Meus prezados:
Mais do que voos no aeroporto Salgado Filho
Algo vai mal na administração aeroportuária em Porto Alegre.
O uso do “aeroporto velho” (terminal 2) impõe aos cidadãos uma odiosa diferenciação com relação a quem utiliza o terminal 1. Em ambos os locais, é cobrada a mesma taxa de embarque, fixada pela Infraero em função da categoria do aeroporto e da natureza da viagem (doméstica ou internacional).
Em Porto Alegre paga-se a maior taxa de embarque nacional (R$20,67) dentre as existentes no Brasil, por ser considerado o Salgado Filho um “aeroporto de categoria com o mais alto nível de serviços, instalações e facilidades”. Mas paga-se exatamente a mesma taxa para utilizar o terminal 1 e o “aeroporto velho” (terminal 2), onde conforto é substituído por alagamentos. Não há livraria, nem caixas eletrônicos, etc. A lanchonete precária tem uma especialidade: os preços altos. Assim, quem é bem e quem é mal servido gasta a mesma quantia para remunerar a argentária Infraero.
As fortes chuvas dos últimos dias causaram goteiras no terminal 2 do aeroporto Salgado Filho.
A Infraero arrumou doze baldes para...diminuir o transtorno.
Na madrugada de 8 deste mês, passageiros que voaram pela Copa Airlines, de Cidade do Panamá para Porto Alegre, tiveram uma desagradável surpresa ao desembarque. Embora o vôo tivesse chegado no horário de tabela e o aeroporto estivesse vazio, não havia nenhum finger disponível. “Faltou o operador” disse um funcionário da empresa aérea. Solução: caminhar ao lado da pista. E isso que todos tinham pago, antecipadamente, a cara taxa de embarque internacional de R$67,00 para uso de todas as dependências do aeroporto.
A TAM está querendo colocar um novo horário extra de Guarulhos a Porto Alegre, com chegada às 19h30min, diariamente.
A Infraero não deu o sim até agora, alegando que nesse horário os fingers estão todos ocupados e não há ônibus disponíveis para transportar os passageiros entre a aeronave e o saguão.
Já é hora de o Ministério Público Federal “decolar” para brecar essas irregularidades e obter no mínimo a redução da taxa de embarque cobrada pelo “uso”(?) do “aeroporto velho”.
fonte: coluna Espaço Vital, Jornal do Comércio – 19 jul 2011
Mais do que voos no aeroporto Salgado Filho
Algo vai mal na administração aeroportuária em Porto Alegre.
O uso do “aeroporto velho” (terminal 2) impõe aos cidadãos uma odiosa diferenciação com relação a quem utiliza o terminal 1. Em ambos os locais, é cobrada a mesma taxa de embarque, fixada pela Infraero em função da categoria do aeroporto e da natureza da viagem (doméstica ou internacional).
Em Porto Alegre paga-se a maior taxa de embarque nacional (R$20,67) dentre as existentes no Brasil, por ser considerado o Salgado Filho um “aeroporto de categoria com o mais alto nível de serviços, instalações e facilidades”. Mas paga-se exatamente a mesma taxa para utilizar o terminal 1 e o “aeroporto velho” (terminal 2), onde conforto é substituído por alagamentos. Não há livraria, nem caixas eletrônicos, etc. A lanchonete precária tem uma especialidade: os preços altos. Assim, quem é bem e quem é mal servido gasta a mesma quantia para remunerar a argentária Infraero.
As fortes chuvas dos últimos dias causaram goteiras no terminal 2 do aeroporto Salgado Filho.
A Infraero arrumou doze baldes para...diminuir o transtorno.
Na madrugada de 8 deste mês, passageiros que voaram pela Copa Airlines, de Cidade do Panamá para Porto Alegre, tiveram uma desagradável surpresa ao desembarque. Embora o vôo tivesse chegado no horário de tabela e o aeroporto estivesse vazio, não havia nenhum finger disponível. “Faltou o operador” disse um funcionário da empresa aérea. Solução: caminhar ao lado da pista. E isso que todos tinham pago, antecipadamente, a cara taxa de embarque internacional de R$67,00 para uso de todas as dependências do aeroporto.
A TAM está querendo colocar um novo horário extra de Guarulhos a Porto Alegre, com chegada às 19h30min, diariamente.
A Infraero não deu o sim até agora, alegando que nesse horário os fingers estão todos ocupados e não há ônibus disponíveis para transportar os passageiros entre a aeronave e o saguão.
Já é hora de o Ministério Público Federal “decolar” para brecar essas irregularidades e obter no mínimo a redução da taxa de embarque cobrada pelo “uso”(?) do “aeroporto velho”.
fonte: coluna Espaço Vital, Jornal do Comércio – 19 jul 2011











