Ah, o velho sonho de voar o mais rápido que o som e estar em dois lugares distantes da terra no mesmo dia.
Cacique-7, em 22 de junho de 2011 - 18:37 , disse:
Sensacional!Mas acho que seria otimista demais, falar que em 2020 teríamos uma nave destas voando.
Também acho.
Stelios the Greek, em 22 de junho de 2011 - 19:01 , disse:
eu acho q poderiamos ter essas aeronaves há mais de 10 anos se na nos 60 os EUA e a USSR não tivessem cancelados seus projetos para aeronaves supersonicas e concorrer com o concorde!
ai sim teriamos aeronaves mais avançadas no quesito velocidade e podemos até falar de uma era diferente a q vivemos!
comparando com os 100anos q a aviação já tem os primeiros 50 evoluiram lentamente, no ritmo bom, depois um boom nos proximos 20 mas quando tiveram a chance de evoluir mais ainda deixaram pro lado em razão do custo e dos poluentes. Náo que A380, 787 etc não são avançados, mas o conceito de aeronave é a mesma desde 1955.
Stelios, acho que não ia mudar muita coisa não, o EUA até evitou de levar um prejuízo enorme com o SST. Realmente até 1970 a aviação veio crescendo mais no quesito tecnologia que na eficiência em si, afinal os custos de operação (petróleo, basicamente) eram baixos e não havia concorrências no setor.
Depois do Oil-Shock, os fabricantes passaram a se dedicar mais ao quesito eficiência econômica que avanço tecnológico. Neste últimos 30 anos preferiram mexer mais na parte do "software" que no "hardware" das aeronaves, melhorando a pilotagem, segurança e consumo de combustível.
Sem contar nos avanços dos materiais, como a fibra de carbono ou até um metal (desculpa não lembrar o nome) que pode ser mais leve ou igual que a fibra de carbono, com o mesmo preço. SE o Dreamliner vier cumprindo 70% do que foi prometido na parte de materiais e motorização, vai servir de laboratório para as novas versões de aviões.
philoclimber, em 23 de junho de 2011 - 01:11 , disse:
cê quer dizer que a partir deles é que surgem ideias reais né??..hehehe..
E é o que acontece, o Sonic Cruiser foi uma cortina de fumaça do Dreamliner para saber o que os clientes prefeririam. Nos anos 50 houveram dezenas de estudos de aeronaves supersônicas na Europa antes de nascer o Concorde.