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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

A saga do Super Tucano na concorrência da USAF

Embraer EUA

Já existem 215 respostas neste tópico, contribua você também!

#201 jambock

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Postado 26 de março de 2012 - 12:13

Meus prezados:

'Vamos ganhar de novo licitação nos EUA'



O presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar disse que a empresa não trabalha com a hipótese de que a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) irá mudar os requisitos do programa LAS (Light Air Support), no novo processo de seleção que pretende abrir para a compra de aeronaves na categoria do Super Tucano.

"A posição da Embraer é clara. Vamos completar o que está faltando e ganhar de novo, porque não existe nenhum outro concorrente no mundo com a especificação que foi pedida", afirmou.
Segundo Aguiar, se houve falhas no processo, a Embraer não teve nada a ver com isso. "O problema foi interno e a própria Força Aérea americana admitiu isso e fez questão de inocentar a Embraer".

Para ele, no requisito feito pela USAF para o programa LAS, está bem claro que o projeto não pode ter custos não recorrentes de desenvolvimento. "Isso significa que eles não querem um avião protótipo e sim um produto já testado e em operação, como é o caso do Super Tucano", explicou.
O concorrente da Embraer no programa LAS, conhecido como AT6B, é uma nova versão do anterior AT6, e ainda está em fase de desenvolvimento. O Super Tucano está em operação há mais de sete anos e é empregado por Forças Aéreas de cinco países.

Além disso, já foi testado com sucesso e em combate real, não só no Brasil, como também na Colômbia. No total, segundo a Embraer, o Super Tucano acumula 130 mil horas de voo e 18 mil horas de combate sem nenhuma perda.
Segundo a Embraer, somente na América Latina, o mercado potencial para o Super Tucano é estimado em 81 aeronaves até 2025, um negócio que pode superar a cifra de US$ 1 bilhão. A empresa acumula 182 encomendas, das quais 158 já foram entregues.

As vendas do modelo somam até agora US$ 1,6 bilhão. A Embraer projeta um mercado potencial de US$ 3,5 bilhões para a classe do Super Tucano (300 aeronaves). O avião já foi vendido para Colômbia, Equador, Chile, República Dominicana, Guatemala, Indonésia e dois clientes na África. O foco da Embraer com essa aeronave são as regiões do sudeste da Ásia, África e América Latina.

Para a Colômbia, onde a Embraer entregou um total de 25 Super Tucano, a Embraer está fazendo o primeiro contrato de exportação de serviços de modernização de aeronaves militares. "Estamos modernizando a frota de 14 aeronaves T-27 da Colômbia, uma versão anterior ao Super Tucano", revelou Aguiar.
fonte: Valor Econômico, via CECOMSAER 26 mar 2012

#202 PA34

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Postado 26 de março de 2012 - 16:03

Tem o caso recente no Equador... [= Abç

#203 transvasp

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Postado 29 de março de 2012 - 07:57

Hawker Beechcraft prepara pedido de concordata



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A Hawker Beechcraft, fabricante de aeronaves controlada pelo braço de private equity do Goldman Sachs e pela Onex, está preparando um pedido de concordata, disseram fontes próximas ao assunto. A Hawker contestou na Justiça dos Estados Unidos a decisão que concedeu a licitação de compra de aeronaves da Embraer.


A empresa, que foi comprada em 2007 por US$ 3,3 bilhões pelas empresas de private equity, está negociando uma concordata pré-estabelecida com seus maiores credores, grupo que inclui a Centerbridge Partners, Angelo Gordon e Capital Research & Management, disseram as fontes.

A Centerbridge, uma empresa de investimentos sediada em Nova York com foco em aquisições alavancadas e em ativos de risco elevado, é o maior credor, disseram as fontes. A Hawker e a Onex se recusaram a comentar. O Goldman Sachs e os credores não puderam ser imediatamente contatados.


Esses credores provavelmente forneceriam financiamento “debtor-in-possession” (na sigla em inglês, DIP, uma linha de crédito para empresa concordatais) para permitir à Hawker continuar a operar sob concordata, disseram as fontes. Uma das fontes disse que o financiamento deve ser de menos de US$ 500 milhões, mas alertou que o número não é final e pode ser alterado.


O Goldman Sachs Capital Partners, fundo de private equity do banco, e a maior empresa de aquisições do Canadá, a Onex, compraram a Raytheon Aircraft da Raytheon no início de 2007, no ápice do boom das aquisições, e renomearam-na Hawker Beechcraft.


A Hawker disse na terça-feira que chegou a um acordo com credores que providenciará à empresa um empréstimo de US$ 120 milhões e adiará as obrigações da empresa para garantir pagamentos de juros. O acordo, que deve expirar no final de junho, dará tempo à Hawker para finalizar os detalhes de uma concordata pré-estabelecida com seus principais credores, disseram as fontes.


FONTE: Reuters, via Portal Terra



Via: Poder Aéreo

#204 jambock

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Postado 29 de março de 2012 - 11:14

Prezado transvasp:
Está explicado o desespêro da Hawker Beechcraft em recorrer da licitação. Ela já está sentindo que novamente irá perder e está se antecipando, entrando em concordata.

Retaliação pura e simples



“Estamos deixando nossos parceiros na mão.” (Confissão do general-comandante da Força Aérea dos Estados Unidos)
Está na cara, para quem tem olhos pra enxergar e ouvidos para escutar, que o cancelamento pelo governo americano da compra de aviões Super Tucano da Embraer não passa de uma retaliação. As justificativas apresentadas para desfazer o contrato são pura fajutice. Conversa mole para boi dormir, como se diz na saborosa linguagem roceira.
O próprio comandante da Força Aérea dos Estados Unidos, general Norton Schwartz, por mais que se esforçasse, não conseguiu ocultar o constrangimento, consciente da inexistência de argumentos técnicos que pudessem embasar a decisão tomada por Washington.

“Uma das coisas com as quais estou mais triste, sem mencionar a vergonha que esse fato traz para nós, como Força Aérea, é que estamos deixando nossos parceiros na mão aqui”, disse Schwartz. Os parceiros deixados na mão a que se refere é a Embraer, que por conta do contrato montou fábrica na Flórida para o melhor atendimento dos clientes.
E por que mesmo a contundente represália? Elementar, dr. Watson. O governo dos Estados Unidos está mandando para bom entendedor recado curto e grosso, quanto à disposição brasileira em promover o reaparelhamento da frota da FAB. Sem essa, é o que manda dizer, de optar por jatos franceses Rafale, ou por caças suecos.
Os aviões “recomendados” são os F-18, da Boeing, disponha-se ou não essa empresa norte-americana a trazer, com os aviões, tecnologia de ponta para sua fabricação em território brasileiro. Simples, assim.

Resta saber agora como o governo brasileiro irá se comportar diante dessa provocativa encenação de cunho político-comercial.
Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil da Presidência, determinou ao ministério das Relações Exteriores que questionasse o governo do Irã sobre a prisão e condenação à morte do pastor evangélico Youssef Madarkhani. A condenação do religioso foi “motivada” pela circunstância de haver se convertido do islamismo ao cristianismo.
A grande mídia brasileira praticamente ignorou esse posicionamento brasileiro, firme e vigoroso, coerente com a política de direitos humanos, de óbvia repercussão internacional, de crítica contundente a mais esse atentado à liberdade praticado pelas autoridades persas. Muito estranhável esse procedimento dos órgãos de comunicação, sobretudo quando se tem presente que, em ocasiões recentes, muitos deles abriram as baterias para reprovar de forma acerba o governo brasileiro por “mostrar-se tolerante” com violações aos direitos fundamentais no país dos fanáticos aiatolás.
fonte: Cesar Vanucci para Observatório da IMprensa, via CECOMSAER 28 mar 2012

#205 jambock

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Postado 01 de abril de 2012 - 22:53

Meus prezados:
Governo dos EUA reabrirá disputa por avião militar
Regras para licitação nos EUA saem em abril.Temor de empresa brasilera é que as novas exigências tornem o contrato sob medida para a Hawker Beechcraft

Investigação sobre motivos que levaram ao cancelamento do contrato com Embraer ainda não foi concluída.
Depois de cancelar contrato de US$ 355 milhões (cerca de R$ 650 milhões) com a Embraer, a Força Aérea dos Estados Unidos prepara nova seleção para a compra de 20 aviões turboélices destinados à missão no Afeganistão.

Só as americanas Sierra Nevada, parceira da fabricante brasileira no projeto do Super Tucano, e a concorrente Hawker Beechcraft poderão disputar a compra.
"Depois de estudar as circunstâncias do cancelamento, a Força Aérea decidiu fazer uma emenda ao contrato", disse o órgão à Folha.

Segundo porta-voz da força americana, as novas exigências deverão ser anunciadas em abril. As duas companhias terão então de refazer suas propostas.
A Embraer informou que aguarda a divulgação dos requisitos para se posicionar sobre a sua participação.

O contrato original foi vencido em dezembro pela Embraer e cancelado em fevereiro em resposta à ação impetrada pela Hawker Beechcraft na corte federal dos EUA.
Desclassificada da disputa em novembro, a Hawker argumenta, na ação, que a Força Aérea não apresentou os motivos de sua eliminação.

Além da ação judicial, a Hawker apelou para o nacionalismo e para a necessidade de preservação de empregos em um momento de crise para pressionar por uma nova concorrência.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL

A decisão ocorre em um momento delicado para a fabricante americana, que tenta renegociar suas dívidas, que passam de US$ 2 bilhões.
A empresa estaria se preparando para entrar com pedido de recuperação judicial, segundo reportagem da agência Reuters publicada na quarta-feira e que cita fontes não identificadas.

Mesmo que consiga garantir esse fornecimento para a Força Aérea dos EUA, por seu porte, ele dificilmente resolveria o problema de endividamento da companhia, que ainda enfrenta as consequências da queda da demanda por jatos executivos desde o início da crise de 2008.

Na quinta-feira, a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota da empresa, de CCC para CC. Na eventualidade de um novo rebaixamento, a empresa entra no grau de risco de "calote seletivo".
Em São José dos Campos, sede da Embraer, o temor é que os novos requisitos tornem a disputa favorável ao fabricante americano.

Não será a primeira vez que a Força Aérea americana terá cancelada uma disputa vencida por um estrangeiro, entregando o contrato a um fabricante americano. No começo do ano passado, a europeia Airbus venceu a disputa para fornecer aviões-tanque para a Força Aérea, mas quem levou foi a Boeing.

INVESTIGAÇÃO

O porta-voz da Força Aérea disse que a investigação interna sobre os problemas que levaram ao cancelamento do contrato com a Embraer ainda está em curso. "Vamos fornecer mais informação assim que ela estiver disponível."
fonte: Verena Fornetti e Mariana Barbosa para a Folha de São Paulo 30 mar 2012

#206 jambock

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Postado 05 de abril de 2012 - 22:10

Meus prezados:
USAF pretende ajustar os termos do LAS e não refazer todo processo
A Força Aérea dos EUA disse nessa segunda-feira que vai alterar, ao invés de refazer, os termos da competição que poderá chegar a US$ 1 bilhão para fornecer aviões de ataque leve para o Afeganistão.
A empresa privada Sierra Nevada e a brasileira Embraer venceram a Hawker Beechcraft no programa Light Air Support (LAS) em dezembro.

Mas a Força Aérea dos EUA cancelou a adjudicação do contrato inicial, avaliada em US$ 355 milhões, quando descobriu um erro enquanto se preparava para uma ação movida pela Hawker, contestando a decisão no tribunal federal de reclamações.
A USAF não deu detalhes sobre as alterações propostas.

O tenente-coronel da Força Aérea Wesley Miller disse que o serviço ainda estava trabalhando nos detalhes, mas espera liberar a emenda neste mês. Ele acrescentou que uma investigação separada para o processo de aquisição está em andamento. Apenas a Sierra Nevada e sua rival para o contrato, a Hawker Beechcraft, estariam permitidas para apresentar as propostas, disse ele.

A Força Aérea dos EUA no mês passado abruptamente rescindiu o contrato com a Sierra Nevada para os 20 aviões de ataque leve Super Tucano, depois que descobriu que a documentação estava inadequada para o prêmio durante a preparação para o processo Hawker. O serviço anunciou no dia 23 de março que estava estendendo uma investigação sobre o erro da contratação.

O incidente teve um grande impacto nas notícias no Brasil, onde funcionários do governo foram pegos de surpresa pelo cancelamento da encomenda por Washington para o avião Super Tucano. O problema pode ser levantado quando a presidente brasileira, Dilma Rousseff visitar Washington na próxima semana.
Oficiais da Força Aérea descreveram o incidente como constrangedor e decepcionante, especialmente tendo em conta uma série de problemas na aquisição de outros aviões na última década.

Eles esperam poder investigar o assunto rapidamente e avançar com uma nova competição para garantir que o governo afegão possa ainda receber em breve uma encomenda inicial para construir a sua força aérea. Um funcionário da Defesa disse que o serviço estava levando mais tempo para concluir porque a Força Aérea queria ter certeza que a documentação padrão não seja um problema sistêmico em todo o serviço.
A Sierra Nevada está buscando uma rápida retomada do concurso e que espera que não sejam reduzidos os requisitos estabelecidos em comparação com as propostas originais, a partir do qual o Hawker Beechcraft AT-6 estaria desclassificado.

A Sierra Nevada disse que os Super Tucanos da Embraer estão em uso por seis forças militares ao redor do globo.
A Hawker tem insistido que seu avião AT-6 é a aeronave de ataque leve mais capaz, acessível e sustentável no mercado. A empresa está pedindo que a Força Aérea reveja as suas exigências de avião de ataque leve, argumentando que nem mesmo os jatos dos EUA na linha de frente de combate poderiam satisfazer os requisitos como estão escritos.

A Hawker na segunda-feira entrou formalmente com o pedido de concordata com vários credores grandes, dando-lhe “tempo e flexibilidade para reestruturar a folha de débitos da companhia e colocar a Hawker Beechcraft numa melhor posição no longo prazo”, disse Steve Miller, presidente-executivo da empresa que foi adquirida pela Goldman Sachs em 2007.
fonte: CAVOK via CECOMSAER 5 abr 201´

#207 jambock

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Postado 11 de abril de 2012 - 10:33

Meus prezados:

Embraer quer prazo para produzir para EUA

Empresa diz que participa de leilão da Força Aérea se data para entrega de aeronaves, marcada para daqui a um ano, for adiada



A Embraer deixou claro ontem que somente participará de uma nova licitação da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) para a compra de aviões de combate leve se os requisitos forem os mesmos da concorrência cancelada no final de fevereiro. A única mudança exigida pela companhia brasileira é a prorrogação do prazo de entrega das primeiras aeronaves, antes definida para 23 de abril de 2013. Conforme anunciou no final de março, a USAF deve lançar o novo edital nas próximas semanas.


Ao contrário do que informou à imprensa, a presidente Dilma Rousseff cobrou duas vezes do presidente dos EUA, Barack Obama, anteontem, a preservação da escolha inicial da USAF. "Os EUA sempre falaram em respeito aos contratos. Como é que, agora, não respeitam um deles?", questionou Dilma na sua conversa com Obama, na Casa Branca, e quando ambos se apresentaram diante dos comandantes de empresas dos dois países.

Ontem, o presidente da Embraer, Frederico Curado, insistiu a jornalistas brasileiros e estrangeiros não ser essa venda crucial por seu valor - um total de US$ 350 milhões para o primeiro lote de 20 aviões, a ser entregue pelos EUA à futura Força Aérea do Afeganistão.
A importância do contrato estaria no seu objetivo estratégico. A operação com o Departamento de Defesa, explicou ele, vale como um "selo de qualidade" para os Super Tucanos. Ela estimularia a empresa a avançar em nichos do mercado de aviação militar e daria impulso a projetos específicos, como a montagem cargueiro KC 390.

"Considerando a reabertura do processo de licitação, esperamos que haja coerência com o que foi avaliado no processo anterior", afirmou. "O Super Tucano não é só o melhor avião dessa categoria, mas é o único. Estamos confiantes", completou Curado.
Vitória cancelada. A Embraer fora anunciada vitoriosa na licitação da USAF no final de dezembro, depois da desqualificação da companhia americana Hawker Beencraft por não ter cumprido requisitos. A Hawker competia com os aviões AT-6, produzidos em sua planta em Wichita (Kansas).

Em 28 de fevereiro, entretanto, a Força Aérea anunciou o cancelamento do processo de compra, sob o argumento de ter havido problemas com a documentação. Uma investigação foi aberta para apurar o erro.
A decisão frustrou a Embraer, segundo Curado. Mas também surpreendeu o Departamento de Estado, o comando do Pentágono e a Casa Branca.
Questionado se teria sido provocada por incompetência da burocracia da USAF ou por pressões políticas, Curado acabou por concordar com a primeira alternativa. "Se o processo for retomado sem mudanças, com as mesmas especificações técnicas, nós seremos selecionados de novo. Isso significa não ter havido interferência política no cancelamento."

Políticos do Estado do Kansas, entretanto, movimentaram-se em Washington em favor de uma revisão no processo de compra, como meio de favorecer a Hawker. Neste ano de eleição presidencial nos EUA, o pré-candidato republicano Newt Gingrich criticou duas vezes a vitória da companhia brasileira nessa concorrência como exemplo de negligência do governo Obama em sua missão de gerar empregos no país. Gingrich omitiu o fato de a Embraer planejar produção desses Super Tucanos em Jacksonville, Flórida.
fonte: Denise Chrispim Marin para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 11 abr 2012

#208 RICARDO MOTTI

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Postado 13 de abril de 2012 - 23:55

Capítulo 30 da novela ...

Fonte: AFP


13/04/2012 - 18h46

Força Aérea dos EUA convoca Embraer e Hawker para nova licitação

WASHINGTON, 13 Abr 2012 (AFP) - A Força Aérea americana anunciou nesta sexta-feira que vai convocar a fabricante brasileira de aeronaves Embraer e a americana Hawker Beechcraft para uma nova licitação para a compra de aviões para serem utilizados no Afeganistão.

A própria Força Aérea americana tinha anunciado, no final de fevereiro, o cancelamento de um contrato no valor de US$ 380 milhões para a compra de 20 Super Tucanos do consórcio Embraer-Sierra Nevada, depois de uma ação legal da rival local Hawker Beechcraft Corp, algo que irritou as autoridades brasileiras.


Comandantes da instituição vão se reunir na terça-feira, dia 17 de abril, com representantes de ambas as companhias separadamente, para rever detalhes sobre os termos da licitação, segundo um comunicado.


De acordo com a nota, "a Força Aérea espera publicar os termos da licitação até o dia 30 de abril".

A anulação do contrato com a Embraer ameaça, por sua vez, prejudicar os interesses da americana Boeing na licitação lançada pelo governo brasileiro para a compra de 36 caças, por um total de US$ 5 bilhões, na qual competem o Rafale da francesa Dassault, e o Gripen da sueca Saab, além do próprio F-18 da Boeing.




#209 jambock

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Postado 14 de abril de 2012 - 23:48

Meus prezados:
Dilma interrompe Obama para comentar sobre Embraer

CARTAGENA - A presidente Dilma Rousseff interrompeu neste sábado um discurso do presidente dos EUA, Barack Obama, com um comentário para mostrar como os países em desenvolvimento podem competir com as economias avançadas. O episódio ocorreu durante a Sexta Cúpula das Américas, que acontece em Cartagena das Índias, na Colômbia.

Obama estava falando sobre os avanços de alguns países da América Latina, em especial o Brasil, onde agora existe "uma próspera classe média", que representa uma oportunidade de negócio para as empresas norte-americanas. "De repente eles estão interessados em comprar iPads, interessados em comprar aviões da Boeing", comentou.
Dilma o interrompeu e disse "ou Embraer", se referindo à fabricante brasileira de aeronaves.

Após o repentino aparte, que foi recebido com palmas e risos da plateia, Obama continuou, dizendo que "a questão é que esse é um mercado para nós". Ele também comentou que os EUA não estão importando apenas commodities da América Latina, mas também bens industrializados, produtos acabados. Essa é uma das cobranças do Brasil e de outros países da região. "É uma via de duas mãos", disse o presidente norte-americano.

Em dezembro do ano passado, o governo dos EUA escolheu a Embraer para fornecer 20 aviões do modelo Super Tucano AT-29, por US$ 355 milhões, como parte de seu plano para armar o Exército do Afeganistão. Mas em fevereiro deste ano a Força Aérea cancelou a licitação, após um questionamento jurídico da rival da Embraer na disputa, a norte-americana Hawker Beechcraft. Agora o certame será reaberto e a Embraer já disse que deve participar novamente
fonte: Álvaro Campos - Agência Estado

#210 jambock

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Postado 18 de abril de 2012 - 18:35

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Embraer teme falta de transparência e ameaça desistir de licitação nos EUA

Mudança. Em parceria com a americana Sierra Nevada, a Embraer havia sido considerada vencedora numa concorrência encerrada em dezembro de 2011, mas o resultado foi anulado em março, e a Força Aérea dos EUA decidiu que vai "recomeçar do zero" o processo

A Embraer ameaça desistir da concorrência da Força Aérea dos Estados Unidos para a compra de 20 aviões de combate leve para uso no Afeganistão. A empresa está preocupada com a "radical" decisão dos EUA de "recomeçar do zero" o processo de licitação.
Ontem, a Força Aérea americana apresentou o rascunho da nova concorrência para a compra das aeronaves, um contrato de US$ 355 milhões. O novo vencedor será conhecido apenas em janeiro de 2013, com a entrega dos aviões prevista o terceiro trimestre de 2014 - um atraso de 15 meses do prazo original.

"Estamos vendo com muita preocupação a decisão da Força Aérea americana de recomeçar o processo do zero. É uma decisão muito radical", disse ao Estado, Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. "Não faz sentido perder um ano de trabalho".
Em dezembro do ano passado, a Embraer e sua parceira americana Sierra Nevada Corporation foram consideradas vitoriosas na licitação, com o avião Super Tucano, que já é utilizado em nove países.

A decisão ocorreu após a desclassificação da também americana Hawker Beechcraft por falta de qualidade técnica de sua aeronave.
Pressionada pelo Congresso, que questiona o contrato com a empresa brasileira em um ano eleitoral, a Força Aérea americana anulou a licitação em março, alegando que não estava satisfeita com a documentação.
A situação chegou a criar um impasse entre Brasil e EUA e o assunto foi tratado pela presidente Dilma Rousseff em visita ao colega Barack Obama em Washington. Até ontem, a expectativa da Embraer, com base nos relatos da própria Força Aérea americana, é que seriam feitos ajustes pontuais e não uma revisão completa do processo.

Ainda não está confirmado, pois as empresas só vão receber as regras por escrito nos próximos dias, mas é possível que a nova licitação não exija a realização de testes dos aviões e também não considere os resultados dos testes anteriores. A possibilidade é vista com receio pela Embraer, pois pode significar uma manobra para escolher o avião da Hawker Beechcraft.
"É como comprar um carro sem fazer um test drive", comparou Aguiar. "Temos certeza da nossa vitória, se o processo for por mérito. Se não houver transparência, não vamos participar."

Justiça. A Sierra Nevada Corporation, parceira da Embraer no negócio, entrou ontem com uma ação pedindo que a Justiça americana reveja os resultados da investigação promovida pela Força Aérea americana, que decidiu reiniciar a licitação.
"É importante para uma competição transparente que a Justiça reveja o processo, determinando inclusive se as ações propostas são razoáveis e justificáveis", disse Taco Gilbert, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Sierra Nevada em comunicado.

A expectativa da Embraer e da Sierra Nevada é que a Justiça possa obrigar a Força Aérea americana a corrigir apenas os problemas pontuais que encontrou na concorrência, mas mantendo boa parte do processo, inclusive o resultado final.
A ação da Embraer/Sierra Nevada se juntou ao processo aberto pela Hawker Beechcraft contra a Força Aérea americana quando foi desclassificada da concorrência. Sediada no Kansas, a Hawker Beechcraft enfrenta uma situação financeira delicada e está perto de pedir concordata. Procurada pela reportagem, não retornou as ligações.
fonte: Raquel Landim para Defesanet

#211 jambock

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Postado 06 de maio de 2012 - 02:54

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#212 T-6D

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Postado 06 de maio de 2012 - 07:33

View Postjambock, on 06 de maio de 2012 - 02:54 , said:

Meus prezados:


Vale tudo nesta guerra para não deixar a Embraer ganhar.

#213 Aces High

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Postado 06 de maio de 2012 - 11:01

Daí dá pra ver como funcionam os meios de comunicação e a força dos interesses que estão por trás de tudo. Taí, sem teoria da conspiração alguma.

#214 Sydy

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Postado 06 de maio de 2012 - 11:39

Hahahaha

Rir para não chorar! Eles estão desesperados!

Abcs,

Sydy

#215 jambock

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Postado 08 de maio de 2012 - 10:40

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Novo edital nos EUA pode beneficiar rival da Embraer

Uma mudança na concorrência para escolher o fornecedor de caças para a Força Aérea dos Estados Unidos no programa LAS (apoio aéreo leve) pode beneficiar a Hawker Beechcraft, rival da Embraer na disputa de US$ 355 milhões.

Diferentemente da primeira concorrência, cancelada em fevereiro, o novo edital descarta a necessidade de um voo teste dos equipamentos em disputa.
A Beechcraft seria beneficiada pelo fato de estar oferecendo uma aeronave ainda em fase de desenvolvimento, o AT-6, ao contrário do Super Tucano da Embraer, já utilizado em missões, como no combate às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

“À primeira vista, sim, (a mudança) ajuda (a Beechcraft). Vender para americano é algo complexo. Mas o avião brasileiro tem grandes chances. O Super Tucano talvez seja o único (avião) para o que eles querem. Tem excelente rendimento e armamento, capacidade para levar bombas”, disse o professor da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora-MG), Expedito Bastos, especializado no mercado de defesa.

Lobby. Para Bastos, o momento seria de atrelar a concorrência do LAS ao programa F-X2, que prevê a compra bilionária de caças supersônicos pela Força Aérea Brasileira, no qual a norte-americana Boeing concorre com a sueca Saab e a francesa Dassault.
“(A união das concorrências) é bom para nós, que acabamos com uma novela de 15 anos (F-X2) e para a Embraer, que coloca seu avião na maior vitrine do mundo. O Brasil tinha que aproveitar a chance, é uma oportunidade única. No passado, já ganhamos e não levamos. Temos que fazer nosso ‘lobby’”, disse Bastos.

Alteração. Após receber uma minuta das exigências do novo contrato, já com as alterações, o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, havia dito que não considerava a retirada do voo teste um fator determinante na disputa.
“Não seríamos necessariamente prejudicados, (a não realização do voo teste) não seria determinante. Não somos uma empresa que desiste facilmente das coisas”, afirmou Frederico Curado, durante teleconferência com jornalistas para analisar o primeiro trimestre de 2012 da empresa.

Outras alterações no contrato são a inclusão de preços fixos para equipamentos de apoio, a manutenção dos valores no caso de novas encomendas e a falta de exigência da participação de pequenas empresas no projeto.
Dificuldade. No final da última semana, a Beechcraft entrou em processo de concordata para quitar sua dívida de US$ 2,5 bilhões.
O programa LAS irá selecionar aeronaves a serem utilizadas em missões no Afeganistão contra insurgência de rebeldes. O vencedor será anunciado no início de 2013. As entregas estão programadas para o final de 2014.
ENTENDA O CASO
a concorrência
-20 aeronaves
-US$ 355 milhões
-Cancelada sob a alegação de falhas na documentação
-Como pano de fundo, está a pressão feita por congressistas do Kansas, onde fica a sede da concorrente da Embraer, a Hawker Beechcraft, para evitar que a fabricante brasileira levasse a melhor na disputa
Cronologia
-2011: Super Tucano da Embraer e o AT-6 da norte-americana Hawker Beechcraft são os finalistas do programa que destinaria aviões para operações no Afeganistão
-Novembro de 2011: Força Aérea dos EUA anuncia a exclusão do avião norte-americano
-29 de dezembro de 2011: É anunciado o resultado da concorrência, com vitória da Embraer
-Janeiro de 2012: EUA suspendem temporariamente a compra
-28 de fevereiro de 2012: compra é cancelada em definitivo
-Abril de 2012: Força Aérea decide reabrir concorrência
-4 de junho: Prazo final para entrega dos novos projetos
-Início de 2013: Anúncio da proposta vencedora
Fabricante vai à feira de aviação na Suíça
A Embraer participa da 12ª Mostra e Convenção de Aviação Executiva Europeia (Ebace), na Suíça de 13 a 16 deste mês. Os jatos Phenom 100 e 300, Legacy 650 e Lineage 1000 serão apresentados na exposição estática. Ernest Edwards, presidente da Aviação Executiva da Embraer, apresentará os produtos na feira, que vai contar ainda com demonstrações dos jatos.
fonte: Arthur Costa para o Jornal O Vale, via CECOMSAER 8 maio 2012

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Postado 09 de maio de 2012 - 08:40

Aconteceu ao contrário: a mudança deve beneficiar a Embraer e deixar a Hawker enfraquecida na disputa:


08/05/2012 - 17h55
Embraer participará de nova concorrência da Força Aérea dos EUA




MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO
Atualizado às 19h00.
A Embraer informou que vai participar do novo processo de seleção da Força Aérea dos Estados Unidos para a aquisição de aviões de ataque leve. As novas regras foram publicadas na sexta-feira.
O presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, informou que se o processo de seleção for "justo, competitivo e transparente", o avião Super Tucano deverá ser novamente selecionado.
"Vamos para a competição com um pouco de preocupação pois já tínhamos assinado o contrato. Mas com as novas condições, que dão um peso importante para a experiência passada dos aviões em combate, acreditamos que vamos vencer novamente."
Dentre as novidades que agradaram à fabricante brasileira está a exigência de comprovação de experiência efetiva em operações de contrainsurgência. Essa experiência deve ser atestada por meio de correspondência enviada pelas forças aéreas de países que já utilizaram o avião em combate.
O avião Super Tucano da Embraer está em uso em seis nações, incluindo a Colômbia, o Equador e Burkina Fasso, na África.
Já o avião da concorrente Hawker Beechcraft ainda é um protótipo, tendo sido desenvolvido a partir do projeto de um avião treinador para essa concorrência.
As empresas deverão apresentar suas propostas no dia 18 de junho.

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O Caça Super Tucano, projetado para ataque e treinamento

Em abril, o Departamento de Estado dos EUA disse considerar "muito importante" que a Embraer participe da nova concorrência para o fornecimento de aviões de ataque leve para as tropas americanas no Afeganistão.
Segundo Thomas Kelly, primeiro sub-secretário-assistente da divisão de assuntos político-militares, o cancelamento da disputa, vencida pela Embraer no final do ano passado, "não teve nada de político" --referência às críticas de que a Força Aérea teria se curvado ao lobby político da concorrente Hawker Beechcraft.
"A decisão não teve nada a ver com a Embraer nem teve nada de político", disse Kelly, na ocasião. "O cancelamento ocorreu após uma investigação interna apontar a necessidade de rever procedimentos internos relacionados à qualidade da documentação."
O CASO
A Força Aérea dos Estados Unidos cancelou, em fevereiro, o contrato de US$ 355 milhões para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, citando problemas com a documentação.
O negócio estava suspenso desde janeiro.
O órgão disse que iria investigar e refazer a licitação, que também foi contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft após sua aeronave AT-6 ser excluída da competição --o que levou o negócio a ser suspenso no começo de janeiro. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.
O contrato, em negociação há um ano, gerou resistências, principalmente entre congressistas do Kansas, Estado-sede da Hawker. Pedidos de investigação internacional para apurar eventual subsídio do Brasil à Embraer chegou a ser cogitado.
A avaliação era que um contrato dessa magnitude (em momento de crise econômica) e um setor tão sensível não podem chegar às mãos de uma empresa estrangeira.
PACOTE DE SERVIÇOS
O negócio havia sido anunciado no final de 2011 e incluía, além do fornecimento das aeronaves, um pacote de serviços, como treinamento de mecânicos e pilotos responsáveis pela operação do avião.
Pelo contrato, a Embraer teria 60 meses para entregar esse primeiro lote, prazo que começaria a contar já neste mês. O primeiro avião teria de ser entregue em 2013.
A unidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba (SP), produziria grande parte do avião. A montagem final seria feita nos EUA.
A companhia mantinha expectativas de vender mais 35 aviões, o que poderia elevar o contrato à cifra de US$ 950 milhões.
DEFESA
O fornecimento das 20 unidades do A-29 Super Tucano era o primeiro contrato da Embraer com a Defesa americana.
Quando anunciou o contrato, a Embraer disse que o negócio seria "uma grande vitrine". "Esse é o primeiro contrato com a Força Aérea dos EUA. Esse é um item sensível no maior mercado de defesa do mundo. Muitos países vão olhar isso", disse na ocasião Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança.
Com esse pedido, a Embraer alcançaria 200 encomendas do modelo Super Tucano (desenvolvido pela FAB em 1995 e exportado para vários países do mundo). Apenas 40 precisam ainda ser entregues, mas esse número inclui o pedido que havia sido feito pela Força Aérea americana.
O A-29 Super Tucano, projetado para missões de contra-insurgência, atualmente é empregado por seis forças aéreas e possui encomendas de outras, segundo a Embraer.
De acordo com a licitação, as aeronaves da Embraer seriam utilizadas para treinamento avançado em vôo, reconhecimento e operações de apoio aéreo no Afeganistão.
Com reportagem de São Paulo e agências

Fonte: http://www1.folha.uo...a-dos-eua.shtml





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