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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

A saga do Super Tucano na concorrência da USAF

Embraer EUA

Já existem 215 respostas neste tópico, contribua você também!

#121 capelini

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Postado 10 de janeiro de 2012 - 14:40

f...eu!

Ficamos agora no meio do fogo cruzado dos bailarinos políticos da terra de tio Sam!

Era só o que nos faltava!

Afinal, vale o produto pela qualidade ou não?

Depois falam dos nossos desonestos e incompetentes políticos...

Parece que a escola foi a mesma lá e cá.

#122 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 10 de janeiro de 2012 - 21:42

View Postcapelini, em 10 de janeiro de 2012 - 14:40 , disse:

f...eu!

Ficamos agora no meio do fogo cruzado dos bailarinos políticos da terra de tio Sam!

Era só o que nos faltava!

Afinal, vale o produto pela qualidade ou não?

Depois falam dos nossos desonestos e incompetentes políticos...

Parece que a escola foi a mesma lá e cá.


Olha, ao que parece o Newt Gingrich (sempre achei esse nome estranho)
nao tem la' muita chance de receber a indicacao do GOP para tentar encarar
o Obama.

Entretanto, trilhando o caminho para tentar chegar 'a presidencia,
deveria ter mais cuidado com o que fala.

Meter o pau nos iranianos ate' da' pra' entender.

Comprar briga com o Brasil, um aliado em ascensao,
ja' nao e' muito recomendavel nao.

Nota zero para ele :thumbsdown_still:

#123 MSMPILOT

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Postado 11 de janeiro de 2012 - 01:36

O pior de tudo eh saber que agente ta correndo risco de perder - mais uma vez - pra uma Aeronave que o proprio Americano admite nao ter a capacidade tecnica operacional do Super Tucano.
Definitivamente, nesse caso - infelizmente - o fator tecnico eh colocado em ultimo lugar e o politico em 1.

ps: Isso ta parece a escolha das cidades sedes da copa pela FIFA... pura troca de favor Politico e criterios tecnicos pra escanteio. Eh amigos, parece que a mesa ja virou e agente nao sabe.

##### sacanagem viu! mas o Super Tucano eh guerreiro, quem sabe aos 48 do segundo tempo, no apagar das luzes, agente nao revira denovo essa mesa. Fica a torcida.

#124 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 11 de janeiro de 2012 - 13:09

Rival americana leva Embraer à justiça por Super Tucano


Imagem postada



Nathan Hodge .

A Embraer SA conseguiu uma importante vitória em dezembro, quando a Força Aérea dos Estados Unidos escolheu um de seus aviões para equipar as Forças Armadas do Afeganistão.

Mas o ingresso da empresa de São José dos Campos, SP, no mercado de defesa dos EUA agora está sendo questionado: a concorrente Hawker Beechcraft Corp. está entrando na justiça para impedir que a Força Aérea avance no projeto. Analistas e observadores do setor dizem que a batalha legal demonstra como pode ser difícil para uma empresa estrangeira entrar nesse mercado nos EUA.

O que está em jogo é um contrato de US$ 355 milhões para que Embraer e sua sócia americana, a Sierra Nevada Corp., entreguem uma frota de 20 Super Tucanos, aviões turboélice que vão voar em missões de treinamento para a nascente Força Aérea afegã e também atacar insurgentes em terra.

Os novos aviões são uma parte importante da estratégia dos EUA para saírem do Afeganistão. Os militares afegãos ainda dependem muito de suporte aéreo dos americanos e seus aliados, e o Super Tucano daria aos militares afegãos, que têm um orçamento apertado, uma frota de aviões de ataque que são relativamente baratos para operar.

Mas o contrato também daria à Embraer uma vantagem para vender a aeronave internacionalmente. Segundo observadores da indústria de defesa, ter um produto escolhido pelas Forças armadas dos EUA, que têm uma reputação de testar com rigor suas armas, já é uma publicidade por si só.

"Se os EUA estão comprando, outras pessoas vão querer comprar", disse Michael Herson, presidente da American Defense International, uma firma de lobby que representa vários clientes de defesa europeus e de outras regiões, mas não a Hawker Beechcraft nem a Embraer. "É um selo de aprovação, porque as Forças armadas dos EUA só compram o melhor."

Representantes da Embraer ou da Força Aérea americana não responderam aos pedidos de comentários até o fechamento desta edição.

Para fabricantes de produtos militares, o mercado americano de defesa é o maior do mundo. E, apesar de cortes planejados para os gastos militares dos EUA, ele deve continuar sendo o maior. O presidente Barack Obama reconheceu esse fato na semana passada, quando descreveu os cortes de gastos a serem aplicados pelo Pentágono e disse que as despesas militares dos EUA "continuam maiores do que, aproximadamente, os dez países seguintes combinados".

Fabricantes de armamentos ao redor do mundo, grandes e pequenos, vendem equipamentos para os EUA. A BAE Systems PLC, do Reino Unido, é um importante fornecedor de artilharia e veículos blindados. A European Aeronautic Defence & Space Co., com sedes na França e na Alemanha e que é dona da Eurocopter, faz helicópteros para o Exército americano. Ambas têm empresas registradas nos EUA para cumprir regras americanas. A Embraer também tem uma, sediada na Flórida.

Mas a entrada de empresas estrangeiras no mercado de defesa americano pode ser difícil, mesmo para as firmas de países aliados a Washington. O exemplo mais famoso é o da EADS, que há quase dez anos esteve numa disputa altamente politizada com a concorrente americana Boeing Co. para vender aviões tanque de reabastecimento aéreo para a Força Aérea dos EUA. A Boeing acabou vencendo a competição.

Ao contestar a decisão da Força Aérea para os aviões de combate afegãos, a Hawker Beechcraft enfatizou a potencial perda de empregos nos EUA. A dupla Embraer-Sierra Nevada, porém, afirma que vai montar os Super Tucanos na Flórida.

"O mercado dos EUA não é fácil" para empresas de defesa sediadas no exterior, disse Richard Aboulafia, analista de aviação da Teal Group, uma consultoria do setor de defesa e aeroespacial.

Aboulafia observou que uma tentativa anterior da Embraer de obter pedidos do Exército americano para um avião de vigilância acabou gorando quando o Exército eliminou o programa.

David Berteau, um especialista no setor de defesa para o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, disse que subsidiárias americanas de empresas de outros países "ainda estão em desvantagem quando disputam contratos, particularmente para trabalhos sigilosos", porque os funcionários do governo encarregados do contrato podem às vezes não notificar as firmas sobre uma possível solicitação, ou porque as firmas precisam atravessar obstáculos burocráticos antes de poderem fazer uma oferta. De qualquer forma, disse ele, o Pentágono "sofre com menos concorrência e menos acesso a tecnologia, especialidades ou experiência potencialmente relevantes".

A Hawker Beechcraft abriu um processo na Corte de Queixas Federais dos EUA depois que a Força Aérea excluiu seu avião, o AT-6, da licitação para o Afeganistão. O processo forçou o Pentágono a emitir uma ordem na semana passada de interrupção do projeto, enquanto a corte estuda o caso. Pessoas a par do assunto dizem que esperam uma decisão para as próximas semanas.

Nicole Alexander, uma porta-voz da Hawker Beechcraft, disse que a ordem de interrupção torna desnecessária uma solicitação da companhia para suspender o projeto. "A corte está avaliando o mérito da questão", disse ela.

Fonte: Imagem postada / NOTIMP

#125 transvasp

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Postado 17 de janeiro de 2012 - 07:19

Novos Super Tucanos adicionam capacidade de ataque para a Força Aérea Afegã


Imagem postada
A aeronave Super Tucano da Embraer venceu a competição LAS da USAF no dia 30 de dezembro de 2011, mas aguarda decisão da justiça norte americana.
No esforço contínuo do governo do Afeganistão para o combate de contra-insurgênciade forma independente, uma nova ferramenta será adicionada ao seu arsenal projetado para permitir o reconhecimento, versatilidade e lançamento de armas de precisão para a crescente força aérea afegã. No último dia 30 de dezembro, a Força Aérea dos EUA aprovou um contrato no valor de mais de US$ 350 milhões, que irá fornecer para a força aérea afegã pelo menos 20 aeronaves de apoio aéreo leve A-29 Super Tucano, dispositivos de treinamento no solo e toda a manutenção associada e equipamentos de apoio originalmente planejados para chegar no último semestre de 2013.

De acordo com Brig. General Tim Ray, o comandante do Comando de Treinamento Aéreo da OTAN no Afeganistão, o Tucano foi “fabricado sob medida” para a missão de contra-insurgência do Afeganistão e oferece um custo-benefício, e é fácil de manter a plataforma para ajudar a aumentar a já capaz plataforma aérea e de formação da Força Aérea Afegã.
“A plataforma LAS sinaliza um marco para ir além de voar e de asa rotativa, onde não estamos realmente indo atrás do inimigo”, disse Ray.

“O Tucano é a mais cinética das aeronaves, e mais ofensiva que eles têm, e eu tenho certeza que é um grande impulso moral às tropas em terra quando o vêem sobrevoando. É o tipo certo de plataforma para o terreno, para a luta e mais importante, é fácil de sustentar”, disse ele.

Construídos para missões de contra-insurgência, a plataforma de apoio aéreo leve – especificamente o Tucano – foi a plataforma pesada na luta contra os elementos antigovernamentais em todo o mundo. Mais de 150 unidades em todo o mundo têm registrado um total de 130.000 horas de vôo com mais de 18.000 horas de combate sem perdas registradas.

Espelhando o mesmo sucesso no Afeganistão, depende de duas missões primárias. A primeira é assegurar que os custos relacionados de apoio aéreo aproximado estejam dentro dos atuais e futuros orçamentos do governo afegão.

“A aeronave LAS opera a uma fração do custo de outras plataformas de ataque”, disse Ray. “O motor da aeronave é extremamente confiável e muito simples. Nós temos os mesmos motores do Cessna 208s e é o mais confiável na indústria aeronáutica que eu estou ciente.”

A segunda é o treinamento de pilotos e de instrutores de pilotos capazes de lidar com a aeronave em cenários de combate.

“Os afegãos são bons aviadores”, disse Ray. “Quando se trata de habilidades básicas de manche e leme, e bravura, eles são mais do que adequados, e temos dois currículos sendo refinados para treinar os conselheiros e para treinar os alunos. Nós já temos estudantes que saem de diferentes treinamentos de pilotos e aprendem o básico de voar aeronaves de asa fixa. O acompanhamento em curso seria de um programa de treinamento em missão que lhes daria as habilidades para empregar o LAS em combate.”

Além do apoio aéreo leve, marca o complemento final importante para o inventário da força aérea afegã de mais de 100 variadas aeronaves e prepara o terreno para o futuro crescimento. O treinamento básico para a estrutura do apoio aéreo leve será realizado na Base Aérea de Shindand, seguido da formação em missão realizada em um local diferente ainda a ser determinado.

Ativada em 2009, o treinamento da OTAN (NTM-A) faz parte de uma coalizão de 37 nações que contribuem encarregados de assistir o governo da República Islâmica do Afeganistão em gerar uma capaz e sustentável Força de Segurança Nacional Afegã pronta para assumir a liderança da segurança do seu país até 2014.

Fonte: U.S. Air Force – Tradução: Cavok

#126 jambock

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Postado 19 de janeiro de 2012 - 21:57

Meus prezados:
Light Air Suport: contestada outra aquisição da USAF
http://www.defenceta...uisition-39486/

#127 MSMPILOT

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Postado 20 de janeiro de 2012 - 16:09

Muito boa a noticia da venda (via US) dos Super Tucanos pro Afeganistao... bixo vai fazer miseria por lah! Essa eu acho que ninguem tira da Embraer, ja a outra encomenda pros States, ta pegando viu!

#128 jambock

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 23:18

View Postjambock, em 01 de julho de 2011 - 21:00 , disse:

Meus prezados:
Com este painel, os americanos vão falar muito mais...ehehehehehe
Imagem postada


http://i1092.photobu...un-2011Pg41.jpg

#129 Sydy

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Postado 24 de janeiro de 2012 - 05:13

View PostMSMPILOT, em 20 de janeiro de 2012 - 16:09 , disse:

Muito boa a noticia da venda (via US) dos Super Tucanos pro Afeganistao... bixo vai fazer miseria por lah! Essa eu acho que ninguem tira da Embraer, ja a outra encomenda pros States, ta pegando viu!


MSM,

Difícil tirar pq não tem ninguém ou nada parecido! Vamos ver no que dará essa choradeira.

#130 jambock

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Postado 03 de fevereiro de 2012 - 14:25

View PostMSMPILOT, em 11 de janeiro de 2012 - 01:36 , disse:

O pior de tudo eh saber que agente ta correndo risco de perder - mais uma vez - pra uma Aeronave que o proprio Americano admite nao ter a capacidade tecnica operacional do Super Tucano.
(...)
Prezado MSMPILOT: como não serão pilotos americanos a operar e, sim, pilotos afegãos, na opinião de alguns políticos americanos lobistas, o aviãozinho Hawker serve.

#131 jambock

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Postado 06 de fevereiro de 2012 - 14:06

Política no ar
Para presidente da Embraer, a concorrente Beechcraft, que contesta na Justiça a decisão da Força Aérea americana de comprar aviões brasileiros, aproveita eleições nos EUA para politizar o caso
"Já há uso político por causa das eleições nos EUA, mas estou otimista", diz Frederico Curado, presidente da Embraer, sobre a ação da rival americana Beechcraft.

Ao contestar a Força Aérea dos EUA, que preferiu os Super Tucanos, a concorrente alegou perda de vagas no país.
"Vi reportagem negativa sobre Obama, com declaração dele no Rio, em alusão a empregos indo para o Brasil. E não é isso. O Brasil tem deficit comercial com os EUA e os aviões serão feitos na Flórida, requisito do país, com a local Sierra Nevada." Asa e fuselagem irão do Brasil.
O contrato de US$ 355 milhões seria um selo de confiança nos aviões nacionais.

Para justificar que a escolha se deu "porque o Tucano é melhor", Curado elenca argumentos. O primeiro é a adequação para ataque leve, testado contra as Farc (Colômbia). O segundo é o prazo de entrega. "Conseguimos atender por termos avião pronto. A Beechcraft tem só projeto e difícil situação financeira."
É na área de defesa que a Embraer tem crescido mais. Jato comercial vai bem, mas a aviação executiva não se recuperou da crise.

A companhia não adianta resultados, mas a receita de 2011 deve ficar entre US$ 5,6 bilhões e US$ 5,8 bilhões, incremento em torno de 5%, "bastante para quem exporta 90% do que produz".
Quanto à China, onde a empresa tem dificuldades, Curado diz que as críticas não procedem. "O controle é da Embraer. A transferência que houve não é segredo", diz. "Mas as coisas lá são lentas", reconhece. A empresa não consegue aprovar a produção do Embraer 190.

"Ou insistíamos em negócio que não anda ou mudávamos. Na China, há só seis jatos executivos. Converteremos a fábrica para Legacy."
E qual o avião do presidente da Embraer? Nenhum. Curado circula em jatos de carreira. Apenas excepcionalmente voa em avião de demonstração da companhia
fonte: Maria Cristina Frias para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 5 fev 2012

#132 MLN-SJP

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Postado 07 de fevereiro de 2012 - 13:35

A AFM deste mes (fevereiro) da o programa como semi morto....

#133 jambock

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Postado 09 de fevereiro de 2012 - 21:38

Meus prezados:
Sierra Nevada rebate pontualmente as desinformações divulgadas pela Hawker Beechcraft sobre a competição LAS da USAF
Published on fevereiro 4th, 2012 by Fernando Valduga in Brasil, Militar

A aeronave Super Tucano foi vencedora da competição Light Air Support da Força Aérea dos EUA .
Desinformação e disputas legais atrasam a entrega de aeronaves de missão crítica A-29 Super Tucano para os militares norte americanos no Afeganistão. A Sierra Nevada Corporation (SNC), a empresa vencedora da concorrência de Apoio Aéreo Leve (LAS) da Força Aérea dos EUA, emitiu hoje uma reposta pont-a-ponto sobre a desinformação que está sendo espalhada pela candidata desqualificado para o contrato, a Hawker Beechcraft.

O contrato LAS prevê a compra de aeronaves Super Tucano para ser utilizados no Afeganistão.
O contrato LAS oferece aeronaves de treinamento e apoio aos esforços dos parceiros do governo dos EUA na reconstrução no Afeganistão e em outras nações. A aeronave é urgentemente necessária para apoiar as operações de reconhecimento aéreo e de ataque leve no Afeganistão, bem como para desenvolver a capacidade orgânica necessária para completar a missão de contra-insurgência dos Estado Unidos no Afeganistão. No dia 22 de dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA entregou o contrato do LAS para a SNC, tendo antes desclassificado, a outra empresa candidata ao contrato, a Hawker Beechcraft, por não estar numa linha competitiva, baseada na constatação de que “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta [da Hawker Beechcraft] tornaram ela tecnicamente inaceitável e resultaram num risco inaceitável de capacidade de missão”. Desde aquela época, a Hawker Beechcraft realizou uma campanha maciça de desinformação, desafiado a integridade do processo de contratação da Força Aérea dos EUA, questionando as intenções da Administração Obama, e utilizado litígio para parar o trabalho no contrato.

“É essencial que todos os fatos desta situação sejam apresentados de forma clara e transparente para o público americano. Há muito em jogo”, disse Fatih Ozmen, CEO da Sierra Nevada Corporation. “As pessoas que estão pagando o preço desse comportamento imprudente e irresponsável é o contribuinte americano e o americano combatente. A Sierra Nevada Corporation e nossos parceiros estão honrados com esse prêmio e pela oportunidade de servir o nosso país, e nós continuamos prontos para começar a trabalhar no contrato LAS.”


A Hawker Beechcraft disputou a competição com a aeronave AT-6, que somente teve duas aeronaves prótótipos fabricadas.
Na sua Solicitação de Proposta, a Força Aérea especificamente procurou um não-desenvolvimento na produção de aeronaves, para que os combatentes no teatro de operações pudessem ter uma solução avançada e rápida para que os contribuintes americanos não terem que pagar os custos de desenvolvimento. O plano proposto pelo concorrente da SNC é uma aeronave em desenvolvimento que não está em produção e nunca foi usada para apoio aéreo leve ou qualquer outra finalidade.

Em contraste, a aeronave selecionada pela Força Aérea e a ser fornecida pelo SNC, o Embraer A-29 Super Tucano, é uma aeronave de apoio aéreo leve que está atualmente em uso com seis forças aéreas ao redor do mundo. Esta aeronave será feita na América por trabalhadores norte-americanos. Mais de 88 por cento do valor em dólar do A-29 Super Tucano vem de componentes fornecidos por empresas norte-americanas ou de países que se qualificam sob o Buy America Act. A aeronave será construída em Jacksonville, Florida, cirando pelo menos 50 novos empregos de alta tecnologia e oferecendo mais de 1.200 postos de trabalho em todo o país.

“É lamentável que a verdade esteja sendo sacrificada para os interesses próprios da Hawker Beechcraft e seus proprietários, uma empresa canadense, a Onex, e um banco de investimento, o Goldman Sachs. A Hawker Beechcraft está usando meios agressivos e táticas de lobby para lutar contra a decisão da Força Aérea, em vez de deixar o Tribunal decidir esta questão num momento oportuno. Estas manobras dilatórias estão tendo o maior efeito sobre os nossos colegas americanos atualmente engajados em operações de combate. Eles precisam da capacidade que só o A-29 pode proporcionar. O atraso também está impedindo a criação de empregos num momento em que há uma necessidade urgente para colocar os americanos para trabalhar”, disse Taco Gilbert, General de Brigada Aposentado da USAF, e vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios ISR da SNC.

“Inacreditavelmente, esta é a segunda vez que a Hawker Beechcraft imprede que um avião de apoio aéreo leve seja cuidadosamente avaliado por nossos militares para seguir em frente para apoiar nossas tropas em necessidade. Os pedidos urgentes para o A-29 no Afeganistão continuam a definhar porque a Hawker não pode fornecer uma capacidade aceitável, mas não vai deixar ninguém prestar essas informações”, disse Gilbert.

Em uma ação separada e incomum no meio de um processo legal, a USAF publicou um informativo sobre o processo de aquisição de LAS e, especificamente, rebateu as afirmações da Hawker Beechcraft de que não recebeu as informações sobre a avaliação da sua proposta.
A refutação ponto por ponto da desinformação sendo espalhada sobre o contrato LAS está abaixo. Isto e outras informações também podem ser encontradas no site Built for the Mission.

A competição LAS (Light Air Support) – Os Fatos


A USAF decidiu em dezembro de 2011 que o Super Tucano havia vencido a competição.
No dia 22 de dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA assinou um contrato para as aeronaves de treinamento e apoio para o seu programa Apoio Aéreo Leve (LAS) com a empresa Sierra Nevada Corporation (SNC), baseada em Sparks, Nevada. No pedido de proposta, a Força Aérea dos EUA especificamente procurou por uma aeronave de apoio aéreo leve em não-desenvolvimento. O avião a ser fornecida no âmbito do contrato é o Embraer A-29 Super Tucano.

O outro principal concorrente para o presente contrato, a Hawker Beechcraft, de Wichita, Kansas, e seu protótipo de avião, o AT-6, foi desclassificado pela Força Aérea, em novembro de 2011. Como o Government Accountability Office (GAO) afirmou, a USAF, “realizado discussões com os ofertantes na faixa competitiva desde o dia 08 de abril e até 23 de setembro de 2011. Depois de analisar as respostas da HBDC às questões levantadas durante as discussões, a Força Aérea concluiu que a HBDC não teve adequadamente as deficiências corrigidas na sua proposta.” Desde a adjudicação do contrato, a Hawker Beechcraft vem lutando contra a decisão da USAF – primeiro para o GAO e agora no Tribunal de Ações Federais dos EUA – e empreendendo uma campanha de desinformação sobre a aeronave vencedora, que pode ser vista nas questões a seguir:


A aeronave Super Tucano encontra-se em operação em seis nações.
RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft diz que a Força Aérea dos EUA fez uma “decisão fundamentalmente falha” na adjudicação do contrato LAS para a SNC e o A-29 Super Tucano.

FATO: A Força Aérea selecionou uma plataforma comprovada no A-29 Super Tucano, que está atualmente em serviço, com seis forças aéreas no mundo inteiro. O AT-6, por outro lado, é uma aeronave em fase de desenvolvimento, com nenhum avião atualmente voando em qualquer força aérea no mundo. A Força Aérea dos EUA desclassificou a Hawker Beechcraft da competição LAS porque seu avião era muito arriscado. De acordo com o GAO, a Força Aérea concluiu que, “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta [da Hawker Beechcraft] tornaram ela tecnicamente inaceitável e resulta num risco inaceitável de capacidade de missão.”

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft disse que a atribuição do contrato LAS para a SNC vai resultar na perda de 1.400 empregos nos EUA.

FATO:Existem apenas dois protótipos da aeronave AT-6. O AT-6 não está atualmente em produção e não apoia todos os trabalhos manufaturados nos EUA. O cumprimento do contrato LAS pela SNC apoiará aproximadamente o mesmo número de postos de trabalho nos EUA que a Hawker Beechcraft diz que eles teriam. Especificamente, mais de 50 novos empregos de alta tecnologia serão criados em Jacksonville, Flórida, onde o A-29 Super Tucano será fabricado e mais de 1.200 empregos por todos EUA serão oferecidos como um resultado do contrato LAS.


Cerca de 88% da aeronave Super Tucano em valor é fabricado nos EUA. (Foto: Renato Leite)
RECLAMAÇÃO: O Super Tucano será fabricado pelo “trabalho brasileiro e levado para os EUA”

FATO: O A-29 Super Tucano será construído na América. A Embraer fará o avião em uma nova fábrica em Jacksonville, Flórida. Mais de 88 por cento do valor em dólar do A-29 Super Tucano vem de componentes fornecidos por empresas norte-americanas ou de países que se qualificam sob o Buy America Act. Não há novos empregos sendo criados no Brasil como resultado do presente contrato.

REIVINDICAÇÃO: O Super Tucano “tem um custo de mais de 25%” do que o Hawker Beechcraft AT-6.

FATO:A Hawker Beechcraft não tem nenhum insight sobre a oferta dada à Força Aérea dos EUA pela SNC e, portanto, não tem base credível para fazer tal declaração. Ao contrário do AT-6, o A-29 Super Tucano tem mais de sete anos de combate no mundo real e experiência de formação por trás dele. Isto significa que seus custos operacionais são conhecidos e que todas as questões de desenvolvimento onerosos relacionados a carga de armas, manobrabilidade e de operações já foram trabalhadas.


Enquanto o Super Tucano já teve mais de 150 aeronaves entregues, o AT-6 somente teve duas aeronaves protótipos.

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft diz que entregou 740 aviões AT-6.

FATO: A Hawker Beechcraft nem vendeu e nem entregou uma única aeronave AT-6. A empresa está confundindo deliberadamente o seu treinador T-6 com o ainda em desenvolvimento AT-6. A Força Aérea dos EUA especificamente procurou um avião de ataque leve que não estivesse em desenvolvimento, e sim em produção, para seu programa LAS. O AT-6 continua a ser hoje um protótipo de aeronave. A Hawker Beechcraft vem tentando reformular seu treinador com um motor maior, capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), tecnologia e armas, a fim de atender os requisitos LAS. Enquanto isso, mais de 150 aeronaves A-29 Super Tucanos estão em uso em todo o mundo atualmente realizando missões de ISR e de segurança. Este fato é incontestável.

RECLAMAÇÃO: O AT-6 tem um desempenho melhor nos principais critérios de combate.

FATO: Apenas o A-29 Super Tucano foi realmente levado em combate. Mais significativamente, apenas o A-29 foi construído a partir do zero para realizar as operações de apoio à contra insurgência e apoio aéreo leve. O A-29 é maior em tamanho, que lhe permite fazer pleno uso do motor de 1.600 hp, sem limitações de potência devido ao torque. Ele fica mais alto do chão e tem uma ampla postura, aumentando a estabilidade em aeródromos despreparados. O seção de cauda mais longa do A-29 aumenta a estabilidade longitudinal e oferece uma precisão excepcional para a liberação de armas.

Apenas o sistema de lançamento de armas do A-29 é projetado especificamente com os cinco pontos fixos da OTAN para armas externas, traduzindo-se em máxima flexibilidade operacional para os combatentes no teatro. O AT-6 não carrega munição em sua configuração nativa. Esta é uma diferença crítica. O A-29 também é certificado com munições, e com mais de 130 configurações operacionais de carga externa. O AT-6 ainda não está com as munições certificadas.


As aeronaves Super Tucano passaram por uma extensa avaliação pelos militares dos EUA no Novo México.
REIVINDICAÇÃO: O processo de decisão da Força Aérea dos EUA não inclui uma avaliação prática dos A-29 nas características de controle de vôo.

FATO:Tanto o A-29 Super Tucano como o AT-6 foram sujeitados a uma rigorosa avaliação de voo no Novo México em janeiro de 2011. A Força Aérea dos EUA identificou sérias deficiências técnicas com o AT-6, que culminou com a desclassificação da aeronave da competição LAS em novembro de 2011.


As vantagens do Super Tucano frente ao AT-6.
RECLAMAÇÃO: O sistema de apoio logístico para a aeronave AT-6 e os sistemas de missão estão definidos nos EUA e atualmente estão pagos.

FATO: O AT-6 é um avião em desenvolvimento. Com apenas dois protótipos existentes, nunca entrou em produção. A Hawker Beechcraft está mais uma vez alegando elementos de seu programa T-6, como parte da oferta AT-6. Apenas o A-29 Super Tucano, com mais de 150 aeronaves em serviço em seis forças aéreas ao redor do mundo, tem uma logística estabelecida/sistema de apoio à missão no local.

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft é uma empresa americana.

FATO:A Hawker Beechcraft é propriedade conjunta da Onex, uma empresa privada de capital canadense, e pela Goldman Sachs, o banco de investimento que em 2008 recebeu um resgate de US$ 10 bilhões do governo dos EUA. A marca Hawker foi inventada no Reino Unido pela British Aerospace e até apregoa-se como um das “marcas mais conhecidas da Grã-Bretanha.” O AT-6 é baseado num projeto licenciado da empresa suíça Pilatus.


As aeronaves Super Tucano são provadas em combate em diversos países.
RECLAMAÇÃO: Nós devemos criar empregos nos Estados Unidos, não terceirizar eles para outros países.

FATO: Desde 2007, a Hawker Beechcraft deslocou a produção e empregos a partir de sua sede em Kansas, para Chihuahua, no México. De acordo com notícias recentes (por exemplo, a Aviation Week do dia 4 de novembro de 2011 e no Wall Street Journal no dia 31 de janeiro de 2012), a Hawker Beechcraft agora está com uma carga em dívidas de US$ 2,4 bilhões, com US$ 1,4 bilhão que está vencendo nos próximos 24 meses. Essas pressões financeiras e competitivas parecem estar levando a mudança para o México e a demissão resultante de milhares de trabalhadores norte-americanos. Durante este processo, a Hawker Beechcraft exaltou os talentos de força de trabalho mexicana da empresa. Num comunicado em fevereiro de 2011, a Hawker Beechcraft anunciou a imprensa a abertura da segunda fábrica da empresa no México, conforme disse o CEO da Hawker Bill Boisture: “Temos visto um alto nível de qualidade e habilidade de obra qualificada do país e temos grande confiança na sua capacidade para assumir as responsabilidades adicionais no processo de fabricação.” A Hawker tem uma terceira instalação prevista para o México.


A rede de fornecedores e empresas ligadas a Sierra Nevada Corporation nos EUA.
A Sierra Nevada Corporation e sua equipe parceira Embraer, sejam financeiramente como tecnicamente são muito forte e em crescimento que estão investindo nos EUA. A SNC é a Top Woman-Owned Federal Contractor nos EUA e está classificada entre a empresas privadas de maior crescimento da América. Fundada em 1963, a SNC emprega mais de 2.100 pessoas em 31 localidades, em 16 estados. Também está continuamente criando novos postos de trabalho nos EUA, apoiando ao mesmo tempo milhares de empregos americanos através de seus esforços significativos de terceirização. A SNC EUA é uma empresa privada e 100 por cento norte-americana.

A Embraer tem estado nos EUA há mais de 30 anos e atualmente emprega 800 pessoas nas unidades norte-americanas em Ft. Lauderdale e Melbourne, na Flórida; Nashville, Tennessee; Mesa, Arizona; Minneapolis, Minnesota; e Windsor Locks, Connecticut. A Embraer recentemente mudou as operações globais de seu jato executivo do Brasil para Melbourne, na Flórida, marcando um grande investimento nos Estados Unidos. A nova unidade de produção, recentemente inaugurada em Melbourne, criou 200 postos de trabalho em áreas de engenharia e técnicas duramente atingidas pela cancelamento do programa Space Shuttle. A abertura da fábrica do A-29 Super Tucano em Jacksonville, Flórida irá marcar um similarmente significativo investimento nos EUA.

http://www.cavok.com.br/blog/?p=45900

#134 Sydy

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Postado 24 de fevereiro de 2012 - 19:17


#135 DavidNemer

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:25

Fonte: Terra


A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de US$ 355 milhões para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, citando problemas com a documentação.


A Força Aérea disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela americana Hawker Beechcraft. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.


"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado. "Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor."


Procurada pela Reuters, a Embraer não se pronunciou até a publicação desta reportagem.


O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.


Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.


No ocasião, a Força Aérea disse que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.


O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.


Editado por DavidNemer, 28 de fevereiro de 2012 - 15:26 .


#136 DpsTr

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:30

fu***.

#137 navegador

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:39

Mais do que esperado. Globalização é uma via de mão única. A crise deu fim à brincadeira, e então, protecionismo. Ora, quem não o faria?

Será que isto tem relação com possíveis rumores do descarte do F-18 em favor do Raffale, por questões políticas?

Navegador.

#138 Bertoli

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:42

EUA cancelam acordo com Embraer para compra de Super Tucano


http://economia.uol....per-tucano.jhtm

WASHINGTON, 28 Fev (Reuters) - A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de US$ 355 milhões (cerca de R$ 604 milhões) para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer (EMBR3), citando problemas com a documentação.
A Força Aérea disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.


"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado. "Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor.
Procurada pela Reuters, a Embraer não se pronunciou até a publicação desta reportagem.
O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.
Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.
No ocasião, a Força Aérea disse que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.
O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.

#139 T7blue

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:53

Pra virar piada pronta, só falta agora o F-18 ganhar o milenar programa FX-2 da FAB....
Pra falar a verdade eu tinha achado estranho a Embraer ter vencido essa "licitação" pois havia concorrente nacional. Nada que não tenha acontecido antes lá, vide programa Tanker KCX que a Boeing venceu no tapetão...

#140 Fantinel

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Postado 28 de fevereiro de 2012 - 15:59

Mui amigo.......chega na hora....agora fico torcendo pela Rafale e até avião paraguaio...





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