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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Governo quer cias aéreas na concessão de aeroportos


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#1 jambock

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Postado 14 de junho de 2011 - 22:16

Meus prezados:
Governo quer cias aéreas na concessão de aeroportos

A exemplo do que já ocorre em outros países, empresas aéreas poderão ter participação nos aeroportos brasileiros que forem concedidos à iniciativa privada. Embora a modelagem para a concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília só esteja prevista para ser concluída em dezembro, o presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Gustavo do Vale, afirmou hoje que o governo deseja que as companhias de aviação participem do processo.

"Particularmente, acho que pode acontecer, é convivência possível. Do ponto de vista hipotético, as aéreas podem ter terminais próprios, mas não existe estudo sobre isso, a modelagem não deve vir com esse nível de detalhe", afirmou Vale. "Mas o governo quer que elas participem", completou.

Companhias estrangeiras com experiência no setor também estariam interessadas nos aeroportos brasileiros, afirmou. Segundo Vale, porém, uma das orientações que já estão definidas para o processo de concessão busca evitar que um mesmo investidor seja sócio majoritário em mais de um aeroporto.

Vale reafirmou que a participação máxima da Infraero em cada aeroporto será de 49%, mas poderá ser inferior, dependendo da necessidade de investimentos de cada unidade. Além disso, quanto maior for o tamanho do investimento já realizado pela estatal, menor deverá ser a participação futura na expansão dos aeroportos. O cronograma da companhia prevê investimentos de R$ 5,3 bilhões até 2014 nos 13 aeroportos das cidades que sediarão a Copa do Mundo.

Em reunião com empresários na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Vale também destacou que a modelagem para a concessão - que começou a ser formulada na última sexta-feira pela Secretaria Nacional de Aviação Civil - definirá se a Infraero terá ou não poder de veto sobre questões que dizem respeito à gestão dos aeroportos. "Não posso dizer se haverá ou não, ainda é cedo para isso. Mas sem dúvida os poderes de gestão serão definidos por um acordo de acionistas que ficará definido dentro destes estudos", afirmou.

Para o presidente do Comitê de Infraestrutura da CNI, José Mascarenhas, o setor privado necessita ter segurança quanto às regras de concessão para poder investir no setor. "Nenhum direito de veto deve invadir a possibilidade de uma empresa obter retorno. Os marcos legais têm que ser claros para não haver possibilidade de mudanças no meio do caminho", disse.

Segundo Vale, após a experiência inicial com esses três aeroportos, outros também poderão ser concedidos, como Galeão (RJ) e Confins (MG). "Trata-se da atração de investimentos privados para uma área, folgando a Infraero para investir em outros aeroportos", acrescentou. Vale relatou que existem pedidos de prefeituras e governos estaduais para que a estatal também assuma as operações de aeroportos menores, fora das capitais, que começam a ter maior movimento.
fonte: Paraná on Line 14/06/2011 às 18:10:07

#2 jambock

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Postado 15 de junho de 2011 - 17:29

Meus prezados
O govêrno quer iniciativa privada nos aeroportos, mas
Interferência da Infraero pode afetar lucro em concessões de aeroportos, avalia
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) condicionou a participação das empresas privadas nas concessões de aeroportos à garantia de que não haverá interferência da Infraero nos lucros dos vencedores das licitações.

De acordo com o presidente do Conselho Temático de Infraestrutura da CNI (Coinfra), José Mascarenhas, só haverá participação de empresas particulares nas privatizações de aeroportos caso haja total segurança de retorno do capital investido.
Para ele, o governo deve deixar claro nos editais de licitação dos aeroportos de Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Viracopos (SP) que a possibilidade de resgatar o lucro será assegurada.

"É preciso que os marcos legais fiquem claros para que não haja possibilidade de mudança no meio do caminho da concessão. A transparência precisa ser total, pois o risco que as empresas correm é muito grande", disse Mascarenhas, após encontro com representantes da Infraero.

Segundos fontes do setor, existem demandas do empresariado que são determinantes para o sucesso das concessões. Há receio em relação ao poder que a Infraero terá nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs), que cuidarão da gestão dos aeroportos. Ainda não se sabe se o modelo de concessão poderá estabelecer, por exemplo, poder de veto para a Infraero em detalhes de gestão das áreas concedidas, mesmo com o capital minoritário da estatal - máximo de 49% nos empreendimentos.

Em reunião com representantes dos setores de construção pesada, transportes e siderurgia na CNI, o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, discutiu a forma como o retorno do capital investido será obtido pelas empresas, mas ainda não há definição se o aumento das tarifas será a principal ferramenta a ser usada pelo concessionário.
fonte:Tarso Veloso para Valor Econômico, via CECOMSAER 15 junho 2011
Pô! Os caras nem privatizaram ainda e já estão pensando em aumento de tarifas? Talvez não seja a principal ferramenta, mas que haverá aumento, haverá! Não basta ganhar no aumento da quantidade de pax, tem que ganhar também no aumento das tarifas!!! :ranting_1:
Na Europa os investidores esperam retorno de investimento em dez, quinze anos. Aqui, se não for em cinco, seis, não é bom negócio.

#3 Halison Bruno

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Postado 16 de junho de 2011 - 11:29

As cias terão que fazer de tudo pra terem uma boa fatia na participação dessas sociedades, pois só elas têm o interesse em segurar as tarifas por afetrem diretamente o preço final das passagens.





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