do tipo o BNDES financiar 8bilhões...

surpresa vai ser não haver aprovação das autoridades chilenas, porque no monopólio da LAN no Chile as rotas para o Brasil não são o grande problema.



View PostLipeGIG, em 29 de maio de 2011 - 01:08 , disse:

Se eu fosse da Defesa do Consumidor iria autorizar a operação com 1 restrição:

As rotas originárias do Chile para o Brasil não poderiam ter oferta de assento superior a 2 voos diários por rota, e voos adicionais só poderiam ser agregados se os concorrentes somados tenham um número igual ou superior de voos.

OU

Tam e Lan nào poderiam operar a rota São Paulo-Santiago por 10 anos, e nem controlar parcialmente ou totalmente cias que operem a rota.


View PostC010T3, em 29 de maio de 2011 - 14:57 , disse:

Cruz credo, Lipe! Nenhuma das duas medidas é positiva para os consumidores. Aliás, é muito difícil adotar medidas que sejam, sem criar distorções que as anulem. Quem sabe restabelecer os controles de mercado à moda antiga...



não só isso como a segunda equivale quase a inviabilizar o negócio.



View Postdellatorre, em 29 de maio de 2011 - 07:07 , disse:

Brasil e Chile possuem acordo de Open Skies, portanto as demais empresas interessadas não operam na rota por que não querem ou não tem capacidade p/ tal investimento. Concordo que os voos LATAM entre SP e Santiago poderiam ser limitados a 4 diários por exemplo, excluir as cias da rota SP Santiago é meio ilusão não???? Por acaso AF/KLM ou IB/BA sairam dos mercados CDG-AMS e LHR-MAD?? Tal medida nem deve ter sido cogitada!!!

Sinceramente, acho que esse problema com a união das empresas está muito mais relacionado com o quase monopólio da LAN no mercado doméstico chileno do que com a rota GRU-SCL.


esse é ponto crucial, dellatorre. a questão é que talvez só a limitação ao número não seja suficiente; imagino que com 4 frequências a LATAM ainda seja capaz de oferecer tarifas mais competitivas que Gol ou PAL ou sei lá mais quem que possa se aventurar nesse mercado, então teria que estudar alguma forma de controlar a tarifa, se é que isso é viável. acho que o acordo de Open Skies também impõe que se considerem limitações rotas para outras cidades no Brasil.





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