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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF

Embraer EUA

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#1 transvasp

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Posted 15 de June de 2011 - 14:01

O que os americanos estão falando do Super Tucano



Fonte: youtube

Via: Site Poder Aéreo

http://www.aereo.jor...o-super-tucano/
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#2 BlackAce

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Posted 15 de June de 2011 - 15:37

Excelente vídeo e conteúdo :wub_anim: . Quem o produziu e por quê?

#3 Landing

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Posted 15 de June de 2011 - 15:57

a propria embraer

#4 jambock

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Posted 15 de June de 2011 - 22:12

Meus prezados:
A Lt. Governor Jenifer voou o ST e ficou impressionada!
Este vídeo ressalta o aspecto político e econômico de uma possível instalação de uma fábrica de ST na Flórida.
Para um parecer técnico, de um aviador naval-reformado: http://forum.contato...or-the-mission/

#5 jambock

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Posted 01 de July de 2011 - 21:00

Meus prezados:
Com este painel, os americanos vão falar muito mais...ehehehehehe
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#6 jambock

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Posted 26 de October de 2011 - 18:32

Meus prezados:
Creio que agora o ST venceu uma etapa importante junto aos americanos.
Super Tucano ganha aval dos EUA

Turboélice militar da Embraer foi certificado pela FAA e pode, com isso, disputar contratos no maior mercado de defesa do mundo

ROBERTO GODOY

A exigente Administração Federal de Aviação (FAA), a principal agência reguladora do setor aeronáutico dos Estados Unidos, certificou o turboélice de ataque leve Super Tucano, da Embraer Defesa e Segurança, para uma série de apresentações técnicas em bases militares americanas.

A chancela cria para a empresa brasileira a oportunidade de disputar contratos no maior mercado mundial de Defesa. Segundo Luiz Aguiar, o presidente da EDS, "o Super Tucano é o avião mais avançado da categoria - combina tecnologia no estado da arte com baixos custos". O Emb-314B1, nome técnico do avião, é empregado por forças de seis países - Brasil, Indonésia, Colômbia, Chile, Equador e Burkina Fasso.

A Guatemala entra no time até o fim do ano. Em mensagem enviada semana passada ao congresso nacional, o presidente Álvaro Colom comunicou que vai comprar no Brasil seis Super Tucanos para intensificar a repressão ao tráfico de drogas nas fronteiras, além de reprimir os voos clandestinos no país.

O valor do negócio é estimado em US$ 170 milhões e cobre também um radar de vigilância fornecido pela Atech, de São Paulo, coligada da Embraer Defesa. O financiamento será feito por bancos espanhóis e brasileiros. A entrega começa no segundo semestre de 2012.

Ataque bilionário. O atestado da FAA melhora, em certa medida, a posição da aeronave na difícil disputa pela encomenda bilionária da Força Aérea dos EUA, o programa LAAR. Por US$ até 2 bilhões, o governo americano quer de 100 a 200 aviões de ataque leve e reconhecimento armado. Quatro modelos são considerados finalistas: o T-6 Texan, da Hawker-Beechcraft, turboélice, produto local; o jato italiano Alenia Aermacchi M-346; o suíço Pilatus PC; e o Super Tucano.

Apenas o Emb-314B1 foi provado em ação - acumula 18 mil horas de combate sem perdas. A Embraer tem, a seu favor, outro fator estratégico: mantém uma fábrica na Flórida, de onde saem jatos executivos Phenom.

Entre os concorrentes, a americana Hawker é a única a se apresentar na mesma condição, todavia, com ressalvas. A principal delas é a forma como o Texas 2 é desenvolvido, uma colagem de partes. O sistema de armas ainda está na fase de integração. A decisão do Departamento de Defesa é esperada para o ano que vem.

O interesse americano, não apenas por meio do LAAR, é por um avião capaz de oferecer apoio à tropa em terra. Os caças pesados são caros. O gasto com a operação, alto. A hora de voo do supersônico F-16E não sai por menos de US$ 6,5 mil, contra apenas US$ 500 do Super Tucano. Mais que isso, leva carga eletrônica embarcada equivalente. O avião operado nos EUA é da Tactical Air Defense, empresa privada que presta serviços militares sob contrato.

Apresentado em 1995, pouco após a privatização da companhia, o Emb-314 B1 foi especificado pela FAB com referências de longo prazo. Depois de 15 anos, esse cuidado revela virtudes - o Super Tucano cumpre as missões de contrainsurgência, ataque leve, interceptação de alvos de baixo desempenho e a instrução avançada, com baixo custo de operação e alto rendimento, O batismo de fogo foi em 18 de janeiro de 2007. Dois esquadrões da Força Aérea da Colômbia despejaram 4,5 toneladas de explosivos sobre as instalações de um comando das Forças Armadas Revolucionárias, as Farc.

Em março de 2008, um número não revelado de aviões bombardeou um acampamento das Farc localizado pela inteligência colombiana em território do vizinho Equador. O alvo foi iluminado por dois times de operações especiais, em terra. Foram usadas bombas inteligentes do tipo Paveway, fornecidas por Israel.

#7 jambock

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Posted 26 de October de 2011 - 19:30

Meus prezados:
Um excerto do Lebanese Air Force News:
"12.02.2010
The US is offering the Lebanese Air Force 6 to 10 Beechcraft AT-6B or Brazilian made Embraer Super Tucano fixed wing propeller light ground attack aircraft. According to the plan, the US will start the deliveries of the aircraft in 2013, and to be completed in 2015."

Há, ainda, interêsse de parte do Iraque .
República Dominicana está em processo de aquisição de 8 unidades.
El Salvador está ultimando negociações.

#8 jambock

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Posted 27 de October de 2011 - 09:29

Meus prezados:
Embraer é finalista em disputa nos EUA

O turboélice Super Tucano, fabricado pela Embraer, é um dos finalistas do programa americano LAS (Light Air Support), que prevê a compra de 20 aeronaves para missões de treinamento avançado de pilotos e operações no Afeganistão. Seu principal concorrente agora é o americano T-6, da Hawker-Beechcraft.

Segundo a Embraer, os outros dois aviões que disputavam o contrato com o governo dos EUA, o italiano M-346, da Alenia Aermacchi, e o suíço Pilatus, não estão mais no páreo.
O vice-presidente de Operações da Embraer Defesa e Segurança, Eduardo Bonini Santos Pinto, disse que a expectativa é que o resultado da concorrência seja anunciado em novembro.
"Já entregamos todas as informações que foram solicitadas pelo governo dos EUA e fizemos todas as demonstrações de voo previstas pelo programa. Não temos mais nenhuma pendência em relação a esse projeto", disse Bonini.
A Embraer, segundo ele, está bastante otimista com o desfecho da concorrência, pois acredita que tem o melhor produto, além de contar com um parceiro americano, a Sierra Nevada, que vem conduzindo os contatos em relação às exigências do governo americano.

O concorrente da Embraer no programa LAS, embora esteja sofrendo algumas alterações, com vistas a uma nova versão - AT-6B - é considerado inferior ao Super Tucano, sob diversos aspectos. O principal deles é o fato de estar em desenvolvimento, enquanto o Super Tucano está em operação há mais de sete anos e é empregado por forças aéreas de cinco países.
Além disso, já foi testado com sucesso e em combate real, não só no Brasil, como também na Colômbia, em regiões de características comprovadamente hostis. No total, segundo a Embraer, o Super Tucano acumula 130 mil horas de voo e 18 mil horas de combate sem nenhuma perda.

Embora o Super Tucano seja uma aeronave bastante competitiva e que atende perfeitamente à especificação técnica do contrato, o executivo da Embraer pondera que a decisão sobre o LAS, também poderá levar em conta fatores geopolíticos que transcendem à questão técnica.
O Super Tucano recebeu, na semana passada, a certificação da FAA (Administração Federal de Aviação, na sigla em inglês) dos EUA, principal órgão regulador aeronáutico americano. Com este certificado, a aeronave poderá iniciar uma turnê de demonstração em bases militares americanas, criando novas oportunidades de negócios para a Embraer no maior mercado de defesa do mundo.

Os EUA utilizam hoje os caças supersônicos F-16 em missões de contrainsurgência. O problema, segundo a Embraer, é que a aeronave não é a mais adequada para esse tipo de operação, pois voa muito alto e rápido, além de só conseguir permanecer 30 minutos no teatro de operações.
Já o Super Tucano é capaz de sobrevoar por mais de quatro horas, realizando missões de reconhecimento e apoio a tropas terrestres. A hora de voo do F-16 custa cerca de US$ 5 mil e a do Super Tucano US$ 500 

Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB), especialmente na região Amazônica, o Super Tucano já vem sendo considerado uma referência mundial na área de treinamento avançado e ataque leve. Segundo Bonini, a aeronave acumula até o momento um total de 180 encomendas, das quais 152 já foram entregues.
A receita obtida com a venda do modelo até agora, de acordo com a fabricante brasileira, é da ordem de US$ 1,6 bilhão. A Embraer projeta um mercado potencial de US$ 3,5 bilhões para a classe do Super Tucano, algo em torno de 300 aeronaves.

A aeronave já foi vendida para a Colômbia, Equador, Chile, Indonésia, República Dominicana, Guatemala e para dois clientes na África. O foco da Embraer com o Super Tucano são as regiões do Sudeste da Ásia, África e América Latina.
Se a Embraer ganhar o contrato do programa LAS, os aviões serão montados nos EUA, uma das exigências do governo americano para a compra de equipamentos de defesa de outros países. A fábrica provavelmente seja instalada no município de Jacksonville, na Flórida, onde a empresa já fez um contato preliminar para avaliar a viabilidade desse projeto.
fonte: Virgínia Silveira para o Valor Econômico, via CECOMSAER 27 out 2011


Edited by jambock, 16 de May de 2017 - 01:41 .


#9 jambock

jambock
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Posted 04 de November de 2011 - 14:22

Meus prezados:
Investigação pode tirar Embraer de concorrência nos EUA
Empresa é investigada pela SEC por suposto descumprimento da Lei contra Práticas de Corrupção no Exterior

Uma investigação que vem sendo conduzida pela Securities and Exchange Comission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) pode prejudicar os negócios da Embraer no mercado americano. Se considerada culpada, a empresa pode ser impedida de fazer negócios com o governo americano, multada e os executivos envolvidos podem ser condenados a até cinco anos de prisão.

Na divulgação do balanço referente ao terceiro trimestre deste ano, a Embraer comunicou que está sendo investigada pela SEC por possível descumprimento do US Foreign Corrupt Practices Act (em tradução livre, Lei Contra Práticas de Corrupção no Exterior). Essa lei proíbe empresas listadas no mercado americano de subornar oficiais de governos estrangeiros ou fazer qualquer outro tipo de pagamento ilegal em troca de benefícios nos negócios.

Segundo o comunicado da Embraer, a empresa "contratou advogados externos para conduzirem um processo de investigação interna acerca de transações realizadas em três países específicos", sem citar quais países são esses. Procurada pela Agência Estado, a Embraer não respondeu ao pedido de entrevista até o fechamento desta edição.

A investigação pode prejudicar a Embraer na disputa de um contrato de cerca de US$ 1,5 bilhão em andamento com o governo americano. Com o Super Tucano, a Embraer é uma das quatro finalistas para fornecer 100 aviões de ataque leve e reconhecimento armado para as Forças Armadas dos Estados Unidos.

A versão básica do Super Tucano custa entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. Se vencer essa concorrência, a venda para o governo americano seria a maior venda de aviões Super Tucano já realizada pela Embraer desde o seu lançamento.
Além da Embraer, estão na disputa a americana Hawker-Beechcraft, com o T-6 Texan, a italiana Alenia, com o jato Alenia Aermacchi M-346, e a suíça Pilatus Aircraft, com o Pilatus PC. Vencer essa concorrência significaria para a Embraer uma porta de entrada para o maior mercado de defesa do mundo, que é o americano.
fonte: Silvana Mautone - O Estado de S. Paulo, via CECOMSAER 04 nov 2011

Edited by jambock, 04 de November de 2011 - 14:24 .


#10 Luzspit

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Posted 04 de November de 2011 - 15:05

Bateu o desespero em alguem nos EUA, querem puxar o tapete da Embraer na cara dura
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#11 Fantinel

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Posted 04 de November de 2011 - 20:55

Não aceitam a superioridade do Tucano, agora na hora de vender o deles F-18.....

#12 jambock

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Posted 05 de November de 2011 - 15:49

Meus prezados:
Embraer descarta perdas por investigação nos EUA
Presidente da companhia diz que existe somente um "processo de averiguação" . Companhia participa de concorrência para a venda de aviões para o Departamento de Defesa norte-americano

O presidente da Embraer, Frederico Curado, afirmou não acreditar que investigações sobre denúncias de corrupção nos EUA atrapalhem a participação da empresa na concorrência para a venda de aviões para a Defesa americana, negócio avaliado em até US$ 950 milhões.

"A restrição de negócios com o governo dos EUA se dá a partir de uma condenação. Estamos em um estágio anterior, em um processo de averiguação", disse Curado. Ele disse que a empresa colabora com as investigações e que o assunto está sendo tratado com "muita seriedade".

A decisão sobre a concorrência é, segundo Curado, "relativamente iminente". Ele disse que não há previsão sobre a conclusão das investigações, conduzidas pela SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) e pelo Departamento de Justiça.

A lei anticorrupção americana proíbe que empresas listadas em Bolsas dos EUA subornem políticos ou realizem pagamentos ilegais em qualquer país do mundo. Caso sejam indiciadas ou condenadas, ficam impedidas de fazer negócios com o governo. Seus executivos podem pegar até cinco anos de prisão.

A Embraer teve perda de R$ 200 mil no terceiro trimestre, devido, principalmente, a um real mais fraco.
A empresa reduziu a previsão de receita para o ano (de US$ 5,8 bilhões) em até US$ 200 milhões devido a cancelamentos de encomendas.
fonte: Mariana Barbosa e Patrícia Campos Mello para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 5 nov 2011

#13 jambock

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Posted 08 de November de 2011 - 08:59

Meus prezados:

Embraer é alvo de protecionismo nos EUA
Congressistas pedem investigação sobre subsídios à brasileira; campanha fala de "segurança nacional"

A Embraer se tornou alvo de uma campanha protecionista nos Estados Unidos, cujo objetivo é impedi-la de vencer um contrato da Força Aérea americana de quase US$ 1 bilhão.

A empresa brasileira participa de uma concorrência da Força Aérea americana para fornecer 20 aviões (que podem chegar a 55) para serem usados no Afeganistão e nos EUA. O Super Tucano da Embraer concorre com o AT-6 da americana Hawker Beechcraft, que se associou à Lockheed Martin para a concorrência.

A ofensiva protecionista está ocorrendo em três níveis: congressistas do Kansas, onde está baseada a Hawker, requisitaram a abertura de uma investigação pelo International Trade Commission (ITC) para determinar se a Embraer está recebendo subsídios do governo brasileiro, o que seria ilegal.

Ao mesmo tempo, defensores da Hawker lançaram uma campanha de relações públicas pressionando o Departamento de Defesa a dar o contrato para a companhia americana, porque a vitória da Embraer iria "eliminar 1.400 empregos americanos em uma época de recessão" e iria "terceirizar a segurança nacional dos EUA, deixando-a nas mãos de uma empresa estrangeira".

Por fim, a Hawker se prepara para atacar a Embraer em seu flanco mais vulnerável. "Não é possível que uma empresa que é investigada por corrupção continue participando da concorrência; vamos pedir que o Congresso estabeleça uma comissão de inquérito em cima do contrato", disse à Folha Todd Tiahrt, que foi deputado por 15 anos pelo Kansas e agora é consultor da Hawker.

A Embraer é alvo de investigação da Securities and Exchange Commission (CVM dos EUA) sobre possível violação da Lei Anticorrupção no Exterior. A Embraer limitou-se a mandar uma declaração. "Essa investigação [da SEC] é apenas uma investigação, e quaisquer conclusões sobre seus resultados potenciais são prematuras", escreveu Jackson Schneider, vice-presidente de Relações Institucionais da Embraer. Procurada algumas vezes, a Hawker não se pronunciou.

O resultado da licitação estava previsto para junho. Foi adiado para setembro, e agora a expectativa é que saia até janeiro.

O ITC, braço do governo americano, está investigando a competitividade da indústria americana de jatos e as "políticas e programas de governo afetando financiamento e pesquisa de aeronaves" do Brasil, da China, da Europa e do Canadá. Funcionários do ITC já foram até o Brasil reunir informações sobre a Embraer.

A Folha apurou que, caso o relatório aponte que a Embraer recebe subsídios, a Beechcraft pode pressionar o USTR a abrir um painel na OMC.
fonte: Patrícia Campos Mello para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 8 nov 2011

#14 T-6D

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Posted 08 de November de 2011 - 09:31

E tem politico brasileiro que ainda faz lobby para a americana Boeing no caso do FX-2 .
Creio que a Embraer dificilmente vencerá essas concorrencias pois os métodos são complicados demais.
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#15 jambock

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Posted 11 de November de 2011 - 10:08

Meus prezados:
Brasileira sofre lobby
Centro de Pesquisas da direita norte-americana está unido para atacar a Embraer e oferecer o contrato da americana Hawker Beechcraft. Jeffrey Mazzella considera apavorante "uma empresa subsidiada e controlada por governo estrangeiro, às vezes hostil aos interesses norte-americanos, produzir equipamentos de defesa dos EUA".

Diz ainda que "outra arma é o populismo em meio à crise dos Estados Unidos". A Hawker pensa que, vencendo a concorrência, manterá 1.400 empregados, 800 deles no Kansas. A empresa informa que o Super Tucano vai se situar dentro das regras do programa Buy American, com 80% produzidos nos Estados Unidos. Diz mais: que o caso é semelhante ao da briga entre a Boeing e a europeia Airbus pelo contrato de sistema de reabastecimento aéreo de 18 aviões por US$ 3,5 bilhões.

Vê-se que o tema não é sério, e deseja se aproveitar da situação para maior ganho em suas atividades. Tanto assim que, às vezes, fica contra os próprios Estados Unidos.
fonte: Ari Cunha e Circe Cunha para o Corrteio Braziliense, via CECOMSAER 11 nov 2011
Põe lobby nisso! Os caras jogam pesadíssimo... :boxing:

Edited by jambock, 11 de November de 2011 - 10:08 .


#16 jambock

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Posted 12 de November de 2011 - 10:04

Meus prezados:
Em um site espanhol, publicou-se um Pilot Report da revista Aviation Week de junho passado, sobre o Super Tucano.
http://www.militar.o...ano-t34010.html
Não obstante o reporter haver gostado da aeronave, após te-la comparado ao PC-21, digo AT-6, encerra seu artigo com estas palavras:
" Apesar de seus méritos, o ST enfrenta uma batalha morro acima, na competição LAS.Os militares americanos investiram bilhões nos seus treinadores T-6 Texan II e gostariam de manter a influência destes investimentos na nova aeronave LAS. A entrada do Brasill seria como a de um novato nas forças americanas e levaria tempo para conseguir experiência em treinamento, logística e operações.”
Neste site também vemos opiniões de foristas espanhóis sobre o ST e a própria FAB. Em uma notícia sobre estágio na FAB de um aviador espanhol, é perguntado o que ele teria a aprender na FAB? Boa leitura...
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#17 Luzspit

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Posted 20 de November de 2011 - 00:42

Agora vai eim! (ou talvez não...)
http://www.aereo.jor...pport/#comments

#18 Ozires

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Posted 20 de November de 2011 - 06:11

Agora vai eim! (ou talvez não...)
http://www.aereo.jor...pport/#comments


Hawker Beechcraft loses out on big Air Force contract
By Dan Voorhis
The Wichita Eagle


Hawker Beechcraft Corp. says the Air Force has informed the company that it lost out on a military contract worth nearly $1 billion.

The company had hoped to win the Light Air Support contract with its AT-6, an armed version of its T-6 trainer. But on Friday, the company said it received a letter from the Air Force saying the AT-6 had been excluded from the competition. The company wants an explanation.

According to the company’s news release: “The letter provides no basis for the exclusion. We are both confounded and troubled by this decision, as we have been working closely with the Air Force for two years and, with our partners Lockheed Martin, CMC Esterline, Pratt & Whitney Canada, L-3 WESCAM and CAE, have invested more than $100 million preparing to meet the Air Force’s specific requirements.”

The piston planes are designed for counterinsurgency, close air support, armed overwatch and homeland security.

Hawker Beechcraft said it continues to believe the AT-6 is the most capable, affordable and sustainable aircraft in the competition based on the Air Force’s specifications. The company has said that winning the award would have kept its T-6 production line running after 2015. The company has said that 1,400 employees in 20 states – including 800 at Hawker Beechcraft in Wichita – work on the AT-6 and T-6 programs at the company and its U.S. suppliers and partners.

The company said Friday that it had no further comment, for now.

The decision appears to leave the field open to the Super Tucano built by Brazil’s Embraer for the initial contract to supply 35 with the potential for 55 aircraft worth up to $950 million. And that doesn’t include foreign sales.

The Air Force’s move surprised aircraft industry analyst Richard Aboulafia of the Teal Group.

“They seemed to be the front runner for the contract,” he said of Hawker. “They had the most infrastructure spread over the most states and the most political support.”

He said the loss is not critical to the company’s survival, but it would have been a great boost to maintaining work and workers as the company’s T-6 contract runs down.

“The challenge is to build for the military market until the civil market comes back,” Aboulafia said. “And nobody knows when the civil market will come back, probably some time next year, but there’s no guarantee.”

Analyst Wayne Plucker, industry manager for aerospace at Frost & Sullivan, downplayed the importance of the contract to the company.

“It might lead to more layoffs and other adjustments internally, but I don’t think it significantly affects them as a going concern,” he said. “They just need to find another product niche.”

He said the Super Tucano was built specifically for this kind of mission, while the AT-6 is an adaption that wasn’t perfect. Embraer has struggled to sell enough of the planes so it has priced them very aggressively.

U.S. Rep. Mike Pompeo, R-Wichita, said in an e-mailed statement that he was disappointed by the decision..

“I have already demanded answers from the Pentagon on why they made this very unfortunate decision, and will continue to do so,” he wrote. “This contract is critical both to our nation’s security and to jobs in Wichita, Kansas.”



http://www.kansas.co...11/11/18/210805 ... force.html
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#19 T-6D

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Posted 20 de November de 2011 - 08:49

Certamente a Hawker , vai fazer igual a Boeing no caso do KC-X e utilizar todos os metodos para voltar a disputa caso a Embraer vença e tentar desqualificar de toda forma e metodos o produto e a Embraer .
Tomara que não seja um mero jogo de cena.

#20 jambock

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Posted 20 de November de 2011 - 09:48

Certamente a Hawker , vai fazer igual a Boeing no caso do KC-X e utilizar todos os metodos para voltar a disputa caso a Embraer vença e tentar desqualificar de toda forma e metodos o produto e a Embraer .
Tomara que não seja um mero jogo de cena.

A Hawker, apesar de não ser a Boeing, também sabe jogar pesadíssimo. Impressionante o que alegam de empregos em jogo, mas esquecem que o ST é quase completamente americano, com um alto valor agregado, bem como ele será montado lá. As peças irão diretamente das fábricas americanas para a EMBRAER, em Javcksonville, na Flórida.





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