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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF

Embraer EUA

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348 replies to this topic

#21 transvasp

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Posted 21 de November de 2011 - 08:53

Super Tucano Ganhou mas não levou. Beechcraft excluída da competição da USAF

Postado por Alina Stewart Segunda-feira, Novembro 21, 2011




Posted ImageA Hawker Beechcraft Corp emitiu o seguinte comunicado na sexta-feira, dia 18 de novembro, depois de receber a notificação oficial da Força Aérea dos Estados Unidos, que seu Beechcraft AT-6 foi excluído de continuar no processo de licitação do programa Apoio Aéreo Leve (LAS) da USAF.


“Fomos notificados pela Força Aérea dos Estados Unidos através de uma carta que a aeronave Beechcraft AT-6 foi excluída da competição Apoio Aéreo Leve. A carta não fornece nenhuma base para a exclusão.




“Nós estamos confusos e preocupados com esta decisão, já que temos estado trabalhando em estreita colaboração com a Força Aérea por dois anos e com nossos parceiros (Lockheed Martin, CMC Esterline, Pratt & Whitney Canada, L-3 WESCAM e CAE), e investimos mais de 100 milhões dólares nos preparando para cumprir os requisitos específicos da Força Aérea. Além disso, o AT-6 foi avaliado e comprovou sua capacidade através de um programa de demonstração plurianual, financiado pelo Congresso, e conduzido pela Guarda Aérea Nacional.


Posted Image“Nós temos seguido a orientação da Força Aérea de perto e, com base no que vimos, continuamos a acreditar que estamos oferecendo a aeronave de ataque leve mais capaz, acessível e sustentável, medido segundo a solicitação da Força Aérea para a proposta. Solicitamos um esclarecimento da Força Aérea e isso será explorado em todas as opções possíveis nos próximos dias.”




A Embraer é a concorrente do AT-6 com a aeronave Super Tucano. O Programa LAS é uma competição onde a aeronave vencedora deve levar um contrato avaliado em US$ 950 milhões do Departamento de Defesa dos EUA, fornecendo um lote inicial de 35 aeronaves, podendo chegar a 55 unidades.




Posted ImagePosted Image
O Super Tucano da Embraer foi construído especificamente para este tipo de missão, enquanto o AT-6 é uma adaptação que não ficou perfeita. A Embraer tem lutado para vender as aeronaves e por isso está oferecendo o Super Tucano de forma muito agressiva.



Posted Image
Pelo comunicado da Hawker, que corria como favorita na competição por ser uma empresa já estabelecida no país e ter um lobby mais forte junto ao Congresso, ainda espera reverter essa decisão, após solicitar a revisão e a explicação do motivo que causou a exclusão.



A empresa ainda disse que ganhar o contrato teria mantido sua linha de produção do T-6 aberta até depois de 2015. Cerca de 1.400 funcionários em 20 estados – incluindo 800 na Hawker Beechcraft em Wichita – trabalhariam nos programas AT-6 e T-6 para Beechcraft e seus fornecedores dos EUA e parceiros.




Fonte: CAVOK

#22 capelini

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Posted 21 de November de 2011 - 09:26

Pelo que entndi, "ganhou mas não levou" por enquanto, né?
Caso a Beech consiga reverter a situação, aí então o Super Tucano deixa escapar esse precioso filão. Até lá, a Embraer permanece com uma mão na taça...é isso mesmo?

#23 Thiago

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Posted 21 de November de 2011 - 10:02

Chamar esse avião de T-6 é um disparate completo.
E acho que a USAF despachou logo a Beech, porque esse avião tem muitos problemas de desenvolvimento como plataforma d'armas.
Como trainer é razoável, encomendaram "uns par" lá pro JPATS, e ficou por isso mesmo.
Mas avião adaptado pra ser aeronave de ataque, sem ter condição pra isso...hahaha..
Aliás, até nisso o Tucaninho serve desde que nasceu, o Super então....

Só que mesmo jogando a Raytheon de escanteio, é melhor esperar a assinatura do contrato....
Ou será que isso seria a contrapartida de darmos uma moralzinha pro F/A-18?

Vamos ver, mas é inegável que


Super Tucano 1 X 0 Pilatus-vestido-de-noiva
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#24 capelini

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Posted 21 de November de 2011 - 10:26

Super Tucano 1 X 0 Pilatus-vestido-de-noiva


:rotflol: :rotflol: :rotflol: :rotflol:

#25 Fernando Cima

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Posted 21 de November de 2011 - 14:11

Como trainer é razoável, encomendaram "uns par" lá pro JPATS, e ficou por isso mesmo.
Mas avião adaptado pra ser aeronave de ataque, sem ter condição pra isso...hahaha..


Essa é a maior diferença entre o Super Tucano e o AT-6. O primeiro foi concebido desde o início como avião de ataque leve, enquanto o segundo é um avião de treinamento (mal-)disfarçado.
Para mim deu a lógica. O Super Tucano é disparado o melhor avião neste segmento e o único que já está pronto. O resultado não poderia ser outro.
Tomara que o contrato sobreviva aos cortes no orçamento americano e em breve tenhamos eles nas cores da USAF.

#26 transvasp

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Posted 21 de November de 2011 - 15:27


Essa é a maior diferença entre o Super Tucano e o AT-6. O primeiro foi concebido desde o início como avião de ataque leve, enquanto o segundo é um avião de treinamento (mal-)disfarçado.
Para mim deu a lógica. O Super Tucano é disparado o melhor avião neste segmento e o único que já está pronto. O resultado não poderia ser outro.
Tomara que o contrato sobreviva aos cortes no orçamento americano e em breve tenhamos eles nas cores da USAF.




Um dos maiores parceiros dos EUA na America do Sul (Colombia) é uma ótima referencia para o ST.

Um grande abraço.

#27 Landing

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Posted 21 de November de 2011 - 16:31

ainda é cedo, mas muuuuuuuuuuito cedo para comemorar!
e a embraer sabe muito bem disso!

#28 rcettolin

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Posted 21 de November de 2011 - 20:36

Não duvido de que se trata de uma manobra política para dar o contrato para a empresa americana. Lembremos o que aconteceu no caso do aviões de reabastecimento.

abraço

#29 Fireman Sam

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Posted 22 de November de 2011 - 08:05

Nestas situações só há vitórias e derrotas quando os acordos são assinados, na minha opinião a Embraer não ganhou nada, mas sim a HB é que pode ter perdido alguma coisa, mas tambem se o perdeu foi só uma batalha e não a guerra, muitos desenvolvimentos ainda estão para acontecer.

#30 jambock

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Posted 23 de November de 2011 - 09:24

Meus prezados:

Relembremos: o E-99 venceu e não levou, alegadamente por falta de capacidade para carga útil. Daí eles aparecem com um KING AIR, com muito menos capacidade...
Também há o recente caso do KC-X quando a Northrop em parceria com a EADS emplacaram o A-330 e, após ""mudança de requerimentos"" por parte do Pentágono, caiu no colo da Boeing com o 767 . . . Não precisa ser tupiniquim para tomar canelada!
A Embraer/FAB criaram mais um produto de excelência, mas esperamos que isso seja o suficiente para garantir o contrato.
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#31 jambock

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Posted 24 de November de 2011 - 09:20

Meus prezados:

Embraer perto de contrato nos EUA

Se vencer licitação da Força Aérea americana, na qual virou a única concorrente, empresa vai fornecer até 20 Super Tucanos ao país


O Super Tucano, avião de ataque leve e apoio próximo à tropa terrestre, da Embraer, está bem perto de levar o contrato da Força Aérea americana, a USAF, para o fornecimento inicial de 15 a 20 aeronaves. A encomenda vale cerca de US$ 250 milhões. O benefício maior, entretanto, é a certificação dos Estados Unidos para um produto brasileiro de considerável valor agregado e de emprego militar.

O mercado internacional para essa classe de equipamento é avaliado em US$ 3,5 bilhões, envolvendo 300 aeronaves a serem adquiridas até 2020.
A posição da Embraer Defesa e Segurança na disputa pelo programa Light Attack Air Suport (LAS) melhorou muito com a exclusão do outro finalista, o AT-6, da Hawker Beechcraft, afastado da competição na semana passada. A empresa, de Wichita, no Estado do Kansas, reagiu à decisão com perplexidade.

Em nota, disse que recebeu a informação por carta, "embora tenha trabalhado por dois anos com a USAF (no programa)". No mesmo comunicado, a Hawker Beechcraft se diz "preocupada e confusa" com o fato de a correspondência da USAF "não oferecer qualquer justificativa para a resolução". A Embraer não comentou o episódio.

O fabricante americano acumula dificuldades. Exigência do LAS, o avião apresentado não pode estar em fase de desenvolvimento. Na nota, a Hawker destaca que fez investimentos de US$ 100 milhões, "preparando o atendimento aos requisitos da Força". Porém, o avião nunca entrou em combate e só recentemente pôde realizar os testes iniciais com bombas inteligentes, guiadas a laser, no Arizona, de 28 de setembro e 5 de outubro.

O grupo divulgou que está pedindo explicações à USAF e que vencer a escolha permitiria gerar 1,4 mil empregos em 20 Estados americanos.
Já o Super Tucano está em produção desde 1999, ano do primeiro voo. Entrou em operação em 2004 - sete nações adotaram o turboélice. Os pedidos em carteira somam 180 unidades. As entregas batem em 152 aviões.

Em outubro, o modelo foi certificado pela FAA, a agência americana que regula o setor aeronáutico nos Estados Unidos. O Emb-314, nome oficial do Super Tucano, foi provado em ação. Acumula 18 mil horas de combate sem perdas. A Embraer tem, a seu favor, outro fator estratégico: mantém uma parceria com a corporação Sierra Nevada para fabricar o Super Tucano em Jacksonville, na Flórida, em complexo industrial próprio.

A decisão do Departamento de Defesa, o Pentágono, deve sair no começo de 2012. O interesse dos americanos é por um avião capaz de oferecer apoio à tropa em terra. Os caças pesados são caros. O gasto com a operação, alto. A hora de voo do supersônico F-16E não sai por menos de US$ 6,5 mil, contra apenas US$ 500 do Super Tucano.

Mais que isso, o avião brasileiro leva carga eletrônica embarcada equivalente, e cumpre a missão de contrainsurgência, ataque leve, interceptação de alvos de baixo desempenho e a instrução avançada, com alto rendimento.
O batismo de fogo foi em 18 de janeiro de 2007. Dois esquadrões de Super Tucanos da Força Aérea da Colômbia despejaram 4,5 toneladas de explosivos sobre as instalações de um comando das Forças Armadas Revolucionárias, as Farc.

Em março de 2008, um número não revelado de aviões bombardeou um acampamento das Farc localizado pela inteligência colombiana em território do vizinho Equador. No começo do mês, oito Super Tucanos da Operação Odisseia lançaram um novo tipo de bomba de precisão na base do comandante da guerrilha, Alfonso Cano.

Investigação. Apesar de estar perto de vencer a disputa, a Embraer pode enfrentar problemas nos EUA. A empresa está sendo investigada pela SEC (a CVM americana) por possível descumprimento das leis contra prática de corrupção no Exterior.
fonte: Roberto Godoy para o Estado de São Paulo, via CECOMSAER 24 nov 2011

Edited by jambock, 24 de November de 2011 - 09:21 .


#32 jambock

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Posted 25 de November de 2011 - 11:06

Meus prezados:

Embraer é alvo de campanha nos EUA

Lobbies acusam Brasil de ter história "sórdida" com o Irã na área aeronáutica para enfraquecer companhia em licitação de US$ 250 milhões

Inconformada por ter sido retirada de concorrência para a venda de 20 aeronaves para a Força Aérea dos Estados Unidos, a americana Hawker Beechcraft quer rever a decisão. O pedido será acompanhado por lobby político do Kansas e de 19 Estados envolvidos na fabricação da aeronave AT-6, sob o pretexto da transferência de 1,4 mil empregos para o Brasil.

Com a exclusão da empresa americana, os Super Tucanos, da Embraer, tornaram-se os favoritos na disputa pelo contrato de US$ 250 milhões.
A campanha pela reinserção da Hawker Beechcraft tende a ser acompanhada por ataques ao Brasil. O site de notícias na internet Redstate, um dos mais visitados pela extrema direita republicana nos EUA, acusou o Brasil, em artigo veiculado nesta semana, de ter mantido uma "longa e sórdida" história com o Irã no campo aeronáutico.

Sublinhou ainda a aproximação entre governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Teerã no campo nuclear e a utilização do avião Tucano, da Embraer, pelas forças de segurança iranianas.
Citando o Conselho sobre Assuntos Hemisféricos, o Redstate informou ter o Brasil "vendido Tucanos, da Embraer, a preços relativamente baixos" para o Irã em 1989. Com base em dados do Washington Institute, o site registrou que a Força Aérea da Guarda Revolucionária Islâmica operaria com cerca de 40 Tucanos (T-27). "De fato, os iranianos usam o Tucano como sua aeronave de apoio próximo", disse o texto do Redstate.

Potencial. O contrato para a venda de 20 aeronaves seria apenas o início de um negócio capaz de atingir a cifra de US$ 950 bilhões. Esses primeiros aviões supririam duas bases aéreas americanas no Afeganistão. Mas outras 15 aeronaves devem ser incluídas no contrato, para atender ao programa militar americano de capacitação das forças de segurança países parceiros, e mais 15 podem completar as necessidades da Força Aérea, segundo o jornal The Wichita Eagle. A entrega dos aviões deve começar em 2013.

A concorrência deverá ser decidida no início de 2012. A decisão técnica do Escritório de Contas do Governo (GAO, na sigla em inglês), porém, deverá sofrer influência política por várias razões vinculadas à questão do emprego. Esse é o tema mais delicado da economia americana, hoje com desemprego de 90%, e mais influente nas eleições presidenciais de 2012.

Sede da Hawker Beechcraft, a cidade de Wichita, no Estado de Kansas, deixaria de criar 800 empregos se os aviões AT-6 não vencerem a licitação da Força Aérea. A situação tende a ser agravada pela possibilidade de a companhia americana Boeing fechar sua planta na cidade, que responde por 2,1 mil postos de trabalho, no próximo ano. "Nós continuamos a acreditar que oferecemos a aeronave leve de ataque mais capaz, acessível e sustentável", informou a Hawker Beechcraft, em comunicado.

A bancada de Kansas no Congresso pediu nesta semana ao secretário de Força Aérea dos EUA, Michael Donley, para explicar aos representantes da Hawker Beechcraft a retirada do AT-6 da concorrência. "A questão não é apenas de a Hawker ter perdido o contrato, mas de ter sido considerada inelegível na última etapa da concorrência. Isso não faz sentido, e há certamente necessidades a serem explicadas", afirmou o senador republicano Jerry Moran, de Kansas, segundo o Wichita Eagle. "A Hawker tem grande experiência na construção dessa aeronave."

fonte: Denise Chrispim Marin correspondente em Washington do "Estado de São Paulo" 25 nov 2011
"A Hawker tem grande experiência na construção dessa aeronave". Tudo bem. Pode até ter, mas Não É ESSA AERONAVE QUE PREENCHE OS REQUISITOS DA USAF. O SUPER TUCANO É QUE PREENCHE, COM FOLGA, TODOS OS REQUISITOS!

#33 Claudio Calheiros

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Posted 26 de November de 2011 - 16:40

engraçado né? e os F-14s do Irã, foi a Rússia que vendeu?
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#34 jambock

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Posted 26 de November de 2011 - 18:00

engraçado né? e os F-14s do Irã, foi a Rússia que vendeu?

Prezado Claudio Calheiros: Muito bem lembrado! Parece que os caras da Hawker esqueceram deste pequeno detalhe. A não ser que só americano (com a devida autorização do Congresso) poderia ter vendido para o Irã. A verdade é que os caras jogam na base do "abaixo do pescoço é tudo canela". Vale tudo!
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#35 T-6D

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Posted 26 de November de 2011 - 18:19

Prezado Claudio Calheiros: Muito bem lembrado! Parece que os caras da Hawker esqueceram deste pequeno detalhe. A não ser que só americano (com a devida autorização do Congresso) poderia ter vendido para o Irã. A verdade é que os caras jogam na base do "abaixo do pescoço é tudo canela". Vale tudo!

Bem lembrado caro Jambock, ,
Aproveitando o gancho . Quando o Irã quis nacionalizar as explorações petroliferas após a queda do Xá Pharlevi e não rezar pela cartilha yankee os EUA abasteceram de tudo quanto é forma o Iraque de Saddam Hussein naquela guerra dos anos 80.
Depois de muito tempo depois o brinquedo não prestava e foi necessário gastar $ 400 bilhões ou mais para justificar sua remoção do poder porque não atendia mais aos anseios pro-EUA . Sem falar naquela desculpa esfarrapada das armas quimicas que nunca foram encontradas.
Realmente abaixo do pescoço é tudo canela .

#36 Landing

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Posted 26 de November de 2011 - 18:48

Gente, vcs vao reamente querer discutir os argumentos dos Lobistas?
argumentos qualquer sé ruela cria, acredita quem quer!
eles vao defender a industria deles até os dentes, nao importa quem esta certo ou errado.
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#37 richardsbfz

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Posted 26 de November de 2011 - 21:33

Sorte a Embraer, tá com a mão na taça, mas a HB tá roendo a unhas pensando em algo que possa fazer com que ela ganhe! Isso que é protecionismo, mal-feito, pelo menos até o momento!

#38 Fireman Sam

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Posted 26 de November de 2011 - 21:46

Toda a gente sabe que qualquer equipamento militar que contenha um parafuso que seja feitos nos USA precisa de autorização para que seja vendido para outro país, os T-27 vendidos pela Embraer para o Irão foram autorizados pelos Estados Unidos, basta ver os motores que o treinador da Embraer utiliza... Ou seja isto é conversa para boi dormir...

#39 jambock

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Posted 28 de November de 2011 - 13:55

Meus prezados:
Embraer - Atuação do governo pode manter chances

A Embraer Defesa precisa do governo para manter as chances de receber o contrato da venda dos Super Tucano de ataque leve para a Força Aérea dos EUA. A encomenda de 15 a 20 aeronaves vale cerca de US$ 250 milhões, mas é apenas inicial - o lote completo, ainda não definido, chega a US$ 1 bilhão. Além disso, a encomenda dá ao produto brasileiro a chancela do Pentágono.

A equação das discussões tem duas vertentes. Uma delas é o requisito de que a produção das aeronaves seja feita em território americano. Essa é fácil. A Embraer tem um centro industrial na Flórida. Se vencer, o consórcio vai gerar 50 empregos qualificados em Jacksonville e cerca de 1.200 outros na rede de fornecedores.

A segunda é a seleção F-X2, da Força Aérea Brasileira, para compra de 36 caças avançados. A americana Boeing é finalista com o F-18E/F Super-Hornet, ao lado da sueca Saab, com o Gripen NG, e a francesa Dassault, com o Rafale.

Embora o produto dos EUA tenha longa folha de bons serviços em combate, a proposta da Boeing esbarra na transferência de tecnologia - fundamento da decisão da FAB. Essa é difícil. Nesse ponto é que o Palácio do Planalto precisa entrar no cenário, sentar-se à mesa e negociar.

A Embraer já amargou frustração numa licitação do Pentágono. Em 2004, o governo americano anunciou vitória da empresa na licitação para venda de jatos de inteligência. Os ERJ-145 serviriam de plataforma para um sistema de coleta de informações, vigilância e reconhecimento no campo de batalha,

O contrato, entre US$ 7,5 bilhões e US$ 10 bilhões, cobria 58 aviões. Logo um intenso movimento das indústrias aeroespaciais dos EUA contra a resolução do Departamento de Defesa teve inicio. A assinatura do contrato sofreu três adiamentos. A concorrência foi anulada.
fonte: Roberto Godoy - Defesanet -25 de Novembro, 2011 - 09:19 ( Brasília )

Edited by jambock, 28 de November de 2011 - 13:59 .


#40 F.Duarte

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Posted 29 de November de 2011 - 17:15

http://www.defesanet...uta-com-Embraer





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