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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

¿Cuánto le costaría al Perú tener una aerolínea de bandera?


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#1 F-BVFA

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Postado 30 de junho de 2011 - 14:37

Su creación requiere US$300 millones. Nuevo gobierno ya tiene un proyecto de inversión público-privada

Jueves 30 de junio de 2011 - 08:19 am

CARLOS HURTADO DE MENDOZA

El presidente electo Ollanta Humala ya cuenta con un plan para implementar la aerolínea de bandera que hoy genera discusión en el sector aerocomercial. Se trata del proyecto de ley 3519/2009-CR, presentado al Congreso por la bancada nacionalista, hace casi dos años. Según esa propuesta, que no se llegó a discutir en el pleno, la nueva aerolínea se formaría con 60% de capital nacional y 40% de inversión privada, que podría ser extranjera siempre que provenga de un país “sin diferendos limítrofes con el Perú”.

Yonhy Lescano, parlamentario que apoyó el proyecto cuando fue aprobado en la Comisión de Transportes y Comunicaciones del Congreso, detalló a El Comercio que para crear una compañía aérea nacional será necesario invertir US$300 millones. “La empresa podría operar rutas comerciales y no comerciales, llegando a las ciudades del interior que hoy no reciben vuelos”, apuntó. “Es más, se podría conversar con el sindicato de ex trabajadores de Aero-Perú para ver la posibilidad de reflotar la compañía”, estimó.

Al respecto, Celso Gonzales, presidente de la Asociación de Trabajadores Accionistas de Aero-Perú, señaló: “Es inviable cualquier tipo de sociedad con el Estado, más aun cuando sabemos que los gobiernos regionales discuten hoy cambiar su presupuesto y sus partidas correspondientes al canon minero”. Gonzales aclaró que la otrora aerolínea de bandera puede recuperar un capital que asciende a más de US$50 millones, en activos que corresponden a sus acciones en SITA International (operador de reservas de viajes a escala mundial) y en unidades de transporte y repuestos.

Además, indicó que su gremio ha mantenido conversaciones durante los últimos años con Continental Airlines, Aerolíneas Argentinas y Conviasa de Venezuela, que “podrían invertir en la puesta en marcha de Aero-Perú cuando nosotros estemos en condiciones de negociar”. Vale recordar que, a la fecha, la asociación ha pedido un informe a la Contraloría de la República para verificar cómo el empresario Diego Vásquez de Velasco obtuvo la propiedad de la marca Aero-Perú y de su lema comercial “La línea aérea de bandera” en Indecopi. Por cierto, Vásquez de Velasco precisó que ha contactado con empresarios chinos interesados en invertir en la compañía.

APUNTAR A MÁS RUTAS
Sin embargo, antes que destinar fondos a una aerolínea nacional, el gerente general de la Asociación de Empresas de Transporte Aéreo Internacional (AETAI), Carlos Gutiérrez, sugirió que el nuevo gobierno enfile sus baterías a la subvención de vuelos interregionales, más a aquellas rutas no comerciales que ahora ninguna empresa cubre, pues no resultan rentables a corto plazo. “Sumado a ello, el Estado debería generar toda una plataforma que desarrolle un destino, para hacerlo atractivo al comercio y al turismo. Las exoneraciones de IGV para los vuelos a Iquitos y Madre de Dios o la importación libre de repuestos para naves van en ese camino”, detalló.

Por cierto, el Ministerio de Comercio Exterior y Turismo (Mincetur) ha desarrollado un modelo de ese tipo, con su Fondo de Desarrollo de Rutas (FDR), que implica crear aeropuertos y descuentos a las tasas de aterrizaje y navegación. Este FDR podría ser retomado también por la futura administración estatal.

EN PUNTOS
El estado ha financiado tres aerolíneas a lo largo de su historia: servicio aéreo de transporte comercial (satco), aeroperú y transporte aéreo nacional de la selva (TANS).

Satco fue la base de aeroperú, que utilizó sus aviones. Aeroperú llegó a volar a más de 40 destinos en el interior y a estados unidos, México y Argentina, entre otros países.

TANS alcanzó a cubrir el 15% de las rutas nacionales. Comenzó con vuelos a la selva, y luego amplió su cobertura con frecuencias más comerciales.

http://elcomercio.pe...rolinea-bandera

#2 A345_Leadership

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Postado 30 de junho de 2011 - 15:02

Tenho medo desses planos de criar uma empresa estatal de bandeira . . . agora entendo por que as ações da LAN cairam tanto quando o presidente foi eleito.

Chile tem problemas de fronteira com o Peru?

#3 F-BVFA

    Stargazer

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Postado 30 de junho de 2011 - 15:16

View PostA345_Leadership, em 30 de junho de 2011 - 15:02 , disse:

Tenho medo desses planos de criar uma empresa estatal de bandeira . . . agora entendo por que as ações da LAN cairam tanto quando o presidente foi eleito.

Chile tem problemas de fronteira com o Peru?


Atualmente Peru e Chile disputam uma região de mar no norte do Chile, sul do Peru: o Mar de Grau.

Imagem postada

#4 EchoMike

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Postado 30 de junho de 2011 - 16:08

Talvez ele funde a PeA, Peruana de Aviacion :thumbsdown_still:

#5 Landing

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Postado 30 de junho de 2011 - 16:19

infelizmente no mundo globalizado, cias de bandeira perdem cada vz mais espaço para grandes cias de participação de varios paises.
estatal entao nem precisa falar, é coisa dos tempos dos dinossauros!

#6 A345_Leadership

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Postado 01 de julho de 2011 - 00:12

Nos últimos 8-9 anos o Peru fez uma reorganizada na sua aviação bem liberal: fez concessão de seu maior aeroporto, fechou diversos acordos de Open-Skies, buscou trazer turismo e o tráfego pirata. Resultado foi um aeroporto considerado o melhor da América do Sul e um papel-chave na fusão TAM e LAN, a aviação mais que dobrou e hoje o país desfruta de um bom crescimento econômico apoiado em commodities (como o restante da região, infelizmente). Para isso basta comparar a malha internacional do Peru em 2000 e 2011. Naquela época só havia um vôo entre Brasil e Peru e hoje temos saídas de GRU, GIG, IGU, BSB e POA. É claro que as duas maiores empresas são 49% estrangeiras e não sei se 51% são de empresários sérios do país ou de laranjas, mas sim ou não, veja o impacto que trouxe isso para eles: divisas, empregos, turismo, etc. Agora trocar tudo isso para ter uma empresa 9% mais nacional e flagcarrier? Afugentando as empresas que investiram lá é um tremendo regresso.

Se fosse uma país precário em ligações com o exterior (Paraguai) até entenderia o papel do Estado . . .

View PostF-BVFA, em 30 de junho de 2011 - 15:16 , disse:

Atualmente Peru e Chile disputam uma região de mar no norte do Chile, sul do Peru: o Mar de Grau.

Valeu BravoAlpha :thumbsup:

#7 FlyerOne

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Postado 01 de julho de 2011 - 00:35

View PostA345_Leadership, em 01 de julho de 2011 - 00:12 , disse:

Se fosse uma país precário em ligações com o exterior (Paraguai) até entenderia o papel do Estado . . .


Diga-se de passagem, o Paraguay tenta a todo custo decolar uma flag carrier e não consegue.

#8 philoclimber

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Postado 01 de julho de 2011 - 00:36

acho que a questão poderia ser melhor formulada da seguinte maneira: quanto custaria aos empresários peruanos criarem uma aerolínea de bandeira???

#9 Caravelle

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Postado 01 de julho de 2011 - 00:50

Me lembrei da AeroPerú e seus lindos DC-8, 727 e Fokker F-28 vermnelhos... :wub_anim:

#10 KC-767

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Postado 03 de julho de 2011 - 13:43

View PostCaravelle, em 01 de julho de 2011 - 00:50 , disse:

Me lembrei da AeroPerú e seus lindos DC-8, 727 e Fokker F-28 vermnelhos... :wub_anim:


E diga-se de passagem, no final das contas, a AeroMexico teve participação na AeroPeru. Mas foi aquele 757 (que era lindo) se acidentar, por um silver tape tampando uma das tomadas estáticas, que a empresa afundou.

Não tem muito jeito... aparentemente, se o Estado não toma a iniciativa, alguma empresa estrangeira forte resolve tomar. Outro caso de empresa estatal "moderna" - de criação recente, é a ConViasa. E ó que a Viasa, a antiga empresa de bandeira da Venezuela, foi uma empresa relativamente forte.





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