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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

A-1M: programa de modernização


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#21 Kodiak

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Postado 02 de fevereiro de 2012 - 11:21

Uma dúvida de leigo na área militar: Existe diferença entre o A-1 Brasileiro e o Italiano, exceto o canhão .50? Os AMX Italianos também serão modernizados?

abraços

#22 jambock

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Postado 02 de fevereiro de 2012 - 19:14

Prezado Kodiak:
Tanto o AMX italiano, quanto o A-1 brasileiro não possuem canhões (seriam metralhadoras) de .50 polegadas.
Aquele possue o canhão tipo "gatling" M61-A1 "Vulcan" de 20mm e este o tipo "revólver" DEFA 554, de 30mm.
Quanto ao upgrade dos italianos, veja http://forum.contato...php/topic/52699

#23 transvasp

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Postado 06 de março de 2012 - 14:02

A-1 modernizado pronto para realizar primeiro voo em março


Imagem postada

A primeira aeronave A-1 modernizada pela Embraer para FAB deve voar em março. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB / Cavok)
Em março de 2012, na sede da Embraer em Gavião Peixoto (SP), acontece o voo inaugural do protótipo do A-1 modernizado, projeto que prevê a entrega de 43 aeronaves revitalizadas para a Força Aérea Brasileira até 2017. Os Esquadrões de Caça já recebem as primeiras unidades no próximo ano.

As aeronaves A-1 passam por uma revitalização estrutural e recebem novos equipamentos, entre eles o radar SCP-01, com modos ar-ar, ar-solo e ar-mar. Uma segunda aeronave de testes, biplace, deverá voar em julho. Serão manti das características elogiadas da aeronave, como o raio de ação, a capacidade de reabastecimento em voo e os dois canhões de 30mm.

Além do radar, os caças também ganharam um sistema integrado de auto-defesa com alerta de detecção de radar (RWR) e de aproximação de mísseis (MLAWS), contramedidas (AECM) e lançadores de iscas para mísseis (chaff e fl are). Os A-1 também vão poder voar com casulos equipados com sistemas de reconhecimento e designação de alvos, além do Skyshield, que tem a capacidade de bloquear e despistar radares de busca em solo, embarcados ou de guiagem de mísseis.

Imagem postada

As melhorias inseridas no A-1 modernizado pela Embraer.

Todas as informações serão apresentadas ao piloto em três telas multifuncionais coloridas. Juntas, elas somam 121 polegadas quadradas para exibição, desde parâmetros de funcionamento do motor até o cenário tático da missão. Os pilotos vão contar ainda com um novo visor na altura dos olhos (Head Up Display), um visor montado no capacete (Helmet Mounted Display) e a facilidade de todos os comandos poderem ser acessados sem ti rar as mãos do manche e da manete de potência, de acordo com o conceito HOTAS (Hands
on Throttle And Stick).

Imagem postada

Duas aeronaves A-1 do Esquadrão Centauro da Base Aérea de Santa Maria. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

História – Recebidos a partir de 1990, os A-1 trouxeram para a FAB novidades como computadores de mira. Fabricado pela Embraer em parceria com empresas italianas, o A-1 opera hoje nos Esquadrões Adelphi, Poker e Centauro, baseados no Rio de Janeiro (RJ) e Santa Maria (RS). As aeronaves brasileiras já participaram de operações como a Ágata e inúmeros exercícios, entre eles as cinco edições da CRUZEX, a Tigre e a Red Flag, nos Estados Unidos. Já a Itália voou seus A-1 em missões reais sobre os Balcãs, o Afeganistão e a Líbia.

Fonte: Revista NOTAER / Via Cavok blog

#24 transvasp

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Postado 27 de março de 2012 - 12:45

Embraer seleciona GNAT Pro Ada da AdaCore para modernização das aeronaves AMX

Imagem postada



A empresa Ada Core dos EUA fará a modernização do sistema de missão crítica das aeronaves A-1 da FAB.

A AdaCore, fornecedora de ferramentas e conhecimentos para softwares de missão crítica, segurança crítica, e proteção crítica, anunciou hoje que a Embraer Defesa e Segurança escolheu o ambiente de desenvolvimento GNAT Pro Ada da AdaCore como o principal conjunto de ferramentas para desenvolver o programa de operação de vôo do programa de modernização do AMX. O GNAT Pro será usado junto com o sistema operacional Wind River da VxWorks em tempo real (RTOS) como base para desenvolver este sistema de software crítico no trabalho de modernização do AMX.


O objetivo do projeto de modernização dos jatos AMX, chamado de A-1 pela Força Aérea Brasileira (Força Aérea Brasileira – FAB), é manter a frota de 53 aeronaves na ativa por mais de 20 anos. O AMX é um dos aviões de combate mais eficientes em atividade no país e foi fabricado pela Embraer entre 1989 e 2000. A atualização do AMX incorporará os mais avançados sistemas aviônicos, de armamento e sensores. A modernização da aeronave atingirá o patamar operacional entre os mais avançados aviões de combate disponíveis no mercado.

“Embora a nossa principal prioridade é sempre para manter o alto nível de suporte para nossos clientes existentes, ainda somos capazes de sustentar um ritmo acelerado de melhorias e desenvolvimentos”, disse Robert Dewar, Presidente e CEO da AdaCore (EUA). “Todo grande lançamento do GNAT Pro contém avanços significativos, e este lançamento não é excepção. Ele contém muitas melhorias importantes, apresentando em particular uma implementação compreensiva do novo padrão de linguagem Ada 2012, que é em si uma etapa emocionante no futuro.”

A linguagem Ada foi selecionada para o programa operacional de vôo do AMX baseado em seu histórico de sucesso comprovado no desenvolvimento de sistemas de aviônicos de missão crítica. É usado em sistemas críticos de vôo fly-by-wire para muitos aviões comerciais e militares em todo o mundo. O Ada é usado quando a segurança, proteção e alta confiabilidade são necessários.

Usado para o desenvolvimento de software de sistemas embarcados e em tempo real, as características principais do Ada aplicadas pela Embraer são forte tipagem, mecanismos de modularidade (pacotes), tempo de execução e verificação, processamento em paralelo (tarefas, passagem de mensagens síncronas, objetos protegidos e declarações selecionadas), manipulação de exceção e genéricos.

“Nós nos orgulhamos da qualidade de nossas ferramentas de desenvolvimento e de alto nível de especialização ao apoiar os nossos clientes”, disse Robert Dewar, Presidente e CEO da AdaCore. “A AdaCore tem um histórico comprovado tanto no apoio geral de desenvolvimento de software Ada, bem como uma infinidade de projetos que necessitam atender aos mais altos níveis de segurança para o padrão de aviônicos comerciais DO-178B. Estamos muito satisfeitos por termos sido escolhidos pela Embraer, o fabricante líder de aviônicos no Brasil.”

Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/?p=48214

#25 transvasp

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Postado 10 de abril de 2012 - 08:55

Modernização: AMX A-1M em detalhes...BRIL 09, 2012


Imagem postada



Desenvolvido na década de 80, em uma parceria entre Brasil e Itália, o caça A-1 (AMX) passa por processo de modernização na fábrica da EMBRAER, em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. O novo caça-bombardeiro-reconhecedor terá um novo nome, A-1M, e ganhará sobrevida de mais 20 anos para a defesa do país. A publicação Aerovisão da FAB esteve na linha de montagem para contar, em primeira mão, como anda o projeto e quais são as novidades que virão com a modernização. Veja a seguir fotos inéditas do avião.

Velocidade, altitude, ângulo, vento, peso e muitos outros cálculos precisavam estar perfeitos para que um piloto de caça da Força Aérea Brasileira conseguisse atingir seu alvo em um ataque. O desafio era o mesmo desde os pioneiros veteranos na Segunda Guerra Mundial até aqueles que, décadas depois, já voavam supersônicos. Mas, de repente, um novo avião tornou tudo muito mais fácil: computadores de bordo ajudavam o caçador e tornou-se cada vez mais comum voltar dos treinamentos comum índice de acertos surpreendente. Essa revolução aconteceu no início dos anos 90, quando o Embraer AMX, designado na FAB como A-1, trouxe para as linhas de voo tanta tecnologia que ficou conhecido como “O Avião Computador”.

Nesses 20 anos, por influência direta do A-1, mudou-se completamente a forma de voar uma missão de combate no Brasil. Com os novos A-29 Super Tucano e a modernização dos F-5, a tecnologia passou definitivamente a fazer parte do cotidiano dos pilotos de caça, e aquilo que era novidade passou a ser corriqueiro. Mas 2012 trará para a FAB um novo capítulo na história desse caça-bombardeiro-reconhecedor, que vai voltar a assumir o papel de destaque na linha de frente da defesa do país.



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A linha de modernização dos jatos A-1M na unidade da Embraer em Gavião Peixoto. (Foto: CB Silva Lopes / Agência Força Aérea)

O projeto de modernização de 33 caças A-1A monoposto e 10 A-1B biposto capacita a FAB para combater nos teatros de operações de combate atuais e pelos próximos 20 anos. Após um ano de testes, a primeira entrega de A-1M (Modernizado) vai acontecer em 2013 e a última será em 2017. “A aeronave modernizada deverá ter a capacidade de realizar ataques de precisão contra alvos de superfície com o mínimo de perdas e de danos colaterais, além de missões de reconhecimento aéreo com alta probabilidade de êxito”, explica o Coronel-Aviador Márcio Bonotto, da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que gerencia o projeto de modernização.

A revitalização irá ampliar as capacidades da aeronave, entre elas a de sobreviver a missões perigosas. Ainda em 1994, os então recém-incorporados A-1 participaram da primeira operação Tigre, quando ao lado dos F-5E foram testados em combates simulados contra os F-16 Fighting Falcon da Força Aérea dos Estados Unidos. Os americanos tiveram tanta dificuldade em enfrentar o novo caça brasileiro que os apelidaram de “The Bee” (As Abelhas). Nas operações Tigre I (1994), realizada em Porto Rico, Tigre II (1995), em Natal (RN), e Tigre III (1997), em Santa Maria (RS), os A-1 não apenas conseguiram realizar seus ataques simulados como também venceram em combate, mais de uma vez, caças F-16 que tentaram interceptá-los.



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No total serão modernizadas 43 aeronaves A-1. (Foto: CB Silva Lopes / Agência Força Aérea)

Testes - Mas a qualidade dos A-1 e dos pilotos brasileiros foram atestados em 1998, quando seis A-1 do 1°/16° Grupo de Aviação, o Esquadrão Adelphi, representaram a Força Aérea Brasileira, pela primeira vez, na operação Red Flag, a mais realística guerra aérea simulada do mundo, realizada no deserto da Nevada, nos Estados Unidos. Em um ambiente repleto de caças F-15 Eagle, F-16, F-18 Hornet, F-5 Tiger III e sistemas que simulavam presença de baterias antiaéreas de mísseis como SA-6, SA-3 e Roland, os A-1 conseguiram sucesso nas suas missões de ataque e sobreviver às ameaças que representavam o que havia de mais moderno na guerra aérea no mundo.

Além da manobrabilidade, os caças da FAB se valeram do seu sistema que avisa quando está na tela de um radar (Radar Warning System, conhecido pela sigla RWR) e iscas contra mísseis guiados por radar (chaff) ou calor (flare). Mas esses artifícios já precisavam ser melhorados, o que acontecerá na modernização. “O A-1M terá um sensível aumento de sua capacidade de sobrevivência em ambiente hostil, permitindo ao avião, além de esconder-se fisicamente da detecção de radares voando a baixa altura, esconder-se também eletronicamente”, afirma o Coronel Bonotto.



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O novo painel com telas coloridas do A-1M. (Foto: CB Silva Lopes / Agência Força Aérea)

Tanto o RWR quanto os lançadores de iscas serão revitalizados e integrados. Isso quer dizer que o piloto poderá ter uma consciência bem maior das ameaças em torno do caça. Além disso, as contramedidas poderão ser acionadas automaticamente, o que reduziráo tempo de reação e a aumentará a capacidade de sobrevivência.

Depois de modernizados, os A-1 também poderão perceber não apenas as emissões de radares dos inimigos, mas também se eles já abriram fogo. Um Sistema de Lançamento e Aproximação de Mísseis (Missile Airborne Warning System – MAWS) conseguirá identificar e classificar os disparos tanto de aeronaves interceptadoras quanto de baterias antiaéreas. Para isso, conta com sensores ativos e passivos, como antenas que detectam emissões de radares embarcados em mísseis e sistemas laser que conseguem perceber a aproximação das ameaças.

Outra novidade será o casulo Skyshield, capaz de despistar e até bloquear radares em solo ou embarcados de busca ou aquisição de alvo. Em resumo, aquela estação em solo ou aeronave de caça que tentar utilizar radares para detectar os A-1M da FAB poderão ter interferências em seus sistemas. O Skyshield poderá ser carregado externamente nos A-1M e, quando instalado, será possível proteger não apenas o próprio caça, mas também esquadrilhas inteiras em espaço aéreo hostil. Mais que sobreviver, no entanto, é preciso ter capacidade de encontrar e, se preciso, destruir os alvos. É essa a missão para qual foi projetado o AMX: penetrar em território hostil e atingir objetivos estratégicos. Para isso foi dotado de computadores que ajudam os pilotos no lançamento das armas com precisão. O caça receberá o radar SCP-01, construído em uma parceria da empresa italiana Selex Galileu com a brasileira Mectron, que literalmente fará com que os pilotos vejam além do alcance.

O radar permitirá encontrar alvos no solo em distâncias maiores e aumentar a precisão do lançamento de armas. Em modo ar-ar, poderá ter controle do espaço aéreo a sua volta, para avaliar as ameaças, conseguir fugir dos interceptadores e, se não for possível evitar o combate aéreo, utilizar o radar para aumentar a chance de acertar seus mísseis de autodefesa. Apesar da defesa aérea não ser a missão primária do A-1, o jato poderá se tornar uma opção aos comandos operacionais para cumprir essa tarefa.



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Além de novos sistemas e novas armas, o A-1M terá a disposição um novo radar multimodo. (Foto: CB Silva Lopes / Agência Força Aérea)

O radar SCP-01 também possui modos ar-mar, o que dará ao A-1M a possibilidade de voar missões contra alvos navais. Ao lado dos recém-adquiridos aviões de patrulha P-3AM, a aviação de caça da FAB estará pronta para defender a região onde há as reservas de petróleo da camada pré-sal, riqueza brasileira descoberta nos últimos anos. Tanto sobre mar quanto terra, os A-1M poderão contar ainda com casulos de reconhecimento capazes de visualizar pontos de interesse de dia, de noite e nos espectros infra-vermelho e termal. Também poderão ser visto sob as asas dos jatos casulos laser de designação de alvos, que possibilitarão o uso de bombas inteligentes. Os A-1M também serão todos compatíveis com o uso de óculos de visão noturna (Night Vision Googles – NVG), que permitem enxergar à noite.

De acordo com o Coronel Bonotto, é esperado um acréscimo superior a 30% nas funções e no gerenciamento de cargas bélicas. “O acréscimo de sensores propicia ao piloto uma maior consciência situacional, ou seja, uma melhor percepção do ambiente à sua volta, facilitando seu processo decisório em função da grande quantidade de informações disponíveis”, resume.

As possibilidades de uso de armamentos também serão ampliadas. “Poderemos utilizar os artefatos com mais velocidade e em situações mais críticas, expandindo seus limites e diminuindo o tempo de exposição da aeronave durante os ataques”, afirma.

Os A-1M também poderão, em um futuro próximo, lançar mísseis anti-radar, que utilizam as próprias emissões dos radares hostis como referências até atingir o alvo, uma arma típica para missões de supressão de defesas inimigas (Suppression of Enemy Air Defenses – SEAD). Para lidar com tantas informações, os pilotos vão contar agora com uma cabine completamente remodelada. Vários “relógios” e instrumentos analógicos serão substituídos por três telas multifuncionais que vão mostrar cada dado de forma mais simples, de acordo com a missão e com o interesse do piloto. Além disso, o display na altura da visão (Head Up Display – HUD) será integrado aos sistemas de navegação, ataque e gerenciamento de sensores e armas, oferecendo uma maior consciência da situação tática ao piloto.

No total, serão 121 polegadas quadradas de mostradores digitais com interface amigável. Ainda assim, os pilotos contarão ainda com um display montado no próprio capacete (Helmet Mounted Display – HMD), que entre outras vantagens permite, por exemplo, direcionar mísseis de acordo com o movimento da cabeça do piloto. Para controlar tudo isso, todos os instrumentos estarão ao alcance dos dedos, sendo possível voar toda a missão sem retirar as mãos do manche e da manete de potência, de acordo com o conceito HOTAS (Hands-on Throttle And Stick).

Uma das elogiadas vantagens do A-1 também será mantida: o seu alcance. No dia 22 de agosto de 2003, dois desses caças decolaram da Base Aérea de Santa Maria (RS) e fizeram um voo até Natal (RN), sobrevoaram o Amapá, no extremo Norte do país, em um percurso que incluiu simulações de ataque e navegação à baixa altura. Com o uso de reabastecimento em voo, os aviões percorreram 6.700 km em 10 horas e 5 minutos, uma prova da capacidade da aviação de caça cobrir todo o país e atingir alvos distantes.

Missões desse tipo continuarão possíveis, mas agora com maior segurança e menor carga de trabalho para os pilotos. Uma nova suíte eletrônica vai integrar rádios, sistemas de navegação e datalink. Também haverá um sistema de instrumentos de voo reserva (Back-Up Flight Intrumentation – BFI), que, em caso de falha dos sistemas principais, poderá ser usado para um retorno seguro após uma pane ou no caso de aeronave vir a ser atingida por fogo inimigo. Todos os voos serão gravados digitalmente. Isso vai permitir, por exemplo, que após o pouso de um piloto novato seu instrutor possa comentar cada detalhe da missão.

Além dessas melhorias, a modernização dos A-1 também tornará sua operação mais econômica. Os 54 aviões hoje em uso, apesar de bastante semelhantes, são de três lotes diferentes que têm alguns sistemas distintos, o que complica a manutenção. “Ocorrerá uma redução significativa na quantidade de itens em processo de obsolescência, bem como maior participação da indústria nacional no suporte à aeronave e, consequentemente, uma menor dependência externa”, completa o Coronel Bonotto.

Os A-1M serão todos idênticos, o que reduzirá os custos com logística e formação de mecânicos. A passagem pela unidade industrial da Embraer em Gavião Peixoto (SP) também envolve um reforço na própria estrutura física dos caças, para assegurar mais 20 anos de voos.



Imagem postada

As aeronaves A-1M vão oferecer uma capacidade ampliada para Força Aérea Brasileira. (Foto: CB Silva Lopes / Agência Força Aérea)

História - Projetado na década de 80 em uma parceria entre a Itália e o Brasil, o A-1 entrou em operação nas Forças Aéreas desses dois países em um cenário de mudanças de táticas e doutrinas após o fim da Guerra Fria. Apesar disso, o caça conseguiu ser adequado para o século XXI e provar na prática que ainda é um vetor de importância estratégica. A Itália também decidiu modernizar seus AMX, chamados localmente de “Ghibli”, que deverão voar até aproximadamente 2020.

Em 1999, ainda sob dúvidas quanto a sua eficácia, os AMX italianos tiveram seu batismo de fogo na Operação Allied Force, na Bósnia. Ao final, 66% das missões da Força Aérea Italiana naquele conflito foram realizadas pelo “Ghibli”. Desde 2009 estes jatos também são presença constante no Afeganistão, como parte das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) no combate às forças talibãs.

Em 2011, os AMX italianos também participaram no conflito na Líbia, quando voaram 550 horas em missões de reconhecimento e ataque, com o uso de bombas inteligentes. Em um cenário de crise econômica, os AMX ganharam destaque por cumprirem suas missões com eficiência e um custo operacional menor que outros aviões, como o Eurofigther e o Tornado.

A FAB também operou com sucesso os seus três Esquadrões que operam o caça (Adelphi, Poker e Centauro) nas quatro edições do exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX), que simula uma guerra com uma força de coalizão. “O A-1 é capaz de se adaptar às mais modernas táticas da guerra aérea. Com a modernização, será um sistema de armas ainda mais letal”, afirma o Coronel Bonotto.

Fonte: Humberto Leite, Aerovisão - Via Cavok



#26 transvasp

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Postado 10 de abril de 2012 - 09:49

O futuro painel do A-1M

Os futuros A-1M da FAB terão, grosso modo, um painel semelhante ao do F-5M. Grande parte dos atuais mostradores analógicos será substituída por MFD (Multi-Function Displays) coloridos.

Somando a área dos três MFD, o A-1M terá cerca de 121 polegadas quadradas de área digital mostrando informações que variam desde dados relacionados com o motor até armamentos.

Além do novo painel o A-1M contará com um HMD que trará maior consciência situacional.

Imagem postada

FOTOS: Embraer, via FAB

Via: Site Poder Aéreo

#27 jambock

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Postado 10 de abril de 2012 - 15:00

Prezado transvasp:
Parabéns pelo post. Matou a pau! Finalmente temos notícias completas sobre o tão aguardado upgrade do A-1.
Creio que a aplicação de um revestimento proporcionando mais furtividade ao A-1M, à semelhança do T-50, o tornaria ainda mais eficiente.
http://forum.contato...ao-t-50-pak-fa/

#28 JhonTOP_GUN

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Postado 10 de abril de 2012 - 20:07

Louco pra ver ele aqui por Natal, quando vier fazer os testes com armamentos! :ahhh:

#29 transvasp

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Postado 11 de abril de 2012 - 08:06

O NAVFLIR do AMX

Imagem postada


Imagens recentes da revista Aerovisão mostram muitas fotos do A-1M sendo modernizado na EMBRAER, mas parecem denunciar como será instalado o NAVFLIR (FLIR de navegação) do A-1M. O que se tem certeza é que a câmera ficará acima e atrás da antena do radar.

No centro da imagem acima pode ser vista uma cavidade onde parece ficar a abertura da câmera. A imagem está sobreposta à sonda de reabastecimento, mas é bem diferente da luz instalada na sonda. A câmera pode ser instalada na vertical funcionando como um periscópio. Outras imagens da revista (em detalhe na foto acima) mostram alterações no local indicando que a posição do NAVFLIR será à direita da cabine.

O NAVFLIR dará novas capacidades ao A-1M, que aumentarão em muito suas possibilidades de sobrevivência. Podendo atacar baixo, à noite, e em bom tempo, também apoiado por óculos de visão noturna, o A-1M poderá anular a maioria das defesas aéreas guiadas opticamente como mísseis superfície-ar portáteis e artilharia antiaérea apontada visualmente, além de caças não equipados com radares com capacidade look-down/shoot-down. Voando baixo, o A-1M conseguirá atingir alvos com bombas burras com precisão semelhante às de bombas JDAM (CEP menor que 15 metros), mas que seria muito arriscado de dia dependendo das defesas do alvo.

A imagem abaixo mostra a janela de um FLIR, abaixo do nariz e na frente do trem de pouso dianteiro, em um jato executivo Gulfstream.

Imagem postada




Fonte: Poder Aéreo





#30 JhonTOP_GUN

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Postado 12 de abril de 2012 - 11:59

O A-1 é lindo demais. E agora modernizado! :jump:

#31 transvasp

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Postado 01 de maio de 2012 - 14:59



Primeiro AMX modernizado pela Embraer voará antes de julho

1 de maio de 2012, em Noticiário Internacional, por Guilherme Poggio

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Imagem postada
Imagem postadaA Embraer espera que o primeiro caça AMX modernizado voe pela primeira vez antes do mês de julho, segundo relatório do primeiro trimestre do ano.
Dois aviões para testes e oito aeronaves de produção já estão nas instalações da empresa esperando pela modernização. A Embraer informa que um total de 43 aeronaves serão modernizadas pelo programa. O AMX foi originalmente produzido em cooperação com a Itália.
A modernização inclui um painel tipo “glass cockpit”, novos sistemas de contramedidas eletrônicas e outros itens.
Paralelamente, o programa de modernização dos 12 caças Boeing A-4 Skyhawk da Marinha do Brasil segue sua trajetória. Os jatos são localmente conhecidos como AF-1.
“Dois deles estão nas nossas instalações em Gavião Peixoto,” informa a Embraer. “A fase de configuração já foi concluída em 2011 e o detalhamento das modificações e a modernização está em andamento.”
Adicionalmente, o A-29 Tucano (sic) vai muito bem, embora a USAF tenha cancelado o seu programa LAS. Mas a companhia espera receber um novo contrato LAS da USAF em 2013. A Embraer compete com a Hawker Beechcraft, mas teme que a mudança dos requisitos do contrato pela USAF.
No último trimestre do ano passado o Brasil também firmou contratos com Bukina Faso, Angola e Mauritânia para o turboélice de ataque leve. O valor total do contrato com os países africanos gira em torno de US$180 milhões.
Já o programa do KC-390 continua e a fase da seleção dos maiores colaboradores já foi feita.
FONTE: Flight Global

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Leia mais (Read More): Primeiro AMX modernizado pela Embraer voará antes de julho | Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil







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